SOL
Retrato do Sr. Aníbal, depois de morto
11 Julho 13 01:30 | Arrebenta | 4 Comentário(s)   

Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas

Imagem do Kaos

Creio que já o citei uma vez aqui, mas há um artigo do "Dictionnaire des Byzarres", em que se fala de Salazar, depois da cadeirinha, que me parece fabuloso, por ser o retrato, visto de fora, do teatro de revista de Portugal, no final do Salazarismo. Dizem os autores que, depois da queda de Catalazete, houve um grupo de personalidades próximas do cadáver, que lhe reuniam Conselhos de Ministros fantasma, em redor dele, e lhe fizeram crer, até ao fim, que estava na Presidência do Conselho de Ministros.

A situação que vivemos é equiparável a essa, mas numa escala substancialmente mais vasta: desde 2006 que não temos Presidente da República, e, ao longo dos últimos dois anos, a coisa foi-se degradando, já que fomos deixando de ter Primeiro-ministro, Ministro da Economia, Palhaço da Cultura, Ministro das Finanças, Ministro dos Negócios Estrangeiros, e, no momento em que escrevo este texto, há uma situação extraordinária, em que já que só temos dois apoios: a Suricata da Assembleia "Nacional", e o seu penoso vender de trapos de segunda mão, na classe executiva das viagens oficiais, e a única Ministra que restou, a das Finanças, que, curiosamente, devia estar, não nomeada, mas presa.

Que me lembre, um cenário destes só no tempo em que o Zezé Camarinha conseguia fazer gajas abaixo dos 70, e já lá vai uma eternidade. Agora, só beijos na Teresa Guilherme, e desejos ocultos pelo Macau, como todos os marialvas, que percorrem as mulheres todas, porque não há nenhuma que não odeiem.

O ponto de vista do Cavaco , evidentemente, é o do Saudosismo. É um coração cheio de saudade, que tem um Cabeça de Abóbora dentro de sei, e uma Maria, da parte de fora. (Uma das visitas mais extraordinárias que ocorreu, nos nossos contadores, foi a "Presidência da República" à procura de "caricaturas da Cavaca". Evidentemente, e com a nossa conhecida caridade, redirecionámo-los para a Galeria de Horrores da Maria de Centro Esquerda). Há lá matéria para fazer sonhar qualquer Darwin, e um milhão de argumentos para desmentir o "Inteligent Design": Maria Cavaco Silva é fruto de um "Silly Design", e assim entrará para a História, apoiada por um fabuloso banco de imagens, pago pelos nossos impostos.

Cavaco rege-se por um Saudosismo, o que é uma coisa belíssima, já que conseguiu respirar aquela atmosfera de mofo velho, que vinha do Cerejeira, quando as forças vivas da Nação aplaudiam o Chefe do Governo, e lhe desejavam muitas "propriedades", pedindo ao Almirante Américo Thomaz que se candidatasse pela enésima vez, durante a tomada de posse do Cardeal Patriarca do Oriente e das Índias, título glorioso, que merecia melhor destino do que uma salva de palmas osteoporótica, de uma parte do País que assumiu, claramente, que está demente.

Depois do SEU Cerejeira, Aníbal de Boliqueime sonha agora com a sua A.N.P. (Ação Nacional Popular), uma espécie de Partido para apoiar a "Situação" (Ele e os cangalhos amigos), e o resto exilado, ou na prisão. Jerónimo de Sousa deveria estar em Peniche, e o Bloco de Esquerda com uma picareta espetada na cabeça, como o Estaline mandou fazer com o Trotsky, durante o exílio mexicano. Essa A.N.P. poderá ser constituída por qualquer coisa, qualquer coisinha, qualquer coiseca, que até pode meter o P.S., na forma de Seguro, uma coisa inenarrável, abaixo de Coelho, e o desastre de Portas, que, antes do segundo tiro no pé, de Cavaco, foi o primeiro tiro no pé, da semana.

A Maria, através da Senhora de Fátima, disse-lhe, "a minha esposa comunicou-me..." (de acordo com a fórmula oficlal), que assim poderiam entrar numa espécie de máquina do tempo, e fazer aquilo com que o Aníbal sempre mais sonhou: que nunca tivesse havido o 25 de abril, e ele pudesse ter prosseguido a sua miserável carreira de burocrata do Salazarismo, até Deus o levar para junto de si.

Angola voltará a ser nossa, haverá desmembrados da Guiné, e o Vítor Rosas irá exiladinho para Timor, o porco!...

Até aqui, o texto foi ligeiramente humorístico: agora, vem a verdade. Já defendi, com aquela transição frágil que separa a hipótese da tese, que há muito estamos a servir de palco de experiências para uma coisa a nível global, que conjuga tudo: a pseudo "primavera árabe" que foi o nome que a Ultradireira America, Obama, portanto, deu ao degradar das relações entre os países europeus e o Magreb. Espera-se a queda do Egito, para verificar o horror todo, que está por detrás, que talvez faça a Síria parecer uma praia das Caraíbas. Essa é outras das terríveis frases antigas, e premonotórias:  "Quando o Egito cair..."; por outro lado, Snowden ainda mal abriu a boca, e já o anormal americano se pôs a falar de "bróculos", como o Aníbal fala de "abóboras".

Nós vamos pagar isso caríssimo, com uma coisa que pode ser uma guerra, ou a dissolução da Ordem Mundial, gerida pelo frágil equilíbrio da Segunda Guerra Mundial, uma coisa obsoleta, para os que vão ser contemporâneos da III Guerra do Golfo, o "soft name" suave da Terceira Guerra Mundial.

Por cá, e por que o teatro de revista ultrapassou "irrevogavelmente" toda a sátira que atravessa os meus textos, e por que é altura de começarnos, realmente a ter medo, queira isso dizer o que quiser, vamos concluir esta meditação sem rumo. Bem, bem, só a Maria Luís Albuquerque, -- que devia estar presa -- e que continua a negar os "swaps" que assinou. Já era assim, nos tempos do polo da "Moderna", em Setúbal, ("Uma coisa horrível, que metia mulheres, armas e drogas..."), e assim continuará a ser, per saecula saeculorum, até que a ponham na rua; a Laura "Bouche", que abriu a saison de mamar casados, no Algarve -- três meses de trabalho intenso, aí, fadista :-) --, o João Galamba, que vai passar a noite a roer as unhas, e a tentar convencer o Seguro a aceitar, para poder ir já para Secretário de Estado da Administração Interna, e dar imediata ordem de prisão aos seus adversários ideológicos, e..., e.... e... e aquela belíssima imagem de Paulo Portas a meter a hóstia na boca, pela mãozinha do Cardeal Patriarca.

Felizes hóstias que não se vêm, senão lá tinha de limpar as bordas com o lenço branco que a mãe, ou a criada velha e porca, já não me lembro, que o trouxe ao colo. Lá longe, em casa, no Largo do Caldas, há a prece: “Que volte cedo, e bem!” (Malhas que o Império tece!) Jaz morto e apodrece, o menino querido da sua mãe.

P*** que o pariu!...

(Quarteto de temporum fine comoedia, no "Arrebenta Sol", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers") 
 
O render das lêndeas, enquanto o Brasil dá o Segundo Grito do Ipiranga, seguido do faz ó, ó, nené, meu menino Gaspar, e tenta, ao menos, dormir uma noite seguida que seja, tá?... :-)
02 Julho 13 02:02 | Arrebenta | 0 Comentário(s)   

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Imagem do Kaos, e dedicado ao Kaos, sem o oual esta fabulosa imagem não me teria inspirado, e à Kaotica, coitada, que está acusada de tentar demolir (!) a Ponte 25 de  Abril (Deus vos pague, que o Carlos Moedas até os trocos me tirou...) 


No tempo do "Quitoso", um produto ainda mais tradicional do que os pastéis de Belém, do oligofrénico Álvaro Santos Pereira, havia duas espécies de seres, derivadas do descanso, ao Sétimo Dia, de Deus Pai: os piolhos e as lêndeas.

De acordo com Darwin, pessoa que não frequento, as lêndeas devinham em piolhos, os quais, procriando, geravam a segunda geração de lêndeas, e por aí fora, até Jassé, como está na longuíssima linhagem do "Génesis, V", e a história acabava aqui (Acho que já me enganei, mas isso é totalmente irrelevante nos meus textos, como sabem).

Todavia, se formos pelo lado do "Intelligent Design", teoria que frequento, venero e pratico, tal como Bush, o Marco Feliciano, Barack & Michelle Obama, Winnie Mandela e o Papa Francisquinho, no Início, Deus criou as coisas talqualmente queria, e assim ficaram, talqualmente, para sempre. No séc. XIII, São Tomás, ainda levanta uma certa dúvida, "sobre, sendo a lêndea, lêndea, e tendo uma forma adequada à sua própria enteléquia, e não estando provado que tivesse sexo, como os anjos (Questão XXV, 4), se põe a questão de poder devir piolho, e assim se manter, mas já numa outra forma, sexuada".

Ora, como sou maior frequentador das obras primas de José Rodrigues dos Santos, e de alguns fragmentos de  Clara Pinto Correia, sobretudo do MEU livro de cabeceira, "Adeus, Princesa" -- tenho todas marcadas aquelas páginas em que ela contava como os alemães da Base de Beja lhe pousavam, todas as noites, na pista de aterragem, muitas vezes, às escuras, e sem rodas, nos aviões, só com os eixos todos espetados, a seco -- pouco me intreressa a "Summa Theologica", e vamos já ao problema, do ponto de vista do "Intelligent Design", para explicar a situação de Vítor Gaspar, notoriamente, um piolho, do fracassado Monetarismo, do criminoso Milton Friedman, e a brusca transição para o estado de lêndea, da Maria Luís Albuquerque.

Para que percebam o meu orgulho neste "study case", hoje, dia 1 de julho do ano da desgraça portuguesa de 2013, este epifenómeno não só derrota Darwin, já que deveria ser o piolho a suceder à lêndea, e não o seu inverso, responde a S. Tomás de Aquino, porque acho que o homenzinho não sabe o que é sexo, e, se sabe, ainda é pior, porque isso aponta para as piores parafilias olheirentas dos clubes SM de Berlim, de quem ele tanto gosta (de Berlim, não dos clubes...), e se ele não sabe o que é sexo, a lêndea que lhe sucedeu também tem ar de frígida, o que está para o sexo como os mamutes estão para a gélida tundra da Sibéria.

Acho deselegante tratar por "lêndea" uma senhora que ainda não tomou posse como Ministra das Finanças da Cloaca Portuguesa, de maneira que vou procurar um nível ainda mais baixo, para me poder sentir à vontade, e exprimir todas as coisas santas que por ela sinto.

O problema geral destas gajas que deram aulas na "Lusíada", depois de serem, elas próprias, fruto da mesma, é que, depois, resvalaram, sem transição, para a "Moderna", ("Uma coisa horrível, que metia armas, armas e droga", nas palavras do Reitor Xexé), e só não caíram na "Independente" porque já tinha sido exterminada, no tempo do Apóstolo Sócrates, das bordas baixas, e dos altíssimos comentários, como brevemente será exterminada a "Lusófona".

E uma primeira pergunta, que não é tomista, é como é que ela se aguentou, entre 1991 e 2006, a dar aulas, em Setúbal, numa "coisa horrível, que metia armas, droga e mulheres"?...

A hipótese ingénua, que é a minha, que parto sempre da presunção da inocência, é que dedicava a totalidade do seu tempo de investigação à nobre academia, pelo que nunca teve tempo de saber o que rodava em volta. O Pinto da Costa, entre outros, dizem, também sofre disso portanto, deve ser natural.

Cumpre-me acrescentar que conheci várias gentes honradas que davam aulas na "Moderna", e nem cursos tinham, porque o importante nestas universidades, para lá dar aulas, não é ter habilitações, mas ser, sim, detentor de quotas de propriedade, -- foi assim que o Fernando Santos se safou para Reitor, e a "Vice Reitora" -- Money, Money, Money -- dessa vez, só teve de abrir residualmente as pernas -- o que é, foi e será, sempre, uma mais valia para a qualidade académica, como fica à vista.

Todavia, a travessia do deserto de Maria Luís Albuquerque, foi, mesmo, a "Lusíada", de onde saíram os 18 membros do desastroso Governo de Durão Barroso, e muita da infeção de Passos Coelho.

Não diz quanto tempo lá esteve, mas esteve o tempo suficiente para ter o brilhante aluno Passos Coelho, que era por lá tão visto como Sócrates, pela "Independente". Para que não digam que apenas pratico o sarcasmo, porei aqui um pouco de écloga, e recordarei os tempos em que a pastora foi laudada pela sua ovelha: dizia a ovelha, ou o Coelho, como quiserem, que "das poucas vezes que lá fora, sempre encontrara nas palavras dela cousa muita que não percebera, por vezes, patavina, o que deveria fazer dela senhora de altos saberes", e logo a chamou, pelo Princípio de Peter, para a Governação; quanto à Pastora Albuqueka, das poucas vezes que o viu, entre os prados, os riachos e o frescor da Junqueira, "logo ali sentiu que o génio era pouco, pelo que haveria de ir longe", ou pelo Princípio de Peter, chegar a Primeiro ministro, para que ela, pelo mesmo princípio, hoje chegasse a Ministra de Estado e da desgraça financeira.

Não, não foram eles que subiram, foi o Estado que se degradou, a este ponto.

O problema das "swaps" é marginal, porque, sendo o termo estrangeiro, o crime, em teoria, foi praticado no "estrangeiro", de onde se perceba que a Maria Luís Albuquerque, que devia estar presa, por lesar o Estado, não tenha dado conta da coisa, de tão entranhada que estava a contaminar a Refer, muito conhecida por posicionar cônsules paneleiros, em Bruxelas (peço desculpa por esta direta, mas fica para quem a perceber...), e a semear "swaps", "swapinhos" e "swapões". É, portanto, inocente, e, como mentiram o Teixeira dos Santos e o Sonâmbulo do Monetarismo, só ela falou verdade, e, pelo princípio de quem melhor mente sempre vencerá, já foi promovida.

Quero neste momento da exposição, voltar ao "Intelligente Design" e ao seu papel fulcral, em todo este processo de epifania: se bem repararem, O Pedro Lomba, um lorpa dos blogues, que vai fazer propaganda da estupidez do Governo moribundo, e que é vesgo para dentro, como o Medeiros Ferreira é vesgo para fora..., bom, adiante..., já me ia perder... portanto, tendes de verificar que há uma linha condutora, que vai da "Suricata" Assunção Esteves até Maria Luís Albuquerque: a primeira é profundamente estúpida, e tem de pintar o cabelo de louro, para cumprir o ditado de que todas as louras são burras; a segunda é naturalmente esperta, espertalhona, pelo que o cabelito lhe tombou, naturalmente, para aquela cor. Como não existe "naturalmente" nos desígnios de Deus, eu explicarei que, à luz do Design Inteligente, Deus fez um ensaio geral com a Assunção Esteves, para culminar na forma perfeita da Albuqueka das Finanças (Sei que também poderíamos darwinar a coisa, mas já chega de desgostos, por hoje)

Sei que estão à espera de pormenores, e eu vou dar-vos: sim, não estou certo disso, mas ela é afeta à Opus Dei, e, pelo que, uma vez que já escrevi isto aqui, imediatamente vai passar a ser verdade, independentemente de ser verdadeiro, já podeis começar a espalhar a boa nova, com o testemundo jeová íntimo, que cada um transporta dentro de vós. Sim, ela é da Opus Dei, e aquela frieza de olhar, que a distingue das olheiras do Gaspar, não se deve apenas a uma avançadíssima calcificação da c***, mas a um esforço enorme para que a penitência de arame farpado, que tem permanentemente atada em redor da perna direita, a não rasgue muito, sempre que está a mentir nas comissões parlamentares, não fosse esvair-se em sangue, entre dois "swaps", e com o Galamba a ver, desejoso de lamber uma gaja menstruada.

O segundo patamar de metaverdade vão gostar de ouvir menos, porque esta saída estratégica do sonâmbulo não foi estratégica, foi uma arte da fuga, mesmo à rasquinha, porque o que aí vem é francamente mau, muito pior do que tudo o que já vimos ao longo destes dois anos de destruição da identidade, do tecido, da economia e da coesão nacional: quando se abrir a caixa de pandora do que foram os fabulosos golpes milionários negociados por esta cadela e cadelas afins, podemos mergulhar numa coisa idêntica à crise do "subprime", que afundou a América no pântano obamista da Goldman Sachs, e da escumalha vomitada de lá, o Borges, o Moedas, o Gaspar, e a lêndea Maria Luís Albuquerque.

O a seguir, vai ser muito, muito, mau, e é já este mês.

O terceiro patamar é mais pessoal, e prende-se com uma coisa que eu pensei nunca ter de assumir, que é uma misoginia, a juntar-se à minha típica misantropia, ideosincrática, porque houve um tempo em que eu acreditei em que a presença das mulheres, em certos postos, suavizaria a brutalidade tipicamente masculina dos mesmos. Erro crasso, porque mais vale uma besta bruta do que uma víbora rancorosa, e temos exemplos desgastantes, na Rafeira da Alemanha de Leste, Merkel, um exemplo de estupidez, teimosia e impiedade; na Pilar del Rio, uma cavalgadura ferozmente apostada na necrofilia, e na faturação do logro do seu cadáver, e neste Albuqueka, que vocês vão ver quem é, quando ela se juntar à "Miss Fardas" -- anda doente, e quem a vê de perto já reconhece alguns sinais do Sarcoma de Kaposi...-- para divulgar a carnificina que vai sofrer a Nação Portuguesa. Infelizmente, como diziam os Gregos, há coisas que, não sendo humanas, apenas poderão ser cumpridas por Harpias, como a nova Lêndea das Finanças.

O quarto patamar, sendo o pior, diz respeito a todos nós: se Portugal já não tinha Presidente da República, agora, passou a ter um posludium, com a equipa governamental mais limitada e medíocre de sempre: Passos Coelho, e a sua nova "preta" loura, Maria Luís Albuquerque, o Piolho de Belém, e alguns apêndices, como o anormal da Economia, que ainda não sabe que o Governo caiu, Dias Loureiro e Miguel Relvas, que continuam a aconselhar, telefonicamente, o "Presidente", e o "Primeiro ministro". Novidade, novidade, é mesmo o Brasil a soltar o Segundo Grito do Ipiranga, contra esse lixo tóxico, chamado "Futebol", é a lêndea, Maria de Boliqueime, que, entre tantos presépios, recebeu uma revelação: a de que, como Sara, irá conceber, em breve um filho de Aníbal, para compensar o descrédito em que a Patrícia anda, depois do escândalo do BPN.

Esperemos que nesta gravidez nervosa, que o Professor Lobo Antunes já pensou, e avisou, poder tratar-se de uma "coisa má" nos ovários, o "Professor" de Boliqueime possa ter tempo de voltar a nascer dez, vinte, ou trinta, vezes.

Isto está muito mau, amiguinhos, e é igual ao último grupinho que Hitler reuniu no bunker de Berlim, já os Aliados caminhavam sobre as ruínas fumegantes: a lêndea Albuqueka, vos garanto, não será de vida longa.


(Quarteto da Goldman Sachs continua a decidir da ruína de Portugal, no "Arrebenta SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers") 



Nota: este texto marca igualmente a efeméride do dia negro -- noite de 2 de julho de 2007 -- em que o primeiro "The Braganza Mothers" teve de ser desativado, mercê de uma intriga de serralho de ralé da pior espécie, que só encostada à parede e fuzilada sumariamente... 
Um bandalho chamado Nuno Enver Ohxha Crato
15 Junho 13 02:04 | Arrebenta | 3 Comentário(s)   

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Imagem do Kaos

A Albânia é um pequeno país dos Balcãs, essencialmente montanhoso, com uma história conturbada, que poderíamos fazer recuar até onde quiséssemos, mas eu vou fazer situar na fase que me convém, a da "Viúva Alegre", de Franz Léhar, que se passa lá mais ou menos dentro e ao lado, com protagonistas que não se distinguem muito, a não ser nos pelos da barba.

Tirando as praias, que começam agora a ser exploradas, e as montanhas, onde se criavam águias, para fazer almôndegas contaminadas do Lidl, a Albânia especializou-se em ditaduras, a começar pela ditadura de papelão, de Mussolini, que, à falta de poder construir um império, como o cabrão do Hitler, anexava quintais, e berlusconizava-os, avant la lettre: os miseráveis exemplos da Líbia, da deposição do Negus, da Abissínia, e a viagenzinha adriática à costa albanesa, para ir fazer a saudação fascista, aos abutres e falcões, que pairavam, lá no alto, e não perceberam nada do que estava a suceder.

Os cadáveres de Yalta, ao contrário da Grécia, que esteve para cair nas mãos do demente Estaline, facto a que se opôs Churchill, premonitório, que a estava a reservar para a Alemanha de Leste, da Porteira Merkel, de hoje, entregaram a Albânia à esponja vermelhusca da Cortina de Ferro.

Depois de séculos de horror, ali sucedidos, era só mais um, e veio, para ficar.

Em 1944, já uma águia de asas serradas rasava o solo, um tal de Enver Ohxha, coisa que parece uma marca de esponjas metálicas para arruinar frigideiras, mas não era: era uma espécie de Grande Timnoeiro, um Cavaco das serras, que durou mais de 40 anos, o que o tornou no Maior Albanês de Sempre, e que a primeira coisa que fez foi condenar à morte todos os milhares que se lhe opunham, coisa tradicional na área, já que vinha das crueldades balacânicas e otomânicas, desde a pré história, o período mais glorioso da área, retomado em força, como revivalismo de atraso, mal a Guerra terminou.

O Enver Oxhxa era um gajo porreiro, tipo Mobutu, Pinochet, ou Amadinejadh.

Se o Drácula mandava empalar os inimigos com um pau espetado pelo cu acima, o que devia ser chato, porque foi o único que conseguiu correr com um dos mais célebres bissexuais da História, Mehemet II, o Grande, que, apesar de ter cu, e gostar da fruta, achava que certos extremos não eram convenientes, mas... acho que já me perdi, ah, sim, estava a elogiar Enver Oxhxa, um gajo de vistas largas, comos os burros, quando havia burros, e palas, para lhes porem nos olhos, para só verem o caminho da Grande Marcha.

Como não lhe chegasse o Estalinismo, mal esse gajo -- um dos maiores criminosos da História -- fechou ou olhos, e foi arder para o Inferno -- dizem que foi ele o porteiro de Saramago, tal como S. Pedro fez questão de abrir, pessoalmente, a porta à Lúcia, que tinha visto a Senhora... -- a Albânia sentiu-se órfã, e resolveu dar um salto em frente, adotando os modos e costumes do cacique do Império do Meio, o Camarada Mao Tse Tung. Premonitoriamente, parece que o enclave albanês foi comprado com largos milhões, tal como a EDP e aquelas coisas patrimoniais que o Segundo Cavaquismo, e os seus traidores da Pátria, Mexia, Granadeiro e Catroga, entregou aos Orientais.

Desse ponto de vista, a Albânia era, realmente, um estado de vanguarda. Consta que nela, tal como com Lavoisier, nada se criava, nada se perdia, tudo se transformava, a começar pelas solas dos sapatos, que, quando já estavam demasiado gastas para proteger os pés, serviam de alimento, na frigideira, ou de fricassé, para ortodoxos os seguidores do Livrinho Vermelho.

Ao contrário dos ayatollahs, que mandam cortar mãos, braços e outras coisas, Enver Ohxha era mais radical, e mandava cortar o mal pela raiz, eliminando o corpo todo. Tirana, uma cidadezinha proviciana, foi completamente demolida, e substituída por blocos de habitação do tipo de Chernobyl, depois da explosão da central nuclear.

Esta m**** durou décadas, e, tal como na Coreia do Norte, como vivia completamente isolada do exterior, com a sua miséria exclusivamente financiada pela China do assassino Mao Tse Tung, e com um rendimento per capita estável, já que a pobreza aumentava, mas os executados do regime eram em cada vez maior número, a coisa dava ela por ela, e ninguém sabia o que se passava no exterior, já que não havia exterior, só o paraíso albanês.

Para o Camarada Enever Oxhxa, e para os seus seguidores, que se dedicaram às matemáticas, a Albânia era uma Fita de Möbius, já que só tinha uma face, o seu miserável umbigo do fronteiras adentro. 

Entretanto, por cá, nas boticas dos gajos que não faziam os cursos, mas passavam o tempo nos cafés, a sanear professores, e a roubar mobiliários de reitorias, para melhorar as condições de trabalho dos MRPPs, e lá indo progredindo, à Relvas e à Sócrates, entre "aptos" e "não aptos", como o pelintra da Cova da Piedade, Durão Barroso, o vanguardista, e traidor comunista, Pacheco Pereira, o Fernando Rosas, que, dizem as más línguas, tanto trabalhava para o Mao como para a PIDE, o José Manuel Fernandes, que depois se aburguesou -- como todos -- no "Público", mais o camarada Saldanha Sanches, de cujo gabinete, diariamente, até à sua morte, saíam as diretivas para a mailing list dos técnicos oficiais de contas contornarem a lei, e burlarem o Estado, e a célebre justiça com rimel, Maria José Morgado, rival nos olhos betumados, da sua conterrânea Cândida Almeida. Também havia os simpatizantes, não praticantes, como Balsemão, a Sombra de Portugal.

Nestas boticas, então, assim como no Vaticano hoje se discute a pureza do Dogma, e a virgindade da Jacintinha, também se discutia a pureza do Marxismo-Leninismo, tendo-se chegado a um momento em que a Albânia se declarou ser o suprasumo da coisa, tal como aquela gaja que quer ser comida por 100 000 homens, para fazer inveja à Clara Ferreira Alves e à Clara Pinto Correia. Ainda acabará vice reitora, mas isso extravasa os limites deste texto.

A Albânia era calma, polida e civilizada: tinha de se pedir licença ao estado para comprar um frigorífico, e havia listas de espera de 20 anos, com um per capita de frigoríficos de 1 por cada 100 000 habitantes, o mesmo sucedendo com as máquinas de escrever, antepassadas dos notebooks, que, por mais que se pagassem, continuavam a ser prorpiedade do Estado. Aliás, tudo era propriedade do Estado, entre o que havia, e, sobretudo, a miragem do que não havia.

Judicialmente, eram justos, utilizando um argumento para o réu, que sobreviveu, até aos nossos dias e paragens: "sente-se e fique quieto, que nós sabemos mais do que você".

E sabiam, aliás, todos eles eram uns... sabidos.

Para que a coisa não entornasse, assim como 1 em cada 10 Portugueses era informador da PIDE, também 10 em cada 1 dos Albaneses era informador da Sigurimi, uma coisinha jeitosa, feita à imagem e semelhança do KGB, da NKVD, da MGB, e da Stasi, de Angela Merkel. 

Na Sigurimi, como na PIDE, amarrava-se, de mãos e pés, por um mês e meio, e surrava-se, com um cinto, os punhos ou botas cardadas, por períodos de duas ou três horas, em cada dois ou três dias, para não cansar muito o torturador. Ficava-se de pé, em caixões de um metro por oito metros, em  solitárias de cinco dias, respeitando-se os fins de semana, que eram reservados a sessões de espancamento até que se assinasse uma "confissão"; havia outros, com mais sorte, que, para evitarem ser abrangidos pela nova Lei do Arrendamento, da neanderthalense Assunção Cristas, ficavam confinados, por mais de um ano, em celas subterrâneas de três metros quadrados. A tortura física e psicológica era boa, e saudável, incluindo acorrentamentos a cadeiras, espancamentos e choques elétricos, à moda do Silva Pais. De vez em quando mostravam-lhes a bala que os ia matar e adoravam pô-los a ouvir os motores dos carros que levavam as vítimas para as execuções que antecederiam as deles. Existiam seis instituições para presos políticos e catorze campos de trabalho forçado, onde prisioneiros políticos e criminosos comuns trabalhavam juntos.

O Artigo 47º, do Código Criminal Albanês, era muito generoso, e dizia que a “fuga para fora do Estado, assim como a recusa em retornar à pátria por uma pessoa que foi enviada para trabalhar ou teve permissão de viajar temporariamente para fora do Estado” constitui um crime de traição punível com uma sentença mínima de dez anos ou até mesmo a morte.

Jeitosos. 

Não fosse alguém querer fugir do Paraíso, até havia uma cerca eletrificada de metal, a uma distância entre 600 metros e um quilómetro, da fronteira nacional. Qualquer pessoa, que a tocasse, não só correria o risco de eletrocussão, mas também acionaria os alarmes e as sirenes que alertariam os guardas estacionados em intervalos de, aproximadamente, quilómetro´a quilómetro. Dois metros de solo, em cada lado da cerca, estavam permanentemente desmatados, a fim de que se marcassem, bem visíveis, as pegadas de fugitivos ou infiltradores. A área entre a cerca e a fronteira estava ainda fechada com armadilhas simpáticas, como anéis de arame, ratoeiras de ruídos, de finos pedaços de tiras de metal, atados a duas ripas de madeira com pedras, e recipientes de lata que faziam ruídos, mal pisados, bem como faróis ativados por contacto, que iluminassem, durante a noite, os possíveis fugitivos. Estima-se que havia aproximadamente 32 000 pessoas detidas, lá pelos idos de 1985, altura em que Cavaco Silva começou a destruir a Nação Portuguesa.

 A verdade é que, com tais comodidades, quem é que não poderia deixar de adorar este regime?...

Não me vou alongar mais, porque realmente havia, e convinha perguntar ao camarada Nuno Crato, onde é que ele estava, no tempo destes 32 000 presos políticos, de 1985, e no Massacre de Tianamen, de 1989?...

Possivelmente, estava a ter aulas de "Matematiquês", para escrever mais umas lorpices, bem pagas, no pasquim do "Expresso".

Só Deus sabe em que rastos então andaria, já que o primo-sobrinho-trineto em 2º grau, elevado à segunda potência, do 1.º Barão e 1.º Visconde, da raiz quadrada de Nossa Senhora da Luz, já pairava, pela mão do Polvo de Sócrates e Figo -- qualquer coisinha servia, não é?... -- como administrador do Taguspark (2010), depois de o Palhaço Aníbal de Boliqueime o ter agraciado com o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique (!) (2008).

De revolucionário só se lhe conhece o ter deixado crescer a barba, o que era estritamente proibido no seu paraíso albanês, e ter assim ficado com ar de chibo luciferino, caracterização que lhe assenta substancialmente bem. Tudo o resto é um protofascismo progressivamente emeregente, nos atos e pensamentos.

Passando um bocadinho ao campo das metareflexões, estas afinidades eletivas políticas têm-se em novo, e deixam marcas para toda a vida, ou, como se costuma dizer, é como a droga, parece ter havido cura, mas não há, há é intervalos entre recaídas.

Hoje, dia 15 de junho de 2013, o camarada Nuno Enver Oxhxa Crato, um badochas, que ocupa, com indignidade, um dos raros cargos que qualquer um pode ocupar, neste país, o de Ministro da Educação, teve uma dessas recaídas e mostrou quem realmente é: um cidadão venal e indigno de ocupar qualquer lugar numa sociedade livre e democrática.

Crato: um escravo, uma ideologia, uma prisão.
 
Nós, habitantes de um país que se recusa, depois de tantas e tantas vergonhas, do protetorado da Troika, da Goldman Sachs, de Angola, e dos Chineses -- que voltaram, para colonizar este seu novo território -- estamos, em massa, a dizer "NÃO", ao Camarada Nuno Enver Oxhxa Crato

Aconselhamo-lo a ir apanhar na peida, ao pé do seu primo Kim Jong-un, quando começarem a voar mísseis ardentes, pelas ruas de Lisboa, e do país inteiro.


(Quarteto do vai levar no pacote albanês, na Coreia do Norte, meu bandalho, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers") 

Fábula da semana em que "Miss Fardas" foi a Bilderberg, acompanhada pela sua valise de carton, António José Seguro
05 Junho 13 12:15 | Arrebenta | 7 Comentário(s)   

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Toda a gente sabe que as teorias da conspiração só são teorias da conspiração até se descobrir que o não são, ou, evitando o trocadilho, quando aquilo que nos parecia um delírio se revela ser a mais concreta das realidades.

Essa história de Bilderberg, que começou por andar pelo anedotário, começou agora a fazer parte do horário, e na escala da descarada. Como defende Estulin -- e a Margarida Rebelo Pinto, honra lhe seja feita... -- não há acasos, ou seja, toda esta porcaria que parece desordem não é mais do que uma fase da Nova Ordem, em formato de pronto a vestir, com direito a toilette de manhã, tarde e noite.

Naquela fase cavernosa em que Portugal andou a votar, através de SMS de valor acrescentado quem era o Maior Português de Sempre, e chegou àquela triste conclusão, devia ter sido imediatamente lançado um debate para se eleger o Português Mais Sinistro de Sempre.

Não vos quero influenciar, mas o meu voto ia para Pinto Balsemão, o político há mais tempo na sombra desta decrepitude, a que chamamos "Democracia".

Contas feitas, se Salazar lá esteve uns quarenta anos, este para lá caminha, e pode ter prolongamento, se o Clube assim o decidir. À sua pobre maneira, é um Kissinger português, uma coisa de aldeia, com algum pedigrée, vindo de D. Pedro IV ter ido à c*** a uma sopeira, e deveria ter ficado por aí, não fosse o país estar contaminado por meio século de falta de opinião pública, e o cavalheiro ter encontrado uma receita mágica que era ainda conseguir poupar a esse povo, por mais meio século, o esforço de pensar, inventado o "Expresso", que punha as questões, orientava o debate, abafava os contraditórios, e impunha as conclusões.

Aparentemente, porque já era de família, também o "Expresso", depois, foi à c*** a tudo o que estava à mão, e foram nascendo algumas SIC bastardias, umas "Caras", umas "Ativas", uns "Jornais de Letras", umas "Visões", e toda a casta de mobiliário folheante dos cabeleireiros de bairro, que não frequento, nem os cabeleireiros, nem a matéria a folhear, obviamente.

Até aqui tudo bem, porque o papel higiénico, como dizia Gutenberg, divide-se entre o impresso e o não impresso, e eu gosto do branco, ao contrário do pão, que prefiro integral, não fosse o papel higiénico ter tomado uma tal escala que nos começou a impedir de respirar, e, sobretudo, essa sofreguidão de impedir o pensamento livre tivesse tornado um país distorcido num amontoado de gente ainda mais distorcida e esclerosada, tipo Somália, na época dos piratas hibernarem.

No princípio, já que temos sempre de voltar lá, era o secretismo. Na fase em que estamos, é tudo à descarada, desde os olhinhos ávidos da Teresa Guilherme, passando pelo branqueamento de capitais de todos os subterrâneos russos, através do Mourinho, até desaguar nesta porcaria de Bilderberg, que começou por ser uma anedota, mas acabou numa perigosíssima peregrinação.

Enquanto o Mundo inteiro, o das Sombras, ali se reúne, para retirar o pouco de luz que ainda resta ao Mundo que a tem, o Balsemão vai, penosamente -- tanto quanto lhe permite o furo de coca, pelo qual ainda respira, como os cachalotes -- levar os seus pastorinhos anuais, para ver que tipo de solzinho irá dançar, na próxima "saison", no miserável quintal português. Como dizem os crentes, alguma coisa de importante deve mesmo andar a acontecer por aqui, porque não há a mesma preocupação de muitos outros terreiros, com a escala mínima de Portugal, a levar, ano após ano, os seus beatificados, para que recebam qualquer coisa da mão do próprio Senhor.

Nos últimos anos, a coisa bateu certo: Barroso foi, e Kissinger colocou-o como o supra-sumo da nulidade, para Obama ter tempo de destruir o Euro e a Europa. A seguir, a romaria levou Sócrates e Santana, que logo foram Primeiros Palhaços de Portugal. Houve uns interregnos, com Rui Rio, que deverá ir substituir o lambedor de c***s de pretas, como líder do P.S.D., e o Tição, que reinará no Sul Mouro, como António Costa. Pelo meio, Clara Ferreira Alves, a ver se arranjava homem e RTP, mas o Relvas foi-se embora e a Isabel dos Santos resolveu trocar a nacionalidade portuguesa pela russa, porque aquilo vai explodir, e os impostos são mais baixos. E sendo que mais vale uma discoteca em Moscovo do que o bordel da RTP, em Lisboa, a Ferreira Alves preferiu a sua estabilidade de "horizontale", no novo coio do "Canal Q": aparentemente, o seu topo da base já foi pelo cano. Temos pena: houve pernas que, abrindo menos, conseguiram mais.

Agora, vem a parte negra.

Como é sabido, é das regras de Bilderberg que os seus pares interajam interpares, ou seja, um pouco como o Cavaco continuou a apoiar o Duarte Lima e a Beleza, e depois o Relvas recebe, recebeu e recebia, na sua casa, da Rua da Junqueira, já que o Aníbal o não podia fazer diretamente, o escroque, "Conselheiro de Estado (!)", Dias Loureiro.

À margem da Lei, Bilderberg é como as Termas do Vimeiro, depois de lá se banharem, todos perdem os crimes, e passam a meros agentes da Estratégia Global.

Para mim, que sou certeiro nas lotarias negras, pensei que este ano fosse a vez de João Galamba, mas o galambismo fica para depois, como vos irei explicar, ou melhor, aguarda, na retaguarda, que as hostes marchem para as tricheiras, através da Santíssimo Trindade, Vítor, Pai; João, Filho, e a Pombinha do Espírito Galamba, e não pensem que me desviei do assunto, porque, este ano, Balsemão, o Português Mais Sinistro de Sempre, leva, por arrasto, Paulo Portas, uma víbora luminosa, que o demónio dotou com o dom da palavra, e a Vénus Vulgar, com o dom da mamada, e como esta gente não se desloca, nunca, sem criados nem camareiros, enturmaram com o merceeiro António José Seguro, o típico parolo, cara de seminarista, que se percebe que nunca irá muito alto, mas poderá servir de cobertor a quem mais alto queira por ele ascender.

Senil, Balsemão já nem esconde o que procura para Portugal. A morte política de Passos Coelho vai na agenda secreta, e o seu sucessor já está na calha, só que o sucedido só vai perceber, no último instante o que lhe sucedeu. Não percebi -- mas também não chego para tudo -- se Cavaco irá ser empalhado, e exposto, como Lenine, no Mausoléu da Quinta da Coelha, ou se a questão turca se sobreporá ao que fazer com o Cadáver de Boliqueime, embora isso me preocupe pouco, porque a romaria só tem três sentidos: ou é o povinho da Favela PSD que vai enturmar num Governo chefiado pelo Maior Demagogo... bom, maior, não sei, talvez um ex-aequo com o Professor Marcelo, e com o PSD, desvitalizado, a reboque, numa rui risada; ou o povão do Centrão que está preparado para votar, à justinha, no ar, à justinha, do António José Seguras o quê, e segura muita coisa, como as piranhas de extrema-direita, de cariz galambista, que só estão à espera de que lhes abram a porta, como aqueles cães assassinos, que são fechados, semanas, em quartos escuros, para virem cegos de ira e carnificina, ou, se a coisa não funcionar, a velha solução do Tio Soares, um casamento entre pederastas do Largo do Caldas e pedófilos do Largo do Rato.

Creio que seria o governo ideal para Portugal, e, para mim, já teve um efeito profilático e terapêutico: fiquei, hoje, com a absoluta certeza dos sítios onde NÃO irei votar, nas próximas eleições.

Para o ano, se a "branca" ainda o não tiver feito estoirar, talvez Balsemão convide Jerónimo de Sousa. No fundo, este mundo é tão pequeno, e tão escassa a nossa finitude, que nada me espantaria...

(Quarteto da "Fardas" vai mamar em Bilderberg, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers")
Cavaco Silva, uma decadência começada no significante, arrastada pelo significado e afundada no referente
02 Junho 13 02:33 | Arrebenta | 0 Comentário(s)   

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Não gosto muito de repetir textos, mas vou começar este com um problema de gestalt agravado, que tem a ver com um epifenómeno da sociedade portuguesa, que se instalou no Palácio de Belém.

Curiosamente, não sei se por respeito, se por aquela típica subserviência, herdada de uma sociedade tornada mentalmente diminuída, por quarenta longos anos de exposição ao Salazarismo, mais os antecedentes de séculos de Inquisição, mais uma certa estupidez atávica, que desagua nas gravideses neanderthalezas da Assunção Cristas, inúmeros intervenientes aparecem, num espaço que frequento muito pouco, o televisivo, a falar do "Sr. Presidente da República".

Já há dias escrevi que tenho de fazer um enorme esforço para perceber a quem se estão a referir, e depois, faço como aquelas pessoas ligeiramente alzheimerizadas, que é dar uma volta ao bilhar longo das referências, para me tentar situar.

Geralmente começo por associar Presidente a Presidência da República; depois, penso em Belém, sobretudo no Jardim, onde atacavam os irmãos mais novos, que o Carlos Cruz consumia, e os mais velhos, que o Portas enfiava no descapotável, e, depois, só com a evocação mental daqueles fabulosos pinheiros mansos que protegem a Real Barraca, é que me lembro de que aquilo está ocupado, e lá faço mais um esforço, para me lembrar de por quem, até chegar ao... "Professor" Cavaco Silva.

Como disse, a história terminaria aqui, como mais um epifenómeno da saloiice nacional, se, ultimamente, também não me estivesse a dar aquilo que eu designaria de "branca do segundo grau", ou seja, estarem a falar do "Professor" Cavaco Silva, e eu não me lembrar de ter tido, ou sequer, da existência, em território nacional, de alguém com esse nome, e lá voltar a dar a volta, se é professor, deve dar aulas nalguma escola, e não me vem nada à cabeça, até que, de repente, se me faz luz, e percebo de quem estão a falar: um tal de Aníbal Cavaco Silva, que dava aulas na Nova, aliás, não dava, e tinha um processo disciplinar em cima, por só lá ir sacar o dinheiro do fim do mês, e que, depois, foi safado por outro anormal, da mesma cepa do atual Ministro da "Economia", que não era Dos Santos, mas mais alto, (De Deus) Pinheiro, e o favor foi pago com pôr-nos a envergonhar Portugal, como Comissário Europeu, depois de preencher várias vagas do Vazio, como a sua célebre passagem pelos Negócios Estrangeiros, a quem a velha guarda francesa logo titulou como "Le Minstre Portugais des Affaires Étrangères est étranger à ses affaires..." (ponham no Google tradutor, que aposto que já não vão mais além do lá, lá, lá, das letras do Justin Bieber, ou das prosas menores do Ricardo Araújo Pereira, para fazerem rir velhinhas da Festa do "Avante" e esclerosados do "Expresso"...)

Evidentemente que toda esta minha prosa se insere nos 25 anos de integração de Portugal no Espaço Económico Europeu, a maior parte dos quais foi ocupada por uma criatura que não tinha a mais pequena noção de decência, nem a estatura democrática para ocupar o que quer que fosse, a não ser um talhão de cobertor das feiras, em Boliqueime, para não interromper a tradição de vendas horizontais, que já vinha do pai, que defendia, com a tacha arreganhada, que "o filho era o maior homem de Portugal". Garanto que não era, porque ele dá pelos ombros dos pretos jogadores de basquete do Benfica, por exemplo, e quem tiver dúvidas, vá ao "Colombo" vê-los, nos dias em que saem dos treinos.

A gravidade da situação, do ponto de vista Saussurreano, porque tudo é linguagem, e, depois, língua, é que o velho problema da arbitrariedade da conexão entre o significante e o significado se agravou, no caso da Presidência da República Portuguesa, porque ela se desproveu completamente de significado, e, só por um esforço de associação, lá se consegue colar, com algum cuspo, àquela vergonha do Aníbal. Agora, a história da deriva do significante "Professor" Cavaco Silva ainda me parece mais complexa. Tanto quanto ouvi, das raras vezes que ia à Nova, punham-no a fiscalizar exames -- esta contaram-me recentemente... --, e ele lá ia, com aquele andar de lêndea, colado às paredes, num anfiteatro cheio de Relvas, a copiar, e voltava-se de repente, a pensar que ia surpreender qualquer coisa, arreganhava a beiçana molhada, e não surpreendia nada, exceto as risadas que provocava e as babas que projetava contra as paredes.

Um dia virá em que Reitor descerrará uma placa a dizer "Cavaco babou-se aqui"...

O problema do significado creio que tem uma explicação simples, já que basta vir para a rua, e ouvir chamar ao Aníbal tudo menos "Professor": o Português comum associou-lhe uma série de epítetos melhores, do jargão de esquina, "palhaço", "vigarista", "ladrão", "cabrão", e o clássico "filho da P***", que assenta na maioria dos detentores de cargos políticos.

De facto, enquanto "Professor", Cavaco Silva ensinou-nos todos os velhos truques da baixaria e da golpada, ou seja, sendo nós idiossincraticamente já...assim, não nos precisou de ensinar nada, apenas passar o diploma daquilo que já éramos, tal como Salazar fez, nos seus tempos áureos. Para mim, que nunca me revi em nenhuma das duas figuras, sigo, mais atentamente, que todos os apoiantes do Cavaco Governante acabaram na prisão, uns por desvio de fundos, outros por crimes de sangue, outros por ineficácia do Sistema Judicial, outros, de burla agravada, e, os piores, por terem provocado uma bancarrota em Portugal, chamada BPN, que nós tivémos de pagar, pela pressão que os seus acionistas privados, hoje chamados "Galilei", fizeram sobre o alarve da altura, José Sócrates, para empurrar o buraco bilionário para a alçada do Estado, sob a velha métrica do "é privado, quando dá lucro, e passa a estatal, quando/mal se converte em prejuízo".

Dos 25 anos de integração europeia, mais de 10 foram vividos sob a tutela de um escroque, Cavaco Silva, que foi distribuindo pelos amigos os fundo estruturais, que nunca reformaram o país de Salazar, e o converteram  na Cauda da Europa do Espaço Comum.

Não satisfeito, voltou, apoiado pelos dinheiros sujos da SLN e da Opus Dei, e esteve mais 7 anos (até ao dia de hoje), a gangrenar o tecido social, cultural e económico da Nação.

A jeito de contas, que o "Dona Coisinha", o tal António Barreto, que esteve sempre em tudo o que era sujo, e quer ser agora o putativo (entre o significado, "presumível", e a proximidade, mais correta, com... "P***") substituto do Cavaco, a jeito de contas, dizia, o Aníbal ocupou cerca de 70% do nosso tempo de integração europeia.

Ora, 70% é muito tempo.


Como dizia o outro, se não roubou, deixou que se roubasse, e ao deixar que se roubasse, atirou-nos para a bancarrota.

É sua especialidade ter ataques, agora, mais controlados pelos comprimidos do Conselheiro de Estado (!) Lobo Antunes -- uma espécie de Rasputine da hemofilia neurológica do doente de Boliqueime -- e cremos que o seu período seguinte poderá ter de passar por exorcismos mansos do cómico Bergoglio Francisquinho, para ver se acalma, como sugerido pela brilhante imagem do nosso "Kaos", e aqui entramos na terceira parte do Signo Linguístico: já expus a minha incomodidade, relativamente ao significante, ao caráter degenerativamente dúbio do significado, mas sobra agora a parte pior, o referente, a carcaça Cavaco Silva, um sistema termodinâmico em falência, com a monitorização neurológica irreversivelmente afetada. Um pequeno desvio, e o referente abre a fossa, para falar de vaquinhas, presépios, nabos, abóboras, santinhas de províncias, do cinema São Jorge, ou do "Cüpernico". Em sua defesa pouco mais disse do que ter de nascer duas vezes, embora, dado o estado de degradação da coisa, e se o quisermos indexar ao instante em que começou a gangrenar Portugal, talvez tenhamos de regressar ao Tempo de Planck, 593124(27) x 10 levantado a - 44, o que, tendo em conta a idade cronológica da múmia, 73 anos, e a ter de nascer duas vezes, dava, se não me engano, 146 invernos, daqueles sinistros, ou seja, para apagar a sua influência, dado que, abaixo do Tempo de Planck, nada se sabe, e as Leis, quer as Comunitárias, quer as da Cândida Almeida, quer as da Física, quer as do Senso Comum, deixam de ter qualquer significado, e seria necessário percorrer 593124(27)x10 ^44+146 anos, o que dava uma colossal quantidade de tempo.

Entretanto, se não parado agora, por um exercício de cidadania, já terá tido tempo de destruir, 100 000, a obra ancestral de Afonso Henriques.

Creio que já nem o tiro de misericórdia que se dava nas jumentas velhas ele agora merece.




(Quarteto de Saussure, à la quântica, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")


Os cidadãos de Portugal pedem aos "cidadões" de Boliqueime que reúnam urgentemente um "Concelho" de Estado que os devolva à sua sarjeta natal, a bem da Nação
15 Maio 13 11:56 | Arrebenta | 0 Comentário(s)   

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A Cultura é tudo aquilo que fica, depois de nos esquecermos do que aprendemos, dizia um velho rodapé de um jornal já extinto -- (não, não era ao "Expresso")...

Durante muito tempo, ou seja, até hoje, reiteradamente sofri de um problema de confusão percetiva, que sempre julguei ser mau, até descobrir que era bom, que era o de, nos pormenores da nossa mundana vida, que também a tenho, de cada vez que alguém se me dirigia como "O Sr. Engenheiro", eu olhar para trás, com medo de ter passado inadvertidamente à frente de alguém, que estivesse ali na bicha (salvo seja).

Com o tempo, esse grande escultor, tal defeito gestaltiano transpôs-se para a Política, e acontece que, de cada vez que alguém se refere -- e são muitos, desde o Jerónimo de Pericoxe à Paneleira da Miss "Fardas" -- ao "Sr. Presidente da República", eu tenho de pensar duas vezes, no que será isso, do Presidente da República, ou, mais precisamente, em QUEM será o Presidente da República.

Tecnicamente, o último Presidente da República que Portugal teve chamava-se Mário Soares, e toureou, que nem um valente, um arrivista de Boliqueime, cuja vida tinha sido interregnada por um evento que ele nunca deglutiu muito bem, chamado 25 de abril, uma data que se interpôs entre os tempos em que andava, na bomba do pai, a snifar "gasóil", como as crianças da Favela do  Vidigal, e o dia em que resolveu trair o Centrão, para se tornar no Cancro da Democracia Portuguesa.

Como não tinha espaço nela, nada melhor do que destruí-la.

Tenho de dizer que Cavaco Silva, o ódio de estimação da minha vida de cidadão, cumpriu exemplarmente o seu papel, e atrever-me-ia, mesmo, a dizer que, de entre os "cidadões" Salazar e Aníbal, o Aníbal ainda conseguiu ser mais Português, porque o de Santa Comba tinha uma sapiência, com todos os defeitos, substancialmente acima do nível da taberna, em que se move o Vacão de Boliqueime e a respetiva Boca da Servidão, totalmente identificados com os patamares dos mourinhos, ronaldos e joanas vasconcelos, do nosso quotidiano.

Este texto é para ser breve, e encomiástico, para fazer jus à imagem do "Kaos", que devia ter vindo ontem, quando a Saloia fez sair da Gruta das Aparições a Sétima Avaliação da Troika. A verdade é que o Aníbal, que está na fase terminal, consegue superar-se a si mesmo, e, hoje, foi para as quintas, fazer a apologia das hortas, e sentir um ar mais refrescado... --- é melhor parar, que já estou a garretear para aqui... -- esquecendo-se de que era Presidente da República de um estado urbanizado, por muito que lhe custe enfiar isso na sua cabeça de saloio.

Fez bem, como ilustrado, em defender a Educação, e falar em Cultura, que, semanticamente, tanto nos serve para as batatas como para o "Livro de Horas" do Rei D. Manuel. A minha cultura, como a de muitos cidadãos portugueses, passa pela segunda. A dele, com um pequeno esforço, escava na primeira, onde enturma com outros "cidadões", como o Cristiano, que lhe foi dar um bilhete, para "você" (!), ele, Aníbal, ir ver o Futebol (!).

Mesma prateleira, mesma linguagem, o Aníbal deve ter-se babado, fez aquele típico gesto de língua, que tantas vezes faz, para caçar o perdigoto da beiçana, e lá terá ido ver o jogo, que desconheço qual, e ainda bem que desconheço.

A Cultura dos "Cidadões" é uma coisa que os adoradores do Camarada Enver Hoxha, como Nuno Crato, acabarão por integrar nos programas de (an)alfabetização, como os antecessores do vereador Justino integraram, quando se tratou do Nobel da Marcenaria, José Saramago, ou das tirinhas do Esteves Cardoso. Em Literatura, como em tudo, estamos por tudo.

Em Melgaço, as Termas eram boas para os diabéticos, mais propriamente, para os "cidadões" diabéticos, ávidos de Educação e Cultura. Felizmente que a minha cultura nunca passou por Melgaço, que, onomatopaicamente, me faz sempre lembrar uma melga que se descuidou e acabou a sua cidadania, num copito de bagaço.

Para que o texto não seja totalmente destrutivo, temos de reconhecer que o Saloio está a fazer progressos: já não fala só de vaquinhas, nem de abóboras, já conseguiu descer o nível aos pastorinhos da trissomia-21, e, hoje, voltou à Lenda, invocando S. Jorge. Creio que, para o seu patamar "cultural", S. Jorge seja aquela ruína mandada reconstruir por Salazar, na acrópole de Lisboa, e o Dragão aquele antro de oligofrénicos, onde Pinto da Costa manda celebrar as Bacanais. Com um pouco de sorte, antes do "Concelho" de Estado de segunda, talvez divirja pelas Fábulas de La Fontaine, ou pelas máximas latinas: "Em boca fechada não entra mosca" (Tutum silentium praemium).
Em nome dos "cidadões" portugueses, se implora que esse "Concelho" de Estado seja como as Cortes antigas, que punham e depunham o Rei.

No caso deste cangalho, que o remeta, de vez, ao silêncio.

(Quarteto dos "cidadões", no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers")


Berlim, ou a história de um Muro que caiu ao contrário, seguido da Santa com Cara de Saloia, que punha a Troika a ver o solzinho a dançar, ó, ó, se punha, a Troika... e não só... :-)
15 Maio 13 12:25 | Arrebenta | 0 Comentário(s)   
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Para quem tenha a memória curta, ou ande entretido com as anomalias futebolísticas, no dia 9 de novembro de 1989, perante o desmoronar da ficção do "Leste", o Muro de Berlim foi desmantelado. 

Para os mágicos, imersos no pensamento iluminista, nos quais me incluo, foi um grande passo para a liberdade dos povos, e um enorme salto, na História da Humanidade.

Ainda para mim, colecionista, nefelibata e homem de "recuerdos", tenho ali um fragmento, protegido por acrílico, entre um catálogo de Max Ernst e as Catedrais dos Plantagenetas, um fragmento do Muro, testemunho que me trouxeram do lugar onde não estive, embora esses lugares não tenham sítio, mas espaço no imaginário coletivo, e ele aqui está.

Sou muito mau para contas, e nem sei quantos anos passaram, desde esse dia inesquecível, em que os Alemães de Lá se juntavam aos Alemães de Cá. O custo financeiro da reunificação foi um esforço brutal, que deveria fazer lembrar ao Estado Alemão que ninguém deveria ser obrigado a pagar os seus acidentes históricos, e creio que isso é um bom argumento para lhes perguntar agora quanto custou, e se também cortaram nos pensionistas, para poderem voltar a ouvir Bach, em Leipzig.

A queda do Muro era uma metáfora do fracasso das ideologias, enquanto condutoras da História: a imaginação, o livre arbítrio e a capacidade de guiar sem cartilha, como Voltaire ensinava, atiravam para o caixote de lixo dos eventos a história de um gajo que maltratava a mulher, Marx, mas, em contrapartida, fornecera uma formidável grelha hermenêutica para os processos das más práticas sociais.

Acabou em Sibérias, Gulags e degolados.

O mau Capitalismo -- como se o houvesse bom -- ficava entregue a si mesmo, e o mundo civilizado, gerido por criminosos da estirpe de Reagan, Thatcher, Cavaco ou João Paulo II, já não se precisava de se revestir das rosas promissoras das sociais democracias nórdicas e podia avançar, livremente, para as mazelas dos sem abrigo, dos bancos especuladores e dos colchões da ultramiséria, da albanesa de Calcutá.

Desde então, o mau mais não fez do que tornar-se péssimo.

Como se costuma dizer, muitas vezes o que mantém vivo um adversário é a oposição. Desaparecida a oposição, engorda, cria varizes, e acaba em AVCs. O Capitalismo presente está nessa avançada fase de calcificação do útero, que nem Marx poderia ter previsto, mas a estupidez humana, infinita, muito para lá dos infinitos de Pascal, conseguiu refinar.

Historicamente, e já que o Tempo colocou o patamar de reflexão necessário para as primeiras notas de rodapé, o que verificamos é que os vencidos da queda do Muro, travestidos de todas as formas e cores, se implantaram por toda a parte, e estão a gangrenar o Mundo. A Europa, sempre velha nessas cavalidades, dá o exemplo: não há um único cão, que tenha lido o célebre "Livrinho Vermelho", do Camarada Mao, que não esteja agora bem empoleirado, num camarote qualquer do Liberalismo, do Ultraliberalismo, ou do simples deixa-andar. O exemplo acabado é o renegado, o do curso do Apto e Não Apto, Durão Barroso, o ladrão dos móveis da Reitoria, que chegou a Presidente da Comissão Europeia. Não fosse o cargo morganático, e nominalmente indicado pelo Príncipe das Trevas, Kissinger, responsável pela ascensão e ruína do Pós Guerra, e poderíamos estranhar, mas, hoje em dia, já não estranhamos nada, absolutamente nada.

Merkel, uma cadela de Leste, habituada a conduzir carros em forma de cartuchos de amendoim do tempo da minha avó, e a roer côdeas de pastor protestatnte, cujo único alimento eram as côdeas e a mulher do pastor, quando para isso lhe dava, aparece agora, na sua biografia renegada, como chefe  de propaganda do ranço germano-soviético, herdado da Guerra Fria.

Das erste Leben der Angela M.”, uma promissora boa m****, apresenta a rafeira como secretária para a propaganda e agitação (!) da juventude do faz de conta, do lado de lá. Se fosse de cá, era tão bom como ter gerido a Mocidade Portuguesa, ou ser a Menina Goebbels, do austríaco de má memória.

Acho tão maravilhoso que nem comento, já que insiro isso na história do iate do Garcia Pereira, "que gosta de espairecer", ou nas biografias do Cunhal, de outro maoísta renegado e obsceno, Pacheco Pereira. O Maoísmo também fica bem ao vigarista Jorge Coelho, assenta que nem uma luva na Maria José Morgado, no Henrique Monteiro, do "Expresso", e de uns tantos outros cromos afins, para já não falar do pior de todos, o "Apto" Nuno Crato, para quem o Paraíso estava na Albânia maoísta.

Ele que meta o Camarada Henver Hosha na peida, e volte a vender o cu no "Tagus Park", já que quem vende o cu uma vez, vende duas ou três.

A verdade é que os cromos somos todos nós, que engolimos a pílula sem perceber o que lá estava agora, porque esta gente nunca se tratou, nunca se retratou, e só piorou, ou seja, o Muro de Berlim, que supostamente, tinha caído de cá para lá, subrepticiamente veio a mostrar-se que tinha era caído de... lá para cá, já que esta enorme lista de renegados, que tratou de ocupar todos os postos chave do Ocidente tem, como programa uma sinização da Europa, ou seja, importar para as sociedades burguesas do Hemisfério Capitalista o velho modelo de uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma, que traduzia a miséria típica das sociedades devastadas pelas múmias leninistas, estalinistas e maoístas.

Não nos faltava mais nada do que termos, no início do séc. XXI, de papar com os padrões de nivelamento por baixo, do Camarada Mao, ou com os padrões de miséria do Camarada Brejnev, com novas Nomenklaturas, por cima, sustentadas por bancos ao serviço de retortos arrependidos.

Torna-se claro que chegou a hora de os povos livres do Ocidente correrem com essa corja toda, e virem para a rua fazer fogueiras com os restos embalsamados do Lenine, senão, qualquer dia, andamos todos de Livrinho Vermelho na mão, a conduzir trotinettes de Berlim-Leste e a saudar o Camarada Jung-Il, como Grande Líder da reforma do Estado.

Felizmente, há luar, e nós, por cá, como Salazar dizia, somos mais modestos: temos a sétima avaliação da Troika a ser benzida em Fátima, como diz o Alarve de Boliqueime, o que nos abre enormes janelas de esperança. Não sendo eu sabedor do Dogma, e ignorante das hierarquias, tendo a sétima sido avalizada pela Santa com Cara de Saloia, a oitava já deverá passar pelas asas do Espírito Santo, e a nona por Deus Pai, e não havendo nada de mais alto, e tendo isto descido a um nível destes, não será de estranhar que apareça um daqueles que se passou, há 100 anos, e abateu o Sidónio, a inspirar-se, para nos acabar, de vez, com esta vergonha e este pesadelo.



(Afinal o Muro de Berlim era... para nos proteger, no "Arrebenta-Sol", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

Swaps, swapinhos e swapões
03 Maio 13 01:05 | Arrebenta | 0 Comentário(s)   

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Há uma velha verdade, das mezinhas,  sobre a erisipela que que diz que a erisipela começa por ser uma manchinha, e convém que dela se trate cedo, antes quede lá  derive uma manchona.

Manchona, com o devido respeito pelas fufas, não é uma machona -- uma fufa ativa -- mas mesmo uma manchona, uma coisa que se agiganta, em forma de assim, ao ponto de poder engolir um Estado inteiro, e o levar ao mais relapso colapso.

Como a Ciência ensina, mesmo as coisas mais inverosímeis têm começo, seja ele uma fábula, como a do Big Bang, ou a do Génesis.
Por mim, que sou pagão, faz-me sempre sonhar mais alto a Cosmologia Aborígene, que diz que, no Começo, era o Sonho.

Para mim, tem continuado a ser, embora haja uma série de anomalias das ondas betas que me o tenham tentado interromper, e poderia enumerar algumas, como Cavaco Silva, Lurdes Rodrigues, o escroque Constâncio, pai, filho e neto (Galamba), ou a viuvinha Pilar del Rio, cujo vibrador tem a forma de uma lombada, na qual eu não alombo, por mais exaltada que ela se exalte, até que a Câmara Monhé de Lisboa lhe dê um pontapé na c***, e ela volte a afocinhar nos vulcanismos de Lanzarote, que ele há cinzas, há, e até se poderiam contar de A a Z, entre pobres, galholhos e estropiados, sendo essa a regra desses tempos, (e estando eu a escrever um pouco à maneira do analfabeto com quem ela, convenientemente, se casou).

Ora havendo um começo de todas as coisas, também os "swaps", que eu, imerso no Sonho, pensei ser mais uma marca dos gelados "Olá", mas não é, por que é... O Cá, e bem cá, e prática muito corrente.

Como é sabido, odeio Economia, uma das sete ciências herméticas, tal como Jâmblico as descreveu, na minha distante Alexandria, e os economistas explicarão, por palavras caras, o sentido económico  financeiro dos "swaps". Para mim, analfabeto funcional, a coisa pode traduzir-se num verbejar simples, que passo a expelir, e se insere na velha máxima de que, em Portugal, tudo é Estado, quando se trata de injetar dinheiro, e tudo passa a Privado, quando se trata de sacar lucros. 

Por estranho que pareça, o processo é um pouco uma Fita de Möbius, já que, sendo infinito, mal o lucro se reverte em prejuízo, o Privado epifaniza-se, por obra e graça do Francisquinho, em Público, e o Estado volta a ter de pagar.

Nada disto seria maligno se o Estado não fosse sustentado pelo contribuinte, e não fosse todo  ele igual, com a ressalva de que até há um Estado mais igual do que outro, ou seja, um Estado da auxiliar não sei de quê, que deve ser taxado e penalizado, e um Estado que circula, na forma fiduciária, pelos "swaps" e p***s que os pariu afins, e, não só não é penalizado, como ejaculado, Secretarias atrás e Secretarias de Estado acima, até chegar a patamares relvistas e Quintas da Coelha.

Peço desculpa, mas embora continue -- e espero continuar -- totalmente ignaro sobre o que é um "swap", acho que a Quinta da Coelha, e o cabrão que nela mora, não estão ligados a "swaps", mas a um enorme "swapão". Ora acontece que, quando me falam em swapão -- e eu vou dispensar as aspas, que dão muito trabalho de teclado -- quando me falam em swapão, imediatamente penso no BPN, na SLN, na Galilei, e no cabrão que esteve na génese disso tudo, um bandalho chamado Aníbal Cavaco Silva, que foi o Big Bang, ou o Pesadelo do Início, do qual derivaram todas estas variantes, pouco interessantes, mas de comum ADN, que hoje presenciamos.

Temos de lhe fazer justiça, porque o homúnculo, desde os anos 80, que anda a repetir a frase "depois, não digam que não avisei", e tem avisado sempre, desde os tempos em que vendeu a Agricultura, Indústria e Pescas, por alguns tostões e diversos milhões.

A náusea era tão grande que qualquer pessoa com dois dedos de testa veria que ele tinha razão em estar a avisar-nos, e estava.

Depois, como se sabe, atravessámos um interregno de má e boa moeda, em que, desaparecido da Política -- esta gente nunca desaparece... -- e se enfiou nas trafulhices financeiras.
Ser Ministro dá muito trabalho, pelo que as gentes honestas, que deverão nascer duas vezes, há um momento em que deixam as pastas decisórias, e passam para os gabinetes de decisão, onde cozinham os swaps e os swapões do BPN. São os instantes dos jantares à média luz, em que as p***s da antevéspera se tornam nas catrogueiras do leva e traz, nas cadilheiras do conselho grave e avisado, se duartelimam, matando velhas ricas, se purificam, champalimaudizando-se, ou melhoram as habilitações, sob a asa larga da vice reitora copofónica e reles da Lusófona, da escuridão angolana da "Independente", ou de outras, falecidas, e já esquecidas, a "Moderna" e mais umas quantas, onde os Cratos, marxistas albaneses (!), de "aptos"/ "não aptos", de esquina e meia, se multiplicaram, entre palmadinhas nas costas uns dos outros.

A bem dizer, o swapismo é uma cultura de Estado, e deveria entrar no Panteão, ao lado da Amália, a quem o Espírito Santo (banqueiro) deu o dom da Voz, enquanto ela estendia a cedência das mucosas e acobertava o Regime. Com o tempo, derivou em Capitães de Abril, a tentarem vender a Herdade do Sardão ao Genro do Cavaco

Parece-me estar a ouvir o camarada Álvaro Cunhal, que agora faria 100 anos -- não o tivesse levado para junto de si aquela figura vermelha, de rabo em forma de seta... --, a falar dos swaps do grande capital imperialista, e eu -- sempre no Sonho -- "mas esta gente deve estar completamente doida..."

Não está.

Doidos são os que pagam impostos, os que não veem a Teresa Guilherme, os que não assistem ao "Eixo do Mal" e aos esgares do Medina Carreira, para já não falar dos "derbies", que cada vez mais -- et pour cause -- incluem os clubes turcos, por onde começa a circular cada vez mais dinheiro sujo.

Eu sei que isto poderia alongar-se "ad infinitum", pelo que não me apetece, e estou no meu direito. Não quereria, todavia, já que falámos de swaps e de swapões, de referir os swapinhos.

Os swapinhos, caro leitor, são todos os seus pequenos atos irrefletidos, as pequenas fraudes que faz, para ver se passam, os facilitismo do seu pequeno quotidiano, que, ao longo de 900 anos disto, levaram que chegássemos ao estado em que estamos, e estamos mal, muito mal.
Paciência: meta a a mão na consciência, e veja onde é que está o seu pequeno contributo.
O meu, caros leitores, já acabei de o dar aqui.
Amanhem-se com ele.


(Quatro swapinhos no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
Obama, a Virgem dos Prados, e a nova padroeira da Guerra Global, no Oriente
19 Abril 13 01:45 | Arrebenta | 13 Comentário(s)   

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Paris faz-me sempre bem, apesar de terem demolidos Les Halles, e do Louvre estar encerrado, dia sim, dia não, por causa das crianças carteiristas de Leste. As Ucranianas continuam a deixar cair pseudo anéis de ouro, perto da Ópera Garnier, para sacarem esmolas grandes às chinesinhas idiotas, e, brevemente, está previsto um atentado, para fazer inveja aos Americanos.
Felizmente estamos na Era Hollande, mais uma période vache, senão, ainda mandavam uma carta com rícino à Carla Bruni, e a gaja punha-se a snifar aquilo, pensando que era coca com corante,
todavia,
tudo isto são trocos, perante o almoço com os guias espirituais do Mediterrâneo Oriental, o Patriarca Siríaco de Antioquia, mon ami, Ignace Joseph III, os Bispos Maronitas, e, sobretudo, le très beau Grégoire III, Laham, Patriarca da Igreja Melkita, do Rito Monárquico do Oriente, mais uns nomes que estou inibido de colocar aqui, por óbvias razões.

Como estes encontros não são exatamente os conselhos de ministros extraordinários da sarjeta portuguesa -- para substituir Relvas por relvinhas -- nem decorrem num HLM lisboeta, chamado Presidência do Conselho de Ministros, coisa que envergonharia qualquer povo com dois olhos na cara, que também não confundisse os ganidos da Mariza com canto, e os farrapos do Saramago com leitura, os temas também foram preocupantes, já que suas reverências, os ilustres, os eméritos, as santidades, e os excelentíssimos, bon dieu, quando falam, é mesmo para falar das causas profundas do abismo para que estamos a caminhar. 

As causas são claras, os processos típicos, e o semear dos sinais tão evidente que só não os vê quem não quer. Na América, entregue ao nirvana escarumbista de Obama, também conhecido pelo ópio do povo, a máquina de guerra está em plena organização: já começaram as cartas armadilhadas, os atentados de cozinha, para pôr os varões do Tennessee com vontade de ir perder as duas pernas e um olho, nas muralhas de Diyarbakir, pátria do fabuloso, inimitável, inigualável, altíssimo Leonardo da Vinci do glorioso Islão Medieval, Al Jazari, para depois poderem trazer uma medalha póstuma, para a sua boca da servidão, anafada de burgers-king, e as suas crias, de Q.I. 75.

Como se sabe, a Ultradireita Americana não brinca em serviço, nem qualquer dos seus braços armados europeus, que acabou de enterrar uma das mais pútridas carcaças do último quartel do séc. XX, a criminosa Margaret Thatcher, cujos restos deviam ter sido dados aos porcos, só para ver a repugnância dos focinhos, a afastarem-se dos despojos, mau grado a fama de comerem tudo...

Comerem tudo, realmente, só certos portugueses, entre Cristianos Ronaldos, Mourinhos e Joanas Vasconcelos, o que é altamente conveniente para as fabulosas máquinas de fabrico de armamento, como a Americana e a Inglesa, que já estão a produzir, em força, para avançar para Oriente.

Como é sabido, as decisões de guerra não vão ser convencionais, nem os meios, já que a virulência informática já decidiu os destinos. Importa, todavia, que os estragos civis, e nas infraestruturas,  sejam elevados, como referia Sua Reverência Joseph III, já que, estando a Síria em puro equilíbrio de contas, face ao Banco Mundial, é fundamental que as ruínas sejam de tal dimensão que entrem na escravidão da servidao das empresas euro-americanas de reconstrução, e seus arredores russos e chineses, durante décadas, um pouco como a Troika entre os saloios portugueses, mas com menos devastações patrimoniais. Os Sírios vão agradecer, vão fabricar vários mártires bomba, e vão andar pelas cidades do Ocidente a mutilar velhinhas e caniches, para maior horror, e entretimento, das manhãs da paneleira do Goucha e da histérica da Júlia Pinheira. A Síria, onde Saddam depositou as armas químicas que todas as potências do género lhe venderam, como atestam os recibos, e Carlos Moedas é disso testemunha, já que datam da sua passagem pela escola do crime da Goldman Sachs, vai ser a porta de entrada para todos os horrores, que só cessarão em Teerão. Pelo meio, como suas eminências reverendíssimas atestam, está toda a mistela islâmico-cristã, velha dos Basileus Bizantinos e das Cruzadas Falhadas dos Templários, que vai ser envolvida num arrastão genocida, que quebrará equilíbrios centenários, e os mais recentes, quando a Inglaterra, esse estado pária, decidiu partilhar o Oriente entre os países que tinham reservas de petróleo e os que não tinham. Ficaram com os primeiros, e os últimos, comme d'habitude, sobraram para a França, que prefere semeá-los de Corbusiadas, para a máquina militar inglesa vir depois destruir, e as empresas do Velho Amigo Americano reconstruir. Os milhares de mortos e mutilados são meros efeitos colaterais, como um pouco, por todo o lado, mas quem se importa, com o Chelsea, em ascensão?

É evidente que tudo isto é História, e, como História, traição, já que o Califado não foi reconstruído, tal como prometido à nobilíssima família dos descendentes do Profeta, que governa a Jordânia, mas antes caiu nas mãos da pior máquina fundamentalista e assassina, que são os plebeus da Casa de Saud, que, a partir de Riad, subvencionam todo o terrorismo mundial. Se o Ulrich ganha por minuto um salário mínimo, os assassinos sauditas fabricam, por minuto, um futuro fundamentalista assasssino.

Depois da Síria, e de deitadas as mãos às novas reservas de gás descobertas nas suas costas mediterrâneas, como referiu Monseigneur XXXXX, será a vez de a Argélia, com as suas multidões de jovens desempregados, a meia centena de quilómetros das frágeis fronteiras europeias -- que os obamistas juraram destruir, quer politicamente, quer financeiramente -- com o ataque ao Euro e os desembarques, em massa, de desgraçados, em Lampedusa. As compras mensais de 40 000 000 000 de euros da Reserva Federal Americana não são ingénuas: bastará despejar isso, de uma só vez, nos mercados, e aquelas moedas feias e frouxas passarão a valer... nada, tal como previsto pelos tentáculos da Goldman Sachs, e dos genocidas de Bilderberg.

Fortificada a Turquia, a Europa ficará de joelhos, com um novo Israel no Próximo Oriente, o Estado Curdo, finalmente talhado nos escombros da Síria, do Iraque e do Irão: uma velha nação com novas fronteiras, prestes para desempenhar o papel do estado-cuco, numa região perpetuamente instabilizada. 

O diálogo com o Islão, como referem os altos teólogos das Igrejas do Oriente, não é hoje mais do que uma das fabulosas fraudes intelectuais do Ocidente, a quem Ratzinger, que tinha tanto de inteligente como de facínora, passou a maior de todas as rasteiras, que foi deixar o Titanic nas mãos das mafias cardinalícias, e dizer, roam-lhe agora os ossos, posto que já devoraram a carne... Como é de prever, será um emérito de vida breve, com muito pouco Falla, e o Francisquinho nem dará por isso, com a sua demência própria e o seu andar de ganso coxo, as suas batinas transparentes, para poupar nos tecidos, e os seus vergonhosos sapatos pretos.

Há quantos séculos é que a mafia jesuíta sonhava com sentar-se no Trono de Pedro, hein?... Pois... já se sentou... :-) 

Diz que quer uma Igreja pobre, para ajudar os pobres, como se qualquer igreja que fosse pobre tivesse meios para ajudar na Pobreza, para além dos mitos obsoletos das cadelas de leprosos, como a de Calcutá, cúmplice dos maiores miseráveis instigadores da ultrapobreza, como Woytila, Thatcher e Reagan. Como se sabe, até isso passou de moda, e o que vem aí é demasiado mau para caber nestas linhas: o próximo sinal será a abdicação de Beatriz da Holanda, uma das cabeças da Górgona do Clube de Bilderberg, fundado pelo seu querido e criminoso papá.

O diálogo entre religiões cessou, como dizia o nosso grande amigo de L'Oeuvre d'Orient, desde o momento em que os falsificadores das novas versões do Corão retiraram as suras em que se dizia que o Profeta Jesus morrera na cruz, para salvar os homens, e as subsituiram por aquelas em que a salvação do Mundo viria com a ressureição de Maomé, do qual Cristo não seria senão um reles seguidor. Isto não passaria de mera Teologia, se não entrasse pela contabilidade, já que, sendo o número de suratas e os ayaf equilibrado, foi preciso estender o tipo da caligrafia, para esconder as passagens eliminadas. Quando as religiões chegam a este estado de decadência, para quê os pseudo diálogos?

A conclusão é a Guerra, pelo que este texto não é humorístico. Passa-se nas muralhas bizantinas deste fim de estação, e, lá em baixo, um novo Maomé II se prepara para abater as muralhas do Prefeito Antémio.



(Quarteto patriárquico siríaco melkita, de Antioquia, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino", e em "The Braganza Mothers") 
O começo do Relvismo, como encíclica menor, das encíclicas maiores das fraudes académicas generalizadas, em Portugal
11 Abril 13 01:31 | Arrebenta | 13 Comentário(s)   



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É com profundo pesar que recebo a notícia da demissão de Miguel Relvas, por razões que são simples, e estão muito limitadas pelo meu inconsolável romantismo: ao contrário das figuras pardas que enformam as comissão de gestão angolana, que rege o enclave de Cabinda Norte (Portugal), e que não me conseguem despertar o menor sorriso, caso do facínora Carlos Moedas, do boca torta do Miguel Macedo ou do sinistro Nuno Crato, o Relvas era uma anedota, e uma referência.

Num país sem humor, haver um palhaço de que nos pudéssemos rir diariamente, era saudável, ao contrário da sensação que nos percorre, de cada vez que o Gaspar vem comunicar, com voz de boneco de corda, as últimas diretivas da seita para que trabalha, a Goldman Sachs, destinadas a mergulhar os níveis de vida dos nossos concidadãos em padrões piores do que os do Salazarismo.

É péssimo que a licenciatura de Relvas venha a ser anulada, porque isso vai pôr em causa o Reitor da Lusófona, Fernando Santos, corrido da FCT da UNL por uma longuíssima série de semestres de faltas -- tal o "Professor" Cavaco, quando o escroque João de Deus Pinheiro o salvou do processo disciplinar que tinha no lombo, na Nova -- e, é isso que me toca ainda mais profundamente, pode vir a pôr em causa as provas de agregação de equivalências por orgasmos, das Vice Reitora, Clara Pinto-Correia, conhecida pela sua ascensão horizontal, ao contrário de Cristo, que subiu aos Céus, de pé, e de braços abertos.


Desde Aristóteles que estas coisas se chamam "catarse", ou seja, uma forma engenhosa de descomprimir panelas de pressão forçadas muito para além das resistências das suas paredes, só que, como os tempos mudaram, e estávamos, e estamos, em riscos de uma intervenção militar, para recompor a ordem constitucional, esta pequenina catarse não vai servir de nada, porque os seus verdadeiros motivos são nulos: o Relvas sair, ou não sair, é totalmente indiferente, porque, de facto, já não estava lá, o que estava lá era um governo de tal forma decomposto e desacreditado que até permitia ter Relvas no seu seio. Muito mais me preocupam os dividendos que Nuno Crato, uma sinistra figura pós (?) maoísta, com licenciatura típica, possa vir a tirar deste enxovalho público, do seu colega, já que um Nuno Crato, fortalecido pelo linchamento do idiota Relvas, pode ser prejudicial para o país inteiro, posto que o Relvas ter licenciatura, ou não, era-me totalmente indiferente. Já não me é indiferente o destino que o pernicioso Crato tenha para multidões de licenciados deste país, e para jovens em busca de formação, meramente regido por critério de economicismo, que, na lógica de Bilderberg, nos querem voltar a fazer afundar numa nova Idade Média.

Numa frase, tudo o que fortaleça o Crato é muito mau para Portugal.

O resto ameaça ser pior, porque a tal ideia da "remodelação", que se pressupunha vir depois do chumbo do Constitucional, mas que, ao ter começado hoje, deixa pouco espaço para remodelações maiores, tirados os rumores da Opus Dei, através de Paulo Macedo, se ir deslocar da Saúde para a Economia, de onde sairá a anomalia Santos Pereira, e outras baixaria afins. Ou seja, uma vez chumbadas as contas no Constitucional, as tais contas que evitaram pegar o touro pelos cornos, esse touro, que se chama encarar o BPN, os "offshores" e as parcerias público privadas, que deveriam já, há muito, ter conduzido à prisão de Aníbal de Boliqueime e de muitos dos facínoras políticos que estiveram em campo, nas últimas décadas, pouco fica para fazer, exceto o essencial. 

Mais sucintamente, se fosse séria, essa tal remodelação deveria incluir Cavaco Silva, Passos Coelho e afins, ou seja, limpar o Regime, e isso, obviamente, só à força, não com paninhos quentes: tudo o resto é andar a entreter os ingénuos.

Não vamos assistir a nada disto: como o Professor Marcelo, o oráculo das banalidades, já anunciou, parece que querem ir buscar o cadáver do Fernando Nogueira, enfiado até ao pescoço nos interesses de Angola, para substituir o Relvas. Em linguagem cinematográfica, vão trocar um canastrão por outro, mantendo o enredo do filme sem qualquer alteração.

Nisto tudo, uma palavra de carinho para Paulo Portas, que Laura "Bouche", através dos oráculos da "Sheila", já antevê no Palácio de Belém. Terá uma vantagem: pela primeira vez, na História de Portugal, não vamos ter de gramar com a galeria de aberrações da "Primeira Dama", e talvez tenhamos acesso a paisagens renovada de escort-boys, ou atletas em pelota.

Outras remodelações, mais modestas, valem-se de truques velhos como o Mundo, como o célebre "golpe da barriga". Quem se atreverá, no meio da ruína da Agricultura, a pôr na rua a prenhe Assunção Cristas, que, depois de cuspir cá para fora o seu pequeno neanderthal, ainda terá direito a licença pós parto, e seis meses de repouso pagos, como mérito de ter despejado para o Mundo mais um foco de poluição humana?... Com um pouco de sorte, continuará Ministra, depois de todo o Governo ter caído.

Ah, o filho vai-se chamar Coreia Cristas, em honra da guerra próxima.

(Quarteto ad majorem angola gloriam, no empancado "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
Breve fábula do Papa Francisquinho, e das suas sete bancarrotas cipriotas, chumbadas no Constitucional
11 Abril 13 01:23 | Arrebenta | 2 Comentário(s)   

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Imagem do Kaos e dedicado à Kaotica, que anda com o telefone clonado com o da Maria Cavaco Silva



A minha avó, que era uma senhora... quer dizer, tentou..., um pouco como eu..., tinha uma expressão gloriosa, que caiu um desuso, um pouco mais rápido do que os mofos do Saramago, que era... "mexer no gregório".
Ora, mexer no gregório, objetivamente, levava a que o gregório começasse a ficar em pé, e com alguns comportamentos estocásticos, lá para a fase final, soltava umas babas, idênticas às dos perdigotos do Cavaco.
Parece que, biologicamente, até havia quem engravidasse com as babas do gregório, mas, numa época de milagres e aparições, como a nossa, nada me espanta, e nada me excita, e é verdade que há gente capaz de engravidar com qualquer coisinha, como a mãe do filho do Zezé Castel'Branco, ou a Bárbara Guimarães.
Agora, que o séc XXI já vai avançado, houve um "upgrade" do "gregório", e os últimos "gadgets" incluem uma paranóia generalizada, que é "mexer no francisquinho".

O nojo é o mesmo, embora o objeto,
penso eu
de que
divirja.

O Francisquinho foi uma invenção do Espírito Santo, depois de consultados Vladimir Putin, a alma do defunto Marcinkus, Robert Mugabe, a Irmã Lúcia, a Mossad, a CIA, a NSA, os herdeiros de Kadafi, o Bando do Mensalão, Ahmadinejad, e um aneurisma de Hillary Clinton. Obama só chegou, já depois da votação terminada, e o voto acabou por ser incluído nas contagens do Mourinho.

A Comunicação Social, que precisava de mais uma m**** para entreter o pagode, aderiu incondicionalmente, houve freiras a desmaiar, algumas que não tinham quebras de tensão, pelo menos, desde os Beatles, e o homenzinho foi canonizado, ainda antes de existir.

Para mim, que não sou católico, nem tenciono ser, nos séculos mais próximos, o Francisquinho é uma espécie de Justin Bieber, para senis, que o "Intelligent Design" nos forneceu, já na forma de uma mula branca, com garupa, e dar que dar, de mãe negra da Ilha do Sal, e uns defeitos de calçado que já não se viam, pelo menos, desde o Zé das Botas. Está em claro se toma "exctasy", ou se já veio feito mesmo assim, mas inclino-me para a última hipótese, depois de ver aquela irmã que ficou meio favelada, um pouco como a avó do Obama continuou bruxa no Quénia, depois de o neto ir fazer macumbas para a Casa Branca.

Andam todos entretidos com o nome de "Francisco", e toda a gente a "mexer no francisco", o que se avizinha derivar para uma séria franciscofilia, mais uma das parafilias a juntar às muitas dos clubes SM de Berlim.

A parte pior vem que o Francisquinho não tem nada a ver com o Francisco de Assis, que gostava de animais, e não de cardeais, mas de outras paragens, já que Jorge Videla só não se chamou Francisco Videla, porque a mãe estava entretida a fazer contas de cabeça, quando o registou, Jorge Videla, versus Jorge Bergóglio. Para além disso, e indo aos étimos, "Francisco" é mesmo "aquele que nasceu em França", sendo que Francisco I, seguindo esta lógica do "non sense", nas suas disputas com Carlos V, para comprar a eleição do Santo Império Romano Germânico, foi o primeiro grande príncipe europeu a fazer alianças com o Grão Turco, Solimão, o Magnífico, o que deixa prever que o Papa Chico finalmente dê a volta ao travão Ratzinger de entrada da Turquia nos escombros da União Europeia, e passe do "relativismo" ao "pragmatismo," de deixar entrar um caco de Europa e a Ásia Menor, uma potência em ascensão, para consolar as bordas da c*** da Angela Merkel, se não tiver sido já corrida do panorama teutónico. Como diria a Aura Miguel, se os Turcos já invadiram a Alemanha, por que não deixá-los passar a ser agora o motor do resto da Europa.

O périplo é simples, porque o branqueamento de capitais da Mafia Russa, Turca, Moldava, Búlgara e Romena, entre outras geografias que não me apatece teclar aqui, passa de Istambul diretamente para o Dodecaneso, via Dardanelos, os paraísos fiscais das ilhas dos cegos gregos, e Chipre, onde a Europa, com o beneplácito do Papa Francisquinho, que nos quer ensinar "a perdoar", está a ensaiar uma Argentina miniatura, com bancarrota, congelamento de depósitos bancários, e direito a levantar 10 €, por semana, já desvalorizados, após longas horas de espera em filas, e bichas, de bancos falidos.

Se isto não era o sonho de Obama, então onde é que está o sonho de Obama?

O Francisquinho manda rezar, como mandou rezar N vezes, durante a primeira bancarrota argentina, do séc. XXI, e como mandará rezar, durante a segunda, que está aí a vir, e as almas dos crentes, as freiras prenhes de fé, as mal casadas, as crianças que perdoarão a quem lhes estreou os esfíncteres e todos os neo chinesados europeus irão ajoelhar, perante esta enorme páscoa que aí vem, guerra inclusa. Ao pé de Chipre, é evidente que o colapso da branqueadora de capitais do Banco do Vaticano será um  colossal espirro.

Para mim, um cético, começa é a tornar-se preocupante como é que esta tentativa de fecho de lugares de branqueamento poderá ter influência no boneco Cristiano Ronaldo, ou no boneco Mourinho, embora, como se sabe, pelo sistema de vasos comunicantes, sempre que fecha um "offshore", abrem logo dois ou três. Um dia haverá em que os financiamentos da Quinta do Lago se farão na Antártida, debaixo dos severos protestos da Greenpeace, e espero estar vivo, para presenciar essa enorme aurora austral.

Sei que este texto vos poderá deixar inquietos, mas não há razão para isso: deveis perdoar, e esperar que a boa nova venha dos novos pregadores, velhas verdades em novas bocas, ou velhas bocas cheias de velhas mentiras, ou vice versa, ou, nominalmente, esperai que a Palavra brote da boca do Francisquinho, ou do seu sucedâneo da RTP, José Sócrates, ultimamente, muito conhecido das caves de "Le Dêpot", e da Mulher Barbada, Nuno Morais Sarmento, em trânsito, de "Le Macho", a juntar-se à súbita invasão dos ecrãs de televisão de fantasmas recentes da "escroquerie" nacional, decorrentes do chumbo, no Constitucional, da fraude orçamental. Crentes, preparai-vos, porque o Galambismo vem aí, na forma dos jovens turcos, que farão Miguel Relvas parecer um homem decente, tal como Miguel Relvas conseguiu que Sócrates acabasse por se tornar respeitável.

Quantos aos étimos, e voltando à minha avó, que, tal como eu, nunca conseguiu ser uma senhora, se pensarmos bem, a distância entre "mexer no gregório" e "mexer no Bergóglio" talvez não seja assim tão grande...

Para ser franco,  acho, mesmo, que é nula.

(Quarteto, no (avariado) "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e no "The Braganza Mothers")
Da Vida de Ratzinger, seguida da Belle Époque das mumificações em vida, contraditadas pelos casos anómalos de Miguel Relvas e Franquelim Alves
12 Fevereiro 13 01:58 | Arrebenta | 12 Comentário(s)   
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Hoje é daqueles dias em que eu sinto que devia ter escrito este texto, que há um mês tenho na cabeça, um dia antes: poderia ter passado por profeta; assim, contento-me com marcelo rebelizar a coisa.


Para aquelas gajas com cabelo tipo piaça, como a Aura Miguel, fundamentalista lusitana, e opusteísta, que se masturbam com cromos do Santo Padre, a frase é exatamente inversa: Ratzinger começou bem, continuou muito melhor, e acabou exatamente na perfeição.
Perguntem-lhe a ela por quê, porque eu já me masturbei com muita coisa, incluindo páginas dedicadas à pastorícia alpina, da "National Geographic", mas, com Ratzinger, felizmente... não.

Dos inaptos, ignaros, servilientes e espantados do Santo Anúncio -- coisa vinda diretamente do Espírito Santo (sem ter passado pelo Ricardo Salgado, nem pelo vigarista do Álvaro Sobrinho, que faz as missas em angolar) -- o dia foi preenchido com as maiores baboseiras dos Vazes Pintos, do Seabra, que adorava apalpar os rapazinhos da "Católica", e de mais umas vozes da beatitude, que me fizeram lembrar que a televisão tem de estar permanentemente ocupada com um dos Três Éfes, senão, não seríamos a Cauda da Europa. Fartaram-se de falar de Gregório XII, um disparate, quando deveriam ter falado de Celestino V, tal Thomas Mann o celebrizou.
Infelizmente, a Cultura continua a não ser para todos.

Parece que o Ratzinger era um intelectual. Para mim, intelectual, ter um intelectual, como Ratzinger, na forma do inter pares, é uma vergonha, pela simples razão de que a minha intelectualidade se resume a tentar encontrar fórmulas e aforismos, que tornem o meu tempo inteligível, enquanto Ratzinger, na sombra dos seus gabinetes, com mais ou menos pedófilos, com mais ou menos mafiosos, e com mais ou menos criminosos, à sua volta, dedicou toda a sua intelectualidade, não a deixar obra, mas a cometer o pior pecado que qualquer pensador alguma vez poderá cometer: o de, sectariamente, tentar substituir o pensamento dos outros pelas fórmulas e imposições vomitadas pela intransigência e verborreia do seu obsoleto cavername craniano.

Isto, contado às criancinhas, e inserido no tempo lúgubre, que atravessamos, resume-se na seguinte frase: no período fundamentalista dos credos do Livro, Ratzinger, enquanto homem, padre, bispo, teólogo e papa, durante mais de meio século, intoxicou toda a doutrina da Santa Madre Igreja Católica Apostólica Humana com o que de pior poderia produzir o subproduto das palavras deturpadas do dogma saído do Vaticano I.

Se Pio IX foi um flagelo, em ato, Ratzinger, sempre cobarde, e através das suas interpostas figuras, e, só no fim, com o focinho realmente ao léu, foi o Flagelo do Cristianismo durante uma crucial fase dos séculos XX e XXI.
Para todos os que levantam o dedo para as atrocidades e ortodoxias do ayatolismo, bem bastaria que pusessem a mão na consciência, e vissem que o Trono de Pedro foi ocupado por uma alma, que, de falinhas em falinhas mansas, atirou toda a relação de tolerância entre o Clero e os Povos para o caixote do lixo das prepotências medievais.

Agrada-me que tenha protegido os pedófilos, porque, muito para lá de tudo o que de bom possa ter escrito, a História já lhe agrafou, nas costas, esse letreiro.
Melhor do que qualquer das suas encíclicas, ficarão as fotos do fardamento da Juventude Nazi.
No seu necrotério, como já vem sendo hábito, constará a listagem dos muitos mortos da SIDA, bem mais importante do que os santos de fancaria, que disparou, à pressão.

Para mim, todavia, que sou uma sensibilidade dos pormenores, fica a vergonha suprema, que foi, depois de ter alimentado até à exaustão o seu Golem, o Frankenstein Polaco, o Papa da Sida, Woytila, rude, agreste e primário, a sua obra prima, o fantoche de tiara, que durante décadas, mergulhou a Cristandade no Fundamentalismo e nas Trevas, substituindo a Religião pela Crendice, depois de ter alimentado esse golem, com o combustível de que a cruz do Vigário de Cristo era para carregar até ao fim, e, depois de nos ter forçado à violência e tortura das imagens de um homem em agonia, João Paulo II, e daqueles esgares de que nunca nos esqueceremos, no meio de um sofrimento atroz, quando lhe chegaram as primeiras dores nas cruzes, e as impiedosas picadas das artroses, resolveu arriar a canasta, já que isso do sofrimento é bom, mas só na forma da teoria, como muito bem, melhor do que eu, poderá explicar o Padre Seabra, nos intervalos dos apalpões dos rapazes da Católica, que, suponho, é ele que apalpa, e não o Espírito Santo.

O objetivo deste texto não era, embora tenha sido forçado a ser, qualquer metralhamento da figura hedionda de Ratzinger. Ratzinger, para mim, não tem qualquer densidade, nem sequer autonomia: é, será, tornar-se-á, com o tempo, em mais um daqueles da longa listagem dos castradores do pensamento e dos censores da felicidade alheia. Foi um canalha de outra época, imposto, pela sua vaidade, ao nosso tempo, e bons estragos causou. A sua neterna cobardia não o quis fazerficar associado à III Guerra do Golfo, mas ficará associado, pela ausência.

As nossas contas estão ajustadas, porque se vai embora, e não vai durar muito. Terá longas sessões de playstation com Satanás, mas não estarei lá para ver, porque detesto jogos de consola: sou dos clássicos, estagnei no xadrez, ou, mais propriamente, no xadrez do tempo. E, porque Ratzinger não me interessa de qualquer perspetiva, exceto a de ter consumido vários anos da minha vida a suportar o seu mofo, gostaria de abordar a metacronologia em que ele se insere, e o padrão anómalo, de Fim da História, em que, durante algum tempo perorou, e vamos já ao tema.

Neste tempo demente, viciado pela aporia do Final dos Tempos, assistiu-se a um dos fenómenos mais extraordinários da História Humana: ao contrário do Egito, entre muitas culturas, que praticou a mumificação post mortem, o doentio Ocidente Contemporâneo avançou para uma fórmula ainda mais excêntrica e decadente, a da mumificação em vida.

Num mundo dominado pela permanente mentira, e pela ignorância, aos jatos, que brota dos jornais e televisões, fez-se crer, ao grande público, que estávamos em velocidade de cruzeiro de duas das maiores falácias de sempre: o Mito da Eterna Juventude, e o Mito da Eternidade.


Para quem não perceba do que estou a falar, nunca saberemos se Bin Laden existiu, se terá peregrinado, e e se terá, por fim, sido executado, numa manobra de propaganda, do fantoche Obama. Quem diz Laden tem outros milhares de exemplos: o Fidel, que nunca mais morre, nem a gente almoça; o Chávez, que estar vivo, ou morto, é agora totalmente irrelevante para a retórica dos comentaristas e a histeria das massas; os ditadores da Coreia do Norte, os déspotas Dos Santos e respetivos filhos; os Berlusconis, que já deveriam ter sido varridos da História, a par das perenidades Merkels, e, mais próximo de nós, aqueles dinossauros da corrupção nacional, os autarcas forever and ever, o Alberto João Jardim, o Isaltino, o Valentim, o Pinto da Costa, o Balsemão, esse cancro da Democracia e da Informação, e, ainda abaixo de todos, aquele pavor que pena, em Belém, entre a destruição económica, industrial, agrícola e social, dos anos 80, que agonizou, e protagonizou, e as suas recentes recaídas, no BPN, e na dissolução da identidade nacional, pelas quais enveredou, nos anos 10 do III Milénio, através de si mesmo, da Patrícia, do Montez, do Sócrates e do inenarrável Passos Coelho, e respetivos apêndices, de Angola , da China, e da Goldman Sachs.

Infelizmente, neste desvario da perenidade, do durar para sempre, do insubstituível, do não mexer um músculo, no meio das maiores tempestades éticas, políticas e da própria desvergonha social, podemos encontrar sempre um nível mais baixo, o Relvas, no qual Aristóteles teria encontrado uma epifania do Motor Imóvel, e, mesmo, melhor do que isso, do Motor Inamovível, e esta recente anomalia ético partidária, chamada Franquelim Alves, que é equivalente a ter colocado o Carlos Cruz a dirigir a Casa Pia. Nós gostamos, encolhemos os ombros, e seguimos.

No meio de todo este cortejo, que só me faz lembrar o Baile dos Vampiros, do "Por favor não me mordam o pescoço", de Polansky e da lindíssima Sharon Tate, parece que hoje, finalmente, alguém torceu um pé, o papa nazi e pedófilo Bento XVI.

É pena, porque o cortejo ia muito ajeitadinho, e, de repente, uma das múmias tropeçou, e caiu para o lado. Diz ele que "não aguenta mais". Tem graça, que nós também não, e, agora, que caiu um, esperemos que comecem a cair todos. Se há coisa de que não há falta, no Inferno, consta, é espaço.

Podem ir começando a tirar senha, que a primavera está a chegar, e a Aura Miguel vai ter de encontrar um próximo, talvez mais novo, e preto, para se masturbar.

(Quarteto apostólico, do Ratzinger, nunca devias ter nascido, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers", que execra, mas execra, mesmo, o buldogue do Fundamentalismo Cristão)
Summa Theologica - Questão XXVI: "Se existem razões para retirar o "Zico" da lista de abate, e colocar, no lugar dele, o Carlos Moedas, e da natureza transubstancial dessas mesmas razões"
12 Janeiro 13 01:38 | Arrebenta | 0 Comentário(s)   
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Imagem do Kaos


Uma das formas do multiculturalismo do séc. XXI é o modo  como a boca da servidão emprenha, e as diferentes formas de como essa mesma procriação continua a ser uma forma agravada de poluição do Mundo.
Há o Elton John, que faz a coisa às avessas: enquanto o fecundam a ele, há uma fecundada, paga atrás dele, ou nas suas costas, salvo seja, que fica encarregada de fazer o balão que a ausência de ovários nos intestinos lhe não permite a ele.
Há o Cristiano Ronaldo, que, sempre que sai da autocontemplação dos espelhos da clínica cara, onde a mãe da Infanta Leonor estica as pregas da anorexia, se vira para a barriga de aluguer, e lhe diz "vê lá se despachas isso, seguido de um "*** you", com sotaque provinciano de balneário do Machico", e, finalmente, há Assunção Cristas, que cumpre o ato à maneira tradicional, com um "clap, clap" frontal, entre "ai, jesuses", com conta peso e medida, a dar razão ao saudoso Roland Barthes, que, nas suas "Mitologias" relembrava que, por mais ilustre que a fêmea fosse, não chegava ao limiar da dignidade humana enquanto não cumprisse a vassalagem procriadora.

No meio disto tudo, sem se saber bem como, aparece o "Zico", um cão proveta, daqueles que são enchidos de anfetaminas e estimulantes, e postos a correr, naquelas passadeiras rolantes, para queimar gorduras, e, depois, fechado numa cela, sem luz, nem comida, durante uma semana, para sair de lá, cego de instintos, e comer uma perna à primeira criança que lhe apareça à frente. A criança é qualquer uma, mas poderia ser melhor do que isso, se tivesse sido concebida de uma barriga de aluguer, a 1 000 000 €, do volátil e fútil CR7.

Teve azar, e não era, pelo que o português de Lineu, criado na superescola do Relvas, e nas claques de subúrbio da Lusófona, imediatamente lançou, "online", uma petição para o não abate do Zico (!).
Se a criança viesse da barriga de aluguer do CR7, certamente a petição seria de sinal inverso, e até eu assinaria. Todavia, como defendo que a tolerância é um dos valores da sociedade madura, suponho que a petição síntese, tal Hegel a ensinaria, após uma saudável dialética, seria lançar uma terceira petição, a favor do abate de todos os que assinaram a petição contra o abate do "Zico".

O cão era sereno, e só teve um repente, de repente, ao fim de oito anos. No caso do Renato Seabra, teve de esperar vinte.

Parecendo que não, a questão é metassocial, e algo transcendente, já que nos obriga a repensar o papel do cão nas relações entre raças, e o papel das raças, nas relações entre cães.

No princípio, quando o verbo ainda era verbo, e não aqueles gesticulares neuróticos do Professor Marcelo, o cão surgiu como o aliado das caçadas do humano livre: partilhavam a presa, e a mediação fazia- se pelo afeto. Foram ficando, e criaram uma das mais longas alianças da história da humanidade.


Falha de mais etapas de progresso, essa aliança enveredou agora pela narrativa da desumanidade: assim como os laços humanos se foram convertendo em arenas de genocídio, desprezo de valores e de um vale tudo sem limites, o cão passou de aliado a aliado da agressão do direito de existir do próximo, a chamada lei do cão mais forte, onde o cão que era dono prolongou o seu braço secular nas mesmas fauces com que o seu cão sem fronteiras decidiu erguer cortinas de ferro na proximidade dos afetos humanos.

Fui, durante muito tempo, amigo de um leão da Rodésia, um dos extremos desta perversidade de contacto homem/animal, mas, na verdade, apesar do convívio, ele, aliás, uma ela, nunca passou de leoa da Rodésia, e eu de um nefelibata, paciente da sua presença.

Se há hipóstase da lei da selva, os nossos tempos primitivos espelham-se no modo em como o nosso mais antigo aliado se converteu no mais recente risco para a segurança do nosso semelhante. Como se sabe, tem-se hoje um cão, não para pôr onde faz falta, mas para pôr onde faz vista, ironizando o nosso saudoso Sérgio, e descarta-se depois o bicho com a mesma ligeireza com que as goyescas portuguesas calçam aqueles matacões de 20 cm, para imitarem falsas louras, ou, sendo mais direto, falsas p***s, à pala de uma falha genética do esplendor brasileiro da fêmea. 

Certos cães não existem, hoje, para estar perto de certos donos, mas, para, com a anuência de certos donos, obrigarem certos vizinhos a confinarem-se a fronteiras de mau convívio e quarteirões envenenados.

O fenómeno nada tem de novo, exceto o ter chegado cá com as décadas de atraso do costume. Brevemente, haverá um suplemento pseudo assético, do "Expresso", a tratar do assunto, num tom desgastado de alguma hemeroteca de um jornal de "banlieu" de Chartres, ou Berlim, e a inevitável análise estatística de mais uma manifestação de crescente estupidez humana.

Novidade, novidade, talvez só esta disputa entre o cão e a criança, uma forma fulgurante de mostrar como a impiedade das lotarias, o palco das lutas assassinas, e o despudor das correntes de opinião, que, realmente nos regem, mas, outra vez, hegelianamente, a nossa sociedade contornou o problema, empurrando-o para cima, e colocando, só à laia de exemplo, cães, capazes de fazerem o que o Zico fez à criança, nas bancadas da Assembleia "Nacional", onde pulula todo o crime que a imunidade parlamentar consiga apadrinhar.

Pessoalmente, acho que seria tempo de lançar ainda uma outra petição sobre a anterior, onde o "Zico", os donos do "Zico", os amigos do "Zico", os peticionários pelo "Zico", e os cães de crianças, na forma de parlamentados, travestidos de formas de Não "Zico", fossem todos para abate.

Eventualmente, estarão a perguntar-me onde cola o nome do Carlos Moedas no meio desta verborreia, o que, meus caros watsons, é relativamente elementar: o "Zico" arrancou um bocado de carne à criança; o Carlos Moedas é vultuosamente pago, pela Goldman Sachs e associações criminosas afins, para nos tentar arrancar a carne toda.

Suponho que, para marcar coerência nas suas manifestações de civismo, os apoiantes do "Zico" devessem lançar agora uma petição mais vasta, para impedir que o Carlos Moedas, cuja segurança está seriamente em risco, fosse abatido.

Pode ficar a ideia. É uma ideia. E uma ideia é uma ideia, uma ideia, uma ideia, uma ideia...

(Quarteto do "Zico", devias mas era ter arrancado as carótidas ao traidor da Pátria, Carlos Moedas..., no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal, no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")
O medinacarreirismo, como forma generalizada da Casa Lusitana dos Segredos
09 Dezembro 12 12:54 | Arrebenta | 0 Comentário(s)   
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Fabulosa imagem do Kaos





Há os medinas carreiras que fazem de medinas carreiras, há as carreiras de medina, e os medinas que não são de carreira, mas tanto lhes faz.

a frase não faz sentido, mas também não era para fazer, já que o non sense, desde o solnado, tomou conta das rédeas do estado, e fartou-se de nomear assessores.

o estado, presentemente, é uma forma de estar, de certo modo, medinamente, não estando, já que tudo o que sobra se lhe encavalita às costas e faz carreira, usando nomes de código.

numa segunda taxinomia, de manuel vilarinho, ou de vale e azevedo -- desculpem-me se troquei a autoria, mas sou bastante mau em contas, e, sobretudo, no pensamento filosófico português, contemporâneo -- há os medinacarreiristas, ou que já foram, e os que nunca serão, sendo que as duas primeiras espécies acabarão, mais tarde ou mais cedo, por devorar a última. posta a coisa assim, simplificou-se a grelha organizativa, dividindo a carneirada entre os carreiristas e os carteiristas, o que, para a semântica paleolítica, e a foneologia elementar, nos atira a diferença entre um medina e um carteirista, algures para uma rótica, que, foi por crase, ilibada no bolso de um qualquer "tê". não sendo o problema fonético, mas de justiça, por aquele enorme esforço histórico que as freguesias, ou lá o que é isso, fizeram, por exemplo, para evitar que mértola degenerasse em mérdola, e na sua prima, m****, o vilarinhismo, corrente filosófica só comparável com o saudosismo, é a derradeira fronteira que nos impede de nos tornarmos ladrões uns dos outros.

acontece que o projeto europeu, cujo óscar, ou nóbele, ou lá que m**** é essa, o cherne foi buscar a oslo, possivelmente para o enfiar diretamente em mais uma das suas contas cifradas do dinheiro, monte branco, dos submarinos da ferrostal, foi o abater fronteiras, culminando em schengen, que, ao permitir a livre circulação, nos tornou, de facto, de fato, e de direito em carteiristas uns dos outros, como carreira, em cada medina, que, em árabe, quer dizer "cidade". vai daí que, nos campos, só atacam agora os sobrinhos e os filhos que vão roubar a mãe gagá, e os pedófilos, que montam seminários, para montarem, aos 11 anos, futuros padres, que também serão pedófilos, na tradição inaugurada pelo representante do senhor santo deus na terra, benedito xvi, ratzinger, padroeiro desssa coisa toda.

o que de glorioso teve esta porcaria toda foram duas ou três coisas, qual delas, cada qual, mais divertida do que a anterior: o "sol", que adora essas escandaleiras, porque sabe que, se não são verdadeiras, até podiam ser, escarrapachou logo com a cara da virgem dos azeites, o senhor medina carreira, que foi ministro de um governo que já ninguém se lembra se, sequer existiu, ou está na fila daqueles carros com matrícula anterior ao ano tantos de tal, que já não podem circular no coração da capital, e pôs-lhe o rótulo em baixo de que era "suspeito". ora acontece que, para mim, o homenzinho é suspeito há muito tempo, porque num país que se tornou numa bandeira de conveniência dos tráficos angolanos, chineses, venezuelanos, turcos, chineses, moldavos, colombianos, de gog e magog e todas as nações da terra, não é concebível que mantenha um trono, em permanência, para profetizar a desgraça.

o medina, a falar, faz-me sempre lembrar aquele cordão humano, de afeto, ou lá que porra era essa, que as mães de bigode de cantanhede fizeram, quando o estripador matou, depois de torturar, durante quatro horas, uma célebre bicha do panorama da má língua lusitana. o padre veio, deve ter vindo o vizinho que o "estreou", em criança, vieram os primos e todas as odílias pereirinhas do quintal. enquanto estavam na reza, "consta-se de que" uns malfeitores aproveitaram para assaltar, vilanagem, as casas daqueles cabrestos todos que oravam. só se perderam as casas que não foram pilhadas, como o tempo depois confirmou.

o medina carreira é exatamente a mesma coisa: enquanto as senhoras da classe média baixa o estão avidamente a ouvir dizer que isto está mau -- parece aquele porteiro do sahara a quem o alentejano perguntou "aqui nunca chove, pois não?..." -- o resto dos carteiristas continua em plena atividade, descarregando o ópio da mafia chinesa, a "branca" dos turcos, ou transformando os ruis pedros deste mundo em partes de órgãos valiosos, depois de terem perdido o interesse dos seus 11 anos, para o misterioso silêncio pedófilo do vale do ave. quando as senhoras voltam à realidade, com a transpiração da emoção a molhar-lhes o buço, já "the business" teve um empurrão dos grandes, e portugal plataformou mais umas dígitos de crescimento da paralela.

o ar do medina carreira, a ser entrevistado, era fabuloso. como toda a gente sabe, do que ele gosta é de festas, ele e todos os frequentadores da "pastelaria cister", com exclusão do ricardo salgado, que é muito mais “”low profile” em negócios, e se prefere apartar das escandaleiras do ex ministro de um governo que tanto pode ter, como não ter, existido, e, aqui, entramos já no domínio da pura mecânica quântica.

pelo princípio de Heisenberg, como toda a gente, com um mínimo de cultura teresa guilhermista, não é possível saber, simultaneamente, a posição de um carteirista, nem a velocidade com que ele se esgueira da justiça, a não ser que seja um medina carreirista, ou um miguel judicista, o que lhe dá imediatamente o estatuto de poder ser ele, um nome de código por ele, ou “ambas as duas coisas”, como reza a indeterminação subatómica. vou ser generoso, e acreditar, já que o homenzinho estava com um ar de quem tinha sido realmente apanhado de surpresa, que até fosse o nome de código utilizado por todos aqueles, que ano após ano, nos chamam de palhaços, e devem gozar à brava, de cada vez que o medina vai fazer de virgem indignada, melhor, de cada vez que o medina é pago por eles para ir fazer o papel de virgem indignada nos horários pobres..., perdão, nobres, dos órgãos de intoxicação social. se eu fosse maldoso, iria dizer que ele fez muito bem o seu papel, como o carlos cruz e o dias loureiro e o duarte lima, quando renegaram, cada um, jesus, no seu específico monte das oliveiras, olivasport, sa. melhor do que eles, só as babas de camelo da judite de sousa, de cada vez que o professor marcelo vai, horas atrás de horas, dançar o lago dos cisnes com as suas mãozitas de punheteiro do guincho. os outros, vocês também já conhecem, mas só para chatear, lá os despejo outra vez, a tinhosa pintada de louro, do eixo do sistema, os fedorentos, e todos aqueles que recebem chorudos salários para o idiota de lineu português acreditar que o sistema permitiria ter verdadeiros escapes, em direto, se isso realmente o afetasse.

isso seria, para usar uma imagem que todos compreenderão, o mesmo que ter uma tribuna, na rádio angola, onde um medina carreirista qualquer se entretivesse com contar todos os crimes da quinta dinastia de Portugal, a casa dos santos.

a tese dos nomes de código, todavia, não se esgota aqui, já que abre um espantoso precedente jurídico, para forjar novos alibis e inocências: o pinóquio”, do freeport, afinal, era o nome de código para se referirem a jorge sampaio, amigo do aldrabão da ren, o penedos, que era um homem sério, limpo e honrado, como o armando vara. vale e azevedo é o nome de código que a mafia do futebol usa, para se referir ao patrão, pinto da costa, e, quando diziam “carlos cruz”, era uma maneira de esconder a verdadeira culpada, a sinistra marluce, que adorava esfregar o pessegueiro abaixo dos 10 anos. isaltino de morais é o nome de código daqueles gajos dos colégios particulares, o calvet e família, que, pela típica mãozinha da favela ps, se instalaram, como sucateiros, por toda a parte, num esclavagismo docente, pago pelo erário do contribuinte, e valentim loureiro o nome de código de frank carlucci, naquelas iras de falta de cacete de rapaz lusitano. leonor beleza é o nome de código para quem infetou os hemofílicos, já que a culpada não era ela, mas a mãe, que achava que o plasma era uma coisa demasiado cara para deitar fora, num país que já estava à espera da troika há 20 anos, quando cavaco deu,
007, ordem para roubar,
e paulo portas é o nome de código para o escroque dos submarinos, chamado durão barroso, e, mais grave do que isso tudo, quando vos estão a vender troikas, estais a engolir goldmann sachs, bilderbergs, maçonarias, opus dei, pedofilias, chinas, angolas e cartéis da droga colombianos e venezuelanos.

Como estamos na casa dos segredos, o segredo de cada um deles é que quando aparece o nome dele nunca é ele, mas o vizinho do lado, já que comem, ou comeram, todos da mesma panela.

eu sei que, nesta altura, já deverão estar incomodados, mas como parece que a imaginação os leva a trocar de nomes consoante os casos, o melhor, porque a prudência é virtude cristã, o melhor é mesmo, já que usam os nomes uns dos outros, para se escaparem pelas frestas do regabofe nacional, dar ordem de prisão a todos, no tal dia de que todos estamos ansiosamente à espera.

(quarteto do ai, minha nossa senhora, que era o eurico de melo que estava à porta da casa de elvas, e enganaram-se e deram-lhe o nome de código de dona gertrudes, no “arrebenta-sol”, no “democracia em Portugal”, no “Klandestino” e em “thebraganza mothers”)

Os estivadores do nosso descontentamento
06 Dezembro 12 02:07 | Arrebenta | 0 Comentário(s)   
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Imagem do Kaos, e dedicado ao Miguel, que já percebeu que a glória dos artistas, por vezes, tem mesmo de sair  à rua




Há um postulado da Política que diz que Aníbal de Boliqueime só abre a boca em quatro circunstâncias: quando vai ao dentista, ver em que estado estão as suas presas algarvias; quando abre as fauces, para dizer ao jornalista que nunca lê jornais, enquanto estiver a morfar bolo rei; quando tem os seus célebres ataques, devido à degenerescência neurológica, ou quando as moscas, cansadas de entrar, o deixam entregue ao disparate.

Vamos ser claros: constitucionalmente, os governos caem na Assembleia da República, por dissidências de maioria, ou por motivos de força maior, que requerem a intervenção do Presidente da República, uma figura que, desde 2005 -- vai para 10 anos, o tempo passa... -- em que Aníbal de Boliqueime sentou as suas ceroulas nojentas em Belém, e, desde então, como se diz em linguagem vaticana, estivemos em situação de sede vacante, ou seja, o cadeirão existe, mas está vazio, ou ocupado pela sombra de um espantalho.

Se, para a História, o período em que Cavaco Silva foi absolutíssimo primeiro ministro de Portugal -- The Great Portuguese Disaster, de 1985 a 1995 -- é hoje fácil de narrar, já que correspondeu a um época em que se governava com a abundância de três orçamentos, o de Estado, o das privatizações e o da inesgotável fonte dos Fundos Estruturais, e em que o aleijão aproveitou para destruir a Agricultura, as Pescas, a Indústria, a solidariedade social, o sistema de ensino, a rede ferroviária, os estaleiros, os portos, e muitas coisas que já se me varreram da memória, já o período de 2005 a 2012 é infinitamente mais penoso, já que se assemelha ao "jamé" de um deserto da Margem Sul.

Durante esse período, o miserável fruto do Poço de Boliqueime teve poderes para desautorizar um mafioso, a soldo da Maçonaria, da Goldman Sachs e do clube do crime de Bilderberg, que dançava, como uma borboleta, sobre as centésimas dos desequilíbrios do Orçamento de Estado. Estamos, tecnicamente, a falar de Vítor Constâncio, o primeiríssimo filho da P*** da minha lista daqueles que teríamos de pendurar pelos pés, para regenerar Portugal. Podia tê-lo posto fora, e não pôs.

O consulado de Sócrates foi penoso: foi uma anomalia do delírio das bichas de fato Armani, que a minha querida Koki insiste em ser um perverso que adorava mulheres dominadoras, mas lhe garanto eu que do que ele gosta é de peitos peludos. A Fava sabe-o, e bem lhe custou o candeeiro com que lhe partiu um braço, quando o apanhou na cama num blowjob for the boy, que, juro, não sei quem foi, mas a listagem era longa. A sexualidade, como se sabe, não é critério de determinação pessoal, bem pelo contrário, pode ser meritória, como no caso do Portas, que continuou a fazer tudo o que sempre fez, apesar dos cargos ministeriais, nem de exclusão política, mas, quando o político mente em tudo, é justo que lhe digamos que também está a mentir na sua sexualidade, e Sócrates sempre esteve: foi uma rapsódia em Câncio, também conhecida por um americano na Defesa, e um venezuelano na cama. Orou-se nos altares de Jeová, e nunca a família foi tão importante, com tanto primo, meio primo, semi primo, tio, semi tio, meio tio, e tio daqueles de pegar de empurrão (Um dos meus textos mais gloriosos, o "Simão das Braguilhas", dedicado à Eva). Metade da família vivia no Héron Castilho, e a outra em "offshores". Foi o império da "Independente", do Vara, da Felgueiras, do Figo, dos transbordos semanais, a 500 €, das bordas da Inês de Medeiros, de Lisboa para Paris, e vice versa, da nacionalização do BPN, da fuga do Constâncio e da invenção da "Troika", entre outras. O Aníbal podia tê-lo posto fora, e não pôs.

Como se sabe, o Aníbal adora vacas, talvez por carência de ter uma beata em casa, e nunca deveria ter deixado essa mundividência, para ir conspurcar os jardins da Presidência, que tão lindas árvores tem -- um dos pinheiros está doente, e juro que essa é um das minhas grandes preocupações do momento, porque se deus levar o Cavaco, nada se perde, mas muito se perderá se aquela árvore fantástica perecer. Rezem por ela. A História, todavia, ou a roda do infortúnio, enfiou-nos lá essa aventesma, para nos assombrar alguns dos anos mais sinistros de Portugal, os do tempo corrente.  Teve os escândalos do Relvas, as empresas fantasmas do Passos, os tumultos de rua, os negócios obscuros dos submarinos, os 23 cm do André Wilson da Luz Viola, os crimes do Dias Loureiro, os assassinatos do Duarte Lima, os estripamentos do seu mandatário para a juventude, Renato Seabra. Podia ter demitido essa escumalha toda, e não o fez.

Exceto as balelas, as banalidades, as redundâncias, os espasmos, os babares de queixada, os discursos vazios, enquanto as mulheres de Portugal gritam que têm fome, as inaugurações paroquiais, as intervenções salazarentas, de um gajo que nunca percebeu que estamos no séc. XXI, Cavaco tem tido, e, felizmente, as goelas fechadas, tirando estes últimos dias, nos quais incluo o de hoje, em que voltou a abrir a gorja, para despejar um chorrilho de disparates.

Todos os que com ele conviveram, referem um ser cobarde, cujas mãos não se podem apertar, dada a permanente transpiração do Medo.
Arrastou-se, coisa de que nem Salazar precisou, numa viatura blindada.
Vive rodeado de seguranças, que são a fonte de afrontamentos da Senhora de Mota Amaral, e uma das raras coisas que ainda a mantém viva.
A Maria, essa nódoa do sexo feminino, no tempo em que fingia que dava aulas no Ano Zero da Católica, tinha a sala sempre cheia de polícias (!), não fosse alguém lembrar-se de agarrar nela, e fazer galinha de cabidela, coitada, que nem um tiro de misericórdia, sequer, merece.

A verdade é que Cavaco recomeçou a falar, por uma razão muito simples: está com MEDO, um MEDO terrível do que aí vem, porque já lhe devem ter assoprado aos ouvidos que a paciência dos povos, não é, como o Mar Oceano, infinita, e que está a dar sinais de que chegou ao fim. Se é certo que há alguns que já têm, antes dele, a senha tirada para a limpeza que se anuncia, caso do Relvas, do agente do Relvas, o Coelho, o Aníbal também está na linha da frente, digamos, entre os dez primeiros lugares do Dia da Limpeza.

Há uns anos, no tempo em que Cavaco destruía Portugal, como primeiro ministro, em Gdansk, os estivadores dos portos, com o valeroso Lech Walesa, tiravam o tapete à decadente ditadura polaca. Foi o pontapé de arranque da queda do corrupto Oriente Europeu.
Em Portugal, consta que são 400.
Acho que é mentira, e mais serão.

400 homens, contudo, dos tatuados, na casa dos 30, já capazes de grandes encavadelas na Clara Pinto Correia -- bons tempos com os Alemães, da Base de Beja, filha, não era?..., agora só Chineses,  picha pequena e tráfico de tudo... -- daquelas de porem as trompas de falópio a ecoar a "Sinfonia Alpina", de Strauss; daqueles capazes de agarrar num dos seguranças do Coelho de Massamá, o inconsolável viuvinho da arrebentada Padinha; daqueles capazes de pegarem na Assunção Esteves, a Suricata da Assembleia "Nacional", e a enfiarem na sanita, de onde nunca deveria ter saído, de agarrarem no Relvas, e o enviarem, na forma de hamburguer, para Luanda, e empandeirarem os criminosos da Goldman Sachs, Borges, Moedas e Gaspar, enfim, a listagem do costume, 400 homens são, como em Roma, o suficiente para assegurar uma Guarda Pretoriana.

Quando o Imperador já não serve, sacam da espada, e separam-lhe a cabeça do corpo.

S.P.Q.R., o Senado e o Povo de Roma vos saúdam, melhor, estão ÁVIDOS da vossa chegada :-)

(Quarteto de Calígula anda por aí, no "Arrebenta-SOL", no "Democracia em Portugal", no "Klandestino" e em "The Braganza Mothers")

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