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É preciso saber olhar

Publicado terça-feira, 2 de Outubro de 2007 19:12 por JATavares | 55 Comentário(s)

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É bom observador, então veja se é capaz

Veja se é capaz de identificar os trinta animais que compõem este rosto.

Nomei-os assim:

Elefante - testa

....and so on 

 

 

Publicado segunda-feira, 1 de Outubro de 2007 20:15 por JATavares | 15 Comentário(s)

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Acertivo deveria ser o que acerta! Então, e assertivo?

O assertivo põe na tónica na defesa do EU, é capaz de defender vigorosamente o seu ponto de vista e recusa dizer "sim" só para fazer jeito, para não levantar ondas, para não ser desmancha-prazeres  ou simplesmente para agradar e não contrariar os outros.

 

Publicado domingo, 30 de Setembro de 2007 20:24 por JATavares | 11 Comentário(s)

E você é assertivo?
O que é a assertividade

O que é a assertividade ?



I – COMPORTAMENTO PASSIVO, AGRESSIVO E ASSERTIVO: NOÇÕES GERAIS

1. O COMPORTAMENTO PASSIVO caracteriza-se pela VIOLAÇÄO DOS DIREITOS DO PRÓPRIO, QUER QUANDO NÄO EXPRESSAMOS OS NOSSOS PENSAMENTOS, SENTIMENTOS E OPINIÖES DE FORMA CLARA, PERMITINDO QUE OS OUTROS DOMINEM A SITUAÇÄO, QUER QUANDO EXPRESSAMOS OS NOSSOS PENSAMENTOS E SENTIMENTOS DE FORMA TÄO APOLOGÉTICA, SUBMISSA OU AUTO DEPRECIATIVA, QUE OS OUTROS PODEM FACILMENTE ENTRAR EM DESACORDO CONNOSCO E ATÉ MESMO HUMILHAR-NOS.

Quando nos exprimimos desta forma, estamos implicitamente a adoptar uma atitude de deferência, agindo de forma subserviente, como se a outra pessoa fosse detentora da razão ou superior pelo simples facto de ser mais velha ou vivida, ou por ser doutro sexo ou raça.

A mensagem envolvida é: "EU NÄO CONTO, PODEM APROVEITAR-SE DA SITUAÇÄO. OS MEUS SENTIMENTOS NÄO SÄO IMPORTANTES, APENAS OS VOSSOS. OS MEUS PENSAMENTOS SÄO INSIGNIFICANTES, OS VOSSOS SÄO OS UNICOS QUE VALE A PENA TER EM CONTA. EU NÄO SOU NINGUÉM, VOCÊS SÄO SUPERIORES."

Este comportamento revela falta de respeito pelas necessidades e direitos do próprio, mas também uma falta de respeito subtil pela capacidade do outro de assumir responsabilidades, ultrapassar decepções, resolver os seus próprios problemas, etc.

O objectivo básico da atitude passiva é apaziguar e agradar aos outros, evitando conflitos a todo o custo.

2) O COMPORTAMENTO AGRESSIVO caracteriza-se pela DEFESA FRONTAL DOS DIREITOS DO PRÓPRIO E PELA EXPRESSÄO DE PENSAMENTOS, SENTIMENTOS E OPINIÖES DE FORMA PREDOMINANTEMENTE DESONESTA, GERALMENTE INAPROPRIADA E QUE, EM TODAS AS CIRCUNSTÂNCIAS, VIOLA OS DIREITOS DOS OUTROS.

Um exemplo de agressividade emocionalmente desonesta, é a situação do indivíduo que face ao sofrimento de alguém com a morte dum familiar próximo, sarcasticamente denigre esta pessoa: "OLHA LÁ, PARECES UMA MARIA MADALENA" - em lugar de exprimir a sua própria tristeza.

O objectivo usual da agressividade é dominar e vencer, forçando a outra pessoa a perder. Vencer é conseguido humilhando, denegrindo, subestimando as outras pessoas, de forma que se sintam mais fracas e menos capazes de se expressarem e defenderem as suas necessidades e direitos.

A mensagem básica envolvida é: "ISTO É O QUE EU PENSO, VOCÊS SÃO ESTÚPIDOS POR ACREDITAREM EM QUALQUER COISA DIFERENTE. ISTO É O QUE EU QUERO, O QUE VOCÊS QUEREM NÃO É IMPORTANTE. ISTO É O QUE EU SINTO, OS VOSSOS SENTIMENTOS NÃO CONTAM."

3) O COMPORTAMENTO ASSERTIVO caracteriza-se pela DEFESA DOS DIREITOS DO PRÓPRIO E PELA EXPRESSÄO DE SENTIMENTOS E OPINIÖES DE FORMA DIRECTA E HONESTA, ADEQUADA à SITUAÇÄO, E SEM VIOLAR OS DIREITOS DOS OUTROS.

A mensagem básica envolvida no comportamento assertivo é: "ISTO É O QUE EU PENSO, ISTO É O QUE EU SINTO, ESTA É A FORMA COMO EU ENCARO A SITUAÇÄO." No fundo é uma mensagem que revela "quem a pessoa é", e que é emitida sem pretender dominar, humilhar ou denegrir a(s) pessoa(s) a quem se dirige.

Na asserção estão envolvidos dois tipos de respeito: o respeito pelo próprio, na medida em que se expressam as próprias necessidades ou se defende os próprios direitos, e o respeito pelas necessidades e direitos dos outros. Um exemplo ilustrará e clarificará estes dois tipos de respeito envolvidos na asserção a que nos referimos:

"Uma senhora tenta desesperadamente arranjar lugar num voo para ir visitar a mãe que está no hospital. A fila no balcão de reservas é longa. Aproxima-se de um senhor que aguarda a sua vez no início da fila e diz-lhe, apontando para o seu lugar:

"MEU  CARO SENHOR, IMPORTA-SE DE TROCAR DE LUGAR COMIGO? NÄO LHE  FARIA UM  PEDIDO DESTA NATUREZA SE NÄO FOSSE TÄO URGENTE, POR MOTIVOS FAMILIARES,   QUE EU CHEGUE HOJE MESMO AO PORTO..." O senhor, depois de a olhar atentamente, acena que  sim.  No  final ambos acabam por conseguir lugar nesse voo.  Pergunta-se  à mulher  qual teria sido a sua reacção se o homem tivesse recusado. "TUDO BEM. EU TINHA  ESPERANÇAS DE QUE ELE ME DISSESSE QUE SIM, MAS PARA TODOS OS EFEITOS  ELE ESTAVA PRIMEIRO QUE EU NA FILA."

Neste  exemplo  a senhora demonstrou auto-respeito pelas suas  próprias necessidades  ao  perguntar  ao senhor se está disposto a ajudá-la e  trocar  de lugar  com ela; igualmente mostra respeito pelo direito que ele tinha de recusar o seu pedido e não a ajudar.

Mas,   perguntar-se-á, como pode o respeito pelo próprio e pelos  outros estar presente na recusa de um pedido? Tal depende em grande parte da forma como a  recusa  ao pedido for feita. Um pedido pode ser recusado de forma  agressiva:

"QUE IDEIA É ESSA DE TROCAR DE LUGAR? TEM UM DESCARAMENTO!". Este tipo de recusa envolve  respeito  num  só  sentido, isto é, respeito pelo  direito  do  próprio recusar, mas não respeita o direito do outro pedir.

Um  pedido  também pode ser recusado de forma passiva: "COMO É  QUE LHE HEI-DE  EXPLICAR...  SINTO-ME HORRIVEL MAS NÄO LHE POSSO DAR O LUGAR...".  Neste caso,   a  pessoa  recusa  o  pedido  mas fá-lo de  forma  que  denota  falta  de auto respeito:   sugere  que o próprio é uma pessoa horrível, que  nunca  deveria recusar  o  pedido  que lhe foi feito. Além disso, a recusa passiva  também  não respeita  o  direito que a outra pessoa tem de ser tratada como alguém capaz  de lidar com a decepção.

Em  contraste, uma recusa assertiva seria feita nos seguintes  moldes:

"GOSTARIA  DE  A  PODER AJUDAR, MAS REALMENTE TAMBÉM NECESSITO MUITO  DE  CHEGAR HOJE". A recusa assertiva demonstra os dois tipos de respeito: auto-respeito, na forma  auto-confiante  como a recusa é feita, e respeito pelo direito  da  outra pessoa fazer o pedido.

Os objectivos da asserção são uma boa comunicação e a mutualidade, isto é,   ser  respeitado  e respeitar, pedir com "fair play" (sensibilidade e bom senso) e  elegância,   deixando espaço  para  uma  solução de compromisso quando as necessidades e  direitos  de ambas  as partes entram em conflito. Nas situações de compromisso, por definição nenhuma  das pessoas sacrifica a sua integridade básica e ambas vêem algumas das suas  necessidades satisfeitas. O compromisso pode assumir a forma duma  solução em  que  uma  das  pessoas vê as  suas  necessidades  imediatamente  satisfeitas  enquanto  que  a  outra terá as suas um pouco mais tarde – um casal chega  a  um compromisso  deste  tipo,   acordando que num fim-de-semana vai ao  cinema  e  no seguinte  vai dançar. O compromisso também se pode traduzir no facto de ambas as pessoas  cederem  um  pouco – os dois amigos concordam que nessa  noite  vão  ao cinema e depois vão dançar.



II – COMPONENTES NÄO VERBAIS DO COMPORTAMENTO PASSIVO, AGRESSIVO E ASSERTIVO

As  componentes  não  verbais dos comportamentos passivo,  agressivo  e assertivo  são tão importantes, ou mesmo mais, do que os componentes verbais que temos vindo a discutir. As investigações feitas têm provado que a maior parte da comunicação  que  efectuamos é levada a cabo de forma não verbal. Pense por  uns instantes como a frase "Gosto imenso de ti" pode ser dita de maneira sincera, ou como um comentário sarcástico... simplesmente através da modificação de aspectos como a entoação vocal, a expressão facial e os gestos. Da mesma forma, uma frase assertiva  do  ponto  de vista verbal, pode resultar numa afirmação  passiva  ou agressiva devido aos componentes não verbais que acompanham a afirmação.

Os  componentes  não  verbais  mais  característicos  do  COMPORTAMENTO PASSIVO  são: contacto visual evasivo e expressões faciais, que podem ir desde o erguer  as  sobrancelhas ao riso e piscar de olhos; gestos tais como  torcer  as mãos,   agarrar a outra pessoa ou afastar-se dela, curvar os ombros, tapar a boca  com  a  mão, ou, duma maneira geral, gestos nervosos que distraem o ouvinte  do que  o  emissor  está a dizer; postura corporal rígida; o tom de  voz  pode  ser melífluo  ou  suave  e o padrão de discurso é geralmente hesitante  e  cheio  de  pausas. Em  geral,   os  componentes não verbais  da  atitude  passiva  exprimem fraqueza,  ansiedade, desculpa ou auto-denegrição. Reduzem o impacto do que está a ser dito verbalmente, razão esta, precisamente, pela qual as pessoas que temem agir assertivamente os usam. O seu objectivo é suavizar o que está a ser dito de forma a evitar qualquer conflito com as outras pessoas.

No COMPORTAMENTO AGRESSIVO os componentes não verbais vão no sentido de dominar  ou  contradizer a outra pessoa. Incluem contacto visual "de  alto  para baixo",   abrir  os olhos e fixar o olhar de forma ameaçadora, levantar a  voz  e gritar ou falar num tom de voz sarcástico ou condescendente, e outros gestos paternalistas como apontar o indicador, etc. etc.

No  COMPORTAMENTO ASSERTIVO os componentes não verbais são  congruentes com  a  mensagem  verbal  e dão-lhe suporte, força e ênfase: a  voz  deve  ser apropriadamente  alta ou baixa; o contacto visual deve ser firme mas não um olhar "parado,   de  alto"; devem ser usados gestos corporais que denotem convicção;   o padrão  de  discurso deve ser fluente, sem hesitações estranhas  – expressivo, claro e enfático nas palavras-chave.

Os   indivíduos   podem  exibir,   para  além  dos   referidos,    outros comportamentos não verbais igualmente importantes.



III – EXEMPLOS  DE COMPORTAMENTOS PASSIVOS, AGRESSIVOS E ASSERTIVOS

Em cada exemplo que se segue a primeira resposta é passiva, a segunda é agressiva e a terceira é assertiva.  

A) CONFRONTAR UM CHEFE QUE PEDE UM TRABALHO DESPROPOSITADO E EXCESSIVO.

1."Está bem eu faço o trabalho... Imagino que lá terá as suas razões para me pedir que o faça, mesmo não se relacionando com a área que me foi atribuída. Suponho que não admite a possibilidade de me dispensar desta vez?...

2."O chefe tem muito desplante em me pedir este tipo de trabalho! Eu sei  que  o senhor tem autoridade e poder sobre mim, mas não estou para  aceitar isto. Vocês, os chefes, pensam que podem utilizar os funcionários para tudo quanto vos dá jeito. Pois desta vez não!"   

3."Chefe,   quando  o  senhor  me pede para  fazer  trabalhos  que  não  se relacionam  com  as minhas funções, isso obriga-me a trabalhar muitas  horas  extra  para  além  do meu horário normal.   Por  estas razões, quero informá-lo de que não farei este trabalho. Sei que me compreenderá”.

 

B) RESPONDER A ALGUÉM QUE ACABOU DE FAZER UM COMENTÁRIO SEXISTA.

 1."Vá lá... você sabe que me irrita quando diz coisas dessas..."

 2."Quem é que você pensa que é? Um garanhão?”

 3."Francamente acho que esse comentário é humilhante para ambos”.

  

 C) RECUSAR REPETIR NUM JANTAR EM CASA DE AMIGOS

 1."Meu deus...se insistes...mudo de ideias. Está bem, como mais um bocadinho."

 2."Adoras ver-me engordar!"

 3."A comida está óptima, mas não quero mais, obrigada."



IV-MOTIVOS PARA AGIR PASSIVAMENTE  E CONSEQUÊNCIAS  DESSA ACÇÄO

1.  O primeiro diz respeito à incapacidade de distinguir  assertividade e  agressividade,   bem  como  passividade e  boa  educação.  Muitos  indivíduos confundem  comportamentos assertivos com agressivos; a sua aprendizagem  social  leva-nos  a equacionar qualquer demonstração de assertividade como  agressividade e,   desta  forma, rotulam os seus próprios impulsos assertivos como perigosos  e necessitando  controle.   Em particular, diz-se frequentemente às mulheres que  o seu  comportamento  é  agressivo  e masculino quando,   simplesmente,   elas  agem assertivamente.

Paralelamente,   muitas pessoas agem passivamente com a convicção de que ao  exibirem este tipo de comportamento estão a ser polidas e delicadas    podem ter  aprendido que não é correcto terminar uma conversa telefónica quando foi  a outra  pessoa  a  fazer a ligação, discordar de alguém mais velho,   recusar  uma bebida numa festa, concordar com um cumprimento, fazer um auto-elogio, etc.

2.  Näo  conhecer ou não aceitar os direitos pessoais, é uma  segunda razão  que  leva  as pessoas a agir passivamente. Por  outras  palavras,  certos indivíduos  não acreditam que têm o direito de manifestar as suas opiniões e de defender  as  suas  necessidades e direitos. Muitas vezes crêem que  não têm  o direito   de   expressar  determinado  tipo  de  emoções  como   mágoa,    zanga, desapontamento,   afecto. Frequentemente não só acreditam que não devem expressar tais sentimentos como que nem sequer os deveriam ter.

3.     A  ansiedade  face  a  eventuais  consequências  negativas   do comportamento  assertivo  é  um terceiro motivo pelo qual muitas  pessoas agem passivamente.   Ao  pensarem,   especulativamente, no que  poderá  acontecer  como resultado  de exibirem um qualquer comportamento assertivo, sentem um tal  nível de  ansiedade  que acabam por evitar este tipo de atitude e  agir  passivamente.

Vulgarmente,   receiam  perder a amizade ou aprovação das outras pessoas, que  os outros  as  considerem disparatadas ou egoístas, que se zanguem ou as  rejeitem; receiam  também ferir os sentimentos dos outros ou prejudicar gravemente as suas vidas.

4. Confundir passividade com "ser útil" é outra causa da passividade.

Certas  pessoas  acreditam que, ao serem passivas, estão a ajudar os outros.   Na realidade,   estão sim a "salvar" alguém que não necessita de ajuda, sacrificando para tal as próprias necessidades.

Quando  se  ajuda  genuinamente alguém, o  comportamento  desta  pessoa modifica-se no sentido positivo e, a dado momento, deixa de necessitar de apoio.

 Ao  "salvarmos"  alguém,   acabamos por nos transformar  em  vítimas,   e posteriormente  assumir o papel de juízes, enquanto que a pessoa que recebe esse apoio  continua  a agir da mesma forma. Vejamos um exemplo que clarifica  o  que acabamos de expor:

"Um homem, viciado no jogo, ao longo de anos pede dinheiro emprestado à irmã,   até  lhe  dever  uma  grande quantia. A sua  situação  é  cada  vez  mais dramática:   as  dívidas de jogo põem-no em risco de ser preso, a  menos  que...a irmã  lhe  empreste mais dinheiro. A irmã aos poucos transforma-se numa  vítima: sente-se  usada,   sem  saída, acaba por ter problemas conjugais  e  dificuldades económicas  como resultado da "ajuda" que dá ao irmão. Ocasionalmente,   sente-se saturada  e transforma-se no "juiz" do irmão, atacando-o agressivamente pelo seu comportamento.   No  entanto,   sempre  que  ele lhe torna  a  pedir  "ajuda"  ela "salva-o" novamente. O ciclo vicioso perpetua-se."



5. Défice  de  aptidões. Uma última razão de ser  da  passividade  é simplesmente  o  facto  de certas pessoas não saberem agir de  outra  forma.   Ao longo  do  seu  desenvolvimento não lhes ensinaram aptidões  assertivas  ou  não tiveram  oportunidade de observar exemplos marcadamente assertivos. É o caso, por exemplo,   de  adultos que em crianças raramente iam a restaurantes e que  podem, simplesmente, não ter aprendido a recusar um prato mal confeccionado ou a chamar a atenção para um engano no troco, etc.

Duma  forma  geral, o objectivo de quem age passivamente é agradar  aos outros  e  evitar o conflito a todo o custo. Mesmo quando a passividade tem  por custo  a  integridade pessoal, as suas consequências imediatas podem  ser  muito gratificantes  para a pessoa em causa: esta atitude permite-lhe evitar ou  fugir aos   conflitos   geradores   de  ansiedade.   Por  exemplo,   mesmo   quando   os comportamentos  passivos dum homem são encarados pelos outros como  "femininos", esta  punição pode não ser suficientemente forte para contrabalançar o alívio de tensão  que ele sente quando evita potenciais conflitos, agindo passivamente.   E por isso continua a optar por este tipo de comportamentos.

Para  além  disso,   os indivíduos são encorajados  a  serem  passivos: recebem  frequentemente elogios pela sua generosidade ou feminilidade, por serem tão  bons  amigos, filhos ou estudantes e por serem tão calmos, subservientes  e agradáveis, não causando problemas a ninguém.

A  longo  prazo,   no entanto, uma pessoa que é  frequentemente  passiva sente  a  sua auto-estima progressivamente mais baixa e sentimentos de  mágoa  e zanga  cada  vez  mais intensos. O resultado é então uma maior  tensão  interna.

Quando  esta tensão é sistematicamente reprimida, porque o individuo continua  a agir  passivamente, podem desenvolver-se problemas somáticos tais como dores  de cabeça, perturbações gastrointestinais, e por vezes até mesmo depressões. Por outro  lado, certas pessoas interessadas em desenvolver relacionamentos  íntimos caracterizados pela expressão honesta de pensamentos e emoções, podem afastar-se ou  nem  sequer  iniciar  uma relação com alguém passivo.   Outras  pessoas,   com sentimentos  de  culpa  por, inadvertidamente, se utilizarem da  passividade  de alguém,   podem acabar por se afastar de indivíduos passivos. Por ultimo, embora inicialmente  se  possa ter pena da pessoa passiva, essa pena normalmente  acaba por se transformar em irritação e, finalmente, em desprezo e falta de respeito.

    





  V-MOTIVOS PARA AGIR AGRESSIVAMENTE E CONSEQUÊNCIAS DESSA ACÇÄO

Existem  muitas  formas  de  pensar, sentir e agir que  dão  origem  ao comportamento   agressivo.   Vejamos  agora  5  padrões  de  tipo comportamental associados à agressividade:

1. Fraqueza e ameaça: Uma das causas mais comuns da agressividade é  o sentimento  de vulnerabilidade tido por alguns indivíduos face a um ataque feito por outrem ou à antecipação deste. A reacção excessivamente agressiva resultante é motivada  pela sensação de ameaça e fraqueza.

2. Passividade  anterior: Pode  parecer surpreendente,   mas  uma  das principais causas do comportamento agressivo é a passividade anterior da pessoa.

As formas subtis como a agressividade se relaciona com a passividade merecem ser analisadas em detalhe.

 A  agressividade  pode surgir numa pessoa que durante muito  tempo  foi passiva,   permitindo  que os seus direitos e sentimentos fossem  desrespeitados.

Como  resultado,   a  pessoa  vai acumulando sentimentos de  mágoa  e  zanga  até ao  momento  em que se sente com direito de expressar essas emoções  e  defender agressivamente os seus direitos.

 Noutros  casos,   o  individuo  permite, por passividade,   que  os  seus direitos  sejam desrespeitados, de que resulta um crescendo de mal entendidos. A dado momento explode e exprime os seus sentimentos agressivamente, esperando que a  outra  pessoa  se  sinta culpada e se torne submissa.   Em  vez  de  solicitar directamente  afecto  ou  deliberadamente mostrar a sua vulnerabilidade,   o  que incentivaria   o   relacionamento  interpessoal  íntimo,   a  pessoa  utiliza   a agressividade  como  uma  espécie de instrumento de  manipulação  da  intimidade emocional.

Noutras  ocasiões as pessoas reagem agressivamente como forma de evitar a  passividade . Por exemplo, quando um indivíduo recusa um  convite  repetidas vezes  e  receia  ceder se lho fizerem novamente, então assume  uma  atitude  de recusa agressiva para evitar ser passivo.

Outra  relação subtil entre a agressividade e a passividade, observa-se em  indivíduos que agem passivamente face a pessoas de maior estatuto e poder  e que no entanto se exprimem agressivamente com as de estatuto inferior.

Por  último, agressividade e passividade relacionam-se na medida em que ambas envolvem a negação de direitos pessoais.

3.  Reacção  exagerada devida a experiências emocionais  passadas:   A agressividade pode decorrer duma reacção exagerada da pessoa à situação corrente, devida  a  uma qualquer experiência emocional passada, não resolvida. A  pessoa reage  emocionalmente  à  situação  presente como se  esta  estivesse  ligada  à experiência  passada  ou  a  alguém importante nela envolvido. É o  que  o  caso seguinte  pretende  ilustrar: "Numa reunião com o marido e um casal  amigo,   uma mulher tenta explicar a necessidade duma maior defesa da igualdade de direitos e oportunidades  entre sexos. O marido, casualmente, pergunta-lhe o porquê de  tal necessidade  se  esses assuntos já estão consignados na Constituição. A  mulher, reagindo  exageradamente, começa a criticar o marido pela sua oposição ridícula, etc.  Mais  tarde,   ao pensar na sua reacção, apercebe-se de que sentiu  a  mesma fraqueza  e vulnerabilidade que sentia na adolescência quando discutia com o seu inflexível pai sobre religião, racismo, etc.".

4. Crenças sobre a agressividade: a agressividade pode também resultar da crença  de que é a única forma de comunicar com os outros. Por exemplo, nos anos  60  quando  os  estudantes universitários  desafiavam  a  administração  e deparavam com uma total barreira às suas reivindicações, frequentemente acabavam por  adoptar uma atitude agressiva. Uma outra crença relacionada com esta é a de que o  mundo  é  hostil e que para sobreviver é necessário  ser  permanentemente agressivo.

5. Reforço de aptidões deficitárias: uma outra causa da agressividade é simplesmente  o  facto de que algumas pessoas foram estimuladas a exibirem  esse tipo de comportamentos, não tendo aprendido as aptidões assertivas necessárias e adequadas às diversas situações com que se defrontam.

Como  se  sabe,   o nosso comportamento é mais  facilmente  influenciado pelas  suas  consequências  imediatas.   E as consequências  mais  imediatas  do comportamento  agressivo  são  positivas,   enquanto que as  a  longo  prazo  são negativas. Os resultados positivos imediatos do comportamento agressivo incluem alívio emocional, obtenção de alguns objectivos e satisfação de necessidades sem experimentar  directamente  as reacções negativas dos outros.   As  consequências negativas  a  longo  prazo  incluem a perda ou  impossibilidade  de  estabelecer relacionamentos  íntimos e a sensação de que é necessário estar  permanentemente alerta  contra  os ataques dos outros. O comportamento  eminentemente  agressivo pode  eventualmente levar os indivíduos a perder os seus empregos ou  promoções, elevar  a  tensão arterial, alienar-se dos seus filhos, companheiros  e  amigos, envolver-se  em lutas ou ter problemas com as várias formas de autoridade. Dadas estas  consequências  negativas,   as  pessoas  frequentemente  agressivas  podem sentir-se  incompreendidas, mal amadas, rejeitadas... Paralelamente, quando  uma pessoa  é  agressiva, os outros podem retaliá-la directa ou  indirectamente  das mais  diversas  formas, consoante as circunstâncias: trabalhando  mais  devagar, fazendo  erros  deliberados,   agindo de forma subtilmente  irritante,   ou  sendo auto-destrutivos numa tentativa de fazer o agressor sentir-se culpado.

As  pessoas,   que geralmente são passivas e que agem  episodicamente  de forma  agressiva, podem-se sentir imediatamente culpabilizadas, envergonhadas ou embaraçadas. Estes sentimentos levam-nas geralmente a optar, daí em diante, pelo silêncio  pois  sentem que facilmente ficam fora de controlo quando exprimem  os seus  sentimentos.   Infelizmente esta decisão não as ajuda e apenas  perpetua  o ciclo  vicioso  em que interagem longos períodos de passividade  com  episódicas explosões de agressividade.

As   pessoas   que  são  vítimas  da  agressividade  de  outras   podem experimentar  vários efeitos negativos, tais como baixa da moral familiar, perda de  iniciativa  e  criatividade no trabalho, etc. Os filhos de  pais  agressivos podem  sofrer  de  diversas formas: o filho de um pai agressivo que  vê  o  mais importante  modelo masculino da sua vida ferir as outras pessoas, pode sentir-se ambivalente  face  à  sua  própria masculinidade, acreditando  que  "ser  homem" significa  magoar os outros; uma mãe agressiva pode fazer com que o filho  fique desconfiado,   medroso ou hostil face às mulheres. O mesmo acontecerá com a filha dum pai ou duma mãe agressivos...  

VI-MOTIVOS PARA AGIR ASSERTIVAMENTE E CONSEQUÊNCIAS DESSA ACÇÄO

1. AGIR ASSERTIVAMENTE EM VEZ DE PASSIVAMENTE

Como  vimos, a principal razão pela qual agimos frequentemente de forma passiva  é  não querermos perder a aprovação dos outros. De certa forma  é  como acreditar  que  tal  é imprescindível ao nosso bem-estar e  satisfação  pessoal.  

Contudo,   o comportamento passivo não nos garante obter a aprovação dos que  nos  rodeiam:   os  outros podem ter pena em vez  de  aprovarem  quem  exibe comportamentos passivos, e esta pena pode acabar por se transformar em irritação e finalmente em desprezo.

A  principal razão para agir assertivamente é que esta forma de  actuar aumenta  a  nossa  própria auto-estima. Uma segunda razão reside  no  facto  do comportamento  assertivo eventualmente dar origem a  uma maior auto-confiança, a  qual  pode  diminuir a necessidade de aprovação por terceiros – uma  vez  que aumenta  a  auto-apreciação . Em terceiro lugar, embora por vezes  os  outros desaprovem  o  comportamento assertivo, geralmente respeitam e admiram  aqueles que são responsavelmente assertivos, demonstram respeito por si próprios e pelos outros,   têm  coragem de defender os seus direitos, e lidam com os conflitos  de forma   directa  e  justa.   Por  último,   o  comportamento  assertivo      mais frequentemente do que o passivo – permite-nos satisfazer as nossas necessidades e ver respeitadas as nossas preferências.

2. AGIR ASSERTIVAMENTE EM VEZ DE AGRESSIVAMENTE

O  grande  receio das pessoas frequentemente agressivas é, como vimos, tornarem-se  vulneráveis e perderem o controle sobre os outros. É como acreditar que  só  se pode sobreviver se se for invulnerável e capaz de dominar as  outras pessoas  e que isso só é possível sendo agressivo, ou ainda, que a agressividade garante  um controle satisfatório sobre os outros, quando afinal as pessoas, sob pressão,   só  aparentemente  concordam com o agressor, acabando  geralmente  por sabotar o controle que este pretendeu exercer.

A  principal  razão  para que uma pessoa aja assertivamente em  vez  de agressivamente, é que esta forma de actuar aumenta o seu próprio auto-controle.  

Uma segunda  razão, reside no facto de a asserção eventualmente  resultar  num aumento dos sentimentos de auto-confiança, o que por sua vez reduz a insegurança e  vulnerabilidade.   Em  terceiro  lugar, e muito  importante,   o  comportamento assertivo,   e  não  a agressividade,   resulta em  relações  mais  próximas  e emocionalmente   satisfatórias. Uma  quarta  razão  é  que,   embora  através  do comportamento  assertivo  nem sempre consigamos alcançar os nossos objectivos  e "vencer",   a assertividade maximiza as probabilidades de que ambas as  partes possam,   pelo  menos parcialmente, satisfazer as suas necessidades e atingir  os seus objectivos.

In: LANGE, Arthur J. & JAKUBOWSKI, Patricia: "Responsible Assertive Behavior".

(Adaptado JAS Tavares)



Publicado quarta-feira, 26 de Setembro de 2007 10:04 por JATavares | 22 Comentário(s)

As grandes potências económicas

                (1)                                        (2)


1º     Estados Unidos                          7745,7
2º     Japão                                        4201,6
3º     Alemanha                                  2100,1
4º     França                                      1398,5
5º     Reino Unido                               1271,7
6º     Itália                                          1145,4
7º     China(incluindo Hong Kong)         996,4
8º     Brasil                                        786,5
9º     Canadá                                      603,1
10º     Espanha                                   531,4
11º     Coreia do Sul                            442,5
12º     Rússia                                    440,6
13º     Austrália                                  391,0   
14º     Holanda                                    360,5
15º     Índia                                        359,8
16º     México                                    334,8
17º     Argentina                                 322,7
18º     Suíça                                        293,4
19º     Bélgica                                      264,4
20º     Suécia                                      227,8
21º     Indonésia                                   214,6
22º     Áustria                                       206,2
23º     General Motors(EUA)                  178,2
24º     Dinamarca                                 161,1
25º     Tailândia                                    157,3
26º     Ford Motor(EUA)                        153,5
27º     Noruega                                    153,4
28º     Mitsui & Co (Japão)                   142,8
29º     Polónia                                     135,7
30º     África do Sul                             129,1
31º     Mitsubishi(Japão)                      129,0   
32º     Shell(Holanda e Reino Unido)     128,1
33º     Itochu(Japão)                            126,7
34º     Arábia Saudita                          125,3
35º     Exxon (EUA)                            122,4
36º     Wal-Mart (EUA)                        119,3
37º     Grécia                                     119,1
38º     Finlândia                                  116,2
39º     Marubeni(Japão)                         111,2
40º     Sumitomo(Japão)                     102,4
41º     Malásia                                    97,5
42º     Portugal                                   97,4
43º     Singapura                                 96,3
44º     Toyota Motor (Japão)                  95,2   
45º     Israel                                         92,0   
46º     General Electric (EUA)               90,8
47º     Colômbia                                  85,2
48º     Filipinas                                  83,1
49º     Nissho Iwai (Japão)                  81,9
50º     IMB (EUA)                               78,5   
51º     NTT (Japão)                              77,0   
52º     AXA-UAP (França)                    76,9
53º     Egipto                                      75,2
54º     Chile                                       74,3
55º     Irlanda                                     72,0   
56º     Daimler Benz (Alemanha)          71,5
57º     British Petroleum (Reino Unido)     71,2
58º     Venezuela                                   67,3
59º     Grupo Volkswagen (Alemanha)     65,3
60º     Nova Zelândia                              65,0   

 

 

(1) País / Empresa

(2) PIB ou volume de negócios em milhares de milhões de dólares

 

 

Fonte: OCDE

Portugal encontra-se no 42º lugar!  e tem um produto interno bruto inferior ao de algumas empresas norte-americanas, inglesas e japonesas!

Mas o mais importante o que conta nas nossas vidas não é o PIB mas sim o índice de bem estar; fica para um outro poste, até lá vejam se são capazes de comentar estes lindos números! 

Publicado terça-feira, 25 de Setembro de 2007 11:58 por JATavares | 9 Comentário(s)

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 O meu vídeo de hoje:

 

[youtube:NEWge6EZuUk] 

Publicado segunda-feira, 24 de Setembro de 2007 8:36 por JATavares | 11 Comentário(s)

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Dia Europeu Sem Carros!!!

 

CONSELHOS DA QUERCUS

 

 


Amanhã se o seu município não comemora, vá a um município sem carros”.

(RTP1 - “Bom Dia Portugal”, 21-.09-07)



Portanto, amanhã, sábado, pegue no seu carro, percorra, 20, 30 ou 50 km, vá, até que encontre um município sem carros, isto é, alguma localidade cujas duas ou três ruas centrais estejam interditas ao trânsito para assim comemorar o Dia Europeu Sem Carros!

 

Quem diria?

O rídiculo: o dia europeu sem carros evidenciado pela Quercus,

 


 

 Florestas de automóveis - o mundo em que não gostaria de viver pois as luzes e a cor escondem o veneno dos escapes: o CO2, o enxofre, os metais pesados e o pó do desgaste dos pneus: um pó finíssimo que entra em todo o lado e tabém nos nossos pulmões, um pó comprovadamente cancerígeno.

E muitos, muitos mais, venenos.

 

Deixo os meus comentários para contracomentar, se alguém comentar!

 

Publicado sexta-feira, 21 de Setembro de 2007 9:31 por JATavares | 23 Comentário(s)

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País pequeno invejas grandes, mesmo onde nada as justifica

Profesores privilegiados

 

"Os professores espanhóis perderam 5% do seu poder de compra nos últimos anos - enquanto os portugueses se encontram entre os mais privilegiados da Europa, com aumentos entre os 3 e os 13%.

Não é só a balda das faltas e das férias a triplicar: os professores portugueses também ganham mais. Pena essas vantagens não se reflectirem positivamente no ensino."

Publicação: Tuesday, September 18, 2007 6:28 PM por PedrodAnunciacao

 

# re: Profesores privilegiados

Tuesday, September 18, 2007 6:45 PM por JATavares

O Senhor está mesmo mal informado ou então é daqueles que em tempos vendeu aulas e como não podia ser professor, quando teve mesmo de abandonar o negócio da venda de aulas, ficou com a pedra no sapato.

Se quiser informar-se matricule-se numa cadeira de Educação Comparada e vai ver qual é a diferença entre os professores portugueses e os dos restantes países da UE.

Como é fácil escrever sobre o que se desconhece.

Cumprimentos e veja se estuda melhor a lição.

José Tavares

Publicado quarta-feira, 19 de Setembro de 2007 8:09 por JATavares | 18 Comentário(s)

Privilégios

Privilégios, vantagens: uns políticos, outros da cor da pele ou dos olhos, outros da idade, outros ainda  do nascimento, do lugar, do sexo, dos amigos, dos favores, da frequência de certas casas de tolerância, da roupa que se veste, do carro que se conduz, do cartão de crédito, do futebol, das influências, dos grupos organizados, de sinais do olhar, dos almoços, de se ser presidente de uma qualquer coisa nem que seja o clube dos maníacos depressivos! 

 


Publicado terça-feira, 18 de Setembro de 2007 8:39 por JATavares | 7 Comentário(s)

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Na pedincha uma boa organização é tudo

Para serem bem sucedidos os pedintes têm de se actualizar e é fundamental uma boa organização, do tipo simplex. Aquele que dá quer saber a que se destina o seu dinheirinho e como dador tem o direito a saber qual vai ser o destino da sua dádiva.

Já lá vai o tempo em que os dadores apenas pensavam que estavam a depositar o seu carcanhol no Banco Celestial, agora já não vão em cantigas e são muito poucos os que acreditam no S.Pedro. 

 


Publicado sábado, 15 de Setembro de 2007 19:08 por JATavares | 25 Comentário(s)

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É Preciso Ter Tomates!

Publicado sexta-feira, 14 de Setembro de 2007 14:00 por JATavares | 50 Comentário(s)

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Só temos de ter orgulho na nossa Polícia Judiciária

"A Polícia Judiciária (PJ) acredita que poderá deter o casal McCann na próxima semana." (Hoje no DN on line).

 

Nunca escrevi nada sobre o triste caso dos Mc Cann, nem sequer comentei os postes que surgiram sobre o assunto. É uma questão de princípio: acho que, sem elementos, especular sobre casos de polícia é contribuir para baralhar e confundir as coisas.

Acontece que as últimas notícias não sendo conclusivas nos trouxeram as maiores apreensões:

Será que quando a PJ começa a ter o caso em vias de resolução  a política entra em acção e vai travar o processso?

Será que na UE uns cidadãos são mais cidadãos que outros perante a lei? 

Haverá cidadãos que por serem amigos de políticos importantes e por serem britânicos estão acima de qualquer suspeita e acima da lei? É isto a UE? 

Vamos aguardar mais algum tempo eu ainda gostaria de acreditar na inocência dos Mc Cann, dói-me pensar o contrário. 

Publicado domingo, 9 de Setembro de 2007 9:51 por JATavares | 31 Comentário(s)

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Sondagens

Ontem perguntaram-me se acredito em sondagens.

Acredito no efeito das sondagens, é para isso que elas são feitas e divulgadas: para obter efeitos.

O meu interlocutor insistiu, quis saber se eu de facto acreditava ou não em sondagens. A pergunta é difícil, pois se toda a gente acredita eu ia dizer ao meu amigo que não! Que afinal não concordo com aqueles inquéritos telefónicos que dão origem às sondagens?

A verdade é que não acredito pois quem pergunta, pergunta o que quer e da maneira que quer.

Há tempos também recebi uma chamada para uma sondagem quando quis esclarecer o alcance de algumas perguntas obtive como resposta: o senhor só tem de dizer sim ou não! Pois é, mas há questões a que não se responde com sim ou não como é o caso desta de se acreditar ou não em sondagens.

Numa coisa acredito é no efeito nefasto que a divulgação de sondagens, ditas independentes, provoca, ou seja: a sondagem tem um efeito psicológico sobre o seu universo que é o de tender a confirmar os seus resultados.

 

Publicado sábado, 8 de Setembro de 2007 9:17 por JATavares | 17 Comentário(s)

O petróleo e a Amazónia

 Tudo aqui

 

 

 

 

 

 

Publicado terça-feira, 4 de Setembro de 2007 17:37 por JATavares | 13 Comentário(s)

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Quem está a favor dos transgénicos?

 

     É lamentável que uma certa imprensa e as televisões, com a SIC Notícias à cabeça, façam crer que quem está contra os transgénicos e a favor de uma agricultura biológica e sustentável esteja ligado à esquerda. A esquerda não pode ter o monopólio da defesa da vida e do ambiente.

Nunca o teve e certamente que não o terá. Aliás, vê-se bem o respeito que a esquerda tem pelo ambiente basta observar o que se passa no maior país comunista da Terra, a China.

.

Para defender a Terra e o seu frágil equilíbrio biológico são todos precisos  e ninguém é dispensável seja da direita, como é o caso do Partido da Terra, ou da esquerda como o BE ou os Verdes do PC. Ou somos pela Vida ou somos contra, não há meio termo. Não se deve brincar com a Vida muito menos correr riscos desnecessários e ainda mal avaliados apenas para engrossar multinacionais sem escrúpulos na conquista dos muitos biliões de dólares de que se encontram famintas.


Publicado quarta-feira, 29 de Agosto de 2007 9:16 por JATavares | 13 Comentário(s)

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