SOL
A obra “Cálculo Financeiro. Teoria e Prática”, da autoria de Rogério Matias, docente da Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico de Viseu, cuja 3ª edição foi recentemente publicada, acaba de ser traduzida e adaptada ao mercado espanhol.

Resultado de uma parceria entre este professor e J. A. Seijas Macías, professor na Universidade da Corunha, a versão espanhola chama-se “Matemática Financiera. Manual Básico”, tem cerca de 300 páginas e começa a ser distribuída no país vizinho durante o próximo mês. Trata-se, pois, de um bom exemplo do espírito subjacente ao chamado Espaço Europeu do Ensino Superior, decorrente do “Processo de Bolonha”.
As restantes obras de Rogério Matias são comercializadas em Portugal, Angola, Moçambique e Brasil.


Obras de Rogério Matias
2004 - Cálculo Financeiro. Teoria e Prática (1ª edição)
2007 - Cálculo Financeiro. Teoria e Prática (2ª edição)
2008 - Cálculo Financeiro. Exercícios Resolvidos e Explicados (em co-autoria com Ilídio Silva)
2008 - Cálculo Financeiro. Casos Reais Resolvidos e Explicados
2009 - Cálculo Financeiro. Teoria e Prática (3ª edição)
2009 - Matemática Financiera. Manual Básico (versão de “Cálculo Financeiro. Teoria e Prática”
para Espanha, em co-autoria com J. A. Seijas Macías)
Página web de apoio aos livros em português:
www.calculofinanceiro.com
Página web de apoio à versão espanhola:
www.financierabasica.com
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Por solicitação ministerial, foi criado no IPV o Gabinete de Acesso ao Ensino Superior, o qual dá apoio à região envolvente.
Este Gabinete, destinado a proporcionar apoio informativo permanente, comporta um serviço de atendimento presencial e à distância, bem como um centro de documentação com fontes de informação diversas sobre as instituições de ensino superior em Portugal e respectivas cidades.
Será igualmente disponibilizada informação de carácter mais prático, designadamente no que respeita a possibilidades de alojamento e apoios sociais nas cidades/instituições pretendidas.
O gabinete assumirá igualmente a responsabilidade de processar as candidaturas, nos períodos fixados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.


Contactos:
Instituto Politécnico de Viseu
Gabinete de Acesso ao Ensino Superior
Av. Cor. José Maria Vale de Andrade
Campus Politécnico
3504-501 Viseu
www.ipv.pt
Endereço electrónico:
gab.acesso.viseu@pres.ipv.pt
Telefone: 232 480 700
Exposição Colectiva patente ao público no Politécnico de Viseu
O Foyer da Aula Magna do Instituto Politécnico de Viseu é uma vez mais cenário de uma exposição de pintura.
A inauguração desta mostra colectiva decorreu no dia 1 de Junho, segunda-feira, estando a mesma patente à comunidade académica e ao público em geral até ao dia 1 de Julho.
Integrada no ciclo “Venha Tomar Café Connosco”, iniciativa com a chancela do Departamento de Divulgação, Imagem e Eventos do Instituto Politécnico de Viseu que visa divulgar os criativos da sua área de influência através de eventos culturais, esta mostra colectiva reúne na mesma paleta quatro talentosos artistas plásticos da região de Viseu.

Ana Gonçalves, Ana Lebreiro, César Amorim (mutes) e Dina Ventura corporizam este projecto colectivo de pintura formado em 2009. Na génese da arte destes autores radica a tentativa de racionalizar um conflito de emoções dentro de cada um dos artistas, sendo para estes mais importante do que a obra propriamente dita, o que ela possa gerar dentro de cada um dos espectadores. Segundo os artistas plásticos “as artes não são concebidas como acções historicamente invariáveis do género humano, nem como arsenal de ‘bens culturais’ que vivem uma existência sem tempo, mas como um processo que avança sem cessar, como um work in progress, do qual toda a obra participa, porque pintar é fácil quando não se sabe, porque quando souberdes deixa de o ser...”.

Joaquim Amaral – Serviço Comunicação, Cultura e Documentação do IPV
Fotos: João Domingos
Tomaram hoje posse, dia 2 de Junho, pelas 16 horas, na sala do Conselho Geral dos Serviços Centrais do IPV, os elementos que irão fazer parte do Conselho Científico e do Conselho Pedagógico da Escola Superior de Tecnologia, bem como do Conselho Pedagógico da Escola Superior de Educação.
Na presença da comunidade académica, o Presidente do Instituto Politécnico de Viseu, Engenheiro Fernando Sebastião, presidiu à cerimónia na qual foi conferida posse aos novos membros dos órgãos da Instituição que a seguir se enunciam:
Conselho Científico da ESTV

Os novos membros deste órgão tomaram posse no dia 2 de Junho de 2009, na sequência dos resultados das eleições ocorridas no dia 22 de Maio de 2009.
O Conselho Científico da ESTV passa a ter a seguinte constituição:
Presidente: Professor Doutor Paulo Rogério Perfeito Tomé
Vice-Presidente: Professora Doutora Ana Cristina Bico Rodrigues de Matos
Secretária: Professora Cristina Maria de Jesus Barroco

Prof. Doutor Paulo Tomé

Prof. Doutora Ana Cristina Matos

Prof. Cristina Barroco

Conselho Pedagógico da ESTV

Os elementos que constituem este órgão e que agora tomam posse foram eleitos no dia 20 de Maio de 2009.
O Conselho Pedagógico da ESTV passa a ter a seguinte constituição:
Presidente: Dr. José Carlos Marques Martins
Vice-Presidente: Dr.ª Isabel Maria Loureiro Pais Esteves Martins
Secretário: Dr. Luís Manuel Fernandes Simões
Dr. José Carlos Marques Martins

Dr.ª Isabel Maria Martins

Dr. Luis Manuel Simões

Conselho Pedagógico da ESEV

O Presidente do Conselho Pedagógico da Escola Superior de Educação que hoje toma posse foi eleito no dia 18 de Maio de 2009.
Presidente: Professor Jorge Manuel Fraga de Mendonça

Professor Jorge Manuel Fraga de Mendonça
No decorrer da reunião do Conselho Geral do IPV realizada ontem, dia 1 de Junho, a Professora Doutora Avelina Raínho foi eleita pelos seus pares, por unanimidade, para Presidente do Conselho Geral do Instituto Politécnico de Viseu.
Para o cargo de Secretário foi eleito o Engenheiro Pedro Rodrigues, também por unanimidade dos membros do plenário.
Ao tomar posse das funções que foi investida, a Presidente eleita proferiu um discurso que, pela sua relevância e pertinência, reproduzimos na íntegra.


Como membro do Conselho Geral do Instituto Politécnico de Viseu, acredito (e por isso aqui estou) que o ensino superior politécnico de Viseu está a começar uma nova fase. Uma fase em que o dinamismo, as competências e a mente aberta dos seus profissionais, alicerçados por uma indispensável e saudável coesão interna, vão ter oportunidades e incentivos para se manifestarem e actuarem, de modo a conduzirem a Instituição a um muito maior desenvolvimento das suas diferentes vertentes e, sobretudo, levá-la a ser considerada uma importante referência, obviamente a nível local, e também a nível nacional e internacional.

Como cidadã da cidade de Viseu, que viveu por dentro o início do ensino superior politécnico em Viseu e – digo-o com muito orgulho – que foi simultaneamente o inicio do ensino superior politécnico em Portugal (porque fomos os primeiros), neste momento, não posso deixar de revisitar o passado. E, como tal, não posso perder esta oportunidade para prestar a minha homenagem aos pioneiros desta cruzada (alguns presentes nesta sala). É ainda como cidadã de Viseu que, neste contexto, me permito invocar e prestar homenagem ao que eu considero o pioneiro dos pioneiros – o Engenheiro António Araújo, na altura Governador Civil do distrito de Viseu.
Voltando ao presente, termino afirmando que acredito no mérito do grupo de pessoas que integra este Conselho Geral e, consequentemente, na qualidade do trabalho que vai desenvolver. Pela minha parte, prometo empenhar-me a fundo para servir e contribuir para a dignificação deste órgão do "nosso" IPV.
Os Serviços Centrais e da Presidência do Instituto Politécnico de Viseu acolheram ontem, dia 1 de Junho, pelas 18 horas, uma importante reunião do Conselho Geral do IPV, na qual tomaram posse as personalidades externas cooptadas deste órgão.

Na presença da comunidade académica e de diversos convidados, o Presidente do Instituto Politécnico de Viseu, Engenheiro Fernando Sebastião, presidiu à cerimónia na qual foi conferida posse às personalidades externas cooptadas na qualidade de membros deste órgão, de acordo com o disposto nos Estatutos do IPV.
As 9 personalidades cooptadas que agora tomam posse foram indicadas por proposta deliberada favoravelmente em reunião do mesmo órgão de 18 de Maio de 2009. A proposta enquadra-se no estabelecido no Art.º 81º do RJIES e refere-se a estes elementos como "personalidades de reconhecido mérito, ligadas a actividades profissionais e empresariais de vários quadrantes da comunidade socioeconómica, com conhecimentos e experiência relevantes para a missão do Instituto Politécnico de Viseu".
Os novos membros do Conselho Geral, que assinaram sob compromisso de honra o termo de posse, são os que a seguir se enunciam:

- Dr. Fernando Ruas (Presidente da Câmara Municipal de Viseu);
- Eng.º Francisco Lopes (Presidente da Câmara Municipal de Lamego);
- Eng.º Francisco Meneses Correia (Chefe de Divisão P.A.A. de Projectos de Viseu – Direcção Regional da Agricultura e Pescas do Centro);
- Sr. Gualter Mirandês (Presidente da Associação Comercial do Distrito de Viseu);
- Dr. João Fernando Marques Rebelo Cotta (Presidente da AIRV - Associação Empresarial da Região de Viseu);
- Dr. José Carlos Almeida (Director Executivo do Agrupamento dos Centros de Saúde de Viseu);
- Dr. José Maria Teles Sampaio (Coordenador da Equipa de Apoio às Escolas de Viseu);
- Dr. José Rui Alves Duarte da Cruz (Subdirector Regional do Centro do Instituto Português da Juventude);
- Prof.ª Doutora Maria Avelina Raínho (Primeira Presidente da Comissão Instaladora da ESEV).

Com a Tomada de Posse por parte das Personalidades Externas ficou completa a constituição do Conselho Geral do Instituto Politécnico de Viseu.
Este órgão soberano da Instituição, com mandato para o próximo quadriénio, é composto pelos seguintes 30 elementos – 16 representantes dos professores ou investigadores do IPV, 5 representantes dos estudantes e 9 personalidades externas:
Professores
Fernando Lopes Rodrigues Sebastião
(substituído pelo Professor Francisco Ferreira Francisco)
Pedro Rodrigues
Álvaro Manuel Teixeira Bonito
António Ferreira Gomes
Helena Maria Vala Correia
João Carvalho Duarte
João Luís Monney de Sá Paiva
Joaquim de Almeida Simões
Jorge Manuel Fraga de Mendonça
José Alberto Costa Ferreira
José dos Santos Costa
Luís Eugénio Pinto Teixeira de Lemos
Maria Cristina Azevedo Gomes Santos Silva
Maria de Jesus Martins Fonseca
Rosa Maria Lopes Martins
Vítor João Pereira Domingues Martinho
Alunos
Alexandre João Oliveira Gonçalves dos Santos
Catarina Fernandes de Lemos
Cristiano Miguel Rodrigues Magalhães
José Duarte de Sousa e Rocha
José Rafael Guimarães de Almeida
Personalidades Externas Cooptadas
Fernando de Carvalho Ruas (Presidente da Câmara Municipal de Viseu)
Francisco Manuel Lopes (Presidente da Câmara Municipal de Lamego)
Francisco Reinaldo Meneses Correia (Chefe Divisão P.A.A. Projectos de Viseu)
Gualter Mirandês (Presidente da Associação Comercial do Distrito de Viseu)
João Fernando Marques Rebelo Cotta (Presidente da AIRV)
José Carlos Almeida (Director Executivo do Agrupamento Centros Saúde Viseu)
José Maria Teles Sampaio (Coordenador da Equipa de Apoio às Escolas de Viseu)
José Rui Alves Duarte da Cruz (Subdirector Regional do Centro do IPJ)
Maria Avelina Raínho (Primeira Presidente da Comissão Instaladora da ESEV)
Texto: Joaquim Amaral
Fotos: João Domingos
Decorreu hoje, dia 29 de Maio de 2009, na Sala de Actos da Presidência do Instituto Politécnico de Viseu, o concurso de Provas Públicas para preenchimento de uma vaga para Professor-Coordenador da carreira do pessoal docente do ensino superior politécnico, do quadro de pessoal da Escola Superior de Educação de Viseu, integrada no Instituto Politécnico de Viseu, na Área Científica de Português, cujo edital, 1303/2008, foi publicado no D.R. n.º 250, II Série, de 29 de Dezembro de 2008.Joaquim Rodrigues Bento apresentou a lição "Fundamentos para a adopção de um paradigma relacional na descrição e ensino de léxico" que foi apreciada e discutida pelo Júri, presidido pela Senhora Professora Doutora Cristina Azevedo Gomes, Presidente do Conselho Directivo e Professora Coordenadora da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viseu, e na qualidade de vogais pela Professora Doutora Maria Teresa Rijo da Fonseca Lino, Professora Catedrática da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Professora Doutora Maria Isabel Oliveira, Maître de Conférence da Université de la Sorbonne Nouvelle – Paris III (França), Professora Doutora Isabel Maria de Carvalho Pinto Neves Aires de Matos, Professora Coordenadora da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viseu e pelo Professor Doutor Carlos Maciel, Professor Catedrático da Université de Nantes (França).Joaquim Rodrigues Bento, docente da ESEV, portador de excelente currículo científico e pedagógico, apresentou uma prova de grande qualidade, conforme foi apreciado e reconhecido pelo Júri.
Decorreu na Sala de Actos da Presidência do Instituto Superior Politécnico de Viseu o concurso de Provas Públicas para preenchimento de uma vaga de professor-coordenador da carreira do pessoal docente do ensino superior politécnico, do quadro de pessoal da Escola Superior de Educação de Viseu, integrada no Instituto Superior Politécnico de Viseu, na área científica de Inglês, cujo edital, 1301/2008, foi publicado no D.R. n.º 250, II série, de 29 de Dezembro de 2008
Susana Cristina Santos Fidalgo Fonseca Moura Lopes apresentou a lição “Leitura Extensiva e Aquisição duma Língua Estrangeira” que foi apreciado e discutido pelo Júri presidido Senhora Professora Isabel Maria de Carvalho Pinto Neves Aires de Matos, Professora Coordenadora da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viseu, e na qualidade de vogais por Professor Doutor António Augusto de Freitas Gonçalves Moreira, Professor Auxiliar da Universidade de Aveiro, Professora Doutora Maria Teresa Costa Gomes Roberto, Professora Auxiliar da Universidade de Aveiro, Professora Doutora Véronique Delplancq, Professora Coordenadora da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viseu.

A docente Susana Moura Lopes, docente da ESEV, portadora de excelente currículo científico e pedagógico, apresentou uma prova de grande qualidade como foi apreciado e reconhecido pelo Júri.

Viseu 1.º dos Politécnicos Nacionais

Realizada a prova Shell Eco-Marathon, que este ano decorreu na Alemanha, o Politécnico de Viseu trouxe na bagagem mais um resultado do qual se orgulha e só demonstra a força e o empenho que o Departamento de Mecânica da ESTV e a própria Escola com o Instituto Politécnico aplicam a este projecto.

Das 4 tentativas possíveis, só uma das vezes foi possível a classificação, mesmo assim obteve-se a fasquia de 795 km/litro, correspondente ao 4º lugar Nacional, mantendo a posição de 1ª a nível dos Politécnicos nacionais, sendo o 38.º classificado de 120 Equipas inscritas.

Nem tudo correu como esperado durante as restantes tentativas, tendo mesmo numa delas saltado a corrente da transmissão e o motor partido, bloqueando a roda traseira, fazendo um carro um pião de 360º, danificando completamente o pneu traseiro.


Apesar dos contratempos, este resultado alcançado é bastante satisfatório, tendo em conta que sendo uma pista completamente nova para as equipas, sendo para muitas a razão da descida no Ranking geral, facto que devido á estratégia utilizada, fez com que a equipa ganhasse algumas posições no mesmo Ranking.

O carro actualmente encontra-se exposto no Hall da ESTV, assim como algumas peças que mostram como se danificou o motor e alguns outros componentes no acidente atrás descrito, havendo também imagens de alguns acontecimentos da prova que foram registados.


Depois da reunião da equipa, para balanço e relatório da actividade, decidiu-se colocar o carro em exposição em alguns locais, começando pelas instalações da Escola Superior de Tecnologia de Viseu, passando pelos actuais patrocinadores como forma de agradecimento, e eventualmente, se estes se mostrarem interessados, a colocação nas instalações dos serviços centrais do IPV, Câmara Municipal de Viseu, Fórum Viseu e no Palácio do Gelo. Estes últimos, como forma de mostrar o projecto á comunidade


O que é, e em que consiste, a prova Shell Eco-marathon
· É um desafio lançado a estudantes de todo o mundo para desenhar, construir e testar veículos que percorram maiores distâncias consumindo menos energia, sendo o resultado apresentado em quilómetros percorridos com um litro de combustível (km/litro).
· O desafio serve para incentivar e alertar todos para a necessidade da poupança energética, protecção e preservação do meio ambiente.

A Shell Eco-marathon começou em 1939 no Shell Research Laboratory nos Estados Unidos da América, como uma competição amigável entre cientistas para ver quem conseguia percorrer a maior distância com um litro de combustível. Depois deste pequeno passo a competição mudou-se para a Europa e em 1985 na França, atraiu a curiosidade de centenas de novos engenheiros de 20 países diferentes. A prova começou também nos Estados Unidos da América, concretamente na Califórnia, no ano 2007 e este ano terá também uma edição realizada na Ásia.

Dentro da prova existem duas categorias distintas:
• Protótipos, no qual a equipa da ESTV está incluída, cuja forma do veículo deve ser o mais aerodinâmica possível, o seu peso menor possível, cumprindo com um regulamento pouco restritivo em termos de soluções tecnológicas cujo objectivo é simples, percorrer a maior distância possível com o menor consumo possível de energia.
• UrbanConcept, que são veículos cujo designe é livre mas algumas dimensões e características já são mais especificas que nos Protótipos, cumprindo com um regulamento mais restritivo, de forma a adaptar-se às necessidades dos condutores do dia-a-dia.

Qualquer forma dos veículos é permitida desde que se cumpram com as normas de segurança, sendo o limite apenas a imaginação e criatividade.
Os combustíveis que actualmente as equipas usam podem variar dos mais tradicionais Gasolina, Diesel e GPL aos mais alternativos e modernos como Hidrogénio, Etanol, Solar e Bio-combustíveis.

O actual recorde mundial pertence à equipa La Joliverie de França, com um total de 3771 km/litro. A melhor marca portuguesa pertence à Universidade de Coimbra com 2042 km/litro.


Como é que tudo funciona na prática?
Cada veículo é obrigado a cumprir 8 voltas à pista, com uma velocidade média mínima de 30 km/hora, o que dá um tempo em prova máximo de 51 minutos. Como forma de poupar o máximo combustível, a estratégia é tentar chegar a poucos segundos do tempo terminar, e claro, o motor coloca-se a trabalhar apenas quando é necessário.
Cada equipa dispõe só de 4 tentativas nos dois dias de prova, sendo os anteriores dias de treino, dessas 4 tentativas será considerado o melhor resultado alcançado.
Antes de cada tentativa é colocado combustível dentro do depósito até que este esteja cheia. Após o cumprimento das 8 voltas ao traçado da pista, o depósito é de novo reabastecido de combustível até estar de novo cheio, medindo-se deste modo a quantidade consumida. Relacionando a distância percorrida na pista com o consumo, estima-se a distância que seria possível percorrer com 1 litro de combustível. Por esta razão o depósito de combustível utilizado é tão pequeno.

Como é que se sabe quantos litros de combustível seriam gastos no caso dos outros combustíveis, (solar, Hidrogénio, GPL, etc.)?
A organização faz o cálculo energético de cada um desses combustíveis, comparando-o à Gasolina, e assim o resultado é sempre em n quilómetros para 1 litro de gasolina.

Porque a ESTV utiliza Gasolina SP95?
• Facilidade de acesso e preço do mesmo, assim como pelas suas características em termos de rendimento
• Pela experiência adquirida
• Pela facilidade na utilização/adaptação dos motores mais convencionais

Dados da equipa actual
Actualmente a equipa Orion é constituída por 4 alunos, sendo 3 do curso de Engenharia Mecânica e uma aluna do curso de Engenharia Ambiente, contando com o apoio de um docente e um técnico do departamento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial.
Nuno Matos (aluno) – Mecânico/Chefe de equipa; coordena a parte logística com a organização da prova, representação da equipa.
Luís Resende (aluno) – Mecânico.
Luís Dantas (aluno) – Piloto.
Lúcia Pinto (aluna de Eng. Ambiente) – Piloto.
Eng. Gabriel Afonso (docente) – Mecânico chefe / Técnico; estudo/projecto/dimensionamento de componentes mecânicos e eléctricos para o veículo.
Nelson Rafael (aluno/Técnico) – Mecânico/Técnico; projecto e execução dos componentes para o veículo.


Outros dados das participações da ESTV na prova:
A primeira participação da ESTV na competição foi no ano 1999 alcançando 368 km/litro, tendo participado ininterruptamente desde então na prova principal.
O melhor resultado alguma vez alcançado foi 898 km/litro, no ano 2004, na altura a velocidade média que o veículo teria de cumprir nas 6 voltas era de 25 km/h. A partir desse ano, a organização alterou essa velocidade para os 30km/h, tendo as equipas que cumprir 7 voltas completas á pista em apenas 53 minutos.
Em 2000, na Finlândia, a equipa não classificou, mas recebeu o prémio comunicação, que distingue a equipa que melhor se relaciona com as restantes, no decorrer do evento.
A ESTV foi a 1ª equipa a ter uma equipa inteiramente feminina a participar na prova, a equipa Shells, com o veículo Elles, no ano 2003 e alcançaram os 357 km/litro.
Em 2005 a equipa recebeu uma menção honrosa pela inovação tecnológica, com a aplicação no veículo de um sistema de arranque progressivo, sistema que foi adoptado nos anos seguintes até hoje, pela facilidade de utilização e pela simplificação do circuito eléctrico.
No mesmo ano recebeu também o prémio como veículo menos poluente, prémio atribuído feito o balanço entre a quantidade e o tipo de materiais utilizados com o resultado obtido.

Quais as evoluções principais que os veículos sofreram ao longo dos anos?
No ano 1999 a equipa utilizou um motor GX160 da Honda, que tem uma potência, peso e dimensão bastante elevada. O veículo era construído em perfil tubular de alumínio (chassis) e revestido com estrutura de fibra de vidro.
No ano 2000, adoptou-se por um motor Honda GX100, embora mais leve e mais económico o consumo continuava a revelar-se a sua principal desvantagem.
No ano 2001 até 2004, foi o ano em que pela adopção de um chassis em fibra de carbono, com uma geometria mais aerodinâmica e a utilização de um motor Honda GX31, deu-se um salto em termos de resultado obtido.
No ano 2005, fez-se a construção de um veículo ainda mais aerodinâmico usando reforços estruturais em sítios mais frágeis e usou-se de um motor Honda GX22.
Nos anos seguintes a estrutura do carro tem vindo a sofrer pequenas modificações estruturais, regressando ao uso do motor GX31 pela necessidade de mais potência que a disponível no motor GX22.
Em 2007, aproveitando a estrutura do modelo anterior foi construído o modelo que é usado ainda hoje, usando uma base de fibra de vidro mais leve, reforçada com madeira, e com toda a parte mecânica (motor e transmissão) assente numa placa de alumínio. Passou a ser utilizado o motor Honda GX35, pela não continuidade do motor GX31.
Foi criada e projectada esta placa de alumínio com dois sistemas inovadores, que se revelaram bastante úteis e fiáveis. Um respeitante à eliminação por completo dos atritos da transmissão de potência à roda traseira, através da criação de um sistema de roda livre que permite, quando o motor não está em funcionamento, que a roda fique apenas sujeita ao atrito dos rolamentos onde está apoiada.
Outro dos sistemas desenvolvidos, permitiu a adaptação de uma embraiagem centrífuga mais compacta, que permitisse a utilização de um pinhão mais pequeno, logo com menor número de dentes, permitindo reduzir também a dimensão da cremalheira e corrente usadas na transmissão. Foi ainda feita uma nova adaptação do sistema de arranque do motor mais eficiente e com menor dimensão/peso. Tudo isto acoplado de forma a poderem ser feitas as afinações e alinhamentos, garantindo rigidez à estrutura e fixação independente à carroçaria.
O Instituto Politécnico de Viseu inaugura, segunda-feira, dia 01 de Junho de 2009, pelas 14 horas, uma exposição colectiva de pintura intitulada um Colectivo no individual. Ana Gonçalves Ana Lebreiro César Amorim (mutes) e Dina Ventura são os 4 artistas plásticos que compõem este colectivo formado em 2009.

Graças às novas tecnologias, foi possível juntar estes 4 amigos sem nunca se terem encontrado até á um dia atrás...
- Não escolhemos o assunto, o segredo das obras está aí, na concordância do assunto e do temperamento do autor.
Na nossa arte, procurar nada significa, o que importa é encontra-la, no seu lugar de liberdade entre o pintor e a tela, sua confidente...
A arte não teria lugar na história se os limites do mundo conhecido não tivessem recuado, e os meios de o conhecer, alargado á medida das suas transformações e das suas necessidades, numa tentativa de reconciliar a existência do sentimento de cada pintor, com a sua visão dos seus medos, alegrias, tristezas, loucuras e diversos estados de espírito.
Esta é a arte de Ana Gonçalves, Ana Lebreiro, César (Mutes), e Dina Ventura numa tentativa de racionalizar um conflito de emoções dentro de cada um dos artistas, mas o mais importante do que a obra propriamente dita, é o que ela vai gerar dentro de cada um de vocês.
As artes não são concebidas como acções historicamente invariáveis do género humano, nem como arsenal de “bens culturais” que vivem uma existência sem tempo, mas como um processo que avança sem cessar, como um (work in progress) do qual toda a obra participa, porque pintar é fácil quando não se sabe, porque quando souberdes deixa de o ser...

Esta mostra é integrada no ciclo venha tomar café connosco.
O Foyer da Aula Magna do Politécnico abre as portas a todos quantos queiram apreciar a exposição e saborear um café.
"As perspectivas de desenvolvimento do Centro e a promoção do empreendedorismo"
Realiza-se no próximo dia 1 de Junho, pelas 10 horas, na Aula Magna do IPV, uma conferência sobre as perspectivas de desenvolvimento do Centro e a promoção do empreendedorismo.
 
Estará presente, a convite da ESAV, o Dr. Almeida Henriques, Presidente do Conselho Empresarial do Centro, Câmara de Comércio e Indústria do Centro (CEC).
O Real Tunel Académico de Viseu realiza a terceira edição do Certame Internacional de Tunas do Real Tunel Académico de Viseu, no próximo fim-de-semana, na Aula Magna do Instituto Superior Politécnico de Viseu (ISPV), no campus de Repeses. Tunas portuguesas, mas também um agrupamento vindo de Espanha, reúnem-se no mesmo palco para proporcionar momentos de muita alegria e boa disposição.

A iniciativa tem sido organizada anualmente com sucesso, juntando mais de 1500 pessoas todos os anos para assistir a este autêntico festival de música e espírito académico um pouco por toda a cidade. Este ano, a Aula Magna recebe a qualidade musical da Tuna Universitária de Aveiro, a Bruna – Tuna Académica da Universidade Internacional da Figueira da Foz, a Tuna Universitária de Beja e a Tuna Académica do Instituto Português de Administração de Marketing. Todas estarão a competir pelos prémios deste concurso, com excepção dos agrupamentos convidados Infantuna, Tuna Académica Cidade de Viseu e Cuarentuna de La Coruña, que presentearão os espectadores com as suas vozes e acordes.

O objectivo deste certame é promover o encontro de Tunas, proporcionar a troca de experiências entre os seus elementos e a partilha o público. A realização do concurso motiva as tunas a mostrarem o que melhor sabem fazer, elevando a qualidade do festival. Em causa estarão nove prémios, mas a grande disputa será em torno do tão desejado Grande Prémio para a Melhor Tuna – CIRTAV 2009.
O grande concerto com todas as Tunas acontecerá no Sábado (dia 30) pelas 21h30, na Aula Magna do ISPV, altura em que o Real Tunel Académico também actuará. No entanto, o ponto alto deste certame continua a ser a sempre aguardada Serenata, pela mística e poder sentimental que encerra, e vai ser apresentada no mesmo dia à tarde, pelas 15 horas, numa janela da Sé, no centro histórico, seguindo-se o “Pasacalles” pelas ruas da cidade de Viseu.

A participação no Certame Internacional de Tunas do Real Tunel Académico (CIRTAV) é de entrada livre. A organização lança um convite especial para todos partilharem da alegria, boa música e boa disposição destas cinco tunas que nos visitam e que vão, certamente, merecer ser aplaudidas.

Para mais informações visitem http://cirtav.blogspot.com

Sessão de trabalho
"Ensino superior e emprego dos diplomados. Mudanças e novos desafios"


O GEABA (Grupo "Entender, Acompanhar Bolonha e Agir") e a Área Científica de Ciências Sociais têm o prazer de convidar Va Exa a estar presente na sessão de trabalho "Ensino superior e emprego dos diplomados. Mudanças e novos desafios", dinamizada pelo Doutor Carlos Gonçalves, Professor Associado do Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, no dia 27 de Maio de 2009 às 14.30, no ginásio da Escola Superior de Educação de Viseu.


mais informações: www.esev.ipv.pt
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