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1 - DO ÁGAPE AO SANTO SACRAMENTO DA EUCARISTIA
Eucaristia (do grego εὐχαριστία, cujo significado é
"reconhecimento", "acção de graças") é uma celebração em
memória da morte e ressurreição de Jesus Cristo. Também é denominada
"comunhão", "ceia do Senhor", "primeira
comunhão", "santa ceia", "refeição nocturna do
Senhor". (…)
Segundo o Catecismo da Igreja Católica, a Eucaristia é "o
próprio sacrifício do Corpo e do Sangue do Senhor Jesus, que Ele instituiu para
perpetuar o sacrifício da cruz no decorrer dos séculos até ao seu regresso,
confiando assim à sua Igreja o memorial da sua Morte e Ressurreição. É o sinal
da unidade, o vínculo da caridade, o banquete pascal, em que se recebe Cristo,
a alma se enche de graça e nos é dado o penhor da vida eterna." (n. 271).
A palavra Hóstia, em latim, quer dizer vítima, que entre os hebreus, era o
cordeiro, sem culpa, imolado em sacrifício a Deus.
(…) A passagem do pão e do vinho para o Corpo e o Sangue de
Jesus Cristo (transubstanciação) só é celebrada pela igreja Católica Romana. Na
Igreja Ortodoxa é visto como mistério. No luteranismo como consubstanciação. Na
tradição Reformada como real presença. Nas outras denominações protestantes de
tradição evangélica acontecem apenas uma ceia, na qual o pão e o vinho não deixam
de continuar a serem pão e vinho.
Como a retórica
católica é a mais mística e beata de todas as retóricas cristãs e a respeito do
seu mistério fundador não podia fugir à regra.
Etimologicamente a
eucaristia seria apenas um "reconhecimento"
ou "acção de graças", o que pareceria ser o que se limita a ser a
eucaristia para os não católicos enquanto memorial da paixão.
Χάρις = II. graça
ou sentido favor, influencia, quer por parte do Doador ou do Receptor: 1. por
parte do Doador, graça, graciosidade, bondade, benemerência, mercês, etc. 2.
por parte do Receptor, o sentido de favor recebido, gratidão, agradecimentos,
graças. χαρά 1 χαίρω = alegria,
felicidade…enviada por algum deus para exaltar o coração.
De facto, não se
entenderia muito bem uma retórica mística na qual os crentes se limitariam a
participar diariamente na eucaristia apenas como reconhecimento da morte e
ressurreição pascal de Cristo. Para tal bastaria o ritual da consagração da
Hóstia que veio a ser a missa de Quinta-feira Santa.
Ágape, ag'a-pe (Gr. agapt, amor), era, na história
eclesiástica, o banquete de amor ou de caridade, em uso entre os cristãos
primitivos, quando os ricos faziam
contribuições liberais para alimentar os pobres.
O cristão comum não procurava nos ágapes outra coisa
diferente duma “refeição de graça” que a «caridade» dos ricos paleocristãos
propiciava.
Na verdade, uma das
coisas do cristianismo primitivo de que os romanos também não gostavam nada era
a “comunidade de bens” começada a praticar nos actos com a comunhão dos santos
que se mostra não somente com coisas espirituais, mas também com as coisas
materiais... como disse Paulo: “mas, não digo isto para que os outros tenham
alívio, e vós opressão, mas para igualdade; neste tempo presente, a vossa
abundância supra a falta dos outros, para que também a sua abundância supra a
vossa falta, e haja igualdade; como está escrito: O que muito colheu não teve
de mais; e o que colheu pouco, não teve de menos” (2ª Coríntios 8:13-15).
44Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo
em comum. 45E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por
todos, segundo a necessidade de cada um. 46E, perseverando unânimes
todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e
singeleza de coração, 47louvando a Deus, e caindo na graça de todo o
povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos. (Actos II,
41-45 que se repete por palavras idênticas em IV, 32-34).
A admissão nas divisões de pão e outros alimentos era um dos
meios mais eficazes de propaganda dos apóstolos. Segundo os «Actos», num só dia
inscreveram-se uns três mil pobres diabos na distribuição de víveres e de
doutrina. Estes aceitavam a doutrina sem a compreenderem, pois resultava ainda imprecisa
e confusa mesmo para próprios apóstolos, como o confirma a querela surgida
entre S. Paulo e S. Pedro sobre a circuncisão. As massas dos convertidos às
novas doutrinas só se impuseram à sua perseverança nelas com a condição de
poder encher a barriga.
(7) Por
otra parte, afirmaban que toda su culpa y su error habían consistido en la
costumbre de reunirse un día determinado, al amanecer, y cantar alternativamente un himno
a Cristo como a un dios (quod essent soliti stato
die ante lucem convenire carmenque Christo quasi
deo dicere secum invicem) y obligarse con juramento (sacramento), no a perpetrar cualquier delito,
sino a no cometer robos o atropellos o adulterios, a no faltar a la palabra
dada, ni a negarse, si les invitaban, a efectuar un depósito. Realizados
estos ritos, tenían la costumbre de separarse y de reunirse de nuevo para tomar
una comida (rursusque coeundi ad capiendum cibum), pero común e inocente. – Plínio el joven.
À medida em que o movimento cristão se alargava aos gentios
onde o direito romano seria mais exigente no que respeita à propriedade comum
esta foi sendo substituída pela partilha da refeição comunitária que se passou
a chamar a “ceia do amor” ou ágate.
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Figura 1: O ágape é um tema frequente na
arte paleocristã, como neste Arcosolium das catacumbas dos Santos Marcellinus e
Pedro, Via Labicana, Roma.
Esquerda: “AGAPE MISCE NOBIS” = O amor mistura-nos.
MISCE = unir, ter relacionamento carnal, praticar o coito
(Cic.)/ misturar / despir / excitar.
Direita: IRENE·PORGE·CALDA = IRENE, a deusa de paz, PORGE =
oferece CALDA = bebida de vinho com água quente.
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CAʹLIDA, or CALDA, the warm drink of the Greeks
and Romans, which consisted of warm water mixed with wine, with the addition
probably of spices. This was a very favourite kind of drink with the
ancients, and could always be procured at certain shops or taverns, called
thermopolia (Plaut. Cur. ii.3.13, Trin. iv.3.6, Rud. ii.6.45), which Claudius commanded to
be closed at one period of his reign (Dion Cass. lx.6).
Figura 2:
Recipiente de calda para banquetes romanos.
Because all
these word arrangements vary in combination with one another, it appears that
the Early Christians where saying that agape love, wine (Bacchanalian
orgies), and their mixing of carnal sex are all synonymous for the purpose of
bringing peace to the world.
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A teologia católica faz um esforço tremendo para justificar
o quanto o sacramento da eucaristia se afastou das suas origens no ágape tanto
nas formas substantivas do ritual quanto na sua justificação espiritual. A
verdade porém é a de que o ágape não era, em termos substantivos e práticos,
mais do que a adaptação à realidade paleocristã dos banquetes e festins romanos
que quando envoltos de espiritualidade se aproximavam das saturnálias, das
orgias e dos bacanais.
To pagans, the predawn worship of Christians
and their acts of faith were a mystery, which was made no more understandable
by the martyred bishop of Lyons, who, when asked who was the Christian god,
replied only that "If you are a fit person, you shall know."Attalus,
too, said only that the name of his god was not like that of a man. Such
secrecy elicited lurid notions of immorality, and there were accusations of "Thyestean
banquets [cannibalism] and Oedipean incest, and things we ought never to speak
or think about, or even believe that such things ever happened among human
beings" (Eusebius, V.1.14).
Marcus Cornelius Fronto, an orator and
rhetorician who was the tutor of Marcus Aurelius and later his correspondent,
condemned the Christians in a lost speech, fragments of which are preserved by
Minucius Felix in the Octavius, a dialogue between the pagan Caecilius and the Christian Octavius
that sought to refute such charges. One was that "They are initiated by
the slaughter and the blood of an infant, and in shameless darkness they are
all mixed up in an uncertain medley" (IX). Another was "the charge of
our entertainments being polluted with incest" (XXXI). Justin, who was
martyred during the reign of Marcus Aurelius (the record of the trial, based on
an official court report, still survives), also mentions "those fabulous
and shameful deeds — the upsetting of the lamp, and promiscuous intercourse,
and eating human flesh" (First Apology, I.26), calumnies that inspired
fear and hostility.
IX. « Cependant, comme les mauvaises plantes sont les
plus fertiles, et que les vices gagnent tous les jours de plus en plus, cette
maudite secte s'augmente aussi tous les jours. C'est pourquoi il faut
travailler de bonne heure à extirper cette exécrable société : ils
s'entre-connaissent à de certains signes cachés, et s'entr'aiment presque avant
que de se connaître. La luxure fait une partie de leur religion : ils s'appellent communément frères et sœurs,
pour transformer une débauche ordinaire en inceste ; on dirait que ces
malheureux se plaisent aux crimes. Et certes s'il n'en était quelque chose, le
bruit n'en serait pas si grand : on dit encore qu'ils adorent une tête d'âne
consacrée par je ne sais quelle sotte superstition, religion véritablement
digne de leur vie. Ils ont aussi en vénération, à ce qu'on dit, les parties
honteuses de leurs prêtres ; vous diriez qu'ils adorent la nature de leurs
pères. Je ne sais si ces soupçons sont faux ou véritables, mais véritablement
ces cérémonies et ces dévotions cachées et de nuit sont toutes propres à les
faire naître. Et celui qui dit qu'ils adorent un homme qui a été pendu pour ses
crimes, et que le bois d'une croix fait une partie de leurs cérémonies, celui-là
leur attribue des autels dignes de leurs méchancetés et leur fait adorer ce
qu'ils méritent. D'ailleurs, les cérémonies qu'ils observent quand ils
admettent quelqu'un à leurs mystères, ne sont pas moins publiques qu'horribles.
On met devant ce nouveau venu un enfant couvert de pâte, afin de cacher le
meurtre qu'on veut faire commettre : c'est là-dedans qu'il donne, par leur
commandement, plusieurs coups de couteau; le sang coule de toutes parts, ils le
sucent avidement, et ce crime commun est le gage commun du silence et du
secret. Mystères pires que tous les sacrilèges!
On sait
aussi quels sont leurs banquets, et l'orateur de Cyrta en fait mention dans sa
harangue. Ils s'assemblent tous en un jour solennel, femmes, enfants, frères,
sœurs, et enfin de tous âges et de tous sexes, et après avoir bien bu et mangé,
lorsque la chaleur du vin et des viandes commence à les échauffer et à les
provoquer à la luxure, ils attachent un chien au candélabre et lui jettent un
gâteau si loin qu'il n'y peut atteindre, afin qu'en sautant il renverse le
flambeau. Ainsi s'étant défaits du témoin de leurs crimes, ils se
mêlent au hasard, et par ce moyen sont tous incestueux de volonté s'ils ne le
sont tous d'effet, puisque le péché de chacun est le souhait de toute la troupe.
– Octavius, Minucius Felix.
Se os cristãos resistiam muito ou pouco às tentações da
carne que a “mistura” de corpos reclinados nas camas dos triclinium que os
banquetes dos ágapes de caridade cristã propiciavam a verdade a que teriam
pecado muitas e bastas vezes porque os pagãos os acusaram disso.
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Figura 3: Arcosolium da Catacumba de S.
Pedro e S. Marcelino, Roma.
Como
algunos se mostrarán remisos a admitir que la embriaguez estuvo al orden del
día en los piadosos «ágapes» de los primeros siglos, nos limitaremos a
señalarles este comunicado de la
Ciudad del Vaticano, con fecha del lunes 26
de octubre de 1970, y reproducido al día siguiente en el periódico France-Soir:
«Unas pinturas
murales inconvenientes han sido descubiertas este año en las catacumbas de
Roma. Muestran a los primeros cristianos bebiendo y festejando durante unos
funerales. Al revelar el sábado este descubrimiento, el Osservatore
Romano, órgano del
Vaticano, subraya que esas pinturas no tienen nada en común con otros frescos
cuyo tema es la celebración de la misa por cristianos reunidos alrededor de una
mesa. Lo “inconveniente” para el Osservatore Romano
es en
especial “la
abundancia de botellas en pie o tumbadas” representadas en esas escenas de
banquete». Evidentemente,
nos gustaría saber qué evoca el término «en especial». . -- Robert Ambelain, El hombre que creó a
Jesucristo.
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Figura 4: Três casais num triclinium de
verão. Pompeia.
É evidente que os romanos não tinham grande autoridade
moral para criticarem a imoralidade dos ágapes cristãos porque a decadência
do império romano ficou famosa pela licenciosidade dos seus banquetes que
facilmente descambavam em orgias.
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(…) XXX. « Pour ce qui est du banquet incestueux, c'est
une calomnie que les démons ont inventée pour souiller la gloire de notre
chasteté, et détourner les hommes de notre religion par l'horreur d'un si grand
crime. Aussi te qu'en a dit votre orateur, c'est plutôt une injure qu'un
témoignage. Et certes! vous êtes coupables d'incestes plutôt que nous. Les
Perses épousent leurs mères; en Egypte et dans Athènes on se marie avec ses
sœurs : vos histoires et vos tragédies, auxquelles vous prenez tant de plaisir,
font gloire des incestes, et les dieux que vous adorez les commettent avec
leurs mères, avec leurs filles, avec leurs sœurs. Il ne faut donc pas trouver
étrange s'il y en a tant parmi vous, puisque vous avez vos dieux pour exemple.
Vous pouvez vous rendre coupables sans le vouloir, en exposant vos enfants de
tout sexe et les abandonnant à la pitié publique, ou en ayant commerce avec
toutes les femmes que vous fréquentez; car qui empêche que vous ne rencontriez
plus tard ces fruits inconnus de vos débauches? Ainsi vous nous accusez de faux
incestes, et ne vous souciez point d'en commettre de véritables. Mais les
chrétiens ne mettent pas la chasteté en dehors, ils la mettent dans l'esprit,
et ils ne s'étudient pas tant à paraître chastes qu'à l'être en effet. Un
mariage nous suffit ; nous ne voyons qu'une femme, ou bien nous n'en voyons
point. Pour nos banquets, ils ne sont
pas seulement chastes, ils sont sobres ; car nous ne nous amusons point à nous
charger l'estomac de vin ni de viandes, mais nous tempérons l'allégresse des
festins par la gravité de notre entretien. Que si nous sommes chastes
dans nos assemblées, nous ne le sommes pas moins ailleurs. – Octavius,
Minucius
Felix.
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Figura 5: Con el nombre de asároton oikos o asároton
oecon encontramos en la sala destinada a los banquetes romanos, triclinium,
un tipo de mosaico caracterizado por simular un “suelo sin barrer”, en el que
se hallan representados diversos desperdicios de comida que parecen que han
sido lanzados al suelo en ese momento. Entre los escombros se suelen mostrar
raspas de pescados, moluscos, verduras, etc. Estos restos nos proporcionan una
valiosa información sobre la cantidad y variedad de alimentos que se llegaban a
servir en una “cena romana”.
Tamanho era o gosto dos romanos por jantares luxuosos e
festas, que costumavam evoluir para orgias, que alguns políticos resolveram a
baixar leis para moderar a farra. Uma delas, a Antia Lex do século 1º, limitava
os gastos com essas comemorações e instituía que os magistrados só poderiam
jantar fora se fosse na casa de determinadas pessoas. Está claro que ninguém
obedeceu. Acabou sobrando para o autor, Antius Resto porque, segundo o filósofo
Macrobius, como todos continuavam com suas orgias, para não contrariar a
própria lei ele nunca mais foi visto jantando fora.
As críticas dos romanos relativas à licenciosidade dos
ágapes bem poderiam lembrar a fábula do lobo que estando a montante acusou um
infeliz cordeiro de lhe turvar a água porque, para alguém decidido a ter razão
a todo o custo, qualquer argumento serve, ainda que seja uma mentira”.
- Pois se não foste
tu, foi o teu pai! - rosnou o lobo, saltando em cima do pobre inocente.
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Figura 6: Banquete funerário etrusco de que
o ágape das catacumbas cristã seria a tradição continuada.
Se foi o filho de Tarquínio,
o Soberbo, quem violou uma patrícia foi o pai quem pagou por isso com o fim da
monarquia romana porque ninguém apreciava mais do que os etruscos da
licenciosidade de um lauto banquete fúnebre na esteira da boa tradição dos
simpósios gregos que em nada desmereciam dos opíparos banquetes sibaritas de
Sardanapolos.
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Figura 7: Simpósio grego.
Mas se nem todos os romanos
foram amantes de orgias privadas desde os tempos etruscos foram alguns adeptos
de orgias órficas que passaram a tradição dos etruscos para os paleocristãos!
Enfim, se não foram todos cristãos que se chamaram
vulgarmente por irmãos para mais facilmente se conhecerem biblicamente nos
ágapes então foram outros paleocristãos também chamados setianos, ofitas,
carpocracianos, etc, e que mais não seriam do que variantes judaico-cristãs
gnósticas de cultos de mistérios órficos, pitagóricos e dionisíacos, sabásicos,
de mistura com muitos outros cultos misteriosos de ritos de passagem e de morte
e ressurreição solar egípcios e orientais.
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Figura 8: Novamente, três casais numa cena
romana de banquete sexual. Insula della Domus dei Casti
Amanti. (Restauro cibernético do autor).
Even Clemens
Alexandrinus (d.c.
220 a.d.)
found in the Epistle of Judas a prediction concerning the Karpocratians and
related sects ("Stromata" III., 2). He relates, among other things,
that among the Karpocratians, men and women, after the common meal, after the
lights are extinguished, have sexual commerce with each other.
Epiphanius xxvi., 5,
describes as follows the conduct of the so-called Gnostics:
Epiphanius
described the agape practiced by Ophite Christians, while making it clear that
these heretical sexual activities filled him with horror: "Their women
they share in common; and when anyone arrives who might be alien to their
doctrine, the men and women have a sign by which they make themselves known to
each other. When they extend their hands, apparently in greeting, they tickle
the other's palm in a certain way and so discover whether the new arrival
belongs to their cult. …Husbands separate from their wives, and a man will say
to his own spouse, "Arise and celebrate the love feast (agape) with thy
brother." And the wretches mingle with each other…after they have consorted
together in a passionate debauch…The woman and the man take the man's
ejaculation into their hands, stand up…offering to the Father, the Primal Being
of All Nature, what is on their hands, with the words, "We bring to Thee
this oblation, which is the very Body of Christ." …They consume it, take
housel of their shame and say: "This is the Body of Christ, the Paschal
Sacrifice through which our bodies suffer and are forced to confess to the
sufferings of Christ." And when the woman is in her period, they do
likewise with her menstruation. The unclean flow of blood, which they garner,
they take up in the same way and eat together. And that, they say, is Christ's
Blood. For when they read in Revelation, "I saw the tree of life with its
twelve kinds of fruit, yielding its fruit each month" (Rev. 22:2), they
interpret this as an allusion to the monthly incidence of the female
period."
The contents of these
documents are so revolting that one would be glad to agree with //. Usener,
" Das Weihnachtsfest," Bonn, 1889, 110, and others, who contest their
credibility. Epiphanius, the chief witness, they say, lived too long after the
occurrences (he died, at the age of about 100, in 403 a.d.). But he appeals,
xxvi. 17, 18, to the oral information of credible men, to original writings of
the Gnostics, and to personal intercourse which, as a quite young man, he had
with these "Gnostics". Nevertheless, I hold with R. Seeberg it is
very probable that the account of the use of the embryo, which is found only in
Epiphanius, should be considered unhistorical.
After all, Epiphanius
was credulous enough to say about even the Montanists, that they employed in
their sacrifices the blood of a child, whose body they had pierced with
needles, xlviii.
(…) The partaking of
semen virile and sanguis menstruus is ascribed also to the religious party of
the Manichaeans, which was allied to the Gnostics, v. Cyrillus of Jerusalem's 6th Catechet.
Discourse (348 A.D.),
§ 33, and Augustine, "De Moribus Manichaeorum," 18, 66, and "De
haeresibus," 46.
The explanation of
this action of many Gnostics is probably only partially to be sought in their
dualistic conception of the world. The sparks of the higher power of light,
which exist in the bodies of human beings, are gathered together by means of
semen virile and sanguis menstruus, and brought to the Treasury of Light. In
this way men earn reward from the highest good God (from whom the Creator-God
has fallen away, with His angels and archons). First steps of the libertine
conduct, without which rites like those described could hardly have arisen, are
already adverted to in the New Testament: Rev. ii., 6, 15. (the Nikolaites),
and the Epistle of Judas, especially vv. 7, 8, 10, 12. -- The Jew and Human
Sacrifice: Human Blood and Jewish Ritual, an Historical and Sociological
Inquiry (1909), Hermann Leberecht Strack
Enfim desde os cartagineses aos comunistas que existiu
sempre pretexto para a crítica, cada vez menos fundada, de que os piores
inimigos se não são todos uns perigosos e invejáveis debochados são pelo menos quase
sempre os que “comem criancinhas ao pequeno-almoço”!
Os gregos não seriam menos amantes que o comum dos mortais
mas, por vicissitudes da sua história linguística, feita de sincretismos
vários, típica do helenismo, resultante da fusão de dialectos e diferentes
línguas que em tempos arcaicos se desenvolveram no isolamento geográfico de
ilhas e recantos de várias penínsulas em volta das recortadas costas do mar
Egeu, parece que terão criados o gosto pelos requintes das nuances semânticas
que os fez descobrir a filosofia. Assim sendo terão diversificados as diversas
formas de amor e de afecto em pelo menos quatro termos.
Los
Cuatro Amores es el título en español del libro The Four Loves escrito por C.
S. Lewis y publicado por primera vez en 1960 en Londres1 y Nueva York. En este
ensayo, Lewis aborda el tema del amor dividiéndolo en cuatro categorías, con la
ayuda de los conceptos que toma prestados del idioma griego: Cariño (gr.: Στoργη´), amistad (gr.: Φιλíα), eros (gr.: ´Ερος) y caridad (gr.: Αγα´πη), al que él mismo llama "ese amor que
Dios es".
Obviamente que todas as guerras religiosas começam por os
equívocos semânticos que resultam a maior parte das vezes de más traduções
muitas vezes impossíveis. A riqueza linguística ibérica permite tantas ou mais
cambiantes do «amor» em geral do que a língua grega (como por exemplo: «afecto»,
«simpatia», «amizade», «ternura, «paixão», etc) mas não contempla seguramente
eros como significando outra coisa que o nome mitológico do amor.
Quanto ao facto de ágape corresponder ao amor cristão, que a
igreja apostólica e romana estigmatizou na “caridade, é uma das muitas ficções
criadas por dois mil anos de especulação ruminante da teologia cristã de que a
de C. S. Lewis seria uma das últimas. Na verdade, o termo grego ágape teria
sido pouco usado nos tempos homéricos e na época de Platão seria utilizada para
o amor familiar em contraponto com a amizade da camaradagem de armas ou de
academia (filia), afectos que os gregos terão muito cedo sabido distinguir da
paixão libidinosa e do amor sexual.
Parece assim que a derivação desviante do ágape terá
começado com os judeus alexandrinos que ao traduzirem a Septuaginta usaram
intensivamente o ágape para traduzirem o termo hebreu de amor em geral.
Não é certo por que razão agapao foi escolhido
pelos tradutores da Septuaginta mas a semelhança de sons consoantes (aḥava
= amor em hebreu) pode ter tido a sua quota-parte de responsabilidade
sendo certo que não menor culpa resulta da pobreza linguística do hebreu na
descrição distintiva de afectos e relações familiares. Fosse como fora, ἀγάπη θεῶν foi um epíteto de Ísis o que comprova que ágape
era um termo comum entre os gregos do Egipto.
Deste modo os judeus alexandrinos acabaram a desenterrarem
um termo grego arcaizante (que por estranho sinal significava também, nas
tragédias de Eurípedes, “mostrar afecto por um morto”) que teria tido origem
semita comum possivelmente cretense.
ἀγάπη
< Kaka-Wet > Ahavat > Heb. aḥava.
Assim, o obscuro termo grego ágape pode ter surgido como um
mera transliteração de alguma língua semítica. Deste modo, o uso do substantivo
ágape parece ser uma inovação dos escritores do Novo Testamento, claramente derivado
do uso do verbo agapao na Septuaginta.
Obviamente que as vias derivativas arcaicas que transparecem
nesta transliteração entre o amor hebreu e o ágape grego estão longe de ser
óbvias. No entanto os encontros e contratempos culturais acabam por pôr a nu
verdadeiros fósseis significantes como é o caso de *Kaka-Wet ser um epíteto
plausível Hestia / Vesta, a deusa do
fogo eterno dos lares sagrados que teria sido, esposa de Hefesto, por sinal mãe do deus do fogo.
Ver: DEUSES DO FOGO
(***)
Pois bem, por conveniências e várias vicissitudes também os
mitos andaram seguramente baralhados, e nada obsta a que, como em muitos outros
mitos primordiais Hestia e Hefesto fossem a virgem e o deus menino
que acabaram também por ser o casal primordial. Como ἀγάπη
θεῶν, amor dos deuses (ou, por ser um genitivo feminino plural, das deusas) foi
um epíteto de Ísis, suspeita-se que pelo menos esta deusa ainda revelava
uma relação entre a virgem mãe e o “deus menino” uma relação com um possível
epíteto arcaico de Vesta.
Supostamente a esposa de Hefesto era
Afrodite mas nunca lhe terá sido muito fiel pelo que alguns dizem que terá tido
por esposa Aglaia, “a
resplandecente”, “a que brilha”, “a esplendorosa e esplêndida”, seguramente por
ser deusa do fogo e que a mais jovem e bela das três Graças que simbolizava a
inteligência, o poder criativo e a intuição.
B. Χάρις, ιτος, ἡ, as a mythological pr. n., Charis, wife of Hephaestus, Il.
2. mostly in pl. Χάριτες, αἱ, the Charites or Graces, Lat. Gratiae, who confer all grace, even the
favour of Victory in the games, Pind.:—in Hom. their number is
undefined; Hes. first reduced them to three, Aglaia, Euphrosyne,
Thalia.
Aglaia < Hagaraia < Kaka-uria ó *Kaka-Wet
= Caca Vesta.
Enquanto deusa do fogo sexual era uma deusa da fertilidade
como Isis e por isso acabou relacionada como as Graças do culto de Vénus / Afrodite.
E é assim que sem ter
que estudar o catecismo católico passamos do amor das deusas deste, que os
petulantes cristãos repudiaram por pura misogenia patriarcal machista, para a
Caridade.
A «caridade» paleocristã foi sempre algo mais prático do que
o puro amor e platónico cristão.
No entanto é bem
possível que debaixo da poeira retórica dos evangelhos (e sobretudo da
tradição) que mascara a vera efígie do cristianismo se esconda uma semântica de
significado e eficácia social muito mais profunda.
Kiddush
(em hebraico: קידוש, literalmente,
"santificação") é a bênção recitada sobre o vinho
ou suco de uva
para santificar o Shabat ou uma festa judaica. A Torá se refere a dois requerimentos
referentes ao Shabat - "mantê-lo" e "lembrá-lo" (shamor e zachor). A Lei judaica portanto
requere que o Shabat seja observado em dois aspectos. Uma pessoa deve
"mantê-lo" se abstendo das trinta e nove atividades proibidas, e a pessoa deve
"lembrá-lo" fazendo arranjos especiais para o dia, e,
especificamente, através da cerimônia de kidush.
O termo Kiddush
também é usado para se referir a refeição cerimonial servida em uma sinagoga após a recitação do kiddush na
conclusão dos serviços.
Nela são servidas bebidas e em muitas vezes bolos, biscoitos,
e peixe.
A eucaristia seria
tão-somente a primeira comunhão do cristianismo no sentido de refeição
comunitária.
Ahora, en
apoyo de nuestras conclusiones, citaremos dos autoridades de la exégesis
liberal: «Las pretendidas palabras de la institución eucarística sólo tienen
sentido en la teología de Pablo, que Jesús no había enseñado, y en la economía del “misterio”
cristiano, que Jesús no había instituido». (Cf. Abad Alfred Loisy, L'initiation
chrétienne, p. 208).
«Pero
entonces, ¿de dónde procede ese rito? ¿De dónde proceden esas palabras? No de
Israel. Los judíos
no ignoraban la comunión de la mesa, y muchos esperaban con firme esperanza el
“festín mesiánico”; se habla de ello en los Sinópticos. Sus sectas, por ejemplo los essénios
y los terapeutas, practicaban ágapes sagrados que se parecían mucho a los ágapes
de sacrificio. Pero
por doquier se trataba tan sólo de un signo de
fraternidad; en ninguna parte se percibe rastro alguno de teofagia.» (Cf. Charles Guignebert,
Le Christ, III.)
Escuchemos
a Pablo: «Y cuando os reunís, no es para comer la cena del Señor, porque cada
uno se adelanta a tomar su propia cena, y mientras uno pasa hambre, otro está
ebrio». (Pablo, I Epístola a los Corintios, 11, 20-21.)
Y Judas, en su única carta, nos dirá lo mismo: «Estos son los que mancillan
vuestros ágapes, cuando con vosotros banquetean sin recato, hombres que se
apacientan a sí mismos». (Epístola de
san Judas, 12.)
Verdade oculta ou exagero ocasional inevitável a verdade é
que a Igreja veio a proibir o ósculo da paz e o uso de leitos nos banquetes das
igrejas o que acabou com os ágapes no concílio de Cartago do ano de 397.
ÁGAPE (del
gr. άγάπη, afecto, amor):… Por otra parte los paganos sacaban todo el
partido posible de estas comidas en común para combatir á los cristianos y
daban torcidas y malévolas interpretaciones al ósculo de paz con que se
despedían los asistentes de ambos sexos, suponiendo que tales reuniones eran,
más que otra cosa, orgias y bacanales. Hay quien cree que no eran del todo
infundadas tales acusaciones; lo cierto es que se dispuso que el ósculo de paz
sólo se diera entre personas del mismo sexo y se suprimieran los lechos en los
lugares en que se celebraba el ágape. A pesar de estas disposiciones, los
abusos persistieron ó la calumnia fué en aumento, puesto que en 397 el concilio
de Cartago los prohibió terminantemente. La voz Ágape era sinónima de limosna en el siglo ix. -- Diccionario Enciclopédico: Hispano-Americano de Literatura, Ciencias,
Artes, Etc.
Entretanto, os ágapes vieram a ser substituídos pela Eucaristia quase seguramente porque o
pensamento grego dominante da igreja se foi apercebendo de que a etimologia do
termo ágape tinha sido um equívoco dos judeus helenistas de Alexandria e que o
“verdadeiro amor de caridade” teria que ser a Eucaristia, até porque os ágapes
tinham degenerado num amor demasiado literal
«Eucaristia» = εὐχαριστία
= Eu + Kar + ist-ia < Χάριτες.
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2 - DO SACRAMENTO DA EUCARISTIA A JESUS CRISTO
Ora bem, suspeita-se agora que o nome dos cristãos tenha
tido pouco a ver com o nome de Cristo enquanto messias porque este seria um
conceito difícil de entender pelos falantes de tradição grega para os quais o
messianismo pouco ou nada dizia. Os basileus gregos não eram ungidos com óleo e
a existir um conceito de unção divina deveria procurar-se em Aristeu, deus do
mel…e da aristocracia que os deuses apreciavam muito mais do que a realeza.
A semântica grega do termo Χριστός não tem dignidade
suficiente para se reportar a uma forma de soberania divina que estaria
subjacente ao termo ungido de Deus que só os judeus entenderiam seja por
derivar dos estranhos tabus alimentares judaicos ou fora por uma estranha relação
com a unção corporal com óleo, conceito herdado dos cultos egípcios do deus
crocodilo, Sobeco!
Quando o termo relativo ao cristianismo se propagou,
possivelmente por especulação messiânica de teólogos paleocristãos judaizantes
o resultado desta especulação poderia ser surpreendentemente independente da
ideia de Jesus Cristo.
E sobre vosso riso quando me chamais Cristão, vós nem sabeis o
que dizeis. Primeiro, porque isto que é untado é doce e útil, e longe de ser
desprezível. Pois, que navio pode ser útil e próprio para o alto-mar, a menos
que seja untado primeiro? Ou que castelo ou casa está bonita e útil enquanto
não for ungida? E qual o homem que quando entra nesta vida ou no ginásio, não é
untado com óleo? E que trabalho tem ornamento ou beleza a menos que seja untado
e polido? Então, o ar e tudo o que está debaixo de céu não está, de certa
forma, untado por luz e espírito; não estamos nós todos dispostos a ser untados
com o óleo de Deus? Portanto nós somos chamados cristãos nesta conta, porque
nós somos untados com o óleo de Deus. — Theophilus.
Obviamente que esta especulação teológica de Teófilo soa a
palavreado vazio e delirante completamente afastado de qualquer realidade
etimológica! Teófilo demonstra que nada sabia da relação entre o nome dos
Cristãos e o de Jesus Cristo e deste com o messianismo judaico o que demonstra
que o nome do cristianismo foi um equívoco a partir do termo grego crestos
para bondoso retomado por cristãos judaizantes e ignorantes porque, segundo
palavras do próprio evangelho, só Deus poderia ser Bom!
Um conceito do judaísmo, o Messias (em hebraico: משיח, transl.
Māšîªħ, Mashíach, Mashíyach,
"O Consagrado"; a forma asquenazi é Moshiach, e a aramaica é mesiha)
refere-se, principalmente, à profecia da vinda de um humano descendente do Rei
David, que irá reconstruir a nação de Israel e restaurar o reino de David,
trazendo desta forma a paz ao mundo.
"Mashiah" < MeSHeH ó Sobecko.
The English word Christ comes from the Greek Kristos, which is the
equivalent of the Hebrew and Aramaic Mashih. The English word Messiah
originated also from the Hebrew and Aramic Mashih, which in its form as a verb
MeSHeH, means to anoint. This word is of Egyptian origin, where ‘MeSSeH’ ('the holy crocodile') signified the
ritual of anointing ancient Egyptian Kings with the fat of crocodiles, as was
the tradition with all kings in ancient Egypt since ca. 2700 B.C.
The term
"Christos" is Greek, and is defined as meaning "anointed". Although
it is treated as a translation for the Hebrew word "Mashiach", its
use in the Greek language is derived from a completely different application. So
different, that it would be like associating the English word "bird"
with the Hebrew term for woman, ishah. ("Bird" is often used in England to
refer to a woman). The term Christos was more of a medical term, because
healers in the Greek culture used all manner of tinctures for various ailments;
some taken internally, and others used topically. The first two letters in
"Christos" are CHI + RHO, and appear
as X (CHI) and P (RHO).
If you put these together, they form the "R-X" symbol used by the
apothecary trade, who mix and weigh dosages of medication for the sick.
The Greeks' tongue
blended sounds in strange ways, producing combinations like "DZ" and
others.
As early as 200 BCE,
there were Pagan worshippers of Serapis that called themselves
"Christians".
In the Vatican, one
can view an original Pagan relief depicting MITHRAS with the words CHRESTOS
MITHRAS, meaning "good Mithras". Mithraism was the main Pagan
religion of ancient Rome, and became blended with the Mashiach of Yisrael
through the compromises of the Nicaean Council, headed by Constantine and his
son Crispus (325-326 CE).
The Greco-Roman
mindset of translators gave preference to the Greek, and played-down the Hebrew
terminology, in order to make everything more acceptable to the Pagan culture
of the unwashed, uneducated masses.
The Hebrew term
Mashiach was carried over into the Greek letters as "MESSIAH" because
the Greek alphabet is unable to transliterate the exact sounds of some letters,
such as the sound of "SH" - this became the "SS", because
Greek cannot make this sound. The Hebrew meaning of Mashiach is anointed one,
and applies to the person that is reigning as KING of Israel.
A chosen man was
"anointed" as the king with oil, as we see the prophet anointed David
on his head with oil. It may have been olive oil, but it represents the
"Spirit" of Yahuah being placed upon the ruler.
All kings of Israel were
"Mashiachim", or anointed ones. "Mashiachim" may have been
the original word used by Luke at Acts 11:26, however translators preferred the
Greek flavor, and used the word "Christian" 3 times in the
"Renewed Covenant" writings.
Look at the big
picture, and keep an open mind for several options. Knowing there is some relationship
with the word cretin, what if the people of Antioch, at first, called the disciples
CRETINS (retards, idiots)?
Don't fall for the
excuse, "we speak English, not Hebrew". The word "crestos"
(or kristos, chreistos) isn't English, it's Greek. If we follow the redemption
plan of our Creator, keeping the Torah of Yahuah, we are counted among the
citizenship of Israel;
not a "Gentile", foreign nation. In fact, we are no longer Gentiles
at all (Eph. 2:11-13), although we were at one time strangers to the covenants.
After our immersion, there is no
distinction, and no dividing wall between us and a native-born Israelite. The
main idea that people seem to be steered away from when words like
"Christian" are examined closely is that the original word (the
Hebrew word, MASHIACH) is not being brought to the table, but is typically kept
from the discussion. The word "Christianity" is not found in the
Scriptures at all, so there is no such thing in reality. Misdirection is used
to convince the listener of supposed facts which are not true, and by simply
saying the lie often enough, it will become familiar, and therefore
comfortable. In this particular case, the premise is that the original word was
this Greek word "Christos", since it is emphasized (by those with an
agenda to preserve the error of tradition) that the disciples of Yahusha all
spoke and wrote in Greek. We are expected to pay no mind that Greek is a
foreign language to the people of Israel. It's a promotion of the
Jesuits to believe that the Messiah and His students spoke to one another, and
wrote everything down, in Greek. The truth is, Greek was a transitional
language, or translation, of the original texts originally written in Hebrew
(or the dialect of it, Syraic Aramaic). Remember, all the first
"protestants" were Catholics, and they had already been indoctrinated
with the Jesuit teachings. What is practically unknown is the fact that there
were "Christians" on Earth before Yahusha haMashiach was born - and
they were Pagans.
The Greek word
"Christos" (kristos) has come to mean anointed, and this corresponds
to the Hebrew word Mashiach. What is not commonly known is that Osiris and
Mithras were both called "Chreistos", which meant "GOOD". The
word was adopted from gnostic Paganism: The inscription "CHRESTOS"
can be seen on a Mithras relief in the Vatican. During the time of Marcion, around 150 CE,
Justin Martyr said that "Christians" were "Chrestoi", or
"good men". Clement of Alexandria
said "all who believe in Christ are called "Chrestoi, that is 'good
men'". Rome
was the center of Chrestos Mithras worship, so the adaptation or revisionism to
the new faith for this title should hardly be a huge mystery; but this
information has been intentionally buried. The word "Christian" is
only used 3 times in the received Greek texts; and if it were in fact what the
disciples called themselves as a "sect", it would have seemed very
foreign to not only them, but to everyone involved. Of course, every Israelite
(and modern orthodox "Jew") believes in a "Mashiach" that
is coming at some point. Many of them - in fact most - don't currently believe in the Mashiach
portrayed by the "Christian" faith in any of its diverse
denominations. However, if we had to adopt a Greek word for these practitioners
of "Judaism" that related to them as believers in a coming Mashiach,
then they too could be labeled "Christians". But, the word
"Christian" is a very non-specific label when you consider that it
doesn't specify who the Mashiach is. The true sect that followed Yahusha's teachings
did use a term for themselves, and it was NATSARIM (Acts 24:5). Even the
"Church father" Epiphanius wrote of the Natsarim, whom he called
"heretics", because they observed the Commandments of Yahuah and were
indistinguishable from "Jews", except that they believed in the
Mashiach.
In relation to the
Torah, a Christian might well be considered to be retarded; but the actual word
that means "retard" or "idiot" is derived from CHRISTIAN:
cretin! PLEASE READ THIS AGAIN:
The American Heritage
Illustrated Encyclopedic Dictionary tells us the etymology for the word CRETIN:
cre-tin (kre-tin, kret'n) n. 1. One afflicted with Cretinism. 2. A fool; an idiot. [French,
cretin, from Swiss French, crestin, CHRISTIAN, hence human being (an idiot
being nonetheless human).]
Cretinism is dwarfism
and or retardation. Cretin is simply the word that is derived from the word
CHRISTIAN, crestin. –
http://www.fossilizedcustoms.com/christian.html
A lot of people don't
know that is an Egiptian word Karast which means ''Anointed'' and a Egiptian
word Messeh which means ''oil from a hippoptamus''. I know that sounds crazy
however, in Egipt the aninted ceremony was done from the oil of a hippopotamus
and not the olive brach. When a god or priest as they called him was anointed
with this oil, he became a Messeh. If he was born of a godly line like Jesus
the sun of the '' Karast Messeh''.
In
the Egyptian language the word “Christ” denoted one who was
"anointed." In ancient times there was a process or ritual known as
Horasis. During this rite the male's entire body was regarded as a phallus and
anointed accordingly.
Xρηστός verb. adj. of χράομαι
like χρήσιμος = I. useful, good of its kind, serviceable, τινι Hdt., Eur.; of victims and omens, boding good, auspicious, Hdt.; τελευτὴ χρηστή a
happy end or
issue, id=Hdt.:— τὰ χρηστά, as Subst., good services, benefits, kindnesses, id=Hdt.; χρηστὰ
συμβουλεύειν Ar. (…)
II. of men, good, a good man and true; generally, good, honest, worthy,
trusty, Hdt., Soph.,
etc.;—also like χρήσιμος, of good citizens, useful, deserving, Ar., Thuc., etc. (…)
4. good,
mild, kind, kindly, NTest.:—
in bad sense, simple, silly, like εὐήθης, Ar., Plat.; ὦ χρηστέ Dem.
Repondo a verdade em todos os seus sentidos os «cretinos» já
existiam muto antes de todos os cristãos, pré e pés judaicos, por ser usado com
esta conotação antitética já por Aristóteles e Apolodoro pelo que o francês suíço
deve ter sido, a este respeito, pouco inovador.
Krestos ó Xρηστός = Bom e doce como o mel < Karystos > Aristeu.
Aristeu, filho de
Apolo com Cirene, filha de Hipseu foi, segundo a Mitologia Grega um pastor,
tendo ainda os epítetos de "O melhor" ou "Apicultor". Era
adorado na Grécia Antiga como o protector dos caçadores, pastores e dos
rebanhos; era, também, considerado o pioneiro da apicultura e da plantação de
oliveiras. Possuía, ainda, os dons da cura e da profecia, e por estas
características era tido como um deus benévolo. A imagem que chegou ao presente
deste deus menor é de um jovem “bom pastor” com um cordeiro ou seja, Hermes
Crióforo que os primeiros cristão identificaram com o conceito do bom pastor
evangélico ou nem tanto!
"Some
authorities give the parentage of four gods called Aristaios, as Bacchylides
does: one the son of Karystos [son of Khiron], another the son of Khiron,
another the son of Ge (Earth) and Ouranos (Sky), and one the son of
Kyrene." Suidas s.v. Aristaios (trans. Suda On Line)
(Byzantine Greek Lexicon C10th A.D.): “Aristaios”: One of the Gigantes,
who survived... Aristaios, the story goes, was the only Gigante to survive, on
the Sikelion (Sicilian) mountain called Aitne (Etna); the fire of heaven did
not reach him, and nor did Aitne harm him."
Na descrição de Baclides parece haver dois Aristaios -- o
primeiro e terceiro será o Gigante da Eubeia [i. e. o Astraios de Hesiod], o
segundo e o quarto, o deus rústico da Tessália [i .e. o deus normalmente
descrito como um filho de Apolo].
Karystos pode ser
identificado com o semi-deus da Euboia Sokos pai dos Koribantes Eubeus (em cujo
número se incluiu Melisseus parecido com Aristaios). Também pode ter sido
associado com o Titã Krios (literalmente o "Carneiro"), pai do titão
parecido com Aristaios. Formas das palavras sokos-karystos-krios eram todo
usadas como epítetos de Hermes -- "o forte", " o arauto",
"portador do carneiro". Karystos, literalmente "o arauto",
poderia ser Hermes da Eubeia.
Na mitologia grega Aristeu
era filho do “bom pastor” da mitologia grega, ou seja Hermes Crióforo, a variante bucólica de Ares que, por ter sido irmão gémeo primordial de Apolo, acabou filho dele.
Obviamente que a raiz semântica destes nome é o deus Kar, de que derivou Eros e Ares, deuses do amor e da guerra e não assim tão antitéticos quanto
isso porque a guerra e paz do amor ódio persegue a humanidade desde sempre. Na reforma
do panteão de Tudália IV o sumeriograma Kar
catalogava o grupo dos deuses protectores e seria possivelmente a variante
egeia do deus dos abismos do Kur que
foi Enki-Kur e que acabou no grego
clássico como nome da cabeça kabeça rapada e careca enquanto Kar ou apenas cabeça se kara…e
quando καρανώ, cabra, símbolo de Enki, em Creta, e em kar-kadon,
cuidados pagos pelas almas à responsabilidade de Caronte.
Kάρα poet. para κεφαλή = 1. a cabeça, Il., etc. 2. a cabeça ou topo de
qualquer coisa, tal como de uma montanha, Hes.; a extremidade ou borda de um
copo, Soph..
καρκάδων = A. the
fee paid to Charon by the dead, Phot., Suid.:— expld.
by some Gramm. as name of a plant.
Kurios (also
at times spelled kyrios, Greek κύριος) is a Greek word that may apply to God, lord, master, or guardian. In
ancient Greece,
a woman could not enter into a contract herself and arrangements were made by
her guardian or Kurios. For an unmarried woman the Kurios would be her father,
and if dead, brothers an uncle or relative would be the Kurios.
Iskur, o deus
“manda chuva dos sumérios, ainda que filho do deus Lua pode ser assimilado com Asalluhe, seguramente filho de Enki. No mar Egeu Iskur derivou no deus Karystos,
que pode muito bem ter sido uma variante de Hefesto e por isso filho e esposo de Karis…que seriam tanto
Hestia / Vesta como Cardeia ou *Ker-et.
De qualquer modo a semântica da bondade do Crestos
grego deriva ou ficou reforçada quase seguramente pela relação com a doçura do
mel de Aristeu. Por outro lado
sabemos que se existia na cultura grega alguma relação semântica entre a
“unção” mística enquanto transmissão de um dom ou poder divino na forma de um
ritual de unção corporal era o da unção dos lábios com mel pela qual Apolo concedia a eloquência e a
sabedoria…que por sinal era um privilégio de Enki. Assim sendo, a probabilidade de confusão da mitologia dos
deuses do mel com a unção em sentido bíblico seria impossível a não ser por um
dos típicos abusos de confiança cultural dos cristãos que durante séculos se
supuseram detentores da verdade absoluta incluindo neste campo o poder supremo
da heurística e da exegese dos textos gregos e judaicos como meio para o
controlo total da hermenêutica bíblica.
Assim tudo aponta para que o nome do cristianismo tenha
decorrido não do nome de Jesus Cristo mas de uma filosofia de vida iniciada
pelos cristãos relacionada com a caridade cristã, explicitada primeiros nos
ágapes e depois na Eucaristia. Literalmente esta filosofia seria aquilo que
ainda parece ser: a da bondade cristã, única que de facto terá sido a chave do
sucesso do cristianismo enquanto suporte social das populações mais pobres e
iletradas da Europa ao longo dos dois mil anos que nos precederam.
Ora, parece que a arqueologia moderna confirma precisamente
este facto de o nome cristão sempre terá sido crestiano até pouco depois de
Constantino mais precisamente até Leão I, o papa do cesaropapismo.
The labels used by both early Christians and
modernity to describe these cults and their followers – Pythagorean, Neopythagorean, even Mithras (as opposed to Mithraic Mysteries) as examples – would have been
largely and sometimes completely unrecognised in their original settings. As
for Christian, we can find no reliable evidence for that, or for Jesus Christ in the first century. We have, on the other hand, a growing file of
reliable evidence for Chrest and Chrestians, and this mainly related to magic – and not just any magic, but
that associated with Alexandria
(Greek magic).
De resto, a confusão entre a unção corporal com óleos
balsâmicos que os gregos conheciam e o nome de Cristo tem pouca dignidade
mística para ter servido como melhor tradução do conceito messiânico. Realmente,
cristos
significaria algo parecido com “esfregar suavemente, ou besuntar os lábios com
mel” o que então teria um sentido específico de fazer algo de muito doce e bom
em honra e louvor do deus Karystos.
Progressivamente Karystos
ter-se-á banalizado no termo cristos quando por extensão passou a
significar “esfregar suavemente o corpo para fazer bem (crestos) à pele” com
gordura balsâmica para alívio da dor conceito que por ser de natureza íntima
deslizou para o acto de esfregar a roupa interior acabando por se referir por
extensão popular às lavadeiras de roupa branca!
A bowl, dating to between the late 2nd century
B.C. and the early 1st century A.D., is engraved with what may be the world's
first known reference to Christ. The engraving reads, "DIA CHRSTOU O
GOISTAIS," which has been interpreted to mean either, "by Christ the
magician" or, "the magician by Christ."
(…) This bowl is engraved with DIA CHRHSTOU
OGOISTAIS and in the opinion of Goddio's team, made after baking as the incisions
have taken away the slip.
In the initial rush of speculation, many made
without seeing the other side of the bowl, or the lettering close up, all sorts
of possibilities were raised, from the artefact being a fake, to the inscription
referring to Jesus Christ.
A recent post here - Archaeology of
first-century wizards – discussed magic and magicians of this period in Judea
and Egypt, in relation to
the Magi of Persia
and Zoroastrianism. This is the context for the inscription.
For
the inscription, we must be clear, no form of the name 'Jesus' exists on the
bowl.
Figura 12: Christoph
Gerigk / Franck Goddio / Hilti Foundation.
Notar como mesmo no meio da arqueologia é forte a tentação
para interpretar a realidade na perspectiva tradicional ao ponto de se cair na
iliteracia por “cegueira histérica” pontual que impede ver o que está na ponta
do nariz: em vez de CHRSTOU o que está escrito é
XPHCTOY.
Na verdade, a
tradução mais correcta seria: “pelo bom feiticeiro” porque, nem Jesus Cristo é
correntemente aceite como um feiticeiro a não ser pelos judeus como não deve
ter sido o único a dedicar-se à magia branca naqueles tempos!
![Chrest to Christ An army of divine men and the secret army of Mithras]()
Figura 10: Codex
Sinaiticus is an Alexandrian text-type manuscript written in the 4th century in
uncial letters on parchment. The codex has been altered many thousands of
times, making it one of the most corrected manuscripts in existence. These
alteration include changing ‘Chrest’ to ‘Christ’.
![]()
Marble inscription, originally
from Rome. (CIL VI 24944).
|
![called Chrestians first in Antioch A new perspective on Classical Antiquity]()
|
![Chrest in Vaticanus and Sinaiticus Pliny correspondence with Trajan: Christians or Chrestians?]()
There is no 'Christ' in
Vaticanus and Sinaiticus, the two oldest codices of the New Testament.
|
![]()
Figura 11: CATACOMBA de DOMITILLA: Cristo
Órfico.
Χρίστης = lavadeira de roupa
branca < Χρίω = esfregar
suavemente a superfície de um corpo > Χριστός = ser esfregado, usado como unguento.
χρῖμα, ατος, τό, A. = χρῖσμα, ungüento, óleo.,
χάρισμα < a grace,
favour: a free gift, gift of God's grace
The Greek word for
the oil used to anoint someone is “khrisma”, and the person so anointed is “Khristos” in Greek, “Christus” in Latin,
and “Christ” in English.
Χρησμολογιa
(chresmologia): the delivery of an oracle, prophecy, divination, foretelling;
interpretation or application of an oracle, as well as that practitioner of
this form of divination - the Χρησμολoγος
(chresmologos).
All this is evidence that the terms Christ and
Christians, spelt originally Chrest and Chrestians [chrestianoi] were directly borrowed from the Temple terminology of the Pagans, and meant
the same thing. The God of the Jews was now substituted for the Oracle and the
other gods; the generic designation “Chrestos” became a noun applied to one
special personage; and new terms such as Chrestianoi and Chrestodoulos “a follower or servant of Chrestos” — were coined out of the old
material. This is shown by Philo Judaeus, a monotheist, assuredly, using
already the same term for monotheistic purposes. For he speaks of theochrestos “God-declared,” or one who is declared by god, and of logia theochresta “sayings delivered by God” — which proves that he wrote at a time
(between the first century B. C., and the first A. D.) when neither Christians
nor Chrestians were yet known under these names, but still called themselves
the Nazarenes. The notable difference between the two words [chrao]
— “consulting or obtaining response from a god or oracle” (chreo
being the Ionic earlier form of it), and chrio “to rub, to
anoint” (from which the name Christos), has not prevented the ecclesiastical
adoption and coinage from Philo’s expression [Theochrestos] of
that other term [Theochristos] “anointed by God.” Thus the quiet substitution of the letter, [i] for
[e] for dogmatic purposes, was achieved in the easiest way, as we now
see. - The Esoteric Character of the
Gospels, Studies
in Occultism by H. P. Blavatsky, Theosophical
University Press Online Edition.
As well as the danger of relying on texts which
do not exist, there is the massive problem of known texts which have been
‘lost’ (such as the declarations of loyalty to Diocletian from every town and
city in the empire) and the enormous quantity of texts which Christian scholars
and the Christian Church admit to being forgeries. Between the destruction of
important texts and inscriptions, and the admitted dishonesty for Christian
texts, a scholar is faced with the unedifying task of investigating a religion
which, down to its roots, is riddled with lies and fakery.
Judaic religious texts
are renowned for their integrity and as Christianity likes to claim a Judaic
heritage, Christians may imagine that their own texts have the same integrity,
but this is demonstrably untrue. One of the two oldest codices of the New
Testament is Sinaiticus, which contains some 20,000 alterations, to become one
of the most altered texts in existence. We found also how Chrest was altered to
read Christ (right).
The archaeology we have for Chrest and Jesus Chrest is
for a figure of Greek magic, a Jesus Aberamentho with the head of a cockerel. The Jesus Chrest in the earliest gospels
is a fully-formed man, more in the traditon of Apollonius of Tyana than a deity
to be commanded to perform an exorcism. He is not first or second century, but
from the third at the earliest and probably the fourth. That brings us back to
the one gospel which is dated reliably: 280 +/- 60 years.
From whence
does the canonical Jesus Chrest derive? That is an easy answer, now we have the
period, for there is but one source: from the East, the Jesus Chrestos of Mani (ca 216-276 CE).
![Chrestos in opening of Mani epistle Kellis Mani and Authorship of the Canonical Gospels]()
A canonical
epistle by Mani, from a Coptic papyrus codex at Kellis, Egypt.
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Figura 13:
Jesus Abermentho mosaic at Brading Villa. 4th century.
I hope and expect that we will be able, by
looking within the Parthian Empire, to come to understand the Parthian Jesus
Chrest. The magical bowl inscribed with Chrest Magus was
made in Syria during the last years of the past era, and both Thrace and
Parthia have various historical characters taking the title ‘Servant of
Jesus’ in both the past era and the first century of the modern. We will look further, at a future time,
at how the Church
of Mani became the
Christian Church, but in short, it had to have been merged with the Religio
Romana, adopting many of its offices and adapting its rituals.
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I will argue that a likely medium to bring this
Jesus Chrest to Rome was one of Mani’s converts, Zenobia, who saw the story by
Josephus (taken from royal archives) for an angel visiting Monobaz while his
sister / wife Helen was pregnant with Izates (Angel), as part of her own
heritage.
The lack of archaeology for Christ and
Christianity, in contrast with the reliable archaeology for the Jesus Chrest of
Mani, then his conversion of Zenobia, forces us to look to Aurelian and his
principle of “one god, one empire”, which was later adopted to a full extent by
Constantine I.
This is a short period, with only a small
number of principal characters, including Constantius I and Helen, the forger
of Christian archaeology on a grand scale.
We will have to cast a critical eye at
‘Eusebius’ – of Nicomedia and of Caesarea – and the claims by the latter for
Origen (“child of Horus”), who, whatever he was, was not a Christian. (…) Christian tradition exists precisely
because it is not history; to pretend otherwise is both foolish and dishonest.
--
As confusões linguísticas cristãs geradoras de novos
conceitos místicos a contento dos teólogos continuaram como no caso dos
trocadilhos entre carisma e crisma quando em boa verdade o nome carismático de
Jesus messiânico deveria então ter sido Crismado e não Cristo.
O uso litúrgico repetitivo e massivo do salmo penitencial 51
(50 na versão LXX), usado como começo de uma antiga oração cristã repetida nas
liturgias de denominações católicas, luteranas, ortodoxas e anglicanas
contribui para reforçar e cimentar a ideia de que Xristos nada deveria
etimologicamente a Kurios por ser o nome messiânico de Jesus.
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Figura 14: Sarcófago do triplo “bom pastor”
das Catacumbas de St. Pretestato. O contexto retórico deste baixo-relevo é
dionisíaco e o resultado final uma celebração triunfal e paradisíaca das
vindimas.
Κύριε
ἐλέησον, Χριστὲ ἐλέησον, Κύριε ἐλέησον.
Kyrie eleison; Christe eleison;
Kyrie eleison.
«Eucaristia» = εὐ + | χαριστία < χαριστικός < Χάριτες
ó Karystos > Crestos
> Cristo
Seja como tenha sido a verdade é que envolta no conceito da
caridade a semântica do cristianismo existia em grego muito para além do
messianismo judaico que seguramente muito pouca gente gentia entenderia.
Por isso é pouco provável que existissem cristãos messiânicos
em Antioquia no tempo das primeiras pregações de S. Paulo e se a fama do
cristianismo romano era tão grande que espantou o próprio Paulo da epístola aos
romanos é porque o cristianismo que por lá andava tinha pouco ou nada a ver com
os judeus e era possivelmente um nome dado a alguma seita de adoradores de “deuses
bons”, de amor e salvação como Mitras, os cultos órficos e pitagóricos, de Dionísio Sabázio ou outros relativos a
deuses menores mas importantes enquanto deuses benévolos como Aristeus e Hermes Psicopompo ou Hermes Crióforo,
o “bom pastor”.
The most ancient dated
Christian inscription (Oct. 1, 318
A.D.) runs "The
Lord and Saviour Jesus the Good" - Chrestos, not Christos. This was
the legend over the door of a Marcionite Church, and the Marcionites were
Anti-Jewish Gnostics, and did not confound their Chrestos with the Jewish
Christos (Messiah) - Meade (Did Jesus Live 100 BC?).
"Claudio expulsó de Roma a los judíos convertidos en una causa
permanente de desórdenes a impulsos de un tal Crestos! – Suetonio, Acontecimiento que es recordado en los Hechos
de los Apóstoles. En el año 52 Pablo encuentra en Corinto a Aquila y Oriscila,
recién llegados de Italia: "Por haber decretado Claudio que salieran de
Roma todos los judíos" (Hch. 18,2)
Sintetizando
algumas das idéias expostas na obra célebre de Walter Otto, Dionysos, Mircea
Eliade mostrou que o filho de Sêmele é realmente o deus da metamórphosis
interna e externamente: bem mais que todos os imortais do Olimpo,
"Dionisio assombra pela multiplicidade e pela novidade de suas
transformações. Ele está
sempre em movimento; penetra em todos os lugares, em todas as terras, em todos
os povos, em todos os meios religiosos, pronto para associar-se a divindades
diversas, até antagônicas (...) Dionísio é certamente o único deus grego que,
revelando-se sob diferentes aspectos, deslumbra e atrai tanto os camponeses
quanto as elites intelectuais, políticos e contemplativos, ascetas e os que se
entregam a orgias.
Assim sendo o culto de Dionísio acabaria, mesmo contra a
vontade dos clérigos cristãos mais puritanos e judaizantes, por penetrar no
cristianismo emergente sendo este o principal responsável pela peculiaridade do
misticismo cristão em relação com os misóginos, formalistas e circunspectos
monoteísmo orientais. Muitos outros cultos e seitas disputavam seguidores
dentro do quadro geral de grandes expectativas religiosas do helenismo.
Figura 15: A verdade é que as mais
antigas representações paleocristãs das Catacumbas raramente representam a
Jesus dos evangelhos mas um Crestos, o Bom, deus anónimo e mítico que ora é um
Dionísio barbudo, ora um bom pastor que tanto se confunde com Orfeu como com
Hermes Crióforo.´
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Figura 9: Cristo como Orfeu. Catacumbas de
Pedro e Marcelo.
Entre os movimentos de maior êxito estavam os cultos orientais
de mistério, de enorme popularidade, favorecidos pela vinda de escravos do
Oriente, adoptados até mesmo por soldados romanos de ocupação. Entre esses,
destacam-se o de Ísis e Serápis, do Egito; Cibele e Átis, da Síria, e Mitras,
da Pérsia. Essas religiões, ao lado de outras expressões do próprio judaísmo,
favoreceram um notável sincretismo que incluiu sínteses de crenças radicalmente
opostas. Exemplo disso é a fusão de cultos naturalistas com o deus adorado por
Israel (Dioniso Sabázio, da Frígia, e o Kyrios Sabaoth).
Otro historiador grecorromano, Dion Casio, en su Historia Romana (LX,
6, 6), sitúa en el año 41 otra medida antijudaica de Claudio, que se diferencia
de la que relata Suetonio y la
Biblia: no se trató de una expulsión de judíos de Roma, sino
de una prohibición de sus reuniones, pues hubiera sido difícil expulsarlos de
la ciudad sin causar un tumulto. Se calcula que los judíos de Roma, antes del
año 70, bordearían los 20,000. Sea como fuese, parece que la expulsión no se
debió a una causa grave, por lo que fue sin duda revocada muy pronto, y
pudieron regresar a Roma. Cuando
Pablo visitó Roma hacia el año 61, existía allí una comunidad judía
floreciente.
O importante é que concluir que a eucaristia foi elevada a
sacramento com a evolução da mitologia cristã por ter passado a significar a
verdadeira caridade cristã em oposição aos ágapes de tradição dionisíaca que se
tinha desacreditado aos olhos do beatos pelo lado festivo e debochada que uma
igreja progressivamente acética, assexuada e misógina tinha lentamente tornado moralmente
inaceitável. Por outro lado, o termo eucaristia denuncia o reencontro da
cultura grega do cristianismo emergente com a verdadeira caridade cristã que já
não era de tipo judaico nem pretendia ir até ao comunismo zelota e que começava
a ser cada vez mais tão somente e apenas a compaixão esmolar que o equívoco
ágape de uma má tradução da Setptuaginta já não traduzia.
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Assim sendo, Jesus Cristo seria literalmente apenas o Bom
Jesus.
Comemorada no dia 6 de Agosto, a festa do Senhor Bom Jesus
remonta os tempos antigos da igreja do oriente. É o dia em que a igreja
católica celebra a Transfiguração do Senhor no Monte Tabor, para comemorar a
manifestação da Glória Divina, narrada no evangelho de São Mateus (cap. 17).
Acredita se que esta festa se originou entre os séculos IV ou V nas igrejas
orientais e foi adoptada lentamente pela igreja latina, não sendo mencionada
antes de 850 d.C. (Martirológio de Wandelbert, Gavanti. “Thesauros Litug”, II,
August). Foi adaptada na liturgia por volta do século X e celebrada
principalmente no dia 6 de Agosto. É celebrada em 27 de Julho na Gália e
Inglaterra. O papa Calixto III, em 1456, estendeu a festa à igreja do mundo
inteiro.
No Oriente bizantino a festa do 6 de Agosto, Santa
Transfiguração de Nosso Senhor Deus e Salvador Jesus Cristo, reveste-se de uma
solenidade toda especial. Essa festa é lembrada desde o século IV pelos santos
Efrém, o Sírio e João Crisóstomo e, entre os hinos litúrgicos, até hoje ainda
em uso entre os bizantinos ortodoxos e/ou católicos, muitos são de autoria de
São Cosme de Maiúma e de São João Damasceno. Já no dia anterior à festa se
evidencia a importância do evento em que aparecem a beleza primordial da
criação e o inteiro plano salvífico:
Kontákion da vigília (4º tom).
"Hoje, em tua divina transfiguração, a inteira natureza
humana brilha de divino resplendor e exclama com júbilo: O Senhor
transfigura-se salvando todos os homens.
(…) A teologia oriental insiste sobre a graça incriada,
participação na luz que envolveu o Cristo no Tabor,
Debaixo da retórica ortodoxa parece esconderem-se antigas
ressonâncias ebionitas que fazem remontar a deificação de Jesus Cristo como
folho adoptivo no acto do baptismo confirmado na transfiguração. Do mesmo modo
se encontram reminiscências gnósticas na transfiguração enquanto "graça deificante, emanação do Espírito
Santo que vem a iluminar a Esposa para torná-la nupcialmente conforme ao
Esposo" (…).
Seja como for existe algo nos textos actuais que escondem
mal a verdade. Se a tradição portuguesa galaico duriense consagra a forma do
culto do São Salvador do mundo e do Bom Jesus da Paixão é óbvio que isso se
deve a uma tradução literal do nome da festa de 6 de Agosto, da “Santa
Transfiguração de Nosso Senhor Deus e Salvador Jesus Cristo” porque
inicialmente seria de facto a festa nazorena da Transfiguração de Nosso Senhor,
O Santo Salvador do mundo, ou seja, o Bom Jesus, ou seja…Jesus Cristo.
Ver: BOM JESUS DO
MONTE (***)
AGAPE, ag'a-pe
(Gr. agapt, love), in ecclesiastical history, the love-feast or feast of
charity, in use among the primitive Christians, when a liberal contribution was
made by the rich to feed the poor. -- Encyclopedia Americana, Volume 1
And about your
laughing at me and calling me Christian, you know not what you are saying.
First, because that which is anointed is sweet and serviceable, and far from
contemptible. For what ship can be serviceable and seaworthy, unless it be
first anointed? Or what castle or house is beautiful and serviceable when it
has not been anointed? And what man, when he enters into this life or into the
gymnasium, is not anointed with oil? And what work has either ornament or
beauty unless it be anointed and burnished? Then the air and all that is under
heaven is in a certain sort anointed by light and spirit; and are you unwilling
to be anointed with the oil of God? Wherefore we are called Christians on this
account, because we are anointed with the oil of God. — Theophilus
In Bacchylides' description,
there appear to be two Aristaioses--the first and third are the Euboian
Titan-god [i.e. Hesiod's Astraios], the second and fourth are the Thessalian
rustic-god [i.e. the god usually described as a son of Apollon].
Karystos may have been identified with the
Euboian demi-god Sokos father of the Euboian Korybantes (whose number included
the Aristaios-like Kourete Melisseus). He may also have been associated with
the Titan Krios (literally the "Ram"), father of the Aristaios-like
Titan Astraios. Forms of the words sokos-karystos-krios were all used as
epithets of Hermes--"the strong one," "the herald,"
"the ram-"bearer. Karystos,
literally "the herald", might be the Euboian Hermes.
An army of divine
men and the secret army of Mithras,
Earliest reference
describes Christ as 'magician' Bowl dated between late 2nd century B.C. and the
early 1st century A.D
http://historyhuntersinternational.org/author/Admin/
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