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Com as afirmações proferidas ontem por Passos Coelho e José Sócrates, altamente inflamadas, os dois líderes partidários colocaram-se em posição de ataque.
O Outono vai ser quente.
O clima é de clarificação eleitoral e posicionamento ideológico, como há muito não se assistia.
O confronto ideológico é do melhor que a democracia tem.

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Um local lindíssimo…cá dentro.
Ideal para desfrutar na companhia dos amigos.
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Vou seguir o conselho – sábio, do Presidente da República e do Luis Represas, e vou para o sul.
Será que vou para a futura região piloto?

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Num País sem dinheiro, é possível que jovens, em início de carreira, todos os anos efectuem viagens ao estrangeiro, para depois andarem metade do ano a comerem sopas e hambúrgueres?
Triste fado o nosso.
O Estado devia obrigar à poupança.
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Criar novos empregos, onde?
No sector primário, que abandonámos, reféns de uma PAC assassina e de outros devaneios comunitários.
No sector secundário, num País incapaz de rivalizar com os Países BRIC.
No sector terciário, em que o número de efectivos necessários para colocar uma empresa a operar é diminuto, e em que há excesso de funcionários dependentes do Estado.
Um País harmonioso…e não desequilibrado e totalmente desestruturado...é urgente.
fonte: http://www.ffms.pt/index.php
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O federalismo não é nenhum bicho de sete cabeças, pode é ser a salvação.

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A loucura que tomou conta dos governantes deste País não é contagiante, pelo menos por enquanto, caso contrário, o líder do PSD não apresentaria esta proposta, caracterizada por uma lucidez acima da média.
Relembro a definição de Político: homem de estado; estadista.
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A declaração do Presidente da República, em quem votei e que continuo a apoiar, causou bastante celeuma à direita do nosso espectro político.
A meu ver, a atitude do Presidente é pouco entendível.
Por um lado, não se percebe a quem queria agradar, se era aos mercados financeiros internacionais – julgo que a matéria do casamento entre pessoas do mesmo sexo, pouco ou nada lhes interessara, se ao eleitorado de esquerda, menos conservador, numa lógica de pré-campanha.
Julgo que a confusão justifica a atitude de Paulo Portas, ao lançar o nome de Bagão Félix, simplesmente numa lógica de aviso ao Presidente. Não esqueçamos que o apoio do CDS à candidatura de cavaco Silva nunca é consensual no seio do partido.
Eles apoiam, mas com condições, ao contrário do PSD, que apoia sem condições, e neste episódio o Presidente esqueceu-se dessa premissa.
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A propósito da crise e do efeito das mentalidades no desenvolvimento, ou não, dos países:
A diferença entre o jardineiro americano e o jardineiro português.
O jardineiro português ao ver o Mercedes a estacionar pensa "que grande malandro! Porque é que eu não tenho um", e o jardineiro americano pensa "Um dia também vou comprar um carro destes".

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Depois de um interregno, essencialmente devido à falta de tempo e à falta de motivação para escrever, volto a este espaço.
Muito aconteceu entretanto.
Vi o meu Benfica campeão e assisti à bonita missa celebrada por Bento XVI no Terreiro do Paço.
Esta é com certeza uma semana que tão depressa não me vou esquecer, para o bem e para o mal.
José Sócrates prepara-se para acordar o país da letargia em que se encontra, com o aval de Passos Coelho…como que a dizer aos portugueses…faço-o, mas não faço sozinho, faço com o beneplácito do PSD.
É assim, 2010, um ano que se prepara para ser tudo menos monótono.
Coragem.
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Hoje dia é recorrente a opinião pública referir-se à qualidade da democracia.
Um exemplo flagrante diz respeito aos conhecidos boletins municipais.
Estes boletins, impressos no melhor papel, são usados e abusados pelos donos do poder autárquico sem nenhum pudor, para desfilar um chorrilho de mentiras sem espaço ao contraditório. Não existe espaço para as oposições exporem as suas ideias e pontos de vista, só para o desfilar de obras municipais do partido do poder.
Uma vergonha paga com o dinheiro dos munícipes.
Em Abrantes, os Vereadores da oposição insurgiram-se, e bem, contra esta situação.
Sem conhecer a resposta da Presidente da Câmara de Abrantes, imagino que passe por um desprezo pelas mais básicas reivindicações democráticas.
Lamento a pequenez e a ignorância intelectual de muitos dos nossos autarcas.

p.s. : esta imagem contém informação sobre um mega empreedimento que nunca se veio a concretizar, e dos quais os autarcas no poder retiraram dividendos eleitorais mentindo à população.
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Os políticos com responsabilidades governativas devem de entender, de uma vez por todas, que expor o seu raciocínio não é um sinal de fraqueza, mas sim de honestidade intelectual.
Veja-se o caso das obras que a ANA vem levando a cabo no Aeroporto da Portela ao longo dos últimos anos, numa altura em que existe um processo em marcha para a construção do Novo Aeroporto de Lisboa.
Todos nos interrogávamos do porquê de tais obras, num aeroporto condenado ao encerramento ou à desclassificação.
A verdade, hoje devidamente explicada neste artigo, a meu ver, afasta as nuvens cinzentas carregadas de incompetência que ensombravam a ANA e o Governo neste processo.
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Passos Coelho escolheu e formou uma boa equipa de Vice-presidentes na Comissão Política do PSD.
Como é óbvio, por me considerar seu humilde discípulo, destaco o Prof. Diogo Leite de Campos.
Considerações pessoais à parte, Passos Coelho rodeou-se de pessoas com provas dadas nos respectivos percursos académicos e profissionais, salvo uma única excepção, não são políticos profissionais.
Era muito importante este sinal por parte do novo líder do PSD, o de não se deixar enredar pelo “aparelho” partidário.
Acredito que os portugueses lhe reconhecem o esforço. Começou bem.
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Este devia ter passado por S. Bento.
