O nosso belo jardim não cessa de progredir… negativamente. Para os fiéis do lepórida governamental, tout va très bien, madame la marquise. É verdade que o amor cega as pessoas… e aparvalha-as. Aceitam tudo. A coisa mais estúpida, mais absurda, vista através dos olhos dos ardentes fiéis, torna-se eréctil e extasiante.
Vem esta curta divagação a propósito da peixeira de Aveiras de Baixo, com a qual, mais asneira (de asno, burro) menos asneira, sucede precisamente o mesmo. Os seus fiéis fiéis (até rima, prima !), por mais e maiores patacoadas que esta amostra desajeitada de mulher dê na Língua Portuguesa, por mais criticáveis e tendenciosos que sejam muitos dos seus posts e comentários (maioritariamente insossos), aplaudem, infalivelmente, satisfeitos com a substância infértil, sem sentido, com que a cicerone os brinda diariamente.
Alguns destes homens (99,9% dos fiéis), apesar de também não serem sumidades nenhumas, possuem uma instrução bastante superior à da peixeira e deviam, logicamente, raciocinar de maneira mais sensata e colocar-lhe o dedo sobre a ferida. Pois não, limitam-se a alimentar (inconscientemente, creio) as suas insuficiências, as suas lacunas, confortando-a com ridículas glosas ditirâmbicas na sua ignorância.
Estes senhores, como os que aprovam as práticas do lepórida governamental (em geral, são os mesmos), que afirmam querer um Portugal próspero e educado, contribuem, agindo deste modo, para depauperar ainda mais os seus habitantes numa das suas vertentes fundamentais : a Língua Portuguesa.

Por isso a mulher escreve tantos posts sobre o "AMOR" !
Coitada, é como o cão (o Peter) que ladra mas não morde.
Bem diz a mãe : "Não casas, as rugas começam a surgir e depois ninguém te quer !"