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Na Mitologia Egípcia Ptah,
Tanen, Ta-tenen, Tathenen ou Peteh
é o deus criador e divindade patrona da cidade de Mênfis. É um construtor.
Ao contrário de Seker, outro deus construtor, Ptah está
associado às obras em pedra. Ápis era seu oráculo. Mais tarde, foi combinado
com Seker e Osíris para criar Ptah-Seker-Osiris.
Ele é marido de Sekhmet e, por
vezes, de Bastet. Seus filhos
incluem Nefertem, Mihos, Imhotep e Maahes. Em alguns mitos, é o criador de Rá. Nas artes, é representado como
um homem mumificado com as mãos segurando um ceptro enfeitado com
ankh, was e djed (símbolos da vida, força e estabilidade, respectivamente).
Ptah, egípcio ptḥ, provavelmente pronunciado
como Pitah em egípcio antigo.
Mais do que a relação significante de símbolos que seriam
a segunda leitura de artifícios formais consagrados pela rigidez das modas
ancestrais importa saber que resultavam do trabalho artesanal sobre um bastão
de idoso com poder de pastor que na origem teria sido um mero ramo rasgado
duma árvore, quiçá a mais primitiva defesa do homo erectus.
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As raízes semânticas dos símbolos do bastão de Pta podem parecer estranhas e obscuras
para a nossa linguagem mas o ankh reporta-nos para o deus criador sumério Enki, o Was para um dos seus nomes, Bes, esposo da felina Bastet, e o djed,
se não revela a raiz de origem pelo menos deixa transparecer a raiz que ficou
no verbo português de «jazer» em estabilidade tumular.
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Figura 1: Ptah na roda do oleiro criando o «ovo cósmico primordial de que
nasceu o pássaro Benu ou preparando o barro da criação do Homem ou o próprio
Rê, o sol!
Worshipped in Memphis from the
earliest dynastic times (c.3000 BC), Ptah
was seen as the creator of the universe in the Memphite cosmology. He
fashioned the bodies in which dwelt the souls of men in the afterlife. Other
versions of the myths state that he worked under Thoth's orders.
O lado criador de Pta
é, obviamente, a variante egípcia do patriarcado emergente.
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Existe portanto uma estreita relação de cumplicidade
cosmológica entre Toth e Ptah. A correlação ofídia da deusa mãe
com Ptah / Toth pelo étimo tan- pode ser descoberta precisamente na
relação étmica do nome de Ptah com o
nome da deusa Neith, a verdadeira
deusa mãe criadora do neolítico.
Memphis (Heb. noph,
moph, Copt. menphe,
memphi, Gr. Memphis). The first capital of united Egypt (c. 3200 B.C.) south of modern Cairo. Legend ascribes
the founding of the city to Menes, the traditional first king. The
original name of the city was "The White Wall." Later it was called Men-nefer-Pepi,
after the name of the pyramid of Pepi I of the Sixth Dynasty; it
is from this name that "Memphis" is derived. -- From The Alpha
and the Omega - Chapter
Four,by Jim A. Cornwell, Copyright © 1995, all rights reserved. "THE
REVERSE SIDE OF NARMER’S PALETTE (Fig. seen below),
THE UPPER, FIRST,
SECOND AND THIRD REGISTERS".
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Figura 2: Ptá forma com Sekhmet, sua esposa, e Nefcrtun, seu
filho, a Tríade Menfita
In
its third meaning, where physical seduction is present, Târâ is a buddhist mantra of the Mahâyana or Vajrayanâ sect. Here the mantra takes the form Om
Hrim Strîm Hûm Phat. The sound
symbol Phat is very important. It is an explosive sound and symbolizes the
piercing of the darkness by light. –
At
the epoch when Ptah and Neith were associated as the Great
Divine Pair, Egyptian priests and scribes enjoyed many verbal and written
play-on-words. They remembered that another name of Ptah was Ten (who was in
fact another old god of the earth, who was also confused with Phah - late Egyptian beliefs became
extremely complicated). The name Ten
was important, since it was symmetric of Neith
(Net): T-N and3 N-T. The scribes of this epoch wrote Ptah's (= Ten's) name with the hieroglyphs of scarab (T) and of
vulture (N), and Neith's name with
the hieroglyphs of vulture (N) plus scarab (T).
(...)
Ptah was a god of Memphis, the
old capital where the pharaohs were crowned. He was originally a god of the earth: ta was the Egyptian word for "earth." Ptah was also a
divine craftsman. These two characters enabled him to be attributed with the
modeling of man and woman from clay, as the scarab was a modeler of dung. The
scarab hieroglyph, in addition to kheper
and neter, could also be read ta
"earth" or "Ptah." In the Egyptian late period, Ptah was often represented as the older
Khepri, wearing on his head the
scarab who wrote his name. Hence, the scarab was another representation of Ptah, as was Ptah confused with
Osiris- god of the dead during that epoch.
Atena < Anath > Neit e
Ptah < Peteh < *Pete-co < Phtako > Ptá < Pitah < Phita ó *Phiat < Phiash
> Hid. (dyaus) Pitá.
*Pete-co < Phekeku < Kekiku ó Kikasku < Kiast > *Phiash > *Ki-at.
Neptuno < Ne-Phi-(A)tu(m)-no ó Ne-Phi |+ ur| -Atum(-no) >
Nefertem.
=>Ptah-nu > Ta-ten + an > Ta-ten-| < Tathen-| en.
> Haten
> Aten < Atum(no).
En la primera religión védica (previa a la religión
hinduista) Diaúsh Pitá o
Diaúsh Pitrí era el Padre de
los Cielos, esposo de Prituí (la Tierra) y padre de Agní (dios del fuego) e Indra (dios del cielo). Los detalles
del mito son confusos, pero parece ser que
Indra mató a su padre Diaúsh Pitá arrastrándolo
por un pie y haciéndolo caer desde el cielo (según el Rig-veda 4.18.12). En
este sentido Diaúsh Pitá sería la
contraparte del dios griego Crono (asesinado
por su hijo Zeus).
(…) Sus orígenes se pueden trazar desde el dios del cielo Dieus (en la
religión protoindoeuropea) quien aparece en el idioma griego como Zeus pater
(genitivo diòs, y acusativo día), en latín como Júpiter (IúPiter, que en latín arcaico era Iovis Páter: ‘padre del cielo’), en eslavo como Div, y en la mitología germana y
noruega como Tyr, Zir o Ziu.
Mas qual religião proto indo-europeia qual carapuça! Qualquer
que tenha sido a cultura que criou o mito que precedeu o Pitah egípcio e o Pitá védico
é mais arcaica que a civilização Egípcia
e, por isso, muito para além do que se supõe ser a origem do mito indo-europeu. Obviamente que o mito
indo-europeu só subsiste porque a catástrofe da Atlântida e o mito do dilúvio
destruíram os elos de ligação que existiram necessariamente entre as religiões
arcaicas e as grandes civilizações do crescente fértil porque de uma coisa não
há dúvida: a religião, como tudo o que é cultura, só floresce onde existe
prosperidade e fartura de meios ou seja, elevado nível de civilização como
parece ter sido o da mítica Atlântida mesmo baixando alguns graus o nível de
expectativa próprio de uma civilização real face à sua ideia mítica em
comparação com as que sobrevieram no crescente fértil! É óbvio que só o preconceito
anti-semita não deixa ver que a cultura dita proto indo-europeia não é mais do
que uma herança crioula dos povos dos subúrbios das grandes civilizações
minóica, do crescente fértil e da civilização do Vale do Hindu. De resto, tanto
o paradigma de desenvolvimento como de foco de origem não deixa margem para
dúvidas de que os centros de civilização partiram sempre dos impérios e
civilizações criados à volta e ou nas ruínas destas civilizações apenas a
partir da eterna apetência dos povos limítrofes que, embora menos civilizados,
eram por isso mesmo mais ambiciosos e aguerridos como se verificou sempre até à
ultima da invasões bárbaras.
Bom, é mesmo necessário provar que o Pitah egípcio e o Pitá védico
ou são a mesma entidade ou têm origem comum?
Se o Pitah egípcio
não era explicitamente o “pais do céu” bem o poderia ter sido porque era na
verdade seu sustentáculo enquanto Ax-pt!
Ver: OS DEUSES
OFÍDIOS (***)
Tomado
en su conjunto, el bajorrelieve se lee Pth-Ptah-.
Una forma de escribir este nombre muy corriente entre los juegos de escritura
del momento, es esta
que sirve de soporte, reconocible aún, a todos
los desarrollos y escenificaciones del
bajorrelieve. En esta escritura vemos al dios menfita en la función de Shu
como Ax-pt -"que
eleva el cielo", rasgo distintivo del dios creador y organizador que fue,
ya desde el Imperio Nuevo, asumido por Ptah
y generalizado después. El más acertado comentario sobre este criptograma nos
dice cómo los signos intentan describirnos la soberanía de Ptah, el dios creador, sobre su creación en la división, siempre
tripartita, que de ella hacían los egipcios: aquí, el cielo, (p), el espacio intermedio (H), y la tierra
(t), abajo. Todo lo cual es congruente con la hímnica y encuentra un eco en este
bajorrelieve, también a tres niveles.(...)
Consideremos, por
ejemplo, algunos versículos del gran Himno a Ptah del Museo de Berlín, nº 3048, de época ramésida, que nos
presenta a un Ptah con los rasgos
solares que habría de conservar desde el Imperio Nuevo hasta el final de la
cultura egipcia. En su función de Shu,
, ax-pt, tenemos aquí a la misma figura de nuestro
bajorrelieve por cuyos brazos se eleva en el cielo el sol, Ra, al que los
círculos menfitas trataron de considerar a toda costa, como a hijo de Ptah:
"Tú alejas el cielo
según su (de Ra)
deseo, sin cesar más alto, sin cesar más lejos.
El se eleva sobre tu cabeza y se pone sobre tus
brazos.
"Tus pies están sobre la tierra, tu cabeza en el
cielo superior.
Tú elevas la obra que has
hecho apoyándote solamente sobre tu propia fuerza,
elevándote a ti mismo por la
solidez de tus brazos.
El cielo está
sobre ti y la Duat
debajo de ti"
Se Ptah era Chu, que era Enki/*Kius
na Suméria... então,
Ax-pt = Ash-pit > *Chu-Phita > *Chu-Pite = Te-Shupi > Teshup.
«Áspide» <= Shupite + Ur > Jupiteur > Jupiter.
Ver: CHU (***)
Depois, se Diaúsh
Pitá foi morto pelo filho Indra,
os registos egípcios não referem explicitamente algo semelhante a respeito de Ptá
a verdade no entanto é
que os egípcios o representam como deus mumificado ou seja, como, morto como Ósiris.
Finalmente, se nem Sekhmet nem Bastet se
assemelham foneticamente à esposa de Diaúsh
Pita, Prituí / Pritiví, a verdade é que existem indícios de semelhanças
semânticas e fonéticas estranhas e insuspeitas entre Ptah-Tenen e Prithuí Tattua..
En el marco del hinduismo,
Prituí o Pritiví ou (‘Madre Tierra’) era el nombre de la diosa del planeta
Tierra y una diosa madre. Según una tradición es la personificación del planeta
Tierra, y según otra es su madre, siendo prithuí
tattua, la esencia del elemento tierra. (…)
Tatenen: (Tathen, Tanen, Tenen, Ten) "Exalted Earth". A primeval Egyptian earth-god who represents the mound (or hill) that
arose from the primordial water. He is represented with the horns of a
ram and wearing a crown with feathers. At Memphis
he was connected to Ptah (Ptah-Tenen) in his aspect as a creator
god, and also with Horus. As a
vegetation god, he could be portrayed with green skin.
Mesmo assim, Sekh-Met
partilha a ultima raiz com a primeira de Mata-Pri-tiví…e esta possivelmente a ultima com a primeira
daquela!!!
Mata-Pri-tiví < Ma-at > Mut | Phry
< | Kur-Kiki > Mut (Kur)-Kiki.
Sekh | Seshe | < Keke- | Met
< Mut | > Keke Mut = Mut (Kur)-Keke.
Tenham sido as voltas que a fonética tenha dado a verdade é
que sendo ta = «terra» então ta-ten-en (redundância enfática de Taten) seria evolução de *Ki-at-An
de que acabaria por derivar o nome de Ptah!
Tanen < Tan-an, lit. “deus
das cobras” ou “deus cobra (macho)”.
Sekh-met < Kiki-Amat.
Por outro lado, Tanen
não faz mais do que relacionar este deus com as deusas felinas das cobras e
do primeiro fogo Bast / Bastet e depois Sekh-met, se é que esta não é uma mera variante semântica daquela.
Obviamente que o lado leonino de Sekh-met, suavizado em felino por uma bebedeira de cerveja,
corresponde à tradição da Grande Deusa Mãe guardada pelos dois leões das portas
do sol, da tradição neolítica e anatólica.
Por fim, é óbvia a
inderterminação insanável, senão no plano da plenipotensialidade mítica pelo
menos no do paralelismo da mitologia indo-europeia, de Iovis
Páter / Indra ter morto seu pai Saturno / Diaúsh Pitrí.
In the nineteenth
century Friedrich Creuzer claimed, based on Herodotus, that the Kabiroi
were the seven planetary rulers, the sons of Phthas-Zeus, the primordial
father: a "one into seven" augmented hebdomad. Against him, F. W. J.
Schelling (Brown, ST) argued that they were an ascending series, of which Zeus
was the culmination: a "seven into one" augmented hebdomad. "They
were thought to be magicians who guided the transcendent world into everyday
reality" (Pagel & Winder 1969, 125), much as the Astral Woman does.
(There is a passing reference to the Kabiroi in Goethe's alchemically-inspired
Faust, Part II, ll. 8071-7.)-- Pythagorean Tarot homepage.
Pois bem, existe ainda a possibilidade de Pth / Ptah poder ter sido *Phaut
ou Pauth > Paut em relação com o étimo grego da água, Pot-.
Esta via passaria por Pha-, raiz
grega da luz dos faróis e do nome do deus protágono, Pha, seguramente o mesmo que
Ptah.
*Kiat-An => Phiat, Ptah < Phah
< Phat < *Phiat
> Phiot > Thot, a lingua de Ptah > *pot- .
> Wiyot
The Pueblo Indians and the Luiseños turned
migrants in imitation of the Twins. They thus attempted to reach the Center of
the Earth where their god, Wiyot, had hidden himself after he died. Wiyot
was the first of all men to die, and his death taught his people the
example. In fact, Wiyot later resurrected as the New Moon, and became immortal.
-- Twin
Myths from around the
world, Rachael Ndi.
Duma forma quase enternecedora descobrimos, pela análise
etimológica comparada das mitologias, que restos de crenças arcaicas podem ter
sobrevivido em mitologias recolhidas em tempos recentes muitas vezes
reportando-se a crenças anteriores aos panteões mais antigos da idade
histórica. Assim, confirmamos que a mitologia Egípcia recolhida nos textos
escritos que nos chegaram terá sido intensamente deturpada por um processo de
digestão intelectual levada a cabo por sucessivas gerações de hordas de sacerdotes
imaginativos que em vão procuravam entender à luz dos tempos do antigo Egipto
um passado arcaico importado de origem incerta.
O facto de Ptah aparecer representado mumificado como Osíris comprova que estes terão sido originalmente o mesmo deus que deu origem
ao Wiyot do mito navajo levado para além-mar (com todas as crenças
comuns do mediterrâneo oriental, particularmente a mumificação) por marinheiros
mediterrânicos, fossem porque perdidos em naufrágios no mar Atlântico, fossem
porque ali chegaram premeditadamente, quanto mais não forra em busca do túmulo
do sol poente do mesmo deus de morte e ressurreição ou fugido à desgraça da
terra natal.
A correlação de Ptah com Osíris é tão imperativa quanto a do boi Apis com Mnevis, por exemplo.
Fosse como fosse, o conceito de Pot, se não andou directamente relacionado com Ptah andou relacionado com o «poder» mítico que veio a degenerar no
poder comum da tradição latina.
(Spelled paut in earlier textbooks.) The natur are most often encountered in
groups or families, known as Pot,
and referred to in translation as the "pantheon or Ennead of gods." Pot is translated, most simply, as
"bread," although bread is only the beginning of the meaning of Pot. It is one of the most complex
concepts in the ancient world. The Pot
is expressed in terms of two groups of natur, known as the "Lesser and
Greater Pot." The Greater Pot consists most often of Osiris, Isis, Ra, Thoth, Horus, Sutek,
Nepthys, Shu, and Tafnut in
various combinations. The group comprising the Lesser Pot varies more in personnel, but the basic premise is that the
divine forces of the soul interact and work together within the world. The
Greater Pot are the divine metaphors
of the living soul within; the Lesser Pot
are of the space/time world in which the fleshly garment of the soul lives.
(...) These mysterious relationships of bread, clay, and flesh are the basis of
the bread metaphor of The Pot,
the holy pantheon of The Children of The Sun. The echo remains today in our
word for such clay vessels: "pottery."-- .
O autor do texto, , mantém entanto a sugestão de que o conceito
teria andado relacionado com algo que tanto podia ser relativo aos «potes» de
barro como com o seu conteúdo aquoso, tal como o sugere a tradição grega. Em
qualquer caso, a figura 2 não
deixa de ser elucidativa ao referir Ptah
como um deu “paneleiro” e criador, ou seja com características que o
colocam na esfera de Enki de tal
modo que Ptah + Poth º Enki.
Em capítulo próprio se desenvolverá o conceito do étimo pot- relativo ao nome dos deuses da
água com que Ptah andou relacionado,
como o revela o nome da estranha divindade compósita Ptah-Nu,
, de que derivaria Neptuno!
Ver: NEPTUNO (***)
«Egipto» < Gr. Aigyptos <= *E-ki-Pht-us.
Na verdade, Egipto
significaria *E-ki Phitus, literalmente «terra do santuário de Phiat / Pta. Pois bem, como é possível pressupor que Pitom = Phi Atum < Phiat An, é
seguro que estamos perante formas fonéticas do nome do deus cobra solar e
campeão da Terra Mãe, criador primordial da cosmologia Heliopolitana.
Atum
Primeval Egyptian god, creator of heaven and earth. Evening aspect of the sun
god Re, representing the setting
sun. The two were later syncretized as the god Atum-Re. His principal cult center was at Heliopolis. He was represented by the black
bull Mnevis, bearing the the sun
disk and uraeus (snake) between its horns.
De resto, como *phi-a-tan
(Ki ash an) significa, por sua vez,
literalmente fogo «sexual» do céu sobre a terra é obvio que estamos em presença
dum deus fálico em cujos símbolos se tropeça por todo o lado no Egipto. Segundo
alguns autores este deus fálico seria Ptah.
Apis - An early
deity, probably the best known Egyptian deity represented only as an animal,
and never as a human with an animal's head. Apis was most closely linked with Ptah, and his cult center was Memphis. He was primarily a deity of fertility. He was represented
as a bull crowned with the solar disk and uraeus-serpent. A sacred Apis bull was kept in Memphis, and
there is a great mass burial of Apis bulls, the Serapeum, located there.
Assim, por intermédio de Apis e Mnevis, Ptah era Osíris que, sendo o Nilo e o
Oceano, era Enki e Urano.
Para os clássicos ele foi identificado com Hefesto por meras razões superficiais
de culto, porque sendo um deus “paneleiro” e criador era também arcaico e primitivo
como caberia a um deus do fogo. Mas também a fonética o indiciava!
Hefesto < Ke-phi-| asto < Ash < At
| < Ki | Phiat > Pta.
'This god, they say,
puts forth from his mouth an egg, from which is born a god who is called by
themselves Phtha, but by the Greeks Hephaestus; and the egg they interpret
as the world. -- Praeparatio Evangélica, Eusebius Pamphili of Caesarea.
Ptah < Phtha < *Phiat ó Pot-
ó *Ki-ast ó Kaka-ish > He-Phaisto > Hefesto.
> Vesta > Hesta.
Ver: O MITO DO
PARAISO PERDIDO (***)
The possible
meaning of Ptah’s name comes from a Hebrew word meaning to open (path) – Ptah opened mouths of gods and
kings as well as the dead. He is also a sculptor (Hebrew: pittuah – the thing made). However, these
verbs appear much later and scholars are divided regarding the etymology of
Ptah.
Obviamente que o nome de Ptá nunca poderia derivar do Hebreu
porque neste assunto a ordem cronológica dos eventos é inversa. No entanto é
bem possível que os termos hebreus derivem do nome deste deus que possivelmente
criaria com a mera acção da palavra ou seja, abrindo a boca. Assim, uma dos
nomes perdidos deste deus seria Ftá / do “Fiat Luz” e então seria próximo da
«nafta» e de Néftis com quem teria feito parelha em época arcaica como Ísis
fez com Osíris explicando-se assim a semelhança de ambos estes deuses mortos e
mumificados. Osíris ficaria reduzido ao olhar do sol que cria, guarda e tudo vê
enquanto Pta / *Ftá seria o deus
lunar da boca que fala e tudo cria!