SOL
dá que pensar
14 Abril 08 09:21

Gosto de saber que ainda há gente com "tomates" para denunciar situações que afectam, directa ou indirectamente, a nossa vida e o nosso bem-estar.

Não sendo afecta ao Pcp devo, no entanto (e porque o faço a qualquer facção politica que intervenha com qualidade), devo transmitir-vos uma intervenção que alguns teimam em não dar eco.

Porquê? Porque o sistema de interesses não o permite, ou, simplesmente, porque têm interesses e é necessário abafar a voz dos que lutam contra as injustiças.

por isso, vou publicar aqui o texto que amalvelmente me foi enviado para reflectir:

promiscuidade entre o poder político e o poder económico
Quarta, 09 Abril 2008
hemiciclo.jpgBernardino Soares, na declaração política realizada na AR, afirmou que «se há matéria em que se acentua a descredibilização do regime democrático, ela é a da evidente e escandalosa promiscuidade entre o poder político e o poder económico. A situação a que chegámos não pode deixar de merecer uma forte intervenção de todos os que prezam a independência do poder político e a soberania popular.»

 

 

Declaração política sobre a escandalosa promiscuidade entre o poder político e o poder económico

Intervenção de Bernardino Soares na AR

 

Senhor Presidente,

Senhores Deputados,

 

Se há matéria em que se acentua a descredibilização do regime democrático, ela é a da evidente e escandalosa promiscuidade entre o poder político e o poder económico.

 

 

A situação a que chegámos não pode deixar de merecer uma forte intervenção de todos os que prezam a independência do poder político e a soberania popular. De facto, e ao contrário do que diz a Constituição, em Portugal cada vez mais o poder político se subordina ao poder económico.

 

É ao contrário. Progressivamente e de uma forma avassaladora o que vemos é que é o poder económico que determina muitas das decisões do poder político, orientando-as em seu favor.

 

 

Não se trata apenas do caso, com evidente relevância e significado, do ingresso do ex-ministro das obras públicas e dirigente do PS, Jorge Coelho, numa das maiores construtoras nacionais. Trata-se antes de uma prática reiterada e vulgarizada, bem patente no facto de metade das empresas do PSI-20 ter ex-governantes nos seus órgãos sociais.

 

É uma matéria em que se aplica uma espécie de Tratado de Tordesinhas entre o PS e o PSD, com umas abertas para o CDS, como ainda há pouco ficou patente nas exigências do Presidente do PSD sobre o poder na CGD.

 

Podíamos estar aqui durante longos minutos a desfiar exemplos, assim permitisse a memória.

 

Por exemplo de outros ex-ministros das obras públicas. Um é hoje administrador de uma empresa a quem adjudicou uma valiosa e leonina concessão; outro passou para a GALP, depois para a EDP.

 

 

Para a banca é um ver se te avias:

 

Um ex-ministro da presidência justiça e defesa, um ex-secretário de estado da presidência, um ministro-adjunto, entre outros, todos para o BCP.

 

Uma ministra das finanças e um ministro da presidência e da defesa para o Santander.

 

Um ministro-adjunto, um ministro do comércio e uma ministra da justiça para a CGD, para além de vários secretários de estado.

 

Vários ministros e secretários de estado para outras instituições como o BES ou o BPN ou Banco Privado Português.

 

Um secretário de estado da saúde para a administração do Hospital Amadora Sintra cujo contrato negociou.

 

Um secretário de estado da energia para a REN a privatizar.

 

Um secretário de estado que passou a gestor do Grupo Mello, fazendo um breve intervalo de três anos como ministro da saúde, para aí regressar, sendo este o principal grupo privado da saúde.

 

Um ministro do desporto e da administração interna na GALP.

 

Um ministro das finanças e secretário de estado adjunto do primeiro-ministro na Iberdrola, Prisa/mediacapital, entre outras.

 

E podíamos continuar com referências a situações nesta própria Assembleia, sobre a profusão de cargos e consultorias em seguradoras, bancos, grupos económicos da saúde e da área social, casinos, empresas de comunicações e tudo o mais que se esconde nas sociedades de advogados. Até temos um deputado porta-voz de um partido, e logo o mais representado, que é provedor das empresas de trabalho temporário e defende, claro está com toda a independência, que a legislação laboral devia ser ainda mais liberalizada.

 

 

Com tal panorama, multiplicado por diversos níveis de poder, não admira o Estado a que o país chegou, com a profusão de decisões lesivas do interesse público tomadas por sucessivos Governos.

 

São os sucessivos processos de privatizações sempre favorecendo os adquirentes que muitas vezes nada pagaram ou pagaram com o dinheiro do Estado. É a entrega de empresas fundamentais para os serviços públicos a grupos e accionistas privados.

 

É a escandalosa impunidade da banca no aumento dos lucros e diminuição de impostos pagos.

 

É a subordinação do Estado ao domínio informático da Microsoft, que acabou por exemplo rapidamente com as veleidades de um secretário de estado da justiça que queria, imagine-se, aproveitara as vantagens do software livre.

 

 

Temos a entrega da rede viária e da Estradas de Portugal às grandes construtoras.

 

Temos a concentração de obras nas escolas em grandes pacotes para que só as grandes construtoras tenham acesso a eles.

 

Temos o processo dos PIN e das regiões de turismo desenhadas à medida dos interesses de projectos turísticos e imobiliários.

 

Tivemos a tomada de posição na GALP pelo grupo Amorim financiada pelos lucros que lhe seriam devidos no futuro enquanto accionista, entretanto convenientemente garantidos.

 

Temos a repartição entre quatro ou cinco grupos económicos das parcerias público-privadas da saúde, com elevados prejuízos para o Estado.

 

Temos a Lusoponte a reivindicar direito a receber indemnização se o Estado quiser construir nova ponte em Lisboa.

 

Temos um governo que vai desmantelando a ADSE e os direitos dos trabalhadores da administração pública e depois suporta financeiramente o Hospital da Luz com uma valiosa convenção.

 

Temos um QREN que com um gestão altamente centralizada deve estar já no fundamenta repartido ou em vias de repartição pelos grandes projectos dos grupos económicos.

 

 

Etc., etc., etc..

 

É evidente que há melhorias a fazer na legislação como o PCP já propôs.

 

É ridículo que a limitação de ingresso em empresas das áreas que se governou só se aplique por três anos e apenas nos casos em que tenha havido privatizações ou benefícios directos financeiros e fiscais.

 

Mas não há legislação que evite por si só comportamentos e decisões contra o interesse nacional.

 

Esta situação de promiscuidade mina os alicerces do Estado democrático, compromete a independência de decisão e dá justificadas razões para que o povo esteja descrente nos partidos que alternam a governação.

 

Pela nossa parte não pretendemos dar lições de moral. Não Srs. Deputados. O que queremos é dizer com toda a clareza que estamos perante um continuado ataque ao interesse público nacional.

 

 

É por causa destas decisões e da política de favorecimento dos grandes interesses económicos que se agravam as desigualdades. Há dinheiro para tudo isto que atrás referi, em que se consomem muitos milhões de euros. Mas nunca há dinheiro para salários, para reformas, para investimento em serviços públicos, para as pequenas e médias empresas.

 

Não é possível calar a voz da indignação perante "o estado a que isto chegou", perante a colonização do Estado e dos seus recursos e decisões pelo poder económico privado. E afirmar com determinação que isto não pode continuar.

 

Disse.

Publicadopor aljubarrota | 2 Comentário(s)    
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Alcobaça- terra se paixão - para quem?
16 Janeiro 08 12:36

Começo por pedir desculpas a todos os amigos e visitantes dos meus blogs por esta minha ausência.

Esta deve-se, em grande parte, a compromissos profissionais e, també, confesso, a uma grande desilusão pela apatia que o povo demonstra face ao modo como o nosso concelho vem sendo governado.

Eu não sei se  a maior parte da população está desatenta, apática ou apenas desiludida com os aproveitamentos políticos que vão sendo feitos em torno de problemas muito sérios para o nosso concelho e, até mesmo, para toda a região oeste.

Apenas sei que tudo é permitido, que se vão batendo com as portas a determinadas negociações, que a ditadura, a censura e a falta de educação se instalaram aos mais altos níveis políticos e autárquicos nesta zona e que as pessoas só se movem por interesses pessoais.

Muitos podem achar que isto é pura má língua, mas não é!:

  • Temos um vereador da oposição que diz que temos de deixar governar em paz os que foram eleitos para depois os podermos criticar. – isto é uma nova forma de fazer oposição ou não lhe resta tempo para fazer um papel de oposição decente após ter lido todos os jornais durante as sessões?
  • Temos um senhor (que ainda não percebemos se é presidente ou porta-voz do movimento anti- tgv de Alcobaça, de Alcobaça ou exclusivamente da Benedita?) que esteve calminho até à decisão do estudo de impacto ambiental e que, agora, que estamos numa de aproveitamento politico, aparece com ares de quem sempre esteve na linha da frente a defender o concelho. -  Dele, vai-se preparando a imagem para a sua ascensão politica.  Puro interesse pessoal!è pena que, só agora, venha com um discurso sobre o que realmente vai ser afectado pela passagem do tgv. E, pior, se realmente este movimento visa ser o movimento anti-tgv de Alcobaça, então, o que se passa? O tgv passa pela Benedita, chega a Turquel e volta para trás? Vai dar a volta nalguma rotunda que não conhecemos? Então não passa por Aljubarrota? Onde está a defesa de Aljubarrota para este movimento que parece só ter porta-voz e que só agora parece ter voz?
  • E onde anda o presidente da junta de Turquel? Porque esteve calado quando deveria ter estado ao lado do povo na marcha lenta organizada pelo movimento ATAC? Bom, decerto deveria estar muito ocupado com a trial de Alcobaça, será? E terá participado neste evento? Com que jeep, se o que ele usa é de todos nós que pagamos impostos?Será porque conhece bem as negociações que possam estar a ser feitas nas costas dos cidadãos? Isto terá a ver com um terreno de Turquel que é atravessado pelo tgv e que todos sabem a quem pertence? Será que este grande presidente se esqueceu do juramento que diz ter feito à bandeira nacional e da lealdade para com quem o elegeu? De facto, há alturas na vida em que determinadas pessoas conseguem esquecer muita coisa e que os faz esquecer promessas, até mesmo as de NUNCA VENDEREM AS SUAS FREGUESIAS.
  • Temos um vereador que faz promessas e que, depois, porque o seu traseiro está em riscos de arder, chama mentirosos aos cidadãos a quem fez promessas! E isso faz-me recordar um pecado que cometi – eu também prometi votar neles nas própximas eleições– estou na moda! – tal como este vereador, eu também estou, neste caso, a mentir! Chiça, nestes é que eu não votava mesmo, mas também o meu voto não é importante porque eu não sou nem de Pataias, nem de S. Martinho e nem mesmo da Benedita ( e só estes votos contam!) – eu sou apenas daquela freguesia, lá muito esuqecida de Alcobaça e que só vai voltar a ter importância se houver uma nova batalha ou se realmente se descobrir petróleo.
  • E depois, temos um presidente que goza com os deputados da oposição, diz as maiores bacoradas (já passou à frente do Bush!), que quando não gosta do que dizem sobre ele chama essas pessoas de MOSQUITOS  e diz para uma cidadã : A SENHORA NÃO FALA COMIGO PORQUE EU NÂO QUERO, e que bate com a porta à RAVE durante as negociações para, agora, vir para a praça pública dar ares de grande vitima e dizer: “eles não cumpriram a promessa de nos consultar primeiro” – estará a gozar-nos ou isto é apenas um caso de demência politica?
  • E temos uma comunicação social que apenas faz o que a caneta laranja da censura lhes permite, senão vejamos:

 

Quem teve a ideia de colocar pendões com as casas, terras e vilas de Alcobaça á venda por causa da passagem do tgv? – foi a ATAC!

Quem promoveu sessões de esclarecimento sobre os problemas deste rasgar do concelho? – Foi a ATAC!

Quem teve a ideia de se fazer uma petição a ser entregue no parlamento sobre este assunto? – Foi a ATAC!

Quem tem feito esforços para contactar especialistas em diversas áreas (história, comunicações, ambiente, espeleologia, arqueologia, sociologia, etc) para elucidar a população? – Foi a ATAC!

 

E quem aparece na comunicação social como sendo o pai da contestação? – o porta-voz de um movimento que se diz anti-tgv de Alcobaça.

 

Epa, eu acho que já vi este filme antes – só passa para a comunicação social o que der jeito aos governantes e aos que pretendem vir a sê-lo, um dia…

 

 

 

Vou lançar-vos um passatempo – adivinhem quem são as seguintes personagens do nosso TEATRO POLITICO:

1.      Há um presidente de junta que ambiciona ser o nº 2 da câmara municipal

2.      há uma cavalheiro que pretende protagonismo para, nas próximas eleições puxar o tapete ao sapinho

3.      há um outro senhor que vai lendo as noticias nos jornais, talvez para saber mais sobre o Brasil e sobre a necessidade de voltar a ir dar uma volta com a sua mala de cartão

4.      há um outro que ambiciona ficar com o lugar que,  hoje, é daquele que quer puxar o tapete do sapo

5.      e ainda há o outro que por ser vice-qualquer coisa também ambiciona o lugar do sapo

 

Todo este texto é única exclusivamente, não só da minha autoria como também da minha responsabilidade

Publicadopor aljubarrota | 0 Comentário(s)    
TVG a destruir a vida das gentes de Aljubarrota
29 Setembro 07 02:00

Até hoje, ainda não me tinha pronunciado sobre o TGV e sobre as linhas de passagem deste por Alcobaça.
Isto deve-se ao facto de, tal como a maior parte da população do concelho, não estar informada o suficiente, quer sobre os traçados possiveis, quer sobre os impactos negativos que isso iria ter para o nosso concelho e, em particular para as gentes de Aljubarrota.
Agora estou!

Meus amigos
Não sou filha de Aljubarrota mas adoptei-a e creio que, de alguma forma, esta terra também me adoptou e isso, dá-me legitimidade para defender as suas causas e dar, aqui, voz a centenas de pessoas que serão afectadas pela ambição cega de sair da cauda da Europa e de mostrar, lá fora, o que não conseguem mostrar cá dentro.

Vamos ser sérios e pensar no nosso país em primeiro lugar e deixar para segundo plano a "tentativa de ficar bem na fotografia da Europa".

Antes de vos dizer as razões que me levam a ser contra TODO E QUALQUER TRAÇADO que passe por Aljubarrota, deixem que vos lembre o seguinte: Aljubarrota e Alcobaça, em momentos dificeis e decisivos da nossa história, foi forte o suficiente para lutar pelos seus direitos e por Portugal - É HORA DE MOSTRAR QUE AINDA O SOMOS!

Ainda está na nossa mão, até ao dia 3 de outubro, mostrarmos a nossa discordância em relação à passagem do TGV nas nossas terras, nos traçados que nos foram impostos.
Tal como fizeram as nossas juntas de freguesia e hoje, a assembleia de freguesia de Prazeres de Aljubarrtoa (a assembleia da junta de S. Vicente só se realiza amanhã e do resultado desta, também vos darei conhecimento, em primeira mão), também nós podemos fazer alguma coisa por Alcobaça em geral e, por Aljubarrota em particular: mostrar por escrito, as razões da vossa indignação e discordância do projecto.

Posto isto, passo a enumerar alguns dos problemas que podem advir da passagem do TGV pelas nossas freguesias de Aljubarrota:

  • Muitas casas da Lagoa do Cão, Olheiros, Ataijas, Cadoiço, Casais de S. Teresa, Carvalhal, Casal do Rei, Moleanos, etc vão ser destruidas ou afectadas
  • vão ser expropriadas (e decerto nunca pelo justo valor) casas e terrenos a 90 m da passagem do tvg
  • as grutas históricas do carvalhal de aljubarrota vão estar em perigo e vamos deixar de poder estudar mais sobre a história , não só de Aljubarrota, mas da própria humanidade
  • a centenária capela de s. joão baptista, uma das mais antigas do país e classificada como património nacional vai sucumbir face ás escavações
  • zonas verdes, aves migratórias e o coração de oxigénio das nossas freguesias vão ser destruidas
  • a radiação vai acelerar problemas cancerigenos nas nossas populações
  • o impacto sonoro vai afectar até 150m da via
  • na Lagoa do Cão o tvg vai atravessar a única parte onde era possivel contruir ( a restante estava em pdm)
  • a economia da região, que se baseia em 80% (nada importante, pois não?), e que diz respeitoà extracção de pedra vai ser afectada
  • O concelho vai ficar dividido em 2
  • Quase 70% dos casais de S. Teresa vão ser destruidos

e mais irei divulgando sobre as razões que me levam a estar contra a passagem deste desnecessário investimento, consoante as informações técnicas me forem chegando.

 

Mas, não quero deixar de vos colocar algumas questões sobre o assunto, para irem pensando:

  • vale a pena fecharem-se escolas e maternidades por falta de verba para, depois, se gastar tanto dinheiro num transporte de alta velocidade?
  • a quem serve este tipo de transporte?
  • que lobbies estamos nós a ajudar?
  • vocês que passaram uma vida inteira a juntar um dinheirinho para, com suor, lágrimas e sofrimento, terem uma casita ou um pequeno terreno, vão deixar que, alguns senhores, com o rabo bem sentado numa cadeira do poder, vos tirem tudo o que vos custou a ganhar?

Meus amigos

se este meu artigo, vos chegou às vossas casa e vos indignou (como me indignou a mim e, note-se - a minha casa não é afectada!), então, por favor, dirijam-se à vossa junta de freguesia e lá, terão todas as informações que vos permitem lutar contra esta injustiça.

 

Façma-no já na próxima segunda-feira, não deixem de lutar pelo que é vosso, ou... do vosso vizinho!

 

Não baixem os braços! Mostrem que PODEMOS REPETIR A HISTÓRIA DA PADEIRA DE ALJUBARROTA - TEMOS A FORÇA DA RAZÃO E NINGUÉM NOS PODE VENCER!

Publicadopor aljubarrota | 0 Comentário(s)    
o amor de Pedro e Inês - já em livro para os pequenotes
22 Abril 07 06:52


O dia 18 de Março, foi um dia especialmente alegre para os que visitaram o nosso belíssimo Mosteiro de Alcobaça.
Mais uma vez, o director desta bela maravilha de Portugal mostrou o grande amor que coloca em tudo o que diz respeito à nossa história.
Grande visão tem o Dr. Rasquilho! De facto, a nossa história deve começar a ser contada aos pequeninos.
A ideia de lançar a história de Pedro e Inês num livro para os mais novos foi um pontapé de saída para começar a incutir o amor pela nossa Pátria aos mais pequeninos.
Daí que, este dia tenha sido tão importante. Começou com o mostrar dos túmulos (com o cuidado de colocar degraus que permitissem mostrar a parte de cima) e continuou com a contagem da história na sala do Capitulo.
O Dr. Rasquilho até parecia uma criança grande, de tal forma estava empolgado no meio da pequenada.
O livro “O Amor de Pedro e Inês”, de leitura simples e aspecto agradável, foi elaborado por 3 jovens talentosas: anda Furtado Marques, Susana Silva Silva e Inês de Sousa Ferreira.
Depois de uma sessão de autógrafos, a história foi contada, ao vivo, pelas suas autoras a uma imensidão de gente que se encontrava na sala.
Nomes como o Doutor Jorge Sampaio (historiador), Rogério Raimundo (professor e vereador da Cma), Alcina Gonçalves (vereadora da cultura), Manuela Pombo (presidente da junta de freguesia de Alcobaça e o Dr. Paulo Inácio (presidente da assembleia municipal e advogado) marcaram a sua presença neste evento.
Mais uma vez o director de um dos monumentos candidatos às sete maravilhas de Portugal, demonstrou que este mosteiro pode ser um espaço vivo e virado para a cultura

Lúcia Duarte
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S.A. Marionetas
22 Abril 07 06:51

S.A.Marionetas – parabéns!




Temos estado em falta com esta maravilhosa companhia. Mas estamos sempre a tempo de reparar e de divulgar o que de bom se faz em prol das artes.
Eles são a prova disso mesmo e 10 anos… é muito tempo!
No dia 21 de Março, tive o prazer de assistir à “padeira de Aljubarrota” contada pelas marionetas desta companhia.
Foi hilariante! Nem tenho mais palavras para descrever este magnifico espectáculo.
O vereador Rogério Raimundo esteve presente na sala e também se mostrou muito agradado com o espectáculo.
Sentimos, no entanto, a falta de alguém do pelouro da cultura na comemoração deste 10º aniversário.
Tenho a agradecer a simpatia e a disponibilidade com que me receberam e me contaram várias histórias de espectáculos anteriores, ao mesmo tempo que, com um brilhozito nos olhos, José Gil, ia falando dos projectos para o futuro.
Mostrou-me uma parte do espólio da companhia e, até os bastidores.
Não posso deixar de vos transmitir, no entanto, o mal-estar que sinto quando, me apercebi que, esta companhia, com raízes em Alcobaça e reconhecida internacionalmente, não foi convidada (até esta data) a participar na feira medieval de Aljubarrota com a peça que acima vos referi.
Mais sorte vai ter a medieval de S. Maria da Feira, pois vai contar com a presença destes artistas!
Vamos dar mais valor ao que temos de bom no concelho de Alcobaça?
E, mais uma vez parabéns e muito obrigado aos SA Marionetas!

Lúcia Duarte

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vamos todos ao mosteiro de Alcobaça ver o painel romano de Cós
22 Abril 07 06:49







Mais uma vez o Dr. Rasquilho marca pontos na divulgação do nosso Mosteiro e nas belezas do nosso concelho.
O bom entendimento de trabalho entre a direcção do mosteiro e a câmara municipal de Alcobaça permitiu, num dia só, dois feitos que marcarão, decerto, a cultura da região.
Estamos a falar do dia 30 de Março em que, em cerimónia realizada no mosteiro se assinou um protocolo entre o presidente da câmara, o director do mosteiro e o presidente do Ippar e que permitiu que o espolio bibliográfico de vieira natividade (encontrado nuns caixotes, numa das salas do mosteiro), fosse entregue à guarda e manutenção da biblioteca municipal.

Mas o dia não acabou aqui em matéria de divulgação da nossa história e da nossa cultura: às 18.30h, tivemos o privilégio de ver abrir a porta da na sala dos Reis para a apresentação pública do painel romano, que se encontrava em reserva no Museu de Arqueologia de Lisboa.
Este painel que apareceu em Cós, em 1902, quando se plantava uma vinha é de grandes dimensões.

Foi-nos dado saber que, o que podemos ver no mosteiro, hoje, é cerca de uma quinta parte da obra.
Rui Rasquilho salientou a importância da civilização romana na nossa zona e congratulou-se com a disponibilidade do museu e da câmara, permitindo mostrar a todos os visitantes do mosteiro tão magnífica obra de arte.

Alcina Gonçalves, vereadora da cultura, tomou da palavra e começou por enaltecer a abertura do director do mosteiro para a criação de eventos e parcerias com a câmara municipal – “só assim podemos fazer alguma coisa!...” – foram as palavras da vereadora.
Disse-nos, também, que tem consciência de que já não é possível reavermos este painel para terras de Alcobaça mas agradeceu o facto de ter sido possível tê-lo por cá, mesmo que, temporariamente.

Do museu de arqueologia, tivemos a simpática presença da Dra Ana Isabel Palma Santos que nos contou a história do painel de azulejo.

Referiu que se deve a Leite Vasconcelos o facto de podermos, hoje, admirar este painel.
Quanto ao tamanho do painel, elucidou os presentes ao dizer que, existem, ainda muitas peças a ser restauradas por técnicos credenciados.
Há textos que apontam para a existência de um segundo painel e, até mesmo de um terceiro.

Importante é a técnica que está a ser usada no restauro do pavimento: inovadora, em material sintético e amovível, o que permite que, a qualquer altura, se possa ter acesso ao estado original, o que facilita que, daqui a alguns anos, se se descobrir outro tipo de intervenção mais especifica, não se destruam partes da peça ao remover a técnica agora utilizada.

O painel, tem um simbolismo solar e aquático e, na parte central, encontramos a figura de Apólo

Resta-nos mostrar as fotos do painel (que, amavelmente, foram permitidas e incentivadas pelo Dr. Rui Rasquilho) e informar que irá ser feita uma réplica para ficar, permanentemente, em Alcobaça.


Lúcia Duarte

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mais um contributo para a divulgação das artes em Alcobaça
22 Abril 07 06:48


















Esta beleza de espaço dedicada às artes, no nosso concelho, faz-nos ver que a cultura “mexe” em Alcobaça.
Centro de cultura, por excelência, desde o tempo dos monges de Cister, Alcobaça conta agora com mais um importante centro de divulgação, bem no meio do seu coração, graças à iniciativa e perseverança do escultor José Aurélio.

Foram muitas as figuras públicas nacionais que estiveram na inauguração, desde o Dr. Mário Soares, os presidentes das câmaras de Peniche e Almada, o secretário de estado da cultura Mário Vieira de Carvalho, o ex-secretário de estado Rui Nery, o governador civil de Leiria, o vereador da câmara municipal de Alcobaça, Rogério Raimundo e diversos escultores, ceramistas e gentes das artes plásticas, dos quais vou referenciar, por exemplo, Ferreira da Silva e o Doutor António Delgado, um das caldas da Rainha e outro de Alcobaça.

De estranhar, mais uma vez (e dado a importância cultural do evento) a não presença dos vereadores do psd do presidente e da vereadora da cultura da câmara de Alcobaça.

Mas foram muitos os convidados por José Aurélio para com ele partilharem a concretização deste seu sonho (que, afinal se veio a tornar o sonho de todos nós, amantes da arte e da cultura).

Vimos presentes artesãos de Aljubarrota, Ataíja, Alcobaça, Cós, Pataias, Turquel, Bárrio, etc., o que demonstra a alegria que todos sentimos em ter este espaço.

A ideia de transformar um armazém de vinhos e casa habitacional dos seus antepassados num belíssimo e amplo espaço de arte e para arte, foi uma ideia feliz.

De bom gosto foi, também, a escolha da Academia de Música de Alcobaça, a companhia de dança contemporânea, Alexandre Delgado, Manuel freira, Olga Pratts e SA Marionetas para abrilhantarem, ainda mais, o nascer desta criança.

Vamos aplaudir toda esta gente e todos os que contribuíram para a criação deste nosso novo espaço cultural. Obrigado José Aurélio!

Lúcia Duarte

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a blogsfera alcobacense desce à cidade
22 Abril 07 06:46

A Blogosfera Alcobacense Desce à Cidade... NaEscola Adães Bermudes! em 12 de Maio de 2007.

um encontro entre bloggers alcobacenses foi uma ideia de José Alberto Vasco, autor do blog http://nasfaldasdaserra.blogspot.com.

a ideia é juntar os bloggers que comentem sobre Alcobaça, independentemente de serem, ou não de cá.

gostei da ideia! é uma oportunidade de conhecermos pessoas que já entraram nas nossas vidas, muitas vezes sem as conhecermos pessoalmente e com quem trocamos ideias diariamente.

no entanto, há bloggers que, devido aos seus nicks, não foi possivel identificar.
espero conseguir dar uma mãozinha nisso ao José Alberto - os que eu conheço já convidei, e aos que não conheço, deixo aqui o convite:

venham ter connosco dia 12 de Maio à escola Adães Bermudes, entre as 15.30h e as 18.30h.
é uma bela oportunidade para trocarmos ideias e convivermos um bocadito...
Lúcia Duarte

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escola João de Deus de visita ao mosteiro de Alcobaça
22 Abril 07 06:45

Mais uma data bem aproveitada pelo nosso Dr. Rasquilho e, mais uma vez, o mosteiro teve casa cheia
.
Mas uma das coisas que mais me impressionou foi a alegria das crianças.
Uma das escolas que visitou o nosso magnífico monumento foi a escola João de Deus.
A escola contactou o mosteiro que, por sua vez, teve a ideia de pedir à JMF uma ajuda preciosa: mostrar aos pequeninos como se trabalha o barro e como, com esta matéria-prima tão abundante na nossa região, se podem criar coisas magníficas.
Claro que, tal como em outras iniciativas do género, quer a Leonor Santos, quer o Jacinto Ferreira, acederam prontamente e permitiram que as crianças convivessem directamente com o barro, mexendo, sentindo e moldando.
Com atitudes como esta, quer da parte dos organizadores, quer dos que predispuseram a tornar possível e agradável esta iniciativa, começo a achar que ainda vale a pena lutar para não deixar morrer a arte de trabalhar o barro na nossa região.
Temos tudo: ambiente propicio ao turismo, belos escultores e oleiros e artistas em outras áreas e temos de os preservar e incentivar.
Talvez não fosse uma ideia a desperdiçar, colocar artesãos a trabalhar ao vivo no nosso mosteiro nas diversas áreas em que temos bons artistas.
Talvez esteja a ser dado o primeiro passo. Agora, Dr. Rasquilho, aproveite a embalagem e, já que conseguiu a proeza de voltar a levar gente ao mosteiro, dê-lhes a oportunidade de verem o que de bom temos no mundo do artesanato alcobacense

Lúcia Duarte

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Mosteiro de Alcobaça de fora das 10 maravilhas
22 Abril 07 06:44

Património Mundial classificado pela Unesco




Mosteiro de Alcobaça
O Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça é o único monumento da região que não integra o grupo das 10 Maravilhas de Portugal, segundo uma notícia divulgada pela TVI. O Convento de Cristo, o Mosteiro da Batalha, o Castelo de Óbidos, o Convento e Basílica de Mafra e o Castelo de Almourol fazem parte da lista divulgada no Jornal da Noite de 7 de Abril pela estação oficial do concurso 7 Maravilhas de Portugal. Contactado pelo Tinta Fresca, Rui Rasquilho disse não encontrar uma explicação para esta votação, embora admita faltar ainda divulgar junto do público a possibilidade de votação por telefone e SMS, uma vez que muita gente ainda não possui acesso à Internet.
O director do Mosteiro de Alcobaça adiantou estar a fazer tudo o que é possível para sensibilizar os alcobacenses, dando como exemplo os milhares de réguas já distribuídas à população. O próximo passo passará pela colocação de um cartaz junto ao monumento Património Mundial anunciando o número de telefone para votação nas 7 Maravilhas de Portugal. Assim, para votar no Mosteiro de Alcobaça por telefone basta ligar para o número 760100077 e marcar 12. Quem preferir votar por SMS pode enviá-lo para o número 3077 com a palavra "Portugal" seguido do código 12. A votação on-line faz-se através do endereço http://www.7maravilhas.sapo.pt/registo.asp

A organização das 7 Maravilhas de Portugal confirmou os resultados da votação, adiantando que a sua divulgação nesta altura visou animar o concurso. Os restantes monumentos que fazem parte dos 10 mais votados, num universo de 300 mil votantes, são o Castelo de Guimarães, o Mosteiro dos Jerónimos, o Palácio Nacional da Pena, o Templo Romano de Évora e a Torre de Belém. O anúncio das 7 Maravilhas de Portugal terá lugar no dia 7 de Julho, no Estádio da Luz, numa cerimónia transmitida pela TVI para todo o mundo.

PS - A organização das 7 Maravilhas de Portugal esclareceu, entretanto, que os 10 mais que foram veiculados pela TVI são os monumentos mais votados até ao final dessa semana apenas no canal internet (não estão apurados nesta listagem os canais SMS, telefone, nem os votos que são feitos no Roadshow que está actualmente a percorrer o País).

(retirado do jornal digital "TINTA FRESCA"

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espólis bibligráfico de Vieira Natividade transferido para a biblioteca municipal
22 Abril 07 06:41

dos nossos amigos do "TINTA FRESCA" retirei o seguinte post para vos incentivar a olhar a cultura de alcobaça com outros olhos:

O IGESPAR (ex-IPPAR) acordou com a Câmara Municipal de Alcobaça a transferência, em regime de comodato, do espólio bibliográfico da família Vieira Natividade do Mosteiro de Alcobaça para a Biblioteca Municipal. Em causa estão 3 a 4 mil livros, além de inúmeras cartas e fotografias, que agora serão tratados e classificados pelos serviços da Biblioteca Municipal de Alcobaça, devendo regressar à origem quando houver condições para tal. Segundo o director do Mosteiro de Alcobaça, a proposta, que parte do pressuposto de que o Património deve estar onde é melhor salvaguardado, contou com a anuência imediata da direcção do IGESPAR
Rui Rasquilho explicou também que o acordo entre a Câmara Municipal de Alcobaça e o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico prevê a criação de grupos de trabalho para “resolver problemas que afectam Alcobaça.” Estes grupos de trabalho serão formados por técnicos da Câmara, técnicos do IGESPAR, pelo arquitecto Gonçalo Byrne e pelo próprio Rui Rasquilho. O trabalho destes técnicos visa a elaboração de dossiês sectoriais, de forma a poderem ser utilizados nos concursos ao próximo Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) e incluem estudos sobre possíveis ocupações do Mosteiro de Alcobaça.

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Visita do Professor Cavaco Silva ao Carvalhal de Aljubarrota
29 Dezembro 06 10:20
A IGM, empresa de indústria cerâmica, sedeada em Carvalhal – Prazeres de Aljubarrota, foi distinguida pelo instituto de emprego e formação profissional, tendo recebido um prémio de mérito ao ter colocado, ao seu serviço, 3 portadores de deficiência.

Estes jovens foram, sempre, acompanhados pela cearia e cujo seu presidente se orgulha do trabalho desenvolvido por esta instituição.

Segundo ele, esta e outras integrações de jovens portadores de deficiência estimulam e animam os que, ainda estando em formação, estão perto de vir a ser colocados em outras empresas do concelho.

No entanto, salienta, ainda, que ainda são muito escassos os apoios dados às instituições que ajudam estes jovens (podemos salientar, por exemplo, a falta de verba para a construção de uma tão necessária cozinha).

De facto, poder-se-ia fazer mais, quer com apoios do estado, quer com ajuda de entidades privadas, quer com pequenos/grandes gestos de cidadãos anónimos e da sociedade civil, em geral.

Foi este, aliás, o discurso do Dr Cavaco Silva quando, no dia 19 de Dezembro, se deslocou às instalações da Igm.

Apelou às entidades privadas que seguissem o exemplo desta empresa de Aljubarrota e realçou o facto de, os portadores de deficiências não serem um fardo, mas uma mais-valia no mundo do trabalho e no desenvolvimento do país.

Ainda na loja e escritório da Arfai/IGM, o presidente da Republica assinou o livro de honra, a que se seguiram, por exemplo o presidente de câmara e o presidente de junta de Prazeres de Aljubarrota.

O nosso presidente da Republica visitou, ainda, o complexo fabril onde foi pedindo esclarecimentos sobre cada fase do processo de criação de uma peça cerâmica.

 Os funcionários também estão de parabéns, simpáticos e delicados com todos, lá iam explicando cada fase do seu trabalho

Deliciada ficou, decerto, Maria Cavaco Silva, que, como todos sabemos, é apreciadora de cerâmica e em especial da de Alcobaça.

Carla Wouters, visivelmente emocionada, foi a anfitriã perfeita. Desdobrou-se em atenções, quer para as personalidades que se deslocaram à empresa (e algumas delas, sendo de bem perto, nem sequer a conheciam por dentro!), quer aos amigos que quiseram partilhar este importante passo na vida da IGM, quer para os imensos jornalistas e fotógrafos que fizeram a cobertura do evento.

De entre as inúmeras figuras politicas presentes realço a presença do nosso presidente de junta de Prazeres de Aljubarrota (que é, de facto, uma pessoa atenta e empenhada sempre que se trate do desenvolvimento da sua freguesia) do presidente de junta de S. Vicente, presidente da câmara de Alcobaça, presidente da assembleia municipal, presidente e coordenador da Cearia, o pároco de Aljubarrota e alguns vereadores da Câmara municipal.

Ficarão, decerto, alguns nomes por mencionar, pelo que peço desculpa, mas o facto é que foram tantas as figuras públicas que se dirigiram ao Carvalhal de Aljubarrota que, não nos é possível nomear todas.

Mas, a todos fica o nosso obrigado pela presença!

                                                                                        Lúcia Duarte

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Algo está a mudar em Alcobaça
18 Dezembro 06 08:32

Até há um tempo atrás, eu dizia, repetidamente, que não existiam eventos de qualidade, em Alcobaça.
Mas, este ano, o facto de abrir as portas do mosteiro para a realização de certos eventos, começou a fazer-me sentir que algo pode mudar.
Eu sempre disse que achava que Alcobaça estava vazia de pessoas cultas que quisessem fazer algo pelo desenvolvimento e divulgação do património e das artes.
Parece que isto está a mudar:
A mostra de doces conventuais no ambiente que lhe foi proporcionado pelo próprio mosteiro e todo o cenário que foi montado; a belíssima exposição de Vieira Natividade; a feira de artesanato em Carvalhal de Aljubarrota; os diversos concertos de qualidade que passaram no cine-teatro, a volta a Alcobaça das nossas S.A. Marionetas; a exposição de presépios patente na sala de exposições do mosteiro; a exposição “nomes que marcam”, patente na galeria conventual, é exemplo do que, acima, defendi.
Vou deixar-vos, nos posts seguintes com algumas das mais belas obras (claro que a minha interpretação de beleza é subjectiva) de eventos que referi.

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deliciosos estes presépios
18 Dezembro 06 08:31

























































































































































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no mosteiro - sala dedicada ao Mestre João Santos
18 Dezembro 06 08:28





































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