<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="http://comunidade.sol.pt/utility/FeedStylesheets/rss.xsl" media="screen"?><rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"><channel><title>Dos Açores para o Mundo</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/default.aspx</link><description>Divagações de quem procura transmitir aquilo que lhe vai na ALMA  </description><dc:language /><generator>CommunityServer 2.1 (Debug Build: 60809.935)</generator><item><title>PRODU&#199;&#195;O DE BANANA NAS CAN&#193;RIAS EM AMBIENTE PROTEGIDO</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/archive/2011/09/03/PRODU_C700C300_O-DE-BANANA-NAS-CAN_C100_RIAS-EM-AMBIENTE-PROTEGIDO.aspx</link><pubDate>Sat, 03 Sep 2011 12:58:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:2133406</guid><dc:creator>asimas</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/comments/2133406.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/commentrss.aspx?PostID=2133406</wfw:commentRss><description>Sempre que vou de férias, aproveito para conhecer um pouco do desenvolvimento agrícola de cada localidade que tenho oportunidade de visitar. Aproveitando deste modo para aprender e principalmente comparar com as nossas praticas culturais. Muitas vezes chego à simples conclusão que, felizmente, muitas coisas já estão inventadas, experimentadas e com excelentes resultados. E que o que poderíamos fazer era somente aprender com eles e adaptar à nossa realidade. No entanto, e em muitas áreas, parece que somos orgulhos ou arrogantes e que evitamos ao máximo aprender com esses bons exemplos, preferindo, pelo contrário, começar tudo de novo, como fossemos inventar o que já foi inventado e experimentado há décadas. Com isso, e com essa óptica e mentalidade, arrastamo-nos e levamos muito tempo (eternidade) a implementar qualquer inovação, por mais básica que seja. A justificação é sempre a mesmamentalidades! 
As Ilhas Canárias são as maiores produtoras de banana da Europa, com 412 mil toneladas produzidas em 2004, ocupando a primeira posição das regiões produtoras de banana da União Europeia, sendo que esse cultivo representa cerca de 30% da produção agrícola da Ilha, ocupando pouco mais de 25% das terras irrigadas. O cultivo da bananeira nessa região é a principal actividade económica para muitas localidades, gerando 25.000 postos de trabalho directos e outros 10.000 indirectos. Actualmente, nas Canárias, são cultivados mais de 3.000 ha de banana sob cultivo protegido, o que representa mais de um terço da área destinada a esse cultivo.
O cultivo protegido é um sistema agrícola especializado no qual se controla o meio edafoclimático, alterando suas condições, tais como solo, temperatura, radiação solar, vento humidade e composição atmosférica. Mediante essas técnicas de protecção, cultivam-se plantas modificando o ambiente no qual serão produzidas, o que acarreta em alterações de seus ciclos, aumentando os rendimentos e melhorando a qualidade do produto final.
Outras vantagens atribuídas ao cultivo da bananeira em ambiente protegido referem-se à melhor qualidade dos frutos, menores riscos de danos climáticos, melhor aproveitamento da água, maior facilidade ao emprego do cultivo orgânico, uma vez que forma-se uma barreira física entre o bananal e os insectos praga.
O cultivo protegido para bananeira apresenta como principais vantagens a protecção contra o vento, aumento da temperatura, aumento da superfície foliar e redução do consumo de água. As estruturas das estufas apresentam, em geral, grande resistência ao vento, chegando a resistir a ventos superiores a 100 km/h.. A redução no consumo de água é devido a uma menor evapotranpiração que ocorre dentro das estufas (em torno de 25%), o que é de vital importância nas Canárias, pois a água tem custo muito elevado 
Outro aspecto importante do cultivo protegido é a possibilidade de melhor adequação da época de produção em função do mercado. No caso das Canárias, que sofre grande competição pelo mercado europeu por empresas multinacionais, o cultivo protegido se mostrou muito eficiente nesse aspecto cultural da bananeira.
As estruturas são simples e de baixo custo, consistindo basicamente de uma estrutura vertical formada por tubos verticais internos onde se prendem cabos de aço ou arame, que dará sustentação à cobertura (redes).


&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=2133406" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>Agricultura Segura  A produ&#231;&#227;o e a protec&#231;&#227;o integrada - O Futuro Presente</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/archive/2011/07/24/Agricultura-Segura-_9600_-A-produ_E700E300_o-e-a-protec_E700E300_o-integrada-_2D00_-O-Futuro-Presente.aspx</link><pubDate>Sun, 24 Jul 2011 12:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:2104310</guid><dc:creator>asimas</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/comments/2104310.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/commentrss.aspx?PostID=2104310</wfw:commentRss><description>&lt;p class="texto" style="text-align:justify;margin:auto 0cm;"&gt;&lt;font color="#666666" face="Verdana"&gt;A agricultura sustent&amp;aacute;vel, produtiva e ambientalmente equilibrada, apoia-se em pr&amp;aacute;ticas agr&amp;iacute;colas que promovam a biodiversidade e os processos biol&amp;oacute;gicos naturais, utilizando o m&amp;iacute;nimo poss&amp;iacute;vel de produtos qu&amp;iacute;micos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="texto" style="text-align:justify;margin:auto 0cm;"&gt;&lt;font color="#666666" face="Verdana"&gt;O controlo biol&amp;oacute;gico, cada vez mais assume-se como uma alternativa promissora para o controlo de pragas em sistemas agr&amp;iacute;colas sustent&amp;aacute;veis, visto constituir-se num processo natural de regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de indiv&amp;iacute;duos da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da praga por ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos agentes inimigos naturais ou agentes de controle biol&amp;oacute;gico. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="texto" style="text-align:justify;margin:auto 0cm;"&gt;&lt;font color="#666666" face="Verdana"&gt;O homem atrav&amp;eacute;s dos tempos, descobriu como manipular esses inimigos naturais para uso na agricultura, da&amp;iacute; surgindo o Controlo Biol&amp;oacute;gico Aplicado como uma biotecnologia baseada na utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o recursos gen&amp;eacute;ticos microbianos, insectos predadores e parasit&amp;oacute;ides para o controle de pragas, especialmente os insectos e &amp;aacute;caros fit&amp;oacute;fagos, nos sistemas de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o agr&amp;iacute;cola. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="texto" style="text-align:justify;margin:auto 0cm;"&gt;&lt;font color="#666666" face="Verdana"&gt;No s&amp;eacute;culo III, os chineses utilizaram a preda&amp;ccedil;&amp;atilde;o de formigas (&lt;em&gt;Oecophylla smaragdina&lt;/em&gt;) para o controlo de pragas de citrinos, marcando o in&amp;iacute;cio da hist&amp;oacute;ria do uso do controle biol&amp;oacute;gico de pragas agr&amp;iacute;colas. Todavia, somente no s&amp;eacute;culo XX &amp;eacute; que o controlo biol&amp;oacute;gico passou a ser objecto de pesquisas constantes para sua implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de forma mais presente e intensiva nos ecossistemas agr&amp;iacute;colas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="texto" style="text-align:justify;margin:auto 0cm;"&gt;&lt;font color="#666666"&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;Na agricultura convencional, os inimigos naturais (as pragas) s&amp;atilde;o geralmente eliminadas com o recurso a pesticidas, muitas vezes extremamente agressivos para o ambiente, ecossistemas e sa&amp;uacute;de humana. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="texto" style="text-align:justify;margin:auto 0cm;"&gt;&lt;font color="#666666" face="Verdana"&gt;Mundialmente, a tend&amp;ecirc;ncia do controlo biol&amp;oacute;gico &amp;eacute; aumentar consideravelmente, atendendo aos problemas mundiais, derivados da utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o intensiva de pr&amp;aacute;ticas agr&amp;iacute;colas agressivas ao meio ambiente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="texto" style="text-align:justify;margin:auto 0cm;"&gt;&lt;font color="#666666"&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao controlo qu&amp;iacute;mico, o controlo biol&amp;oacute;gico tem as seguintes vantagens: protege a biodiversidade, maior especificidade e, portanto, com menor risco de atingir organismos n&amp;atilde;o-alvos (ben&amp;eacute;ficos) , n&amp;atilde;o deixa res&amp;iacute;duos t&amp;oacute;xicos em alimentos, &amp;aacute;gua e solo e aumenta o lucro do produtor, uma vez que tende a ser mais barato que os pesticidas. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="texto" style="text-align:justify;margin:auto 0cm;"&gt;&lt;font color="#666666" face="Verdana"&gt;Basicamente, existem tr&amp;ecirc;s estrat&amp;eacute;gias pelas quais os inimigos naturais podem ser utilizados pelo homem para que causem redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o no n&amp;iacute;vel populacional de uma praga: &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="texto" style="text-align:justify;margin:auto 0cm;"&gt;&lt;font color="#666666"&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;&lt;strong&gt;Controle Biol&amp;oacute;gico Cl&amp;aacute;ssico&lt;/strong&gt; &amp;ndash; Envolve a importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de agentes de controlo biol&amp;oacute;gico da regi&amp;atilde;o de origem da praga, seja de um pa&amp;iacute;s para outro, ou de uma regi&amp;atilde;o para outra, de modo a estabelec&amp;ecirc;-los permanentemente como novos elementos da fauna local. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="texto" style="text-align:justify;margin:auto 0cm;"&gt;&lt;font color="#666666"&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;&lt;strong&gt;Controle Biol&amp;oacute;gico Aumentativo&lt;/strong&gt; &amp;ndash; Nessa estrat&amp;eacute;gia, o inimigo natural &amp;eacute; multiplicado em laborat&amp;oacute;rios especializados, portanto, envolve a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o massal do inimigo natural. Posteriormente, eles s&amp;atilde;o libertados no campo no momento apropriado. Esse momento &amp;eacute; decido baseando-se na biologia da praga alvo, de modo a sincronizar as liberta&amp;ccedil;&amp;otilde;es quando a praga encontra-se em seu est&amp;aacute;gio mais suscept&amp;iacute;vel. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="texto" style="text-align:justify;margin:auto 0cm;"&gt;&lt;font color="#666666"&gt;&lt;font face="Verdana"&gt;&lt;strong&gt;Controle Biol&amp;oacute;gico por Conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; - Envolve a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos inimigos naturais nos ecossistemas ou fornecer condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sobreviv&amp;ecirc;ncia e reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, consequentemente, aumentando sua efectividade. Nesse sentido, essa estrat&amp;eacute;gia envolve, portanto, o manejo do habitat atrav&amp;eacute;s de pr&amp;aacute;ticas agron&amp;oacute;micas que vise o aumento e a preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de inimigos naturais nos ecossistemas, destacando-se a incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de esp&amp;eacute;cies vegetais que proporcionem recursos vitais (abrigo, microclima, p&amp;oacute;len, n&amp;eacute;ctar, hospedeiros alternativos etc.) para os inimigos naturais. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=2104310" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>Frases que &quot;tocam&quot;</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/archive/2011/07/10/Frases-que-_2200_tocam_2200_.aspx</link><pubDate>Sun, 10 Jul 2011 22:45:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:2093826</guid><dc:creator>asimas</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/comments/2093826.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/commentrss.aspx?PostID=2093826</wfw:commentRss><description>"As pessoas podem dividir-se em dois grupos: as que seguem na frente e fazem alguma coisa e as que vão atrás a criticar". Séneca&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=2093826" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>Sustentabilidade na agricultura </title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/archive/2011/06/03/Sustentabilidade-na-agricultura-.aspx</link><pubDate>Fri, 03 Jun 2011 00:57:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:2059890</guid><dc:creator>asimas</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/comments/2059890.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/commentrss.aspx?PostID=2059890</wfw:commentRss><description>&lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Os desiquilibrios ecol&amp;oacute;gicos nas &amp;aacute;reas agricolas, consequencia de uma agricultura intensiva, cada vez mais absorvedora de recursos, esta intimamente associada &amp;agrave;s mudan&amp;ccedil;as &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;clim&amp;aacute;ticas e &amp;agrave;s cat&amp;aacute;strofes ambientais. Torna-se &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;necess&amp;aacute;rio a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos conceitos de sustentabilidade na agricultura moderna.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Por isso mesmo, &amp;eacute; importante criar mecanismos que permitam o desenvolvimento da cultura de &lt;strong&gt;sustentabilidade&lt;/strong&gt; na agricultura moderna e das boas pr&amp;aacute;ticas agr&amp;iacute;colas. As necessidades cada vez maiores e mais urgentes por grandes quantidades de alimentos a baixos pre&amp;ccedil;os, &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;provocaram o aparecimento de pesticidas e adubos qu&amp;iacute;micos muito poderosos e que provocaram uma acentuada degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o do solo e dos recursos h&amp;iacute;dricos.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Paralelamente a isso, a desfloresta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o desmatamento sem qualquer ordenamento nem preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a biodiversividade, tem contribuido para a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de determinados habitats, o que provoca ataques devastadores de novas e mais pragas.Hoje, a agricultura &amp;eacute; como uma ind&amp;uacute;stria e pretende explorar a terra com uma dram&amp;aacute;tica efici&amp;ecirc;ncia. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;O desenvolvimento da agricultura moderna juntamente com a sustentabilidade em torno das &amp;aacute;reas agr&amp;iacute;colas pode ser a chave para que &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;sejamos capazes de garantir uma melhor condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vida para as popula&amp;ccedil;&amp;otilde;es que vivem da agricultura e para uma determinada localidade ou regi&amp;atilde;o.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Reduzir a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de produtos fitofarmaceuticos, evitar a contamina&amp;ccedil;&amp;atilde;o das &amp;aacute;guas e o uso freq&amp;uuml;ente de adubos quimicos, pode promover uma recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das terras degradadas e j&amp;aacute; est&amp;aacute; provado que o rendimento por &amp;aacute;rea plantada pode ser o mesmo ou ficar bem pr&amp;oacute;ximo do que j&amp;aacute; &amp;eacute; conseguido hoje atrav&amp;eacute;s das pr&amp;aacute;ticas &amp;ldquo;normais&amp;rdquo; de cultivo.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Adotando pr&amp;aacute;ticas preocupadas com a sustentabilidade, os agricultores poder&amp;atilde;o manter uma biodiversidade protetora nas &amp;aacute;reas cultivadas e impedir o ataque constante de pragas. O que, por sua vez, reduzir&amp;aacute; o uso de pesticidas poderosos. Desta maneira a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conhecimento e o desenvolvimento da sustentabilidade na agricultura pode promover uma maior conserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos recursos naturais e da produtividade das &amp;aacute;reas exploradas; reduzindo drasticamente o impacto da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o em larga escala no ambiente e otimizando a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o (e os lucros) com um m&amp;iacute;nimo de influ&amp;ecirc;ncia de produtos quimicos. &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;O paradigma a ser estabelecido para o desenvolvimento da sustentabilidade na agricultura deve ser a n&amp;atilde;o diferencia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica e produtiva do desenvolvimento humano. Al&amp;eacute;m disso, o Governo deve ter um papel decisivo na implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses paradigmas e desses conceitos. Fomentando e incentivando as &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;novas t&amp;eacute;cnicas e dando apoio fiscal e financeiro para os projetos que desejarem seguir esses caminhos.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=2059890" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>O Destino &#233; Tramado</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/archive/2011/04/02/O-Destino-_E900_-Tramado.aspx</link><pubDate>Sat, 02 Apr 2011 01:14:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:2000036</guid><dc:creator>asimas</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/comments/2000036.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/commentrss.aspx?PostID=2000036</wfw:commentRss><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;&amp;Aacute;s vezes ponho a matutar sobre a fortuna de cada um de n&amp;oacute;s. E sempre que o fa&amp;ccedil;o fico abatido. N&amp;atilde;o faz sentido. N&amp;atilde;o faz qualquer sentido. Encontro pessoas que nasceram pobres. Foram toda a sua vida batalhadoras. Seguindo bons princ&amp;iacute;pios, muitas vezes fundamentados na religi&amp;atilde;o cat&amp;oacute;lica. Pessoas de uma pureza e bondade c&amp;acirc;ndida. Pessoas que toda a sua vida procuraram o bem comum, acreditando piamente que o mundo era diferente. Pessoas que eu olho para elas e digo, merecem tudo, merecem ser felizes. Pessoas com uma fragilidade e uma delicadeza t&amp;atilde;o grande que vivem na sua redoma desfasadas de um mundo &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;cheio de espinhos. E observo. Presencio &amp;agrave; infelicidade destas pessoas. Assisto com pesar ao seu sofrimento, tentando perceber porque n&amp;atilde;o h&amp;aacute; raz&amp;atilde;o. Parece que a estas pessoas tudo acontece, de mal, doen&amp;ccedil;as, div&amp;oacute;rcios, abusos, azares, infort&amp;uacute;nios! E revolta. Faz pensar. Se estas n&amp;atilde;o merecem tudo de bom, ent&amp;atilde;o quem deve?! &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;N&amp;atilde;o est&amp;aacute; tudo trocado?! Os que parecem ter melhor sorte s&amp;atilde;o os opostos ! Faz sentido ?! Os que apresentam uma conduta completamente diferente ou melhor um comportamento avassalador sem olhar a princ&amp;iacute;pios, concentrados somente na sua pessoa. Sentimentos. Vis&amp;otilde;es. Interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Deus onde est&amp;aacute;s ?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=2000036" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>Medidas Novas  Adapta&#231;&#227;o R&#225;pida e Corajosa &#224; Nova Realidade</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/archive/2011/03/13/Medidas-Novas-_9600_-Adapta_E700E300_o-R_E100_pida-e-Corajosa-_E000_-Nova-Realidade.aspx</link><pubDate>Sun, 13 Mar 2011 16:17:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:1978351</guid><dc:creator>asimas</dc:creator><slash:comments>1</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/comments/1978351.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/commentrss.aspx?PostID=1978351</wfw:commentRss><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;&lt;img class="rg_hi" height="165" id="rg_hi" src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRVathHrAb9Sb0iga1IO_Rd7ieY3ZvpTwGgtH_78qBlfe5Anp-G" style="width:306px;height:165px;" width="306" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;PEC 1, 2,3,4,5,&amp;hellip;n,&amp;hellip;, quantos mais ser&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios ? Parece uma novela. Mexicana ou Venezuelana. A Cr&amp;oacute;nica de uma morte anunciada !&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Essa tentativa de &amp;ldquo;proteger&amp;rdquo; os portugueses da realidade, amortecendo os efeitos da crise, convencidos&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;que com o passar do tempo mais facilmente se habituar&amp;atilde;o e se adaptar&amp;atilde;o, naturalmente, ser&amp;aacute; a melhor solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ? N&amp;atilde;o ter&amp;aacute; mais custos ? Um pre&amp;ccedil;o mais elevado a pagar ? &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Tenho d&amp;uacute;vidas, muitas d&amp;uacute;vidas. Penso eu, que dev&amp;iacute;amos ser mais audazes, realistas e radicais. Qualquer problema se n&amp;atilde;o for atacado na sua raiz, n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; resolvido, ser&amp;aacute; sim remediado. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;A coragem de enfrentar a realidade, nua e crua, implica um &amp;uacute;nico PEC com o alcance e a dimens&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria e sobretudo os efeitos desejados. Julgo ser mais facilmente aceite pelo povo. Talvez n&amp;atilde;o o seja pelos partidos. Nem pelo governo, que n&amp;atilde;o pode continuar a querer governar sem uma maioria. Dizem-me que as medidas seriam tantas e austeras que n&amp;atilde;o se poderiam suportar. Talvez. Mas n&amp;atilde;o estar&amp;iacute;amos a adiar o inevit&amp;aacute;vel e a camuflar a realidade. E sobretudo quanto mais depressa enfrentarmos a crise mais rapidamente podemos sair dela. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Muito se fala da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o publica. No peso excessivo da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o publica. No excesso de quadros e chefias afetos aos organismos p&amp;uacute;blicos. Muitos s&amp;atilde;o profissionais altamente qualificados e muitos mais, infelizmente, mal aproveitados. Pelo contr&amp;aacute;rio muito do nosso tecido empresarial (micro e pequenas empresas), precisa de pessoal altamente qualificado, principalmente em &amp;aacute;reas de gest&amp;atilde;o e de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;amp; desenvolvimento. Precisa mas tem grandes dificuldades, naturais, em conseguir &amp;ldquo;aguentar&amp;rdquo; profissionais com esse gabarito nos seus quadros. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Porque n&amp;atilde;o os aproveitar melhor ? Porque n&amp;atilde;o investir numa transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ? Um pouco na mesma linha do que se fez, e bem, com os estagi&amp;aacute;rios L, poderia ser feito com t&amp;eacute;cnicos da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o publica. Exercerem fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es nas empresas (que aderirem), durante um ano ou mais (durante esse per&amp;iacute;odo de tempo vinculados &amp;agrave; fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o publica), findo esse prazo podiam ser integrados totalmente nas empresas (caso assim fosse justific&amp;aacute;vel e aceite pela empresa) ou em regime de part-time (fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o publica e empresa). Penso eu, que as micro e pequenas empresas poderiam evoluir com esses recursos humanos qualificados, possibilitando a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mais riqueza para as empresas e para a sociedade. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=1978351" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>As For&#231;as Politicas</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/archive/2011/03/13/As-For_E700_as-Politicas.aspx</link><pubDate>Sun, 13 Mar 2011 01:36:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:1977987</guid><dc:creator>asimas</dc:creator><slash:comments>2</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/comments/1977987.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/commentrss.aspx?PostID=1977987</wfw:commentRss><description>&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Dizem por ai que os jovens deviam participar mais, intervir mais, fazer parte dos partidos, que pod&amp;iacute;amos ganhar com isso. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Parece uma verdade de la palice. Mas porque n&amp;atilde;o acontece ! Porque cada vez mais os jovens est&amp;atilde;o a afastar-se ? V&amp;aacute;rios fatores. Um deles &amp;eacute; a imagem negativa, infelizmente, da politica actual, fruto de m&amp;aacute;s politicas e de um aproveitamento pessoal da politica em detrimento do servi&amp;ccedil;o social. Outra &amp;eacute; a falta de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o das ideologias vigentes. Ningu&amp;eacute;m consegue perceber o que &amp;eacute; ser socialista, comunista ou social-democrata. Os partidos parece que esqueceram as suas ideologias e atuam ao sabor do vento, como quem diz conforme a opini&amp;atilde;o publica. Os meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o atuais s&amp;atilde;o a maior arma dos partidos, aparecer &amp;eacute; preciso. Marketing, muito marketing politico. E as ideologias, as diferen&amp;ccedil;as entre partidos ? Parece pouco clara. A imagem &amp;eacute; o que conta. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Mas tamb&amp;eacute;m todos j&amp;aacute; perceberam que as ideologias est&amp;atilde;o obsoletas, est&amp;atilde;o completamente desadequadas ao nossos tempos. Todas elas. Mas tamb&amp;eacute;m nunca vi reformas ! Nunca vi um partido a reescrever as suas ideologias (aberta &amp;agrave; sociedade civil). &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;H&amp;aacute; empresas que fazem fus&amp;otilde;es, reestrutura&amp;ccedil;&amp;otilde;es, aquisi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, etc. porque n&amp;atilde;o se faz o mesmo com os partidos ? Porque n&amp;atilde;o se criam partidos novos com ideologias novas ? Que possam originar for&amp;ccedil;as politicas distintas, que sigam esse manifesto e que o mesmo seja sempre o porta estandarte do partido e n&amp;atilde;o uma figura humana.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=1977987" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>A falta de um líder</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/archive/2011/02/03/A-fala-de-um-l_ED00_der.aspx</link><pubDate>Thu, 03 Feb 2011 22:54:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:1949677</guid><dc:creator>asimas</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/comments/1949677.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/commentrss.aspx?PostID=1949677</wfw:commentRss><description>&lt;p&gt;&amp;Eacute; incr&amp;iacute;vel a falta que faz um l&amp;iacute;der nos nossos tempos! Algu&amp;eacute;m que possa ser a voz de toda uma gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o amarrada, amorda&amp;ccedil;ada e temerosa, que tendo um elevado capital intelectual &amp;eacute; no entanto manipulada e empurrada por uma gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ego&amp;iacute;sta, monopolista e que usa armas aprendidas e apreendidas na escola da vida. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com isso perdemos todos. Perde o pa&amp;iacute;s. Que falta faz um l&amp;iacute;der. Algu&amp;eacute;m que quebre as amarras que possa ser o s&amp;iacute;mbolo e a esperan&amp;ccedil;a dessa nova gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Um revolucion&amp;aacute;rio que todos possam se identificar. Mais do mesmo, n&amp;atilde;o, j&amp;aacute; todos percebem ao longe, sentem logo pelo cheiro, pelo porte. N&amp;atilde;o se esque&amp;ccedil;am que a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; evolu&amp;iacute;da intelectualmente, j&amp;aacute; n&amp;atilde;o &amp;eacute; parva, j&amp;aacute; n&amp;atilde;o se deixa enganar, por isso muito mais exigente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;E n&amp;atilde;o &amp;eacute; um Coelho que as convence, &amp;eacute; sim um sinal, um grito, talvez um aviso. Precisam e continuam &amp;aacute; espera de algu&amp;eacute;m que possa emergir de entre eles, um como eles, que n&amp;atilde;o seja corrompido, que possa lutar por eles. Mas como? Como poder&amp;aacute; ser poss&amp;iacute;vel? Um novo Jesus Cristo. Enquanto isso v&amp;atilde;o vivendo&amp;hellip;libertando as frustra&amp;ccedil;&amp;otilde;es, as angustias e a incompreens&amp;atilde;o. Direccionam o seu elevado potencial para outras actividades l&amp;iacute;citas e il&amp;iacute;citas, vivem o seu mundo, criam o seu mundo, fechado, cada vez mais fechado. E perdem. Perdemos n&amp;oacute;s. Vencem os mesmos. &lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=1949677" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>A VERDADE DA MENTIRA</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/archive/2010/12/31/A-VERDADE-DA-MENTIRA.aspx</link><pubDate>Fri, 31 Dec 2010 00:50:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:1924369</guid><dc:creator>asimas</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/comments/1924369.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/commentrss.aspx?PostID=1924369</wfw:commentRss><description>&lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Julien Assange, foi a figura do ano de 2010, ele apresentou-se ao mundo atrav&amp;eacute;s da sua organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o WikiLeaks e conseguiu por a descoberto muito do que n&amp;atilde;o se sabia.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Mas n&amp;atilde;o foi a primeira vez que algu&amp;eacute;m despejou para a opini&amp;atilde;o publica um conjunto de documentos secretos do governo dos EUA. Em 1971, Daniel Ellsberg teve a mesma proeza. Atrav&amp;eacute;s da divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de documentos do Pent&amp;aacute;gono, comprovou-se, pela primeira vez, algo que muita gente j&amp;aacute; suspeitava: que o governo dos EUA mentiu aos cidad&amp;atilde;os. Enquanto o governo dizia ao povo que tinha inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de promover a retirada do Vietname, os documentos revelaram que na realidade o governo estava era a promover a escalada massiva na guerra.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Ellsberg enfrentou amea&amp;ccedil;as de pris&amp;atilde;o, de assassinado, de condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o por alta trai&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; o que se pode imaginar e tamb&amp;eacute;m o inimagin&amp;aacute;vel, por ter exposto a verdade ao mundo. Conseguiu obter e divulgar a primeira evid&amp;ecirc;ncia tang&amp;iacute;vel de que o governo dos EUA mentira descaradamente aos cidad&amp;atilde;os. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;Alguns anos&amp;nbsp;depois, j&amp;aacute; ningu&amp;eacute;m condenava Ellsberg por expor a verdade, e todos conden&amp;aacute;vam os governos corruptos. Ellsberg, em pouco tempo, passou a ser tratado como her&amp;oacute;i, n&amp;atilde;o como traidor&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Ellsberg viveu numa gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de&amp;nbsp;&lt;em&gt;hippies&lt;/em&gt; &amp;ndash; gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o que valorizava a integridade e a verdade como princ&amp;iacute;pio de vida&amp;ndash;, e a revela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Ellsberg incendiou a indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica como fa&amp;iacute;sca&amp;nbsp;em mato seco.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Quarenta anos depois, Julian Assange apresenta-se no cen&amp;aacute;rio mundial com sua organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o WikiLeaks, como um Ellsberg do s&amp;eacute;culo 21. A Wikileaks divulga documentos em escala jamais vista antes, enormemente mais ampla que as 1.000 p&amp;aacute;ginas dos Documentos do Pent&amp;aacute;gono. O que revela, inclusive informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nova sobre assassinatos e tortura no Iraque depois de Abu Ghraib, entre elas 66.081 mortos iraquianos civis, provavelmente ainda mais chocante que as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es contidas nos Documentos do Pent&amp;aacute;gono. E, surpreendentemente, todos s&amp;oacute; falam sobre o homem que vazou a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que seria alguma coisa entre um idiota e um traidor; e ningu&amp;eacute;m comenta o conte&amp;uacute;do das novas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;Todo a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre WikiLeaks parece concentrada sobre acusa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de crime sexual que teria sido praticado pelo autor &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;na Su&amp;eacute;cia, ou sobre not&amp;iacute;cias de que o homem teria personalidade de ditador. Daniel Ellsberg disse ao&lt;em&gt; New York Times&lt;/em&gt; que esperou &amp;ldquo;quarenta anos por algu&amp;eacute;m que divulgasse informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o secreta em escala que realmente fizesse diferen&amp;ccedil;a&amp;rdquo;. Mas a verdade distribuida por WiliLeaks parece n&amp;atilde;o fazer diferen&amp;ccedil;a alguma. A verdade &amp;eacute; que, sim, o mundo mudou muito entre os anos de Ellsberg e os anos de Assange. Hoje, quando a nova informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que Assange afinal exp&amp;ocirc;s ao mundo deveria ter provocado protestos de massa e clamor crescente por transpar&amp;ecirc;ncia e responsabilidade em tudo que os governos digam aos cidad&amp;atilde;os, a espantosa maioria dos cidad&amp;atilde;os e absolutamente toda da imprensa s&amp;oacute; fala sobre Assange, e em quase todos os casos contra Assange.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify;"&gt;&lt;font face="Times New Roman" size="3"&gt;&amp;Eacute; como se Assange tivesse nascido em momento errado. Como se tivesse de esfor&amp;ccedil;ar-se muito para impor a verdade num mundo que j&amp;aacute; n&amp;atilde;o manifesta qualquer apetite pela verdade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=1924369" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>Se temos fome, queremos uma cana</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/archive/2010/12/28/Se-temos-fome_2C00_-queremos-uma-cana.aspx</link><pubDate>Tue, 28 Dec 2010 02:36:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:1922144</guid><dc:creator>asimas</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/comments/1922144.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/commentrss.aspx?PostID=1922144</wfw:commentRss><description>&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Ao viajar na Sata e durante a degusta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do snack fornecido pela tripula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, comecei a cogitar comigo pr&amp;oacute;prio (interessante esta capacidade que temos de estar sempre a aprender). N&amp;atilde;o encontrei um &amp;uacute;nico produto dos A&amp;ccedil;ores. Coca-cola, Sprite, Compal, fruta enlatatada, Vinhos, etc. tudo de fora da Regi&amp;atilde;o. A minha &amp;uacute;nica duvida quedou-se pelo p&amp;atilde;o e pelo queijo, mas presumo que tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o sejam dos A&amp;ccedil;ores. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Sendo a Sata A&amp;ccedil;oriana e de capitais maioritariamente p&amp;uacute;blicos, n&amp;atilde;o seria poss&amp;iacute;vel colocar aqui os nossos produtos?! Mesmo subsidiados, eu veria com bons olhos, aplaudiria todas as medidas neste sentido. Se todas as empresas regionais s&amp;oacute; adquirissem produtos a&amp;ccedil;orianos, penso eu, estar&amp;iacute;amos a contribuir para a nossa economia e para a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos nossos produtos, possivelmente com um forte incremento no orgulho daquilo que &amp;eacute; nosso. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;N&amp;atilde;o sei &amp;eacute; se seria inconstitucional, isto n&amp;atilde;o sei, mas tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o me compete saber, &amp;eacute; s&amp;oacute; uma ideia, resultado de uma simples observa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=1922144" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>O Pais em que vivemos</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/archive/2010/10/29/O-Pais-em-que-vivemos.aspx</link><pubDate>Fri, 29 Oct 2010 01:08:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:1879886</guid><dc:creator>asimas</dc:creator><slash:comments>6</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/comments/1879886.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/commentrss.aspx?PostID=1879886</wfw:commentRss><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Cada vez fico mais assustado e desiludido com o meu pais. &amp;Eacute; triste dizer isso, mas &amp;eacute; verdade. Todas as not&amp;iacute;cias, constantes e cont&amp;iacute;nuas, t&amp;ecirc;m sido o grande catalizador do meu actual estado de esp&amp;iacute;rito. Todos os dias s&amp;atilde;o casos novos, burlas, falsifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, milh&amp;otilde;es para um, mais milh&amp;otilde;es para o outro, redes de interesse envolvidas, todos os estratos sociais envolvidos, figuras com os mais altos cargos na sociedade, com elevada responsabilidade, em quem deposit&amp;aacute;vamos esperan&amp;ccedil;a e respeito. Chegamos a um ponto em que n&amp;atilde;o sabemos quem ser&amp;atilde;o os pr&amp;oacute;ximos, quem mais estar&amp;aacute; envolvido, qual ser&amp;aacute; o pr&amp;oacute;ximo facto consumado. &amp;Eacute; lament&amp;aacute;vel. &amp;Eacute; deprimente. Ainda o outro dia despedi-me de um colega, emigrou, com a fam&amp;iacute;lia, n&amp;atilde;o por necessidade, op&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria. A &amp;uacute;ltima coisa que me disse, foi que n&amp;atilde;o estava preocupado consigo, mas sim com os filhos, e n&amp;atilde;o queria Portugal para eles, n&amp;atilde;o via futuro. Dura realidade. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Com todos essas apreens&amp;otilde;es policiais e investiga&amp;ccedil;&amp;otilde;es, n&amp;atilde;o &amp;eacute; de admirar que o pais tenha chegado onde chegou, s&amp;oacute; n&amp;atilde;o percebo porque s&amp;oacute; agora se desencadeou todos esses processos. S&amp;oacute; agora &amp;eacute; que est&amp;atilde;o a descobrir todo esse festival pr&amp;oacute;prio de uma republica das bananas que s&amp;oacute; tinha a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da imagem. E parece que estamos s&amp;oacute; na ponta do iceberg. Ningu&amp;eacute;m sabe, suspeitamos, da verdadeira extens&amp;atilde;o do polvo. Mais triste mesmo &amp;eacute; que quem sofre, para n&amp;atilde;o variar, &amp;eacute; o elo mais fraco, sempre foi assim e sempre ser&amp;aacute;, aguenta-te povo. Mais extravagante &amp;eacute; perante esses cen&amp;aacute;rios, a imin&amp;ecirc;ncia de uma crise sem precedentes, os partidos pol&amp;iacute;ticos continuarem a preocupar-se com os seus jogos pol&amp;iacute;ticos, de sempre, relegando para segundo plano o que realmente interessa, a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do or&amp;ccedil;amento de estado. A inquieta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que ganhar&amp;aacute; o bra&amp;ccedil;o de ferro, que sair&amp;aacute; para a opini&amp;atilde;o publica a declamar-se vencedor! Surreal. Sem d&amp;uacute;vida. Somos todos perdedores. Todos. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=1879886" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>CORTES NA SAUDE</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/archive/2010/10/27/CORTES-NA-SAUDE.aspx</link><pubDate>Wed, 27 Oct 2010 15:48:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:1878608</guid><dc:creator>asimas</dc:creator><slash:comments>2</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/comments/1878608.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/commentrss.aspx?PostID=1878608</wfw:commentRss><description>&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;font size="3"&gt;As &amp;uacute;ltimas noticias, vindas a publico, de cortes na sa&amp;uacute;de, s&amp;atilde;o alarmantes. Desde a primeira hora que senti que estavam a &amp;ldquo;pisar&amp;rdquo; em terreno muito sens&amp;iacute;vel, n&amp;atilde;o fosse a sa&amp;uacute;de o nosso bem mais precioso e aquele que devemos e queremos preservar em primeira inst&amp;acirc;ncia. Por isso, quando comecei a ouvir as primeiras not&amp;iacute;cias, fiquei, numa primeira fase, apreensivo, matutei nas consequ&amp;ecirc;ncias, na necessidade dos cortes e de que incis&amp;otilde;es estariam a falar. Estou completamente de acordo que fa&amp;ccedil;am redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, que se optimize tudo, que fa&amp;ccedil;am uma gest&amp;atilde;o adequada, que procurem poupar em alguns gastos, normalmente naquilo que &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel e vi&amp;aacute;vel reduzir, isso faz parte de qualquer boa gest&amp;atilde;o, de qualquer empresa. Fiquei desconfiado, com a projec&amp;ccedil;&amp;atilde;o dada &amp;agrave; volta das redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es na sa&amp;uacute;de, as noticias come&amp;ccedil;aram a sair e serem lan&amp;ccedil;adas como se tratasse de uma fa&amp;ccedil;anha sem precedentes. Falou-se numa equipa de consultores especializada na mat&amp;eacute;ria, que j&amp;aacute; tinha reduzido tantos por cento, que iriam conseguir mais, etc. comecei a ficar convencido que na sa&amp;uacute;de, h&amp;aacute; muito despessismo, muito para cortar, por outro lado, comecei a ficar preocupado, porque essas n&amp;atilde;o deveriam ser as verdadeiras prioridades no sector, pelo menos n&amp;atilde;o deveriam ser as com mais projec&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as que fossem priorit&amp;aacute;rias, julgava eu, na minha ingenuidade. Infelizmente as noticias n&amp;atilde;o ficaram por ai. Chegou-se ao ponto de limitar os especialistas nas urg&amp;ecirc;ncias! Retirar a pediatria &amp;agrave; noite! Eu que j&amp;aacute; tive de ir mais do que uma vez com a minha filha ao Hospital, de noite e de dia, que felizmente sempre encontrei um especialista de servi&amp;ccedil;o, que me queixava que ele (s) tinham muito trabalho e que n&amp;atilde;o estavam a dar a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o devida/merecida &amp;aacute; minha filha, como ser&amp;aacute; a partir de agora? Como ser&amp;aacute; a partir do momento em que o pr&amp;oacute;prio director da pediatria pede para lhe tirar a sua idoneidade! S&amp;oacute; pergunto uma coisa. N&amp;atilde;o poderiam ter cortado em outros sectores? Em outros departamentos da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o publica? Tinha de ser na sa&amp;uacute;de! tinha de come&amp;ccedil;ar pela sa&amp;uacute;de! N&amp;atilde;o faz sentido. Nem temos alternativa. Era mais aceit&amp;aacute;vel (julgo eu) que se introduzisse taxas, pagas conforme o rendimento de cada pessoa, para essas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es pontuais e que s&amp;atilde;o de maior custo para o hospital (noites, feriados, preven&amp;ccedil;&amp;otilde;es, etc.). Sempre que fui ao Hospital (nunca vamos porque queremos ir mas sim porque temos de ir), critiquei o tempo de espera, a quantidade de pessoas para poucos m&amp;eacute;dicos, at&amp;eacute;, confesso, pus em causa o servi&amp;ccedil;o dos m&amp;eacute;dicos, perante o cen&amp;aacute;rio e as dificuldades e stress vigente. A partir de agora como ser&amp;aacute;? A partir de agora, chego a ter medo em ir parar ao Hospital! &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin:0cm 0cm 0pt;text-align:justify;"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;font size="3"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=1878608" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>O PODER ECON&#211;MICO</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/archive/2010/10/22/O-PODER-ECON_D300_MICO.aspx</link><pubDate>Thu, 21 Oct 2010 23:42:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:1874416</guid><dc:creator>asimas</dc:creator><slash:comments>2</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/comments/1874416.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/commentrss.aspx?PostID=1874416</wfw:commentRss><description>&lt;p align="center" class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:normal;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman','serif';color:#333399;font-size:12pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman','serif';color:#333399;font-size:12pt;"&gt;O poder econ&amp;oacute;mico controla o poder pol&amp;iacute;tico, dirige os governos, imp&amp;otilde;e a sua estrat&amp;eacute;gia, condiciona a opini&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica e estabelece as regras e orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es a seguir. N&amp;oacute;s, comuns cidad&amp;atilde;os, nem nos apercebemos disso, nem sabemos quem est&amp;aacute; no cimo da pir&amp;acirc;mide, quem na realidade controla o mundo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;line-height:normal;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-family:'Times New Roman','serif';color:#333399;font-size:12pt;"&gt;S&amp;oacute; 2% concentram metade da riqueza mundial ! A riqueza mundial est&amp;aacute; concentrada nas m&amp;atilde;os de poucas pessoas, isso &amp;eacute; um facto. Essa realidade t&amp;ecirc;m gerado muita especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o em torno de quem s&amp;atilde;o os &amp;ldquo;donos do mundo&amp;rdquo;, como eles manipulam e decidem a vida do planeta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="line-height:115%;font-family:'Times New Roman','serif';color:#333399;font-size:12pt;"&gt;Muitas teorias existem, muita tinta j&amp;aacute; se escreveu sobre os iluminados e grupos de poder mundial, da sua capacidade de escolher os l&amp;iacute;deres mundiais, o presidente dos Estados Unidos e de manipularem a impressa e com isso as grandes massas. Para que objectivos, para que prop&amp;oacute;sitos? Qual a finalidade desses encontros, dessas reuni&amp;otilde;es secretas ? H&amp;aacute; quem defenda que simplesmente preocupam-se com os seus neg&amp;oacute;cios, com as suas actividades e querem garantir a expans&amp;atilde;o e perman&amp;ecirc;ncia da mesma, outros afirmam que h&amp;aacute; algo mais, h&amp;aacute; ideias precedentes e uma ideologia a seguir, uma nova ordem mundial, que &amp;eacute; habilmente discutida e seguida. Especula&amp;ccedil;&amp;otilde;es, est&amp;oacute;rias, verdade ou fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o ? A verdade &amp;eacute; que n&amp;atilde;o somos livres (embora o desej&amp;aacute;ssemos ou pens&amp;aacute;ssemos ser ) e o mundo &amp;eacute; cada vez mais um &amp;ldquo;Big Brother&amp;rdquo;, em que somos meras marionetas&lt;/span&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=1874416" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>Ser Cinzento</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/archive/2010/10/20/Ser-Cinzento.aspx</link><pubDate>Tue, 19 Oct 2010 23:21:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:1872536</guid><dc:creator>asimas</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/comments/1872536.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/commentrss.aspx?PostID=1872536</wfw:commentRss><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Quando somos mi&amp;uacute;dos, putos, crian&amp;ccedil;as, ou l&amp;aacute; como queiram chamar, somos lun&amp;aacute;ticos, acreditamos em tudo, cremos que somos imortais, pensamos que somos capazes de mudar o mundo, que tudo &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel, que tudo &amp;eacute; eterno. Sonhos&amp;hellip;vivemos deles. Com o crescimento vamos esbarrando contra v&amp;aacute;rias barreiras, v&amp;aacute;rios obst&amp;aacute;culos, intranspon&amp;iacute;veis, que nos fazem ver a vida de outra perspectiva, mais realista, mais cinzenta, sem d&amp;uacute;vida. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Nunca perder a capacidade de sonhar &amp;eacute; importante, viver &amp;eacute; preciso, o sonho &amp;eacute; s&amp;oacute; teu, s&amp;oacute; tu &amp;eacute; que tens de acreditar nele, lutar por ele, mesmo que tudo e todos o menosprezem, mesmo que tudo e todos n&amp;atilde;o acreditem. E o mais normal &amp;eacute; que ningu&amp;eacute;m acredite mesmo, que o depreciem, &amp;eacute; pr&amp;oacute;prio do mundo cinzento, de quem deixou de acreditar e de sonhar, os ditos adultos, crescidos, realistas e fortes. Pois s&amp;atilde;o, na realidade, &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;m&amp;aacute;quinas, aut&amp;oacute;nomos, que deixaram de ter qualquer capacidade de sonhar, ficando agarrados ao medo e &amp;agrave; seguran&amp;ccedil;a, quando a &amp;uacute;nica garantia &amp;eacute; que envelhecemos e depois morremos. Medo de mudar porque estamos bem assim, receio de inovar porque sempre se fez assim, p&amp;acirc;nico de investir porque podemos perder. Sentimo-nos seguros, fortes, prontos e com capacidade para as demais batalhas, j&amp;aacute; nada abala o cinzent&amp;atilde;o, nada nem ningu&amp;eacute;m. Amealha muito, trabalho e mais trabalho, o objectivo &amp;eacute; armazenar e guardar, a seguran&amp;ccedil;a sempre em primeiro lugar, ter dinheiro &amp;eacute; seguran&amp;ccedil;a, &amp;eacute; o apogeu da seguran&amp;ccedil;a, &amp;eacute; o vicio dos v&amp;iacute;cios dos cinzentos, amealhar e amealhar, torna-se uma obsess&amp;atilde;o, um objectivo de vida, deixando para ultimo reduto qualquer outro sentimento, qualquer outro valor. E a vida &amp;eacute; t&amp;atilde;o curta.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=1872536" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>A Inseguran&#231;a na Agricultura</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/archive/2010/10/19/A-Inseguran_E700_a-na-Agricultura.aspx</link><pubDate>Tue, 19 Oct 2010 22:28:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:1872497</guid><dc:creator>asimas</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/comments/1872497.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/asimas/commentrss.aspx?PostID=1872497</wfw:commentRss><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;Hoje em dia o que mais assusta os agricultores, n&amp;atilde;o &amp;eacute; a falta de apoios e/ou de incentivos, mas sim a inseguran&amp;ccedil;a. S&amp;atilde;o v&amp;aacute;rias as quintas abandonadas, ali&amp;aacute;s, a exist&amp;ecirc;ncia de uma quinta/pr&amp;eacute;dio em produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; uma excep&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; regra, sendo logo objecto de estupefac&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de estudo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;margin:0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;font face="Calibri" size="3"&gt;A verdade &amp;eacute; que n&amp;atilde;o se pense que n&amp;atilde;o existem bons terrenos, boas quintas, pr&amp;eacute;dios com condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e com infra-estruturas mais que suficientes para se produzir de tudo, existem, ali&amp;aacute;s abundam, s&amp;oacute; que, infelizmente, est&amp;atilde;o abandonadas, viradas mato, para grande desgosto dos seus propriet&amp;aacute;rios que n&amp;atilde;o vivendo da terra, viam nela um hobby saud&amp;aacute;vel e agrad&amp;aacute;vel, com algum retorno financeiro, pelo menos numa &amp;oacute;ptica de economia familiar. A inseguran&amp;ccedil;a, mais do que uma realidade &amp;eacute; um grave problema social, que infelizmente continua sem solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e parece que se agrava de ano para ano. Quem contacta com os seus propriet&amp;aacute;rios, constata facilmente, que a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; comum, todos tiveram experiencias negativas e crescentes de furtos ou vandalismo. Tantas s&amp;atilde;o as experiencias e hist&amp;oacute;rias contadas. Todas com um denominador comum, vencem os lar&amp;aacute;pios. Os propriet&amp;aacute;rios, s&amp;atilde;o sempre o elo mais fraco, perante um cen&amp;aacute;rio de escassez de resposta pelas for&amp;ccedil;as de seguran&amp;ccedil;a, acabam por desistir, deixando ao abandono os terrenos, restando somente a frustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o inconformismo de quem foi obrigado a desistir e abandonar algo que tanto lutara, que tanto apreciava e que tanto orgulho tinha. &amp;Eacute; desolador ouvir esses relatos, de tanta e tanta gente que aponta logo o dedo &amp;agrave; sociedade, &amp;agrave;s for&amp;ccedil;as de seguran&amp;ccedil;a e &amp;agrave; permissividade da lei. &amp;ldquo;Apanham o lar&amp;aacute;pio, no outro dia est&amp;aacute; c&amp;aacute; fora outra vez&amp;hellip;&amp;rdquo;, &amp;ldquo;Antigamente tinham medo, eram apanhados e ficavam presos, chegavam mesmo a levar porrada&amp;hellip;&amp;rdquo; s&amp;atilde;o as frases mais ouvidas.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A verdade &amp;eacute; que j&amp;aacute; houve mais seguran&amp;ccedil;a e com menos for&amp;ccedil;as de policiais, hoje em dia h&amp;aacute; mais for&amp;ccedil;as de seguran&amp;ccedil;a e os problemas aumentam. Como se resolve esse flagelo? Quem p&amp;otilde;e cobro a esse tormento? Que leis s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rias? Quem tem a resposta? S&amp;atilde;o algumas das respostas que os agricultores gostariam de ouvir.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=1872497" width="1" height="1"&gt;</description></item></channel></rss>
