SOL

PARABÉNS, PORTUGAL
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A 23 de Maio de 1179, a independência de Portugal é reconhecida pelo Papa Alexandre III através da bula "Manifestis Probatum", que validou o Tratado de Zamora, assinado a 5 de Outubro de 1143 em Zamora pelo rei de Leão e por D. Afonso Henriques.
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«Alexandre, Bispo, Servo dos Servos de Deus, ao Caríssimo filho em Cristo, Afonso, Ilustre Rei dos ...Portugueses, e a seus herdeiros, in 'perpetuum'. Está claramente demonstrado que, como bom filho e príncipe católico, prestaste inumeráveis serviços a tua mãe, a Santa Igreja, exterminando intrepidamente em porfiados trabalhos e proezas militares os inimigos do nome cristão e propagando diligentemente a fé cristã, assim deixaste aos vindouros nome digno de memória e exemplo merecedor de imitação. Deve a Sé Apostólica amar com sincero afecto e procurar atender eficazmente, em suas justas súplicas, os que a Providência divina escolheu para governo e salvação do povo.
Por isso, Nós atendemos às qualidades de prudência, justiça e idoneidade de governo que ilustram a tua pessoa, tomamo-la sob a protecção de São Pedro e nossa, e concedemos e confirmamos por autoridade apostólica ao teu excelso domínio o reino de Portugal com inteiras honras de reino e a dignidade que aos reis pertence, bem como todos os lugares que com o auxílio da graça celeste conquistaste das mãos dos Sarracenos e nos quais não podem reivindicar direitos os vizinhos príncipes cristãos. E para que mais te fervores em devoção e serviço ao príncipe dos apóstolos S. Pedro e à Santa Igreja de Roma, decidimos fazer a mesma concessão a teus herdeiros e, com a ajuda de Deus, prometemos defender-lha, quanto caiba em nosso apóstolico magistério.»

No âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal, e integrada no PAA do Departamento de Ciências Sociais e Humanas, os alunos dos 5ºs anos realizaram na passada sexta-feira, uma visita de estudo ao castelo, à mesquita que foi transformada em igreja e ao Festival Islâmico, em Mértola, acompanhados por cinco professores.

Aposto que nunca esquecerão este dia.

Prémio Kenneth Hudson para Museu da Concelhia da Batalha

O Museu da Comunidade da Concelhia da Batalha venceu hoje o Prémio Kenneth Hudson do Fórum Europeu dos Museus (European Museum Forum - EMF), de acordo com a listagem publicada pela organização.

O Prémio Museu Europeu do Ano será ainda anunciado na cerimónia que está a realizar-se em Tongeren, na Bélgica, no último dia da Assembleia Geral da organização, que coincide com o Dia Internacional dos Museus.

O Prémio Kenneth Hudson é divulgado durante a cerimónia da atribuição do Prémio Europeu, a par das menções honrosas dos Fórum Europeu dos Museus.

Entre os finalistas para o prémio europeu estão o o Museu da Comunidade da Concelhia da Batalha, Museu Machado de Castro, em Coimbra, também o Museu de Arte Clássica, em Mougins, França, o Museu Marítimo, em Kotka, na Finlândia, o Museu de História Natural, em Veneza, Itália, o Museu Alpino, em Berna, na Suíça, o Museu Etnográfico da Eslovénia, o Museu de História Natural de Barcelona, em Espanha, e o Museu do Mosaico, em Gaziantep, na Turquia.

Fonte:

http://www.dn.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=3227471

A Escola de Orchard Gardens, em Boston, chegou a figurar entre as cinco piores do estado americano de Massachusetts e subiu para uma das que aprimorou o ensino mais rapidamente.
Escola chegou a proibir que os alunos levassem mochilas por medo de armas escondidas

Corredor da Orchard Gardens é decorado com obras de artes dos alunos www.bostonpublicschools.org

Corredor da Orchard Gardens é decorado com obras de artes dos alunos www.bostonpublicschools.org

Publicado em O Globo

 Cercado por crianças indisciplinadas e pelo aumento de violência dentro das salas de aula, o director de uma escola pública de ensino médio da cidade de Boston, nos Estados Unidos, tomou uma medida que, à primeira vista, pareceu loucura: ele demitiu todos os funcionários da segurança e, com o dinheiro, reinvestiu contratando professores de arte.

Em menos de três anos, a escola Orchard Gardens, que figurava entre os cinco piores do estado Massachusetts, tornou-se uma das unidades onde houve maior salto de qualidade na aprendizagem dos alunos. O segredo?

- Não há um único jeito de se fazer uma tarefa. E a arte te ajuda a compreender isso. Se você levar isso a sério, o mesmo acontecerá na parte académica e em outras áreas. Eles precisam mais do que um teste preparatório e mais do que simplesmente responder de um jeito uma questão – disse à rede de TV NBC o diretor Andrew Bott, o sexto a gerir a unidade em menos de sete anos.

Ao assumir a direcção da Orchard Gardens em 2010, Bott chegou a ouvir de seus colegas que a escola era conhecida como a “matadora de carreiras” dentro da rede de Massachusetts.

Construída em 2003 para ser uma referência no mundo das artes, a Orchard Gardens nunca alcançou esse objetivo. O estúdio de dança era usado como depósito, e instrumentos de orquestra estavam praticamente intactos. A violência chegou a tal ponto que alunos foram proibidos de levar mochilas. Tudo para se reduzir a incidência de armas em sala de aula. Cerca de 56% dos mais de 800 alunos da escola são descendentes de latinos, e outros 42% são considerados negros.

Mas com a substituição de seguranças por professores de arte, as paredes dos corredores viraram muros de exposição, os entulhos no estúdio deram espaço às aulas de dança e a orquestra voltou a tocar. De acordo com Bott, o contato com as artes deixou os alunos mais motivados e com maior espírito de empreendedorismo.

Um dos alunos, Keyvaughn Little, conseguiu ser aceite na disputada Academia de Artes de Boston, única escola pública do estado especializada em artes visuais e de performance.

" Todas as aulas extra e a maior atenção que recebemos nos faz pensar, eu realmente posso ter um futuro nisso e não preciso ir para uma escola regular. Posso ir para uma escola de artes – afirmou Keyvaughn à NBC".

Fonte:

http://oglobo.globo.com/educacao/escola-troca-segurancas-por-professores-de-artes-melhora-desempenho-de-alunos-8267206

 Na última semana estivemos a trabalhar a obra de António Mota, escritor que brevemente visitará Aljustrel. Há muitos anos que sou leitora e admiradora deste escritor e finalmente vou conhecê-lo com os meus alunos. Já lemos dois livros: Ventos da Serra e Se tu visses o que eu vi .

Se tu visses o que eu vi

desatavas à gargalhada

uma cobra com doze patas

a comer uma salada.

Se tu visses o que eu vi

fugias para outro lado

uma gata a tocar guitarra

e um cão a cantar fado.

António Mota (autor)

Ventos da Serra

Ventos da Serra
Um ano de histórias
Sinopse
Há muitas formas de sentir a serra. Uns acham que é tudo muito bonito: tem passarinhos a chilrear, água despoluída, muito presunto, muito descanso, muita neva, muita maravilha. Outros pensam que o relvado do Estádio Nacional é que é bom, e o resto é conversa de rústicos. E há, naturalmente, os que vivem na serra todos os dias e que têm muito que contar. Esses é que fizeram as histórias deste livro.
Fontes:

O Voo do Humbi-Humbi foi produzido no âmbito de uma parceria da Ao Norte com a Escola Superior de Educação de Viana do Castelo, no contexto do projecto Educar sem Fronteiras.
Foi filmado na comuna do Lombe, na província de Malange, onde as comunidades estão envolvidas na reabilitação/reconstrução. A comunidade internacional e os actores locais estão a apoiar iniciativas que tentam garantir um retorno à normalidade, quer em termos sociais, quer em termos educativos. Neste sentido, foi registado o esforço realizado por vários actores estatais e não estatais no processo de desenvolvimento social, cultural e económico, nomeadamente no papel que a Escola poderá ter nestes processos.
As filmagens realizaram-se em parceria com a ADRA e com o Programa de Educação Onjila (termo em Umbundo que significa Caminho). Este programa tem marcado o sistema educativo a nível descentralizado, quer pela sua criatividade no que se refere ao trabalho com a comunidade (na perspectiva de ligar a escola à comunidade), quer na perspectiva de inovação no que respeita aos métodos de ensino-aprendizagem (metodologia CAT - Compreender, Analisar e Transformar), quer ao projecto educativo de escola e à implementação das ZIP’s (Zonas de Influência Pedagógica). Nestes contextos, foi possível ilustrar a resiliência do sistema educativo na situação de pós-conflito, assim como a "esperança" que as populações depositam nas escolas. É também um tributo aos professores e alunos e à sua capacidade e disponibilidade para construir a paz e "aprender a viver juntos".

Ficha Técnica:

Realização: Carlos Eduardo Viana
Produção: ASSOCIAÇÃO AO NORTE para o Gabinete de Estudos para a Educação e Desenvolvimento (GEED) da Escola Superior de Educação de Viana do Castelo
Produção executiva: Rui Ramos
Câmara: Ricardo Geraldes
Som Directo: Alexandre Martins
Montagem: Pedro Paiva
Pós-produção Áudio: José Gonçalves
Coordenação do projecto: Júlio Santos (GEED - Gabinete de Estudos para a Educação e Desenvolvimento da Escola Superior de Educação de Viana do Castelo)
Colaboração: Rui da Silva (GEED)
Formato: DVCAM

 Trabalho sobre o filme

 O documentário "O voo do Humbi-Humbi" tocou-me particularmente por ter sido realizado em África, continente onde passei a infância e onde penso acabar os meus dias, foi portanto com enorme agrado que o vi e que me embrenhei na sua história. De facto é-nos mostrado o retrato de uma realidade.

 1. Noção de documentário e o modo de documentário - Para Manoela Penafria, "o filme documentário é aquele que pelo registo do que é e acontece, constitui uma fonte de informação para o historiador e para todos os que pretendem saber como foi e como aconteceu".

Para Mariana Baltar, em Reflexões sobre o lugar do documentário, "a relação do documentário com a realidade (...) passa por um efeito de sentido que é construído na materialidade da narrativa, ou seja, como o filme se pode mostrar enquanto retrato da realidade, através de um efeito de transparência".

O registo do real é sem dúvida uma valiosa fonte de informação sobre a vida das populações rurais de Angola, na época do pós-guerra civil.

 2. O lado formal e da linguagem cinematográfica - Para Mariana Baltar "no documentário, a motivação, em geral, é regida pela relação argumentativa com os sentidos articulados nas imagens e sons. As regras de continuidade, por exemplo, que no domínio da ficção clássico-narrativa orientam um desenrolar naturalista da movimentação das personagens, no documentário seguem o desenrolar do argumento". 

Ainda a mesma autora "Trata-se de desvendar como a enunciação (o discurso) significa, levando em conta por um lado, as especificidades da sua linguagem (planos, montagem, som...) e por outro lado, a sua historicidade (com a articulação entre o ideológico e o simbólico)".

O documentário "O voo do Humbi-Humbi" apresenta a Angola rural cheia de problemas para as populações, desde logo nos acessos, na educação, na saúde, na habitação, no saneamento básico, na agricultura, na construção...

A narrativa vai apresentando uma pobreza real num país que sabemos ser muito rico em matéria-prima.

As personagens não são actores mas cumprem bem o seu papel de lutadores por uma Angola melhor.

 3. O papel da banda de som - Para Nichols, "os sons e imagens de um documentário colocam-se como evidências e são tratados como tal, mais do que elementos de uma trama".

Os sons das vozes das personagens, das canções, do fogo na queimada... são reais e evidenciam o modo de vida das populações.

 4. Intenções do filme de documentário - O Humbi-Humbi é o símbolo da ADRA (Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente), uma ave que representa para o povo angolano alguém que voa alto em busca de novos valores.

A intenção deste documentário é mostrar-nos que a comunidade internacional e os actores locais estão a apoiar e a desenvolver iniciativas que garantam às populações um retorno à normalidade, em termos sociais e em termos educativos.

Pretende mostrar o papel de uma organização no terreno, a ADRA em Malange, Angola. São apresentados vários juízos de valor acerca de comportamentos que é preciso mudar quer da juventude, quer dos mais velhos. Há a constituição de várias assembleias ao longo do filme, onde se debatem os problemas da comunidade e se procuram formas de responsabilizar os cidadãos pela resolução dos mesmos.

 5. Utilização nos conteúdos disciplinares - Este filme será utilizado em duas aulas de FPS (Formação Pessoal e Social), onde se aproveitará para debater o documentário por partes, apelando ao exercício da cidadania por parte dos alunos.

O documentário "O voo do Humbi-Humbi" mostra o comportamento das personagens em várias reuniões, vamos fazer como eles e debater com regras, as diferenças entre aquela escola e a nossa escola.

O sentido crítico dos alunos é também desenvolvido em torno do debate sobre as carências daquele povo, da pobreza e das consequências da guerra.

  

Fontes:

http://www.lugardoreal.com/video/o-voo-do-humbi-humbi

http://www.estacio.br/graduacao/cinema/digitagrama/numero2/reflexoes.asp

http://www.idcplp.net/?idc=6&idi=5309

SURGIMENTO DO CINEMA E FORMAÇÃO DA LINGUAGEM

Como sabem estou a adorar a acção de formação em cinema que faz parte do lançamento do PNC, deixo aqui alguns apontamentos sobre esta matéria para ajudar a quem se interessa por este assunto.

1.
Foi no final do século XIX, em 1895, em França, que os irmãos Louis e Auguste Lumière inventaram o cinema. O Cinema nasce com a apresentação de filmes dos irmãos Lumière a um grupo de 30 pessoas que pagaram para ver cinema pela primeira vez. Na primeira metade deste século a fotografia já havia sido inventada por Louis-Jacques Daguerre e Joseph Nicéphore Niepce, possibilitando esta criação revolucionária no mundo das artes e da indústria cultural: o cinema.

http://www.youtube.com/watch?v=lW63SX9-MhQ

2. LUMIÈRE, MÉLIÈS E O PRIMEIRO CINEMA

O surgimento do cinema no fim do século XIX e o estabelecimento dos dois princípios básicos: o cinema como documento (Lumière) e como sonho (Méliès). As primeiras criações estilísticas: a não estaticidade de Lumière, os truques em Méliès que é o precursor dos efeitos especiais. O surgimento da indústria (Pathé). Hoje admite-se que este cinema dos primórdios corresponde a um outro tipo de espectáculo. Apresentação de vários filmes ingleses, franceses e americanos da primeira década do séc. XX e dos finais do século XIX.

http://www.youtube.com/watch?v=7JDaOOw0MEE

Georges Méliés é personagem do livro "A Invenção de Hugo Cabret",escrito por Brian Selznick, que se tornou filme e ganhou 5 Oscars em 2012.

3. D.W. GRIFFITH – SURGIMENTO DA LINGUAGEM CLÁSSICA


Filmes base: "The Lonely Villa" e "The Lonedale Operator"

É o criador da linguagem cinematográfica.

O surgimento da linguagem narrativa tal como a conhecemos ainda hoje. Procedimentos criados ou sistematizados por Griffith: a ideia de plano, a decupagem clássica (divisão em planos), a montagem alternada, a câmara transparente, a importância da luz, a busca do realismo, a psicologia e a subjectividade. Como todo o movimento de Griffith, a partir de 1908, leva a uma nova compreensão do cinema, que se consubstancia na linguagem clássica e no filme de longa metragem, a partir de 1915. Trechos de Way Down East.

"O nascimento de uma nação"

http://www.youtube.com/watch?v=r9jlJVmXrPk


4. A ESCOLA RUSSA - REVOLUÇÃO E MONTAGEM



Filme base: "O Couraçado Potemk
in", de Sergei Eisenstein

http://www.youtube.com/watch?v=3i9FkLOac9s

Filmes de propaganda sobre os planos quinquenais impostos por Estaline.
A influência de Griffith. A montagem como base do cinema. A experiência Kulechov. A montagem estrutural de Pudovkin. Eisenstein e a busca de uma nova narratividade, proletária, a partir do uso da montagem. O épico e o patético. Dziga Vertov e o documentário.
Filme complemento: "O Homem com a Câmara", de Dziga Vertov.

http://www.youtube.com/watch?v=iNCoM6xoO

5. A ESCOLA ALEMÃ 1

Filme base: "O Gabinete do Dr. Caligari", de Robert Wiene

Cultura da Weimar - O expressionismo alemão tem raizes na pintura (1910) e foi rapidamente adoptado pelo teatro, literatura, arquitectura...
O surgimento do cinema alemão de qualidade como decorrência da I Guerra Mundial. Presença do romantismo. Influência de Max Reinhardt. Importância da luz e da cenografia. A derrota na guerra e a emergência de forças irracionais. Características do expressionismo e sua presença em O Gabinete do Dr. Caligari e O Golem. Neste fime tudo gira em torno da angústia. O horror, o fantástico e o crime eram temas dominantes do expressionismo alemão.

 Nem todo cinema alemão dos anos 20 é expressionista.

http://www.youtube.com/watch?v=gGeG_KYWdO4

O fantástico em F.W. Murnau. Outras escolas: o kammerspielfilm (Murnau), o realismo social (Pabst), a comédia.

http://www.youtube.com/watch?v=rcyzubFvBsA

6. ERICH VON STROHEIM E O NATURALISMO AMERICANO
*

Filme base: "A Marcha Nupcial" de Erich von Stroheim

the wedding march
A decadência de Griffith. O realismo de Stroheim. Busca e importância do detalhe. A coloquialidade como base do cinema americano. Destruição e herança de Stroheim.



7. A ESCOLA ALEMÃ 2: MURNAU


Filme base: "Tabu"

http://www.youtube.com/watch?v=Zlw0fGA9sEI


8. A ESCOLA ALEMÃ 3: FRITZ LANG

Filme base: "M, o Vampiro de Dusseldorf", de Fritz Lang

http://www.youtube.com/watch?v=wfrlp9IzmSs


Fritz Lang e o filme de aventura. As doenças da alma e a questão do olhar em Dr. Mabuse. O duplo em Metrópolis.

http://www.youtube.com/watch?v=ekL3VBD00W0

A derrota da razão em M, o Vampiro de Dusseldorf.

Esta escola foi levada para os Estados Unidos quando importantes realizadores alemães emigraram para Hollywood. O expressionismo influenciou dois géneros: o cinema de terror e o filme negro.

Alemanha nazi - O cinema como instrumento de propaganda do regime:

"O Triunfo da vontade" de Leni Riefenstahl.

"O Judeu Suss" de Veidt Harlan.

A ERA CLÁSSICA: O CINEMA DE GÉNERO

9. HOLLYWOOD, A FORMAÇÃO DA INDÚSTRIA E DOS GÉNEROS - O POLICIAL *

Filme base: Fúria Sanguinária, de Raoul Walsh
Como se forma a indústria hollywoodiana. O sistema de estúdios. A ideia de linha de montagem e o controle do produtor. O filme de género como regulador da ideia industrial (produção em escala). Géneros e estúdios. Apogeu e decadência do sistema clássico. O policial clássico, visto em Fúria Sanguinária, obra-prima do género.

http://www.youtube.com/watch?v=_P-gq2qnuWQ

Exemplo de comédia: Contrastes Humanos, de Preston Sturges, clássico da segunda geração da comédia sofisticada; Vincente Minnelli e Assim Estava Escrito; o funcionamento da Hollywood clássica e sua decadência. O “génio do sistema”.

10. O CLÁSSICO POR EXCELÊNCIA – JOHN FORD

Filme base: No Tempo das Diligências

Situação de John Ford na indústria cinematográfica americana. O que é o filme clássico e sua relação com o moderno. Ford, o criador do mito da América.

http://www.youtube.com/watch?v=oqmCDu41gPI



11. COMÉDIA – LUBITSCH

Filme base: Ser ou Não Ser
Os tipos de comédia. Contribuição europeia para Hollywood: Murnau, Fritz Lang, Lubitsch, outros. Significado do classicismo cinematográfico. Grandes cultores da comédia sofisticada. Lubitsch, a censura, o duplo sentido. O desejo no universo de Lubitsch.

A comédia burlesca (slapstick) e sua passagem do teatro ao cinema. Urbanização, velocidade e comédia. Conflito homem vs. máquina. Os comediantes mais destacados do mudo: Charlie Chaplin, Buster Keaton. O primeiro grande comediante: Max Linder. O burlesco no sonoro: Os Irmãos Marx (incorporação da palavra à mímica e à música), Jerry Lewis.


12. FAROESTE - O GÉNERO HISTÓRICO AMERICANO

Filme base: E o Sangue Semeou a Terra, de Anthony Mann
Carácter histórico e mitológico do género, seu significado e evolução. A guerra de conquista territorial, suas justificativas. Evolução do género e seus temas. A primeira geração do sonoro: John Ford. A segunda geração: Anthony Mann. Decadência e "western spaghetti".


NA PASSAGEM DO CLÁSSICO AO MODERNO

13. GRANDES AUTORES 1 – JEAN RENOIR

Filme base: A Besta Humana
Influência de Auguste Renoir, seu pai. Influência de Von Stroheim. Diversidade da obra: comédias, dramas, musicais, adaptações. O engajamento político. Renoir e Emile Zola: a tragédia operária em A Besta Humana. Destino e determinismo social. O precursor do neo-realismo.


14. GRANDES AUTORES 2 - HOWARD HAWKS
Filme Base: Levada da Breca Elementos de modernidade no classicismo hawksiano. O individualismo. A acção como resgate do homem. A amizade masculina. A câmara à altura do homem e o humanismo hawksiano. O sentido da existência. Levada da Breca e a comédia screwball.


15. GRANDES AUTORES 3 – HITCHCOCK *

Filme base: Frenesi Hitchcock e o suspense. A aventura do homem num mundo organizado pela aparência. O catolicismo em Hitchcock. A natureza dual do mundo: crime e inocência, aparência e realidade, ser e parecer, corpo e alma. “O que é verdade?”. “O que é a imagem?”


16. GRANDES AUTORES 5 - YASUJIRO OZU

Filme base: Bom Dia As tradições do cinema japonês, desde o mudo. Alguns de seus grandes autores: Kenji Mizoguchi (geração do mudo); Akira Kurosawa (pós-guerra), Nagisa Oshima e Shohei Imamura (nouvelle vague).Ozu e a crítica do cinema como manipulador de realidade: “uma media tirânica”. O sistema Ozu: formas de retirar o autoritarismo do cinema, pelo estabelecimento de um diálogo espectador-tela. A arte como forma de dominar o caos do mundo e exibi-lo.


17. GRANDES AUTORES 5 – DOUGLAS SIRK

Filme base: Palavras ao Vento
Sirk e o maneirismo. O melodrama como transposição da tragédia para o universo da classe média. Estética do excesso. O flerte com o banal. Rainer W. Fassbinder, discípulo de Sirk.


18. A CRISE DE 1930 E O FILME “B”

Filme-base: Gun Crazy – Mortalmente Perigosa, de Joseph H. Lewis
O que é filme“B”. Significado histórico dessa categoria de filmes. Decorrências para o cinema moderno e contemporâneo. “Tirar o tudo do nada”. A liberdade na pobreza: policial e erotismo em Gun Crazy. Outro Lewis: Reinado de Terror. A escola de Val Lewton (fragmentos de Sangue de Pantera).


19. A MONTAGEM

O que é montagem. O trabalho do montador. Exemplos de montagem.

20. A DIRECÇÃO CINEMATOGRÁFICA

Princípios de direcção cinematográfica. Etapas da realização do filme. Os vários elementos envolvidos no acto de dirigir. 

21. PANORAMA DO CINEMA JAPONÊS


22. BRASIL 1 – O CLASSICISMO

Filme-base: Ganga Bruta, de Humberto Mauro
O surgimento do cinema no Brasil. Primeiras crises. A era dos ciclos regionais. Adhemar Gonzaga e a ideia de cinema industrial: a Cinédia. Arte industrial num país pré-industrial. O ciclo de Cataguazes. Humberto Mauro: traços de realismo, naturalismo e romantismo. A “arte prosaica”. Apogeu do mudo brasileiro no início dos anos 30: Mauro, Mario Peixoto, Octavio Gabus Mendes.

23. Dreyer - A ESCOLA NÓRDICA

Filme-base: A Palavra, de Carl Theodor Dreyer


24. ORSON WELLES E A MODERNIDADE *

Filme base: Cidadão Kane
O que é cinema moderno. Condições para o surgimento da estética moderna. Transformação da linguagem cinematográfica (crise da estética da transparência). Prefigurações do moderno. O cinema se repensa a partir de sua história. Kane e a nova organização espacial: profundidade de campo, plano sequência, o som, sentido da fotografia. Orson Welles e o tema do labirinto: o mundo moderno como mundo instável. Diálogo com outras artes.

25. ROBERTO ROSSELLINI E O NEO-REALISMO
Filme base: Alemanha, Ano Zero
O cinema italiano no fascismo. O que é neo-realismo. Características centrais. Se Roma, Cidade Aberta é a eclosão do novo cinema europeu, Alemanha, Ano Zero traz a plenitude desta corrente, ao mostrar um drama moral e social na Berlim do pós-guerra. A ideia de liberdade em R.R. O catolicismo. O cinema contra a sociedade do espectáculo. O primado da ética e do autor. Os “neo-realismos”. Multiplicidade do moderno.

26. A CRÍTICA FRANCESA NO PÓS-GUERRA

Filme base: Mónica e o Desejo, de Ingmar Bergman
Evolução do pensamento crítico. Os teóricos-realizadores da era clássica. Segunda Guerra e cinefilia. Surgimento da Cinemateca: o cinema e o reconhecimento de sua história. O realismo de André Bazin como matriz do pensamento crítico no pós-guerra. O cineclubismo. Os “Cahiers du Cinéma” e a geração dos “jovens turcos”: Truffaut, Godard, Rohmer, Rivette e Chabrol. Reavaliação histórica do cinema. Combate à “qualidade francesa”. O que é “autor”. A “política dos autores”. Redefinição do cinema e preparação da “Nouvelle Vague”.

27. ROBERT BRESSON

Filme base: Pickpocket - O Batedor de Carteiras
Robert Bresson, um “cineasta de cineastas”: a ideia de “cinematógrafo; o assunto como pretexto; o combate ao “teatro filmado”.

28. AMÉRICA: A GERAÇÃO DO PÓS-GUERRA

Filme: Anjo do Mal/Pick Up on South Street, de Samuel Fuller
A crise do “sonho americano”: desilusão do pós-guerra; Guerra Fria e macarthismo. A diluição das fronteiras morais. Transformações nos géneros e transformação do herói. A América da maturidade: Nicholas Ray, Elia Kazan.

29. DEPOIS DO NEO-REALISMO: ANTONIONI

Filme base: Blow Up - Depois daquele Beijo
O “neo-realismo sem bicicleta”. Desdramatização e rarefação da intriga. O real tensionado. O homem diante da liberdade. O homem depois de Deus.

30. NOUVELLE VAGUE 1 -FRANÇOIS TRUFFAUT

Filme base: Os Incompreendidos
Elementos básicos da Nouvelle Vague. O cinema que se faz a partir do conhecimento da história. A substituição do artesão pelo autor. NV: núcleo central (Truffaut, Godard, Rivette, Rohmer, Chabrol) e agregados. A acção e a coloquialidade como fundamentos do novo cinema. A ideia de independência criativa. Transformações técnicas, estéticas, políticas, sociais e económicas decorrentes da NV.

31. NOUVELLE VAGUE 2 – ALAIN RESNAIS

Filme base: Hiroshima Meu Amor
O impacto de Hiroshima. Relato não-linear e espaço fragmentário. Afastamento do literário e da psicologia. O filme como recriação (e não como imitação do mundo). A memória. Facto, memória e discurso. O real questionado. O realismo de André Bazin questionado. Campo e extracampo. Trama de imagens e som. A inexistência do tempo.

32. NOUVELLE VAGUE 3 - JEAN-LUC GODARD

Filme base: Alphaville
Vários momentos da “revolução” godardiana. Enquadramento e apreensão do real; plano sequência e decupagem clássica; ausência de roteiro e busca de reencontro do cinema mudo; montagem como princípio organizador; citação e agregação de outros universos; o filme como documento: actualidade e actualidades; descontinuidade; os diversos usos da fala, da música, dos ruídos.

33. CINEMA BRASILEIRO 2 – A ERA MODERNA *

Filme base: Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha
O cinema brasileiro e a busca de legitimidade a partir dos anos 40: Atlântida e Vera Cruz. Introdução do neo-realismo. Fundação de uma cinedramaturgia brasileira e seus fundamentos. Cinema como instrumento de libertação nacional: "estética da fome". Instauração de um modo de produção: a câmara na mão. Cinema Novo e sua relação com a técnica. Glauber e o anti-espetáculo: revelação e questionamento do real. Barroco e opacidade. História e destino.

34. O ROTEIRO

Filme base: O Padrinho (introdução), de Francis Ford Coppola
O texto dentro da concepção do filme. Estágios do roteiro. Género, tom, unidade. Elementos básicos do roteiro cinematográfico. Plot e subplots. As etapas do roteiro: exposição, evolução, desenlace. Tipos de cena. O clichê e sua função. Concisão, ritmação, “viradas”.
35. CINEMA BRASILEIRO 3

Filme Base: O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla
Principais decorrências do Cinema Novo nos anos 60. A influência da cinefilia e do cinema popular. Embrafilme, experiência de empresa estatal.
CINEMA CONTEMPORÂNEO

36. CLINT EASTWOOD
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Filme base: Os Imperdoáveis
A crise do moderno. O retorno à narratividade. A imagem como referencial do filme. Hollywood e a introdução do “blockbuster”. Os Imperdoáveis e a história do faroeste. Os Imperdoáveis no contexto contemporâneo. O Oeste como lenda e como história. O simulacro.

37. ERIC ROHMER

Filme base: Noites de Lua Cheia
O trabalho com a imagem numa era de inflação de imagens. Cinema meio e cinema fim. Cinema como arte do espaço. A recuperação da transparência narrativa. O jogo do real e do imaginário.

38. DAVID CRONENBERG

Filme base: eXistenZ
Os meios de comunicação como extensões do homem. Homem, ciência, mutação. Os monstros inquietantes. Diferença entre o monstro clássico e monstro cronenberguiano. Realismo e realidade virtual. Crise do sujeito. A comunidade desviante. Fonte narrativa em D.C. A imagem como ilusão.

39. ABBAS KIAROSTAMI

Filme base: Onde Fica a Casa do Meu Amigo?
Anos 80: a vanguarda vem da Ásia. China e Irão. Algumas características do modo de produção iraniano. Kiarostami: plano e duração do plano. Tempo e suspense. O sistema A.B.: filme como produto do contato entre espectador e projeção. Incompletude das imagens e público.

40. BRIAN DE PALMA

Filme base: Redacted - Guerra sem Cortes


41. CINEMA ARGENTINO

Filme base: O Pântano, de Lucrécia Martel


42. DAVID LYNCH

Filme base: Mulholland Drive - Cidade dos Sonhos
O mistério e a experiência do mistério. O quebra-cabeça narrativo. Dissociação do sujeito. Narrativa vs. verossimilhança.

43. CINEMA BRASILEIRO 4 - ANOS 90 E DEPOIS

Filme base: Serras da Desordem, de Andrea Tonacci
44. CINEMA PORTUGUÊS - 1

Filme base: "Saída dos operários da fábrica confiança"
Trata-se da saída dos operários da fabrica Confiança filmada em 1896 no Porto por Aurélio da Paz dos Reis. Aurélio Paz dos Reis nasceu no Porto em 28 de Julho de 1862, deslocou-se a França e ao Brasil, com intuito de fazer representações comerciais, mas também para fotografar. Na sua actividade de fotógrafo gostava de tirar retratos a pessoas, família, amigos, gentes do teatro, era também um fotógrafo de rua. Explorava essencialmente a estereoscopia (fotografia com relevo que cria uma sensação de tridimensionalidade). Aurélio vendia película da marca Lumière & Jougla, assim como também vendia máquinas de escrever Yast e automóveis franceses da marca Minerva.
A certa altura, pensou em comprar um cinematógrafo aos irmãos Lumière, mas estes não lho venderam, acabando, por comprar aos irmãos Werner (juntamente com o seu cunhado), um aparelho cronofotográfico, uma variante do cinematógrafo, com um funcionamento mecânico diferente mas que cumpria o propósito a que se destinava - filmar. Com este equipamento Aurélio da Paz dos Reis filma a fábrica do amigo, António da Silva Cunha, a Camisaria Confiança, na Rua de Santa Catarina, n.º 181. Este filme é a primeira obra de referência do cinema português.
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http://www.youtube.com/watch?v=l0hk_CJJ63Y
Fontes:
http://www.infoescola.com/cinema/historia-do-cinema/
http://cursoinacioaraujo.blogspot.pt/
http://ocinematografo.blogspot.pt/2012/10/o-cinematografo-dos-irmaos-lumiere.html
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Apesar de já ter visto outras exposições da artista ao longo dos anos, esta é maior e fantástica.
Além dos mais conhecidos, como o par de sapatos ‘Marilyn’, ‘Coração Independente’, ‘A Noiva’ ou o ‘Jardim de Éden’, que aqui foi reinterpretado para conter as letras M e P, de Maria Pia, a artista plástica criou 11 novas peças para este espaço, como a vespa ‘Maria Pia’, no quarto da rainha, o caranguejo ‘Amélia’, ou o ‘Vitrail’, no quarto do rei, esta última peça feita em colaboração com a Manufactura de Tapeçarias de Portalegre. Há ainda obras exibidas, pela primeira vez, no nosso país, como o ‘Lilicoptere’ ou a ‘Perruque’.

Num total de 38 peças, esta é a maior exposição de Joana Vasconcelos, que a artista conseguiu montar, com a ajuda da equipa do Palácio Nacional da Ajuda e da Everything is New, no tempo recorde de 5 meses. Para ter uma ideia deste – minúsculo – prazo, digo-lhe que a mostra no Palácio de Versailles, em Paris, uma das mais vistas de sempre naquele museu, e que tinha apenas 17 peças, levou um ano e meio a ser produzida e montada.

Além do número de peças, é importante realçar que, no caso do Palácio Nacional da Ajuda, todos os móveis e peças são os originais, enquanto que, em Paris, todas as peças são réplicas, devido à destruição na altura da Revolução Francesa.

Vale a pena percorrer as salas deste enorme e riquíssimo palácio lisboeta e perceber que é o cenário perfeito para acolher as peças de Joana Vasconcelos.

Fonte:

http://www.cm-lisboa.pt/noticias/detalhe/article/joana-vasconcelos-no-palacio-da-ajuda

As estátuas gregas antigas eram originalmente pintadas com cores berrantes, mas após milhares de anos esta tinta saiu. Descubra como uma luz pode ser a única coisa que pode nos ajudar a vê-las como eram na antiguidade.

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Augusto, primeiro imperador de Roma

Apesar de ser impossível pensar que ainda exista algo a ser descoberto depois de milhares de anos de vento, sol, areia e estudantes de arte, descobrir os padrões perdidos nas antigas esculturas gregas pode ser só uma questão de iluminá-las com a lâmpada certa, do jeito certo. Uma técnica chamada “raking light” tem sido usada há tempos em análise artística e consiste em posicionar uma lâmpada cuidadosamente, de modo que o caminho da luz seja quase paralelo à superfície do objeto. Quando usada em pinturas, a técnica torna obviamente visíveis as pinceladas, assim como as imperfeições. Em estátuas, o efeito é mais subtil. Já que tintas diferentes envelhecem em velocidades diferentes, a pedra está elevada em alguns lugares – protegida da erosão por sua camada de tinta – e mais baixa em outros. Padrões elaborados se tornam visíveis.

A luz ultravioleta também é usada para distinguir padrões. O UV faz com com que muitos compostos orgânicos fluoresçam. Os negociantes de arte usam luzes UV para verificar se obras de arte foram retocadas, já que tintas antigas têm bem mais compostos orgânicos do que as mais novas. Em estátuas da Grécia antiga, pequenos fragmentos de pigmento que ainda restam na superfície brilham, iluminando padrões mais detalhados.

500x_brinkmannstatuebig_2Depois do padrão ser mapeado, há ainda o problema de descobrir quais cores usar na reconstituição. Uma série de azuis escuros vão criar um efeito bem diferente do que uma combinação de dourado e rosa. Mesmo se for deixada uma quantidade suficiente de pigmento para que o olho nu perceba a cor, alguns milhares de anos de idade podem modificar bastante o aspecto de uma estátua. Não há como saber se a cor vista hoje tem qualquer coisa a ver com a tonalidade original.

Mas há uma solução para este dilema. As cores podem esmorecer com o tempo, mas os materiais originais – pigmentos derivados de animais e plantas, pedras quebradas ou conchas – ainda têm a mesma aparência. Isso também pode ser visto pela técnica das luzes.

Infravermelho e espectroscopia de raios-X podem ajudar os pesquisadores a entender do que são feitas as tintas, e qual era a article-1305025-0ADF0B40000005DC-943_634x311aparência original delas. A espectroscopia se baseia no fato de que os átomos são exigentes no que diz respeito ao tipo de energia que vão absorver. Certos materiais emitem uma grande variedade de larguras de onda, como unidades de reconhecimento militar em um território estranho. Inevitavelmente, algumas dessas unidades não voltam. Ao verificar quais larguras de onda são absorvidas, os cientistas podem determinar de que materiais a substância é feita. O infravermelho ajuda a determinar os compostos orgânicos, já os raios-x só param quando encontram algo realmente pesado, como pedras ou minerais. Com isso, os pesquisadores podem determinar de que cor uma estátua milenar foi pintada.

As esculturas reconstruidas integraram a exposição “Deuses em cores: escultura pintada da antiguidade clássica. Ela apresentou mais de 20 reconstruções em cores em tamanho real de obras gregas e romanas, ao lado de 35 estátuas originais e relevos.

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“Leão de Loutraki, 550 a.C “

Via Harvard, Colour Lovers, Tate, The Smithsonian, Colorado University, e Carleton.

O arqueiro e o leão são reconstruções criadas por Vinzenz Brinkmann.

Fontes: http://gizmodo.uol.com.br

http://www.colourlovers.com

http://www.cliografia.com/2013/05/01/luz-ultravioleta-revela-como-eram-de-verdade-as-estatuas-da-grecia-antiga/

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Renascido em cores vivas: Calígula vai do claro a faces rosadas em uma reconstrução que esmaga percepções monocromáticas de escultura antiga. (Foto Ilustração de Washington Post com imagens da Ny Carlsberg Glyptotek (esquerda) e Stiftung Archaeologie).

Mértola

festivalislamico201302De 16 a 19 de maio a magia do Festival Islâmico regressa às ruas do Centro Histórico de Mértola. A Câmara Municipal, entidade organizadora, está em contagem decrescente para o maior evento do concelho.

Aqui, a herança islâmica da Vila-Museu mistura-se com mercadores e artesãos vindos da bacia do Mediterrâneo, numa celebração cultural única.

A 7.ª Edição do Festival Islâmico volta a apostar no mercado de rua – souk, na música, nas exposições, nas conferências, no teatro e na gastronomia. Durante o mês de maio decorrem várias iniciativas, a primeira das quais é um curso livre de cerâmica Islâmica do al-Ândalus, organizado pelo Campo Arqueológico de Mértola. Seguem-se no dia 11, uma oficina intitulada “O ritual do chá de menta” com Abdallah Kwali e no dia 15, uma conferência internacional, também da responsabilidade do Campo Arqueológico de Mértola.

http://www.mertolaonline.com/?p=547

http://www.youtube.com/watch?v=s4FVIAHJg8M

Título original: Astérix & Obélix: Mission Cléopâtre

Ano: 2002

Tempo: 68min

País: Alemanha, França

Aúdio:

  • Francês
  • Árabe
  • Cantonês
  • Latim
  • Alemão

Produtora: Canal+, Centre National de la Cinématographie , Chez Wam, KC Medien, Katharina, La Petite Reine, Renn Productions, TF1 Films Productions

Efeitos Especiais: Duboi, Les Versaillais

Realização
Interpretação:
Argumento:

Para provar que o povo egípcio ainda é superior ao romano, apesar do tempo dos faraós já ter passado, a rainha Cleópatra (Mónica Bellucci) aceitou o desafio do imperador Júlio César (Alain Chabat) e terá de construir um sumptuoso palácio no  prazo de três meses.

Cleópatra convoca o atrapalhado arquiteto Numerobis (Jamel Debbouze) para comandar a missão e avisa: se ele conseguir o feito, será coberto de ouro, caso contrário, será lançado aos crocodilos.

Desesperado, Numerobis parte para a Gália em busca da ajuda de um poderoso druída, Panoramix (Samson Leguesse). Mas acaba por encontrar também Astérix (Christian Clavier) e Obélix (Gérard Depardieu) e uma poção mágica que pode resolver todos os seus problemas.

Eles só não contavam com Júlio César e o invejoso arquitecto da rainha Timetamon (Gérard Darmon), que querem arruinar a construção, custe o que custar.

A transposição da história em BD para a película de cinema é perfeita. Há diálogos inteiros que são transcritos para a tela, bem como o visual, absolutamente impecável. Com orçamento muito maior que o do seu antecessor, a produção também conseguiu melhorar seus efeitos especiais, figurinos e cenários. As poucas derrapadas acontecem quando o diretor mistura animação com filmagem, mas são tão poucas que não justificariam uma crítica negativa.

Com tanto esmero na adaptação, talvez a única coisa que pode desagradar aos fãs mais conservadores dos gauleses é a introdução de dezenas de referências pop à história. Trata-se de um artifício para tornar o filme mais reconhecível aos olhos do preconceituoso público norte-americano.

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A minha próxima exposição será na galeria "Casa dos Magistrados" na Covilhã, durante o mês de Junho. Aguardo a vossa visita.
A casa onde está instalada a Galeria "Casa dos Magistrados" na Covilhã foi mandada construir em finais do século XVIII por decisão do Senado, para alojamento dos Juízes de Fora, do Cível, do Crime e, posteriormente, para um superintendente dos Têxteis, a Casa dos Magistrados tornou-se um testemunho do desenvolvimento que a cidade assumiu durante os séculos XVIII e XIX.
É um edifício com características arquitectónicas Pombalinas, ...totalmente construído em granito. A fachada principal apresenta no piso térreo diversas arcadas que funcionavam como armazém municipal de cereais (tulha). No segundo piso são visíveis janelas de sacada e, ao centro, Pedra de Armas emoldurada e encimada por coroa de Marquês. A construção é rematada por cornija e limitada por pilastras de aparelho isódomo.
Implantado no centro nevrálgico da cidade deteve, até à década de 70 do séc. XX, funções de foro cívico. Edifício ímpar na Covilhã, foi totalmente recuperado e transformado em espaço cultural.

Olá Amigos

Como sabem, estivémos privados de blogar por algum tempo e por esse motivo atrasei os posts que tinha preparado. Venho agora falar da minha exposição em Aljustrel que decorreu entre os dias 8 de Março e 8 de Abril de 2013. Este evento foi organizado pela Biblioteca Municipal de Aljustrel e teve a participação  e o apoio do Município de Aljustrel e de muitos amigos que se juntaram ao evento.

BIBLIOTECA MUNICIPAL - Março 2013 Reportagem fotográfica da amiga Ana Ferreira.
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