SOL
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A Casa do Benfica de Aveiro, festeja o seu XVII aniversário no próximo dia 20 de Junho de 2009, com um jantar convívio no restaurante "Cozinha do Rei". A presença dos benfiquistas da região é de extrema importância, no sentido de dar força a uma estrutura que bem merece.

Quem estiver interessado pode contactar-me por correio electrónico: camiloconceicao82@sapo.pt

20 Águias

Não percebo onde anda o Filipe Vieira que fazia mover os benfiquistas. Desapareceu sem deixar rasto. Não estou confundido. Aquele que agora aparece é simplesmente um porta-voz do João Gabriel. Sempre que o vejo a dirigir-se aos sócios, não lhe reconheço as ideias nem o teor das conversas. O grande e grave problema do Benfica está onde menos se espera. Os departamentos acessórios do clube são um falhanço. Falhanço, porque são constituídos por falhados. Onde anda o meu Benfica virado para os benfiquistas?
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Muitos gestores e chefes de equipa, deparam-se no seu dia-a-dia, com variadíssimas questões que têm que ser discutidas ou resolvidas e que influenciam todo o conjunto. Trabalhar em grupo, tem este lado positivo ou negativo, conforme a atitude que escolhemos. O que um elemento faz (ou deixa de fazer) influencia toda a equipa no cumprimento ou não dos objectivos traçados.

 

A complexidade leva-nos por vezes a perder o lado bom do ser humano. Como tal, de uma forma simples, vou enumerar alguns pontos que são essenciais para ganhar e gerir uma equipa. O cumprimentos destes pontos, pode levá-lo a usufruir de um melhor ambiente de trabalho, maior cumprimento dos objectivos e melhor satisfação pessoal.

 

Leia e esforce-se para passar algumas das próximas ideias à sua equipa. Alguns vão achar boa reflexão, outros vão estar mais renitentes, mas é primordial tentar envolver todos.

 

Logicamente, nem sempre se aplica uma ou outra teoria e dependendo dos casos, poderá haver alguns itens que podem ser devidamente acrescentados.

 

Adoptar a postura correcta

 

Todos já passámos por situações em que temos que lidar no nosso meio profissional, com pessoas carrancudas, maldispostas e muito pouco simpáticas. O que sentimos ao lado delas? Parece que o trabalho não flui. Muitos de nós sentem-se contaminados por aquele estado de espírito, o que pode ter um efeito em cadeia.

Antes de entrar no seu local de trabalho, pense que o seu mau humor não contribui de maneira nenhuma para a sua satisfação no trabalho. Sorria, os seus superiores, colegas e subordinados vão gostar.

 

Divertimento

 

O trabalho é um local onde reina a seriedade e deve continuar a sê-lo. Não pense que divertimento é colar papéis nas costas do seu colega ou atirar clipes. Mediante os trabalhos que são executados e os locais disponíveis, podem ser criados jogos e brincadeiras (5 minutos podem render muitas horas de bom trabalho) que ajudam a criar boa-disposição e dar ânimo para enfrentar as vicissitudes e contrariedades que vão aparecendo.

 

Disponibilidade

 

Existem dois tipos de clientes na generalidade das organizações: cliente externo (o consumidor) e clientes internos (por exemplo, outros departamentos). Ou seja, a maioria de nós, lida com clientes. A importância de saber lidar com quem precisa de nós ou com quem depende a venda dos nossos produtos é crucial. Por vezes, ligar de um departamento de uma empresa para outro é um verdadeiro sacrifício. Seja pela demora no atendimento da chamada ou pela forma desinteressada que demonstram com o nosso problema, sentimos que existe uma grande parede à nossa frente.

Não seja assim. Se ligam para si, ou lhe colocam uma questão sobre determinado assunto, acredite, essa pessoa precisa mesmo da sua ajuda. A sua disponibilidade vai mudar o dia dessa pessoa e com certeza vai melhorar e muito o seu ego. Sentir-se útil é óptimo.

 

Ouvir e ser ouvido

 

Quando se gere uma equipa, existe algo que é essencial entre todos: comunicação. Sem ela, como se pode trabalhar? Como se organizam? É indispensável a todos os profissionais. Lembre-se que só existe comunicação quando temos um emissor, receptor e mensagem. O conteúdo desta última deve ser compreensível para todos, para que não haja falhas futuras.

 

Elogiar e criticar

 

Quando se tem um cargo de chefia, saber elogiar e criticar, é essencial para manter os níveis de motivação dos elogiados em alta, aumentando-lhes a vontade de querer conquistar ainda mais espaço de mediatismo profissional. Elogie em grupo, todos gostamos de ter um bocadinho de orgulho. Criticar é necessário para se poder acertar agulhas e ajustar esforços. Durante a crítica deve-se ser explícito em relação ao que é necessário alterar, e ouvir as possíveis sugestões do subordinado. A crítica não pode servir para se dar um “raspanete”, mas sim, para ajudar na evolução do subordinado. Nunca, critique uma pessoa em grupo, ou um departamento com toda a empresa. Ninguém gosta de ver o seu orgulho ferido ou sentir que o seu trabalho é posto em causa à frente dos colegas.

 

Definição dos objectivos

 

Todas as equipas, têm objectivos. O mercado de trabalho já se habituou a essa pressão e está generalizada a todas as profissões, de formas diferentes, mas todos sentem. Um chefe não deve decidir quais os objectivos que pretende da equipa e transmiti-los. Os objectivos, tal como algumas decisões de gestão, devem ser debatidos e decididos entre a equipa, elevando assim a responsabilidade de cada um. Obviamente, o responsável pela equipa, dito chefe, deve ter definido previamente, quais os objectivos que acha preponderantes e os limites que devem ficar definidos, cabendo-lhe a “negociação” com a equipa.

Estive afastado algum tempo deste meu blog, mas prometo agora, recuperar o tempo perdido.

Política, Economia e Desporto serão os temas primordiais.

 

O governo português, na voz do ministro das finanças, Teixeira dos Santos, anunciou que o estado preparou uma linha de garantia no valor de 20 mil milhões, para assegurar a concessão de financiamentos entre bancos, dando um claro sinal – segundo o governante – de que o estado confia nas instituições financeiras do país.

Resumindo o estado passa a ser fiador dos bancos portugueses.

 

Lendo estas declarações, surgiu-me uma ideia, será que se eu for pedir um financiamento à banca, o Teixeira ou o governo podem ser meus fiadores?

 

Vinte mil milhões de euros, significa 12% da riqueza produzida em Portugal, ou seja na eventualidade de no futuro os bancos se financiarem com a garantia do estado e não cumprirem com as suas obrigações, estes senhores hipotecaram 12% daquilo que foi criado por todos nós durante um ano.

 

É por estas e por outras, que o futuro não passa definitivamente por Portugal. Já alguém disse que a economia e a história são regidas por ciclos. Eu acredito. O ciclo que agora começa, não vai englobar Portugal, América e Europa.

Só espero não contribuir com muito mais impostos, para depois serem dilapidados pelos nossos (vossos) governantes. O futuro é risonho, mas longe de Portugal.

Camilo82

Nos dias em que escrevo e mediante os acontecimentos que sucessivamente abalam a economia, penso que todos nós temos vontade de fugir. Conseguiram estragar e estrangular a economia de uma forma que já ninguém pensava que poderia vir a suceder, visto todos os economistas, gestores, políticos e supervisores estarem cientes dos ciclos económicos e de como é fácil medir os sintomas de uma crise.

 

O Capitalismo que até aqui imperava no nosso dia-a-dia está a cair numa rapidez alucinante. O Capitalismo, que segundo vem escrito em todos os manuais de economia, deve funcionar de forma livre e descomplexada em relação ao estado, tendo este como principais funções, supervisionar e regular, ou seja, o estado não deve agir de forma intervencionista, vive um mundo ao contrário. Agora que os meninos da banca, bolsa e grandes empresas mundiais, não conseguem controlar a bola de bosta que criaram, que vai aumentando diariamente, os estados a nível mundial vêem-se obrigados a tomar conta do brinquedo malcheiroso que lhes está nas mãos. Tudo está errado. O estado ou entidades com poder atribuído falharam quando deviam de supervisionar. Veja-se o caso do BCP, com empréstimos mal concedidos, que não cumprem nenhum princípio ou norma bancária, mas que só foram descortinados até um especulador dar com a boca no trombone. Agora vão tomar uma atitude que beneficia novamente quem tem poder de decisão, poder económico ou até o poder de escapatória (fugir enquanto é tempo).

 

Nos EUA (Bin Laden estes gajos estão-se a portar mal novamente) o povo vai pagar em impostos, a possibilidade das autoridades norte-americanas comprarem todos e quaisquer activos que as entidades financeiras tenham em sua posse e que lhes esteja a prejudicar as suas contas. Qual Robin dos Bosques, qual quê, temos aqui uns mágicos. Senhores do Zé-povinho americano, dêem cá mais uns dólares que o pessoal em Wall Street já não tem notas verdes para esbanjar em Las Vegas.

 

A Europa não vai escapar, ainda por cima, nós aqui temos o Trichet, o abominável homem das taxas de juro. Bin, se fores aos states, dá um salto à Europa, passa pelo BCE, entra pela porta da frente e certifica-te que as taxas também caíram.

 

Cavaco ou acabado, como quiserem, pede mais um esforço aos portugueses. Portanto deve ser o milésimo político a pedi-lo. Pois, mas os portugueses, já pediram há muito tempo um esforço aos governantes, e estes, nem um toma nos fizeram, levantaram a mão com um das Caldas e mandaram-nos tapar a boca.

 

Relembro que o estado não deve ser intervencionista, a economia só regenera quando este ciclo acabar por completo, ou seja, vai ser imperativo que alguns bancos fechem as portas, as empresas de auditoria tem que ser reformuladas, os bancos centrais devem ser governados por economistas sem fins políticos e os políticos rígidos como se impõem. Podemos ter dias tão complicados como o dia de hoje, mas com a certeza que a economia vai-se fazer valer por si no futuro.

 

Não vale a pena confiar nesta rapaziada:

 

A CEE vai ser o caminho para Portugal acompanhar o comboio da frente. – FALSO

O esforço financeiro com o EURO vai valer a pena. – FALSO

A crise está a acabar e Portugal vai ser o primeiro a recuperar. – FALSO

Não vamos aumentar os impostos. – FALSO

Vamos diminuir os impostos. – Falso

O Governo vai estar atento a todas as tentativas de concertação de preços. – FALSO

A moeda única deve ser um motivo de orgulho para os portugueses. – FALSO

 

 

Camilo82

Sou benfiquista, com muito orgulho e amor. Ser benfiquista não se explica, sente-se. Para nós, os tempos áureos de vitórias não vão longe, são o presente, porque cada momento que falamos e vivemos o glorioso, significam três pontos.

 

A actual direcção do Benfica tem mérito, reconhecido amplamente por toda a família encarnada, na reconstrução do clube. Financeiramente e desportivamente. O Benfica voltou a ter força, poder e ambição. Não só no futebol, mas em outras modalidades, tornando o ecletismo, uma bandeira sempre presente.

 

A notícia de que o jogo Nápoles-Benfica iria ser transmitido em exclusivo no novo canal Benfica no serviço de televisão MEO é ridícula, estúpida, insultuosa e vergonhosa para Luís Filipe Vieira e seus pares.

 

Sabem quantos assinantes tem o operador MEO? Quantos assinantes deste fornecedor de televisão por cabo, subscreveram o pacote SPORTTV, o único que permite acesso ao canal Benfica?

 

Pelo facto das negociações com os restantes operadores ainda não estarem concluídas, seria de bom-tom por parte do Benfica, negociar a transmissão do jogo com outro canal, disponibilizando-o a todos os operadores de televisão por cabo.

 

Será que o Benfica está a deixar ser aproveitada a sua marca pelo MEO? É obvio que sim, mas porque? Uma pergunta que só Luís Filipe Vieira devia de responder.

 

Não é preciso fazer contas nem contagens, para perceber que este jogo vai ter audiências muito inferiores às habituais e isso vai no sentido oposto, à dinâmica e expansão da marca Benfica.

 

Que fique claro, que sou a favor do canal Benfica e que logo que possível, todos os jogos do clube deviam ser transmitidos no nosso canal. Sou contra, a disponibilidade do serviço em exclusivo, seja em que operador for. Não se admite. Os benfiquistas perdem e o clube também.

 

Um por todos e todos por um. O Benfica é de todos nós.

Camilo82

Durante os últimos dias, toda a imprensa tem dado amplo destaque à criminalidade, seja pelo seu aumento, ou pela violência que é empregue quando cometida.

Assunto importante, que merece uma vasta reflexão de todos nós, mas essencialmente dos responsáveis políticos e judiciais.

 

Mas vejamos, que este assunto não é novo.

Pode nem sempre ser violento fisicamente, mas o crime está sempre presente no nosso dia-a-dia.

 

Não é preciso entrar alguém dentro de uma dependência bancária de arma na mão, para estarmos a ser roubados. Basta pensar! Se entrarmos num banco, automaticamente estamos a ser roubados. Vejamos alguns exemplos, não todos, pois seria injusto, colocar o leitor de olhos no PC, todo o fim-de-semana.

 

  1. Comissão de manutenção
  2. Comissão por débito de cheque com conta a negativo
  3. Comissão de guarda de títulos
  4. Comissão de abertura de dossier
  5. Comissão sobre o cartão de débito
  6. Comissão sobre o cartão de crédito
  7. Comissão para levantar dinheiro ao balcão
  8. Comissão de livro de cheques
  9. Comissão por transferência
  10. Comissão por subscrição de produtos financeiros
  11. Comissão por resgate de produtos financeiros
  12. Comissão por gestão de produtos financeiros

 

Será que ninguém se revolta contra esta m****?

Ainda a policia a fazer operações nos bairros problemáticos de Lisboa? Estão enganados. Os ladrões estão na Lapa, Cascais, Estoril, e Foz.

 

A revista Sábado desta semana, tem um artigo, sobre as técnicas e preparativos, para o caro leitor, estar do outro lado da barricada! Vai ver que vale a pena.

 

Camilo82

 

Num Mundo global, de novas tecnologias em crescente avanço e constante mutação deparamo-nos com muitas novas empresas ou que tenham sofrido reestruturações na sua lógica empresarial, são estas que normalmente estão no topo. Onde estavam estes gestores há 10 anos atrás? Como entraram no mercado com novas propostas, novas ideias, influenciando-o e criando relações duradouras com os seus clientes? Pois bem parece-me que é importante salientar o que nos diz um dos textos: "Sugerimos que a equipa de executivos de topo, passe pelo menos 10% do seu tempo a compreender o futuro."

 

Há 10 anos atrás quem imaginava:

 

  • Televisão digita cobrindo todo o País?
  • Internet de Banda larga?
  • Internet sem fios em qualquer espaço, mesmo na rua?
  • Telemóveis com visualização de imagem durante a chamada?

 

Houve empresário e gestores que se uniram às novas tecnologia e obtiveram novas perspectivas, criando muitas das coisas que agora achamos essenciais, foram estes que despenderam algum tempo para pensar no futuro que hoje vivemos.

 

Qual será a nossa potencialidade como País (Portugal) para estarmos no topo no futuro e qual a nossa agilidade perante as novas mudanças e dificuldades que um mercado comum e global podem proporcionar?

Será que devemos ter medo?

O facto de sermos um País pequeno é uma vantagem ou desvantagem?

 

Portugal deve pensar no futuro sem medo mas prevenindo-se das novas potencias que já estão a crescer e vão surgir cada vez com mais força e empenho na conquista de mercados.

A nossa estratégia deve assentar na mobilização da população para ter iniciativa de combate e não se agarrar constantemente a bandeiras tão gastas como algum do nosso tecido empresarial, que também este deve contribuir para mudança com forte motivação.

 

Urgentemente devemos ter em atenção:

 

  • Optimismo e mobilização da população para a competitividade   e flexibilidade
  • Aposta na educação e formação
  • Incentivos às novas ideias
  • Promoção de uma nova forma de apoio aos empresários também através da mão-de-obra
  • Flexibilização da lei laboral
  • Reformas na tributação fiscal
  • Incentivos fiscais às novas tecnologias

 

Portugal deve aproveitar o facto de ser um País pequeno, pois todas estas ideias e iniciativas são mais fáceis de transmitir e conseguir uma nova aliança entre todos para as dinamizar e implementar.


Camilo82
 

Os Portugueses e o lixo.

 

Durante o tempo que achar necessário irei falar aqui dos Portugueses e a sua relação com objectos, hábitos, pensamentos, etc. Todos estes espaços irão começar com "Os portugueses..." e serão estruturados por tópicos, vamos ver se concordam.

 

Para iniciar temos os Portugueses e o lixo:

 

  1. Não separamos o lixo por tipos.
  2. Temos aquele hábito horrível de ter o lixo em baldes e nem colocamos num saco de plástico.
  3. Ao colocarmos o lixo no contentor, ele cai para o chão, alguém o coloca no sítio correcto?
  4. As papeleiras pelas nossas avenidas estão vazias! O lixo, esse ficou pelo chão.
  5. Alguém viu o pilhão? Dá para rir o anúncio, mas até dá para chorar quando muita gente nem vê o contentor
  6. Lisboa e Porto não têm contentores? Sacos do lixo em monte, à porta de casa? Sem comentários.

 

 

Camilo82

Bolonha: o outro lado

 

Sou estudante universitário, integrado este ano lectivo no processo Bolonha, desde que ouço falar nesta renovação da metodologia de ensino, ficaram retidas algumas palavras ou expressões:

 

  • Fim dos professores a debitar conceitos
  • Integração dos alunos em processos mais próximos da realidade laboral
  • Disciplinas interligadas
  • Pesquisa
  • Tutoria próxima
  • Etc.

 

Com o desenrolar do processo e a aplicação dos novos conceitos e metodologias de ensino, percebemos melhor agora como vai ser esta nova fase no ensino um pouco por toda a Europa.

 

Da experiência que tenho com Bolonha (o estabelecimento de ensino que frequento já aplicava as directrizes o ano passado) reparo que tudo o que me foi dito era a realidade, a forma como se iria processar é exactamente o que se perspectivava, como todas as reformas existem pontos do passado que não se esquecem. Em anos anteriores era dada grande importância à parte teórica sendo agora quase menosprezada, o contacto com os professores era diário e estes passavam a sua experiência durante a aprendizagem, também isso foi esquecido os alunos ganham agora a experiência com as suas pesquisas e não interagem o suficiente com os seus tutores. (é óptimo aprender com as nossas próprias experiências mas é relevante para o futuro ter conhecimento sobre aquelas que se vão desenrolar ao longo das nossas vidas profissionais)

 

Tenho reflectido sobre esta enorme mudança e percebo que a dificuldade desta renovação não passou só pelos alunos mas também por professores e todos os que estão de alguma forma ligados ao ensino universitário.

Muitas vezes verifico que alguns dos professores não estão preparados para esta nova metodologia, penso que até estão baralhados, parecem baratas tontas à procura de um espaço e afinal encontram-se encurralados numa teia de alunos! Sabem quem são estes docentes? Pois, exactamente, são os Engenheiros, os Advogados, etc., todos esses "macacos" que não estão no seu "galho" e continuam a tirar lugar aos verdadeiros professores, sim, esses mesmos, os que estão no fundo de desemprego, que "vivem" com o odor dos nossos impostos.

 

Esta educação fede e não é pouco.

 

 

Camilo82

Fechem os hospitais e as urgências! Abram já salas de chuto!

 

Assim vai o nosso (ou deles?) Portugal!

 

Não percebo a contestação ao encerramento das urgências hospitalares!

Obviamente, está claríssimo que é muito mais importante potenciar a abertura de farmácias (com proprietários não ligados ao ramo científico) nos hospitais e o começo da dinamização das salas de chuto, penso que estas, deviam chegar a todo o interior do País, não ficando estes esquecidos em tão importante projecto para a saúde dos cidadãos!

 

Só me apetece brincar, olhem se eu brincava ao Bin Laden e ao Bush? Eu era o Bin Laden e o Bush esta classe (ou falta dela) política Portuguesa! Será que não os podemos rifar?

 

Um milhão de Portugueses vai ficar mais perto das urgências hospitalares? É o que nos diz o documento apresentado pela comissão técnica nomeada para a reformulação das urgências. O mais perto é ficar a menos de 45 minutos.

Vão encerrar 14 unidades e vão ser criados 24 serviços de saúde de nível básico em centros de saúde?

 

Encerrar, parece-me a mim, que não é a palavra que fica melhor junto de saúde!

Níveis básicos? O que significa níveis básicos? Com que equipamentos vão funcionar? O material obsoleto utilizado nas urgências que podem encerrar vai ser aproveitado para o funcionamento destas novas unidades? Qual o horário de atendimento ao doente? (sim, Sr. Luís Campos, estamos a falar de pessoas com alguma doença)

 

Um cidadão de Estarreja, tem um enfarte às 2:30, vai para que unidade? Hospital Infante D. Pedro em Aveiro? Qual o serviço de saúde de nível básico mais próximo? Está aberto de madrugada?

 

Bem, continuamos como sempre nos conhecemos, uns de primeira, outros de segunda!

 

Sr. Engenheiro, apelo à criação de uma comissão (nem precisa de ser técnica) para a reformulação da comparticipação do estado nos medicamentos! Sim, acabar com essa despesa e canalizar o dinheiro para o financiamento da compra de vários tipos de drogas ilegais e a sua distribuição pelos mais novos, ou até pelos mais velhos no caso de estes não descontarem IRS, com rendimentos unicamente da reforma!

 

Sr. Engenheiro? Mas porque razão estão os engenheiros na política, os políticos no futebol, os modelos são actores? Não era suposto ser cada macaco no seu galho?

 

Caros políticos: VÃO-SE EMBORA, NÃO GOSTAMOS DE VOCÊS!

 

Camilo82

A carreira lá fora?

 

A União Europeia olha para o exemplo dos Estados unidos e repara que falta mobilidade aos trabalhadores Europeus, principalmente aos do nosso burgo.

Ainda alguém acha que estes "rapazes dos states" são exemplo para o resto de Mundo?

Pois, eu penso que não!

 

  • Não devemos nem podemos comparar duas realidades distintas, economicamente e culturalmente existem diferenças, os Países do Velho Continente tem uma história de devastação interna o que levou a uma necessidade de tomada de medidas que visassem a protecção dos seus povos, em que o estado estivesse presente sempre que o cidadão lá estivesse. Veja-se o exemplo das pensões tão falado nos dias de hoje.

 

  • A contribuição de um trabalhador lá fora é muito importante, a deslocação para uma realidade diferente, mudança de hábitos profunda, com um começar de uma nova fase significa muitas vezes para as empresas um investimento (aproveitamento) que não se podem negar! Com um retracto robot deste tipo é mais fácil ter um funcionário horas e horas ligado à vida profissional! Será que por vontade própria? Penso que sim, mas esta vontade está invariavelmente ligada ao facto da ausência do seu meio pessoal estar a milhares de km de distância. Será este o bem-estar que perspectivamos? Ou é um bem-estar visível, que afinal não sentido?

 

  •  Belo exemplo pode-se ver nos EUA, ao vermos o amontoamento de profissionais de variadíssimas áreas, numa hora de almoço (15minutos), passado numa qualquer cadeia de fast-food. No futuro? Podemos continuar a ver estes mesmos profissionais, num consultório, numa cirurgia, sim não podemos apagar os desgastes e os males deste género de vida (tudo é feito a correr). Diabetes, colesterol elevado, obesidade, etc! Vão parecer as constipações de início de estação!

 

Há medidas que realmente procuram o bem-estar, e eu estou a favor delas, mas porque razão só há-de ser o bem-estar de alguns?

Assim, digo nim, e não me chateio mais com isso!

Very slow! We need time and Money!

 

 

Camilo82

 

 

 

Estes Dinamarqueses são tolos!

 

Empresas Dinamarquesas recusam encomendas por falta de mão-de-obra! Pensam que é mentira? É verdade, uma em cada três empresas pede aos seus clientes para aguardarem!

Prevê-se que a economia cresça mais de 3% em 2007 e o PIB cerca de 2%!

A taxa de desemprego é de 4,4%, tenham a atenção de ler a vírgula entre os dois algarismos!

À primeira vista parece uma conjuntura favorável e satisfeita, pensamos mesmo que toda a sociedade Dinamarquesa adora o seu governo, as políticas seguidas e rejubila com tamanha demonstração de força e empenho no crescimento económico.

Pois, estão enganados.

O recuo da taxa de desemprego está a deixar preocupados os analistas daquele País (estes estudiosos), com cada vez menos desempregados estão receosos quanto às pressões que podem envolver o mercado de trabalho e os salários!

Bem, parece que imagino o Prof. Marcelo a dizer ao País que temos que ter mais desempregados, o Sr. Primeiro-Ministro preocupado com a tremenda competitividade da nossa indústria!

Onde fica esta Dinamarca?

Se querem estudar questões económicas verdadeiramente interessantes, venham para cá senhores estudiosos, o vosso problema é um doce comparado com a amargura dos nossos desempregados!

Existe malta com sorte.

 

Camilo82

Penálti! Viste? Todos viram menos tu!

 

O futebol envolve muitas paixões vários desaguisados com muita emoção à mistura. Li algures que o futebol ao Domingo serve para deitar fora todas as frustrações da semana. Adoro o fenómeno futebol, mas vejo-me a ter que concordar com esta afirmação. Quem gosta de futebol, envolve-se de tal maneira no jogo, vibra com tanta emoção que é difícil controlar os gestos, os protestos, no estádio todos nos esquecemos de quem somos e não damos importância a quem está ao lado.

Ao soar do apito todos se concentram, olhamos seriamente para o árbitro e verificamos a sua decisão, que salvo raras excepções nunca está de acordo com as nossas pretensões! Assobiamos, revoltados fazemos gestos obscenos e fazemos de conta que conhecemos a família da equipa de arbitragem! Já pensaram, durante a semana fazemos isso?

O futebol é isso mesmo, um acentuar de diferenças, começamos pelos clubes tem que ser diferentes, os adeptos, as suas simpatias, sendo assim o arbitro também pode ter uma visão diferente da nossa, assim o futebol era uma terapia! Parece um sonho se o futebol fosse assim!

Mas claro, apareceram os "Valentões", os "Papas" e os "Calheiros", o apito ganha cor e o adepto perde o furor, assim se faz futebol, tal como à semana se faz a vida por esse Portugal fora!

Camilo82

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