A 28 de junho de 1919, as potências vencedoras da I Guerra Mundial, impuseram, pelo Tratado de Versailles, condições de tal forma duras para a paz que fizeram nascer entre os alemães um forte sentimento de revanchismo e revolta.

         

As indemnizações foram de tal modo absurdas que enterraram de vez a economia alemã, já abalada pela guerra.

                

Em 1929, com o "Crash" da Bolsa de Nova Iorque, a Alemanha viu-se privada dos créditos estrangeiros e foi duramente atingida. ­

           

As falências e o desemprego avolumaram-se, provocando ondas de desordem e violência por todo o país.

        

Em 1933, o Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães assumiu o poder.

            

No dia 1 de Setembro de 1939, às primeiras horas da manhã, as tropas da Alemanha passaram a fronteira da Polónia, iniciando assim a II Guerra Mundial.

          

“No entanto, foi das cinzas da Segunda Guerra Mundial que nasceu uma nova esperança. Os que haviam resistido ao totalitarismo durante a guerra estavam determinados a pôr fim aos antagonismos nacionais e a criar condições para uma paz duradoura. Entre 1945 e 1950, um punhado de estadistas corajosos, como Robert Schuman, Konrad Adenauer, Alcide de Gasperi e Winston Churchill, empenhou-se em persuadir os seus povos a iniciarem uma nova era. Novas estruturas, baseadas em interesses comuns e assentes em tratados que garantissem o primado da lei e a igualdade das nações, iriam ser criadas na Europa Ocidental.”

     

http://europa.eu/abc/12lessons/lesson_1/index_pt.htm

        

           

A realidade no entanto é bem diferente.

   

  

“” A Eurozona exige que todos os partidos políticos gregos se comprometam por escrito a aplicar as reformas prometidas em troca de conceder o segundo plano de resgate à Grécia, declarou nesta terça-feira a ministra austríaca das Finanças, Maria Fekter.

           

"O Fundo Monetário Internacional (FMI) irá trabalhar em um novo programa com os gregos. Mas só podemos dar nosso acordo se os partidos no poder e os outros entrarem em acordo" em aplicar as reformas e "isso deve ser feito por escrito", disse Fekter.

            

"Apenas se tivermos este compromisso por escrito haverá mais ajuda", afirmou, ao chegar à cúpula de ministros das Finanças da União Europeia (UE) em Bruxelas.

           

Os ministros pedem reformas estruturais à Grécia e consideram que as medidas que este país da Eurozona tomou são insuficientes para assegurar o equilíbrio das contas públicas exigido por Bruxelas. “”

              http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5g6QLCHQqVrYGIccFppDAjraidUWw?docId=CNG.07f801eef25feed77a4130b3e11fa1b3.111

                       

       

“” Na Grécia, segundo sondagem recentes do semanário Epikaira, os partidos contra o acordo com a troika representam já quase 40% dos votos. Os dissidentes de esquerda do PASOK têm 13% e os comunistas do KKE e a esquerda do Syriza (o BE lá do burgo) 12,5% cada um. “”
      
http://aeiou.expresso.pt/-da-assustadora-ousadia-alema-a-uma-mao-cheia-de-nada=f702118#ixzz1mkFyalff

         

             

A Europa, definitivamente, não aprende!!

          

ahbruto