Um véu de estrelas solventes cai derramado sobre a aridez do escuro fechado. Um sei lá com um bocado de desconheço igual num escuro que é paleta de cores ao primeiro sinal (mas são raros os que passam o "vermelho", mesmo aqueles que o dão como conselho). Não há combustível que lhes valha, amor pela vida que os prenda, raiva que os acenda. É dois graus e meio acima. Sempre dois graus e meio acima. E é lá que te silencio para te escutar. Dou a mão à palavra e salto para voar.