"Ó Stôra, falta ali um acento..."
Aos meus professores...
Nunca gostei de ficar na sornite na cama. Ou estou a dormir, ou, se acordo, é para levantar. É uma das minhas características, e segundo a minha mãe, desde nascença. Nasci saudável mas um bocadinho antes do tempo, comecei a comer tudo e mais alguma coisa desde muito cedo, comecei a andar aos 8 meses (depois caí e fiquei com algum medo) e sempre fui muito acelerada. Também não é bom. Com o tempo/ crescimento aprendi a ser mais calma, prudente e hoje sou um bocadinho mais ponderada. Mas, esta minha impulsividade às vezes trama-me....
Enfim, como era muito ansiosa por aprender, fui para o pré-escolar e aprendi o B, A, BA com 4 anitos e pouco. Entrei com cinco anos na primária no dia 1 de Outubro de 1976. Fazia os seis no dia 23. Mas estava mais adiantada que os outros meninos todos. Já conhecia as letras e os números e perturbava a aula. Queria fazer as letras dos outros também....... Com um relatório da professora e psicólogo, foi pedida uma autorização ao Ministério da Educação e lá acabei por transitar para a segunda classe. Tinha acabado de fazer seis anos e era a mais pequenina. Sentaram-me à frente. Como era interessada, os professores puxaram por mim, tinha muitos amigos.. Nunca mais me vou esquecer do meu querido, bondoso e paciente Professor Floríbal. Era o Senhor Professor. E gostei muito da escola.
Passei a primária com distinção e em 1979/ 80 estava a entrar na EAL (Escola Alemã de Lisboa) com 9 anitos. Dá-me alguma vontade de rir quando oiço alguns estudantes a reclamarem; ou, com o horário das aulas, tempo de duração de algumas provas, ... Não se pode querer o ensino igual ao da Europa só no material!!!!! Começando no início das aulas. O meu ano escolar começava dia 1 de Setembro e acabava em Julho com um mês livre nas férias grandes. A minha irmã no ensino português, chegou a ter 3 meses!! No material; eu era tão pequenina, ía carregada de material com a mochila quadrada da EAL, tinha aulas o dia todo... E já tinhamos provas de duas horas.
Na EAL, existem alunos portugueses e alunos alemães, divididos nas mesmas salas. Os professores também são mistos, embora a maioria seja alemã. O ensino era muito exigente. Calculo que ainda seja. Os professores e classes mantinham-se as mesmas ao longo dos anos, ficavam para trás pouquinhos. Esses, também não podiam reprovar dois anos seguintes, teriam que sair... E, ainda me lembro dos nomes dos professores. Quase todos.
A Frau Issel. Alemã genuína, magra, postura correctíssima, cabelo curto, olho azul. Foi a mais marcante. Foi minha professora de alemão quatro anos, directora de turma durante dois, e, a PROFESSORA. Lembro-me de muitas coisas...
Que tínhamos de usar caneta de tinta permanente. Se acabasse a tinta numa aula ou mesmo teste, não podíamos pedir uma caneta emprestada. Simplesmente, o teste acabava para esse aluno. Mas, bastou acontecer ao primeiro desgraçado. Passou toda a gente a levar duas canetas e todo o material necessário. Tem que se vir prevenido para não perturbar os colegas... Quem estava torto, curvado, com as mãos assim ou assado, aí estava a lição de educação! Até quem tossia demais, era enviado à enfermaria da escola! A F. issel fez quase todos os alunos chorar. Pelo menos uma vez. Naqueles quatro anos, poucos tiveram a distinção de não ouvirem um raspanete da Frau Issel Zangada! Aproveitou-se dos "graxistas" e muito mais tarde humilhou-os, ... Empobreceu os ricos e tirou a vaidade de algumas meninas insuportáveis. A mim, envergonhou-me no segundo ano. Com a frieza habitual, disse-me em frente de todos que eu era uma aluna muito inteligente e porca! Em alemão, está claro! A razão: como eu gostava de fazer os trabalhos de casa a comer, às vezes ía uma nódoazita de manteiga na folha..... E, tinha aquela mania de riscar muito as palavras quando me enganava.... E, isso era PROIBIDO. Não se podia pintar uma palavra errada, só um ligeiro risquinho por cima... A F. Issel, simplesmente não corrigia um trabalho com uma pintura. Nós eramos crianças. Talvez até fosse exigente demais. Eu tinha medo dela, acho que tinhamos todos. Até já estavamos treinados para quase não tossir... Já não falo no bocejar com a boca aberta! Aprendemos o alemão muito bem desde início. Mas nunca mais me esqueci de a ouvir a dar-nos uma liçãozita de português... também.
Calculo que os "graxistas" deixaram de dar "graxa" na vida deles, os marrecos se endireitaram e eu nunca mais entreguei trabalhos sujos na minha vida!! Enfim, além de estar atentos a fazer as coisas e de termos uma postura correcta, todos os alunos da Frau Issel sabem que aprenderam muito mais que o alemão. Era nossa amiga, como revelou nos anos em que tivemos o privilégio de a ter como professora e era uma pesooa correctíssima. Conhecía-nos bem a todos. Sabia elogiar e ser muito cruel também. Eu também sei ser muito . Felizmente só com palavras, como ela. Lembro-me ainda que ela vivia no Hotel Ritz em Lisboa e preferia os gatos aos cães por não serem tão dependentes e pedinchões! Os gatos não desviam o olhar, dizia ela. Eu, sempre imaginei a F. Issel uma senhora muito elegante e sozinha que vivia cheia de gatos. Mas, devia ser impossível num hotel.... E choramos quando se foi embora. Tivemos todos pena. Era a nossa professora.
O Herr Koy. O nosso querido Mr. Koy que nos ensinou inglês a cantar. E a contar com chocolates. Levava a guitarra e eram as nossas aulas preferidas. Depois, esmeravamo-nos nas aulas escritas para termos mais....
O Herr Frank. Matemática. Nunca foi o meu forte mas ele era muito engraçado. E, como nos tirou tantas Kaugummis (pastilhas), no final dos períodos escolares oferecía-nos Chiclets e ria-se. Já fazíamos de propósito para o ouvir dizer: Kaugummi, raus! Eu acho que ele também sabia que fazíamos de propósito...
A Frau Lartz. Ginástica. Eu não gostava muito, ao contrário de algumas colegas minhas que já mostravam grandes aptidões para essa modalidade. Eu, além de gordinha, preferia as letras. Mas, a professora não me deixava amolecer! Mas eu queria era ir para a piscina, o que me safava a nota...
E o de música, e o de física com as suas experiências malucas, e os outros todos....
As aulas funcionavam muito com brincadeiras, jogos e pequenas competições entre os alunos. Era quase um método género "Aulas sem fronteiras"!. Quem escreve mais palavras do tema tal, quem solucionava o problema ou enigma primeiro,... Um erro, um ponto a menos. Quem tinha mais pontos, ganhava, às vezes eram chocolates ou Gummibärchen (gomas de ursinhos). O mais importante? Aprendíamos, gostavamos, queriamos ser melhores...
Fazíamos todos os anos um bazar onde vendíamos o material escolar uns aos outros, tínhamos uma excursão semanal todos os anos, aulas prácticas de moda, culinária, dança, música com todo o material necessário, uma piscina e um pavilhão desportivo. Não podíamos sair da escola durante o período de aulas, não se podia fumar excepto no "RauchenEcke" ou Canto do Fumo, um espaço pequenino perto dos pavilhões dos alunos mais velhos. Todos os finais de ano, eram distinguidos os melhores alunos de todas as turmas (na minha era quase sempre o grande Gil), haviam despedidas de professores, de alunos, uma grande festa no teatro da escola, ... Eu vinha sempre muito emocionada. Gostava da escola.
No nono ano reprovei. Por causa do Herr "Caramelo". Era português e professor de geografia. Eu digo que foi por culpa dele porque eu não merecia a negativa. Não gostavamos um do outro. Fiz um grande trabalho sobre a Ásia. Mas não foi suficiente.. E, com outra negativa a Física, reprovei. Na EAL só se podia ter uma nota inferior a 4. Eu tive dois 5. As notas alemãs são ao contrário; de 1 a 6, sendo a 1 a melhor. Reprovei, saí da EAL. Entretanto também mudamos de casa, repeti o ano na Escola Secundária da Ramada. E não me lembro de nomes de professores nenhuns. A não ser da Prof. Nazaré. Mas, talvez porque descalçava os sapatos e não corrigia os nossos testes. Alguns nunca os devolveu....
Com essa mudança no meu percurso escolar apanhei um choque na qualidade do ensino e da educação. A maioria dos alunos fumavam, mandavam lixo para o chão e só iam para as salas no segundo toque. No primeiro?!!! Então para que era o segundo toque? Que baldas. Eu não sabia que se podia fazer aquilo numa escola!!! Era um ambiente totalmente diferente. As idades também, é verdade...
Havia uma professora de arte e design, coitadinha, era coxa e os alunos começavam a mugir quando ela passava. Explicaram-me que ela tinha aquela deficiência por ter levado um coice de uma vaca!! E então, mugiam.. Havia um desgraçado de educação visual que tinha trejeitos de "maricas" e eu tinha colegas que até levavam fitinha no cabelo para aquela aula. Enfim, eu ria que nem uma perdida. Era impossível eu não achar graça às maldades que faziam. Hoje, talvez não achasse piada a algumas brincadeiras mas penso que os professores também permitiam. Não sei... Ainda bem que não sou professora. Mas eu tinha colegas que até punham os pés em cima das cadeiras nas aulas. Qual postura correcta, qual quê!! O pavilhão desportivo não tinha nada! Nem espaço. O professor, permitia às meninas com a menstruação não fazer ginástica. Eu cheguei a não fazer aulas num mês inteiro por estar sempre com esse pequenino problema! Sempre tudo na desportiva, claro. O professor não se ralava.. E o desporto fazia-me falta era a mim! No fim, tinham todos positiva...
Mas, enfim. Eu trazia uma grande preparação da EAL. E foi mau para mim.Eu não era grande aluna mas só tinha quatros e cincos, testes a inglês com 98%, tudo muito bem, francês idem, etc. Excepto na matemática e química. Aí, colocava o nome nos testes e mais nada. Ficava a fazer desenhos e a olhar para as meias da professora que fazia questão de nos presentear sempre com um descalçar dos sapatos assim que se sentava. Mandava fazer uns exercícios da página tal e prontos, mais uma aulinha dada.
Gostava de me sentar nas cadeiras cá atrás, escolhiam-me para ler os textos em voz alta, em inglês, português, ... Tinha uma voz alta e boa dicção. Mas, alguns professores davam em doidos comigo. Sempre fui muito de brincar e rir com as coisas. Às vezes, começava a rir e acabava na rua. Os colegas aproveitavam-se e faziam-me rir. Chumbei umas quinhentas vezes por faltas, perturbava as aulas. Mas os professores tiravam-me as faltas por causa das boas notas. Cheguei a ter falta por galhofa à entrada, pedir para assistir à aula e ir outra vez para a rua de tanto rir! Outras vezes, ficava a olhar pela janela e a pensar nas minhas coisas e grandes problemas de adolescente! Mas tinha a capacidade de olhar pela janela e escutar os professores ao mesmo tempo. Eles, de vez em quando faziam-me uma pergunta e eu respondia. Eh Eh. Alguns danavam-se porque não podiam implicar com o meu olhar pelas janelas, outros salientavam aos colegas a capacidade de estar atenta. Eu até estava com mais atenção do que parecia... Alguns professores sabiam.
Em história, ajudou-me a minha capacidade de memorizar bem datas e gostar de ler. A professora de história da Ramada em 1986/ 87 que me desculpe mas nem sei o que comentar. Chegavam a ir para casa dela beber vinho, iam para os quartos, etc... Nem entro em pormenores para não ofender ninguém. Eu sei porque também lá fui. Tenho ali uma banheira se for preciso um banho! - dizia ela quando um aluno bebia um bocadinho demais. Aulas?!? Para quê?!? Desculpe stôra, mas isso não é uma professora "fiche"!
Um dia foi infeliz. Chamou-me a atenção por causa de um atraso e como devia estar a querer implicar, foi insultuosa no átrio.
Bêbeda. - disse-lhe eu. Nem lhe admito. E foi tão feio que levantamos a mão uma à outra e partimos para a agressividade. Desculpe stôra mas você estava a pedi-las. Pela primeira e única vez, a minha amiga Alcídia baldou-se a uma aula enquanto eu aguardava a decisão do Conselho Lectivo. Estava cheia de medo. Tinha sido agressiva para uma professora e fartei-me de chorar. E não queria problemas com os meus pais. Sempre me deram uma boa educação. (Obrigada pais). Mas não aconteceu nada!!! Ninguém falou mais nada!!! Eles lá sabiam... Ficou por ali o assunto e eu fartei-me de "marrar" em história nesse ano. Tive 18. Eh Eh. Passados uns anos encontrei a dita professora a servir bebidas num bar em Porto Côvo. E correu tudo bem. Era uma excelente professora realmente... Mas eu fico feliz que tenha optado por outra profissão.
Não me lembro quantas vezes tive testes que não me lembrava, a minha grande amiga e colega Alcídia ria-se, dava-me uma folha de ponto e dizia: Tens teste agora... Ah é!? - Mas tinha sorte, as notas continuavam boas. Se era penalizada era pela "galhofa".
Em inglês, deu-me um grande gozo um trabalho em que podíamos escolher um grupo musical à escolha e na apresentação do próprio, tocar uma música num gravador. Escolhi os Iron Maiden. Os meus colegas diziam que eu era doida. Mas gostei. Fiz um trabalho completo com todo o historial da banda, a origem do nome (que é derivado de uma maquina de tortura medieval) e escolhi uma música horrorosa com sete minutos e meio. a professora lá teve que "gramar" com aquilo, muito correctamente claro. Afinal o grupo era à escolha! E tive nota uma boa nota pois não dei erros. Eu gostava dela. Às vezes ficavamos a discutir assuntos, até no intervalo. Mas tinha que ser em inglês.Claro que às vezes eu já estava atrapalhada. Mas gostava.
Em português, lá veio outra discussãozita com outra professora. Ela mandou-me calar num assunto em que ainda hoje acho que eu tive razão.
Estavas tu sentada a coser... - escrevi eu.
Estavas tu sentada a coseres... - corrigiu ela.
Discutimos, ela teimou que eu não tinha razão, eu teimei que sim, e fui para a rua. Nunca mais gostámos uma da outra. Para ela eu era mal educada, para mim, ela era uma arrogante. Continuo convicta que a razão estava do meu lado. Se não estiver, alguém que me esclareça. A senhora professora não quis explicar. Eu não me calava só porque era a aluna. Além disso, esta professora adorava aquelas alunas mesmo "graxistas", aquelas que até mudam o tom de voz, melaças, ...
Em francês, não consigo perceber como é que permitiram no ensino uma professora que desse tantos erros.
PROFESSOR - AQUELE QUE ENSINA, MESTRA... (vem no dicionário).
E assim, cada vez que a pequenina (medi a professora em questão e tinha seis palmos e meio), me gritava SILENCE, eu olhava para o quadro e dizia algo do género:
"Ó stôra, falta ali um acento", ou, "Ó stôra, aquilo ali não está mal escrito?!" Ok. Raramente eu não detectava um errozito. O resto da turma ficava logo atenta ao SILENCE. Depois de detectado o erro, partia-se a rir e a professora já me evitava gritar: SILENCE! Um dia, ela chorou. Não por causa de mim, mas foi um dia mau para ela. Eu tive pena. Comecei a não detectar tantos erros....Desculpe stôra mas sabe que é verdade. E porque estava sempre aos gritos? Por ser tão pequenina? Não fica mais alta nem mais esperta.
Restam-me as boas recordações das aulas de Filosofia, onde o professor não sabia bem que aluna eu era. Ora tinha um 20 ou um 5! Dependia...
E psicologia.... Tinha cá cada teoria nova...
E o professor de geografia era tão bonzinho, tinha um ar tão bondoso, era tão paciente que todos os alunos tiveram boa nota. Não nos portavamos mal. Gostavamos todos dele. Também não gritava. E desculpe stôr; aquela vez em que chorei a rir e não lhe pude explicar porquê. Você ficou triste. Mas o Professor tinha uma mosca sempre a pousar no rabo e estavam todos na risota. Eu dei mais nas vistas... Desculpe, sinceramente.
Nunca se fizeram bazares, ou actividades de qualquer interesse. A AE (Associação de Estudantes) só queria excursões! Depois na excursão ía a AE e os amigos e namorados exteriores à escola. Eu sei porque fui 5ª vogal. Entenda-se, pendurava as cortinas quando se fazia uma festa na cantina!! Mais nada. Desculpa Puga, mas também é verdade. E eu até nem gostei assim tanto da escola.
Pois é. Mudámos de residência outra vez e vim para o Montijo onde acabei o 12º ano na Escola Jorge Peixinho. Podia falar no professor Baltazar que partiu as mãos a correr atrás de um aluno ou do desgraçado do Professor Vítor que é cego. Nas aulas deste ninguém estudava. Jogava-se ás cartas... Eu já não era tão reguila nem gozona, limitei-me a acabar o ano. Também não conhecia quase ninguém, não participava muito nas aulas e surpreendia os professores nos testes. Fiz um teste de inglês nesse ano, cujo enunciado tinha em cima no cantinho esquerdo K2. Era uma cópia de uma folha de um livro de inglês da EAL. Escusado será dizer qual foi a nota...
No recreio, era aquela que se sentava a observar e dava cigarros a toda a gente!
Ainda fiz a PGA. Tive 84%.
Mas preferi ir trabalhar. Estava naquela fase da adolescência em que temos muitas dúvidas e queremos a nossa independência. Perdi mesmo o interesse na escola. Não quero falar melhor do ensino privado. Comigo aconteceu assim como contei e correu melhor lá. Interessava-me.
Penso que para se ter qualidade no ensino é preciso algum empenho de todas as partes envolvidas. E quando o meu marido disse no ciclo que queria ser pastor, a professora e os outros meninos riram-se. Se fosse eu a professora, tinha-o motivado no sentido de estudar para isso, algo ligado à pecuária ou agricultura, porque não?! Mas a senhora professora gozou com ele. Aproveitem os grafittis para as artes! Sei lá, dá para perceber o sentido. Eu perdi o interesse, desempenhei-me porque não valia a pena. E tive o azar de ter tido uns professores algo esquisitos naquela escola. A matéria também já era conhecida. Não sei se hoje ainda existem diferenças tão grandes no ensino, nas matérias. Também já lá vão alguns anos. Já não me lembro de tanta coisa, esqueci tudo, a acentuação correcta, o alemão,... Desculpe-me os erros de português querida Frau Lopes.
Actualmente sou uma BURRA IGNORANTE. Vou lendo uns livros, mas agora fico logo com sono. E reconheço que:
NÃO SEI MAIS DO QUE ALGUNS MIÚDOS DE DEZ ANOS.
Ó Stôr Caramelo... Stôr Caramelo...
Vão sempre existir bons e maus professores/ alunos. Mas, existem sempre aqueles que marcam pela diferença e pelo interesse que cativam nas suas aulas. E também se pode brincar. Professores e alunos deviam escutar-se mais e gostar do que fazem. Não estar ali por estar. E ensinar também é educar, ou não?!
A todos os bons professores, parabéns. Vão ficar na memória dos vossos alunos de certeza.