Os Grandes Dançarinos-FRED ASTAIRE

Fred Astaire 


Com os irmãos Gershwin . Com Ginger Rogers 
com Ginger Rogers 
Com Claire Luce 
Com Rita Hayworth 
com Rita Hayworth 
com Eleanor Powell 
Fred Astaire et Cyd Charisse 

com Judy Garland 
com Audrey Hepburn 
com Gene Kelly . Em 1986, um ano antes de sua morte, Fred Astaire levou o primeiro e único tombo de sua vida. Aos 87 anos, ensaiava um passo em cima do skate do neto quando perdeu o equilíbrio e foi ao chão, quebrando o pulso. Um senhor serelepe, ele nunca suportou o marasmo: não parava quieto e, mesmo dando uma entrevista, puxava o lóbulo da orelha, alisava uma ruga imaginária nas calças ou brincava de ponte com as mãos. Certas pessoas podem dançar sentadas. Quando o musical saiu de moda (e por julgar-se velho demais para rodopiar por aí), ele deu um jeito de marcar presença em premiados especiais de TV ou em papéis dramáticos, como em Inferno na Torre, de 1974, pelo qual foi indicado ao Oscar. "Não quero ser visitado como um museu" avisava. "E nem quero ser lembrado só por minhas orelhas de abano". A aparência tranqüila e a voz pausada, porém, eram os disfarces de uma incurável timidez. Quando, em 1973, mais de mil pessoas lotaram o Lincoln Center de Nova York para homenageá-lo, um Fred trêmulo de emoção mal conseguiu dizer algumas palavras de agradecimento. O que mais impressionava nele era a inabalável modéstia. Na autobiografia Steps in Time, confessou gostar de sopa de beterraba, assumiu apreciar botões de rubi ou brilhantes enfeitando suas camisas e revelou-se um apaixonado por cavalos de corrida. Mas esqueceu de mencionar que renovou o musical. E nem pensou em sugerir que é considerado o maior dançarino do cinema, ou que foi o artista que uniu o neoclassicismo do balé a mais popular forma de arte americana. Não há quem o veja sapatear que não pense que é fácil. O exigente coreógrafo George Balanchine foi enfático: "Ele é o maior bailarino do mundo". A lendária Margot Fonteyn não fez por menos: "Para Fred, dançar parece mais simples do que andar, mais natural do que respirar". O superastro Mikhail Baryshnikov dizia-se complexado. "Se me perguntam o que sinto ao vê-lo dançar, a resposta é óbvia: ódio, porque ele é melhor do que todos nós". "Eu não sabia que era tão bom assim", Fred rebatia. "Na verdade, quando me via na tela, tinha a impressão de que moia o chão". Mas ele nunca negou que a dança era seu maior prazer, embora desde pequeno o encarasse como um trabalho. E dos mais árduos. Quando Frederick Austerlitz nasceu, em 10 de maio de 1899, o teatro de variedades, ou vaudeville, era o entretenimento mais tentável dos EUA. Quem soubesse cantar, dançar, atuar, contar piadas, fazer mágicas ou qualquer coisa que divertisse o público tinha lugar garantido nos palcos. A mãe de Fred, Ann Gelius, adorava o teatro, e sobrou para o garoto e sua irmã Adele, dois anos mais velha, a tarefa de concretizar seu sonho. Casada com Friedrich Austerlitz, um ex-oficial do exército austríaco que imigrou para a América e entrou no ramo da cervejaria, Ann era ambiciosa demais para tolerar a vida na pequena Omaha, no Nebrasca. Mal Fred fez cinco anos, ela deixou o marido para trás e mudou-se com as crianças para Nova York, onde se inscreveu no Ned Wayburn Studio of Stage Dancing. Antes, mudou o sobrenome da família para Astaire. No começo do século, ser judeu não era chique. Na ânsia de tornar os filhos dançarinos, Ann obrigava-os a ensaiar até que os pés sangrassem. A dedicação rendeu dividendo. Dois anos depois, em 1906, os irmãos estrearam como profissionais na peça Cyrano de Bergérac – Fred no papel de Roxane, já que Adele era mais alta. A essa altura, o pai já havia se reunido à família para administrar a promissora carreira dos filhotes, que ganhavam 200 dólares por semana. Logo saíram excursionando pelo país. Enquanto os garotos da mesma idade iam para a cama cedo e comiam aveia na manhã seguinte, os artistas mirins ouviam aplausos e davam bis toda noite. As viagens de trem, as estadas em hotéis de segunda em cidades estranhas e os eventuais fracassos diante de artistas mais velhos e platéias impacientes não parecem ter traumatizado as crianças. No fundo, elas adoravam não precisar estudar. A única educação formal que receberam foi em 1909, quando Ann deu-lhes um intervalo de dois anos para que fosse à escola e aprendessem "o necessário". Muitas andanças depois, em 1917, a Broadway abriu-lhes as portas. Fred tinha dezenove anos quando estrelou Over the Top com Adele. O musical foi um fracasso, mas a dupla entusiasmou os entendidos. Adele e Fred criaram uma nova linguagem: foram os primeiros brancos a unir a malícia do sapateado dos negros ao romantismo divertido das músicas de compositores, então novatos, como Irving Berlin e George e Ira Gershwin. Seus nomes brilharam nos luminosos da Broadway e, em pouco tempo, conquistaram Londres, a Escócia e o País de Gales. "Colombo pode ter dançado de alegria ao descobrir a América", disse o Times de Londres, "mas como exultaria hoje se também descobrisse Adele e Fred Astaire". Eram os artistas favoritos dos Gershwin e estavam entre os poucos que freqüentavam o círculo do aristocrático Cole Porter. Na verdade, quem visse Fred sempre impecavelmente vestido, o corpo esguio, os gestos elegantes, o rosto de garoto sorridente e educado, poderia acha-lo tão ou mais nobre que qualquer um de seus amigos de sangue real. Em Londres, ele e a irmã eram os queridos da realeza. "O príncipe de Gales era minha inspiração ao me vestir", contou. "Ligeiramente calvo, personalidade apagada, orelhas enormes, não sabe representar, dança e canta um pouquinho": esse teria sido o lendário veredito dado por um executivo da RKO sobre o teste de Astaire. Tudo indica, porém que ele já chegou a Hollywood contratado. "Apesar das orelhas e daquele queixo, seu charme é tão tremendo que superará tudo", teria declarado Selznick. Mal sabia ter nas mãos o homem que tiraria o estúdio do vermelho. Astaire, por sua vez, não poupava críticas a si mesmo: "Não gosto da minha figura na tela. Pareço um palito". Antes de abandonar os palcos e partir para Los Angeles, ele oficializou o romance com a socialite nova-iorquina Phyllis Livingston Poter, viúva e mãe de um menino. Tiveram mais dois filhos, Fred Jr. E Ava, e viveram felizes até a morte dela, aos 46 anos, de câncer. "Foram 21 anos incríveis, e prometi passar outros 21 sem pensar em outra mulher", afirmou. Ao aportar em Hollywood, Fred torceu o nariz para o estilo dos famosos musicais de Busby Berkeley, que transformavam bailarinas em caleidoscópios. Em 1933, ele apareceu ao lado de Clark Gable e Joan Crawford em Dancing Lady, e foi o quinto nome do elenco de Voando para o Rio, atrás de Dolores Del Rio, Gene Raymond, o brasileiro Raul Roulien e uma loira oxigenada que vivia pulando de estúdio em estúdio, com a pretensão de ser atriz dramática: Ginger Rogers. Ginger Rogers. Ninguém apostava muito no filme, mas, quando eles começaram a dançar "The Carioca", o tempo parou. Feitos um para o outro, foi o que todos disseram. As platéias pediram mais, e Hollywood atendeu. Fred, alinhado na cartola, fraque e bengala, deslizou com Ginger em seus braços por cenários nos quais o luxo fazia o público esquecer a crise pela qual passava o país. Quando foram apresentados na RKO, os dois não eram propriamente estranhos. Haviam até tido um caso rápido quando se cruzaram em espetáculos da Broadway. A dupla fez dez musicais que ficaram na história, como Roberta, A Alegre Divorciada e O Picolino. Se na tela irradiavam sensualidade e energia, fora delas a parceria era problemática. Após tanto tempo com a irmã, Fred queria voar sozinho, enquanto Ginger buscava papéis sérios. Astaire a achava cafona: "Nunca sabia com que monstruosidade ela viria vestida para filmar". Astaire descrevia a dança como um casamento. "Dançarino e dançarina têm de ser diferentes em estilos para formar um par harmonioso", ensinava. É verdade, já que ele nunca foi sexy como Cid Charisse em Meias de Seda, ou artificialmente ingênuo como Leslie Caron em Papai Pernilongo. E nem tão vivaz quanto a Audrey Hepburn de Cinderela em Paris. Mas ele gostava mesmo era da Rita Hayworth de Ao Compasso do Amor e Bonita como Nunca. "Rita erra instável, mas poderia ter se tornado a melhor dançarina do mundo". Fred sempre se irritou com a câmera irrequieta dos musicais. Quando conquistou poder suficiente, deu um ultimato: "Ou dança a câmera, ou danço eu". Foi atendido. Exigiu a câmera à altura dos olhos, o dançarino de corpo inteiro no quadro, o mínimo possível de cortes. Dali em diante, quem não soubesse dançar, rua. Foi uma revolução. Nos anos 40, seu trono foi ameaçado por um jovem dançarino, cheio de idéias novas, que desembarcara na Meca do cinema: Gene Kelly. O curioso é que o próprio Kelly venerava Astaire. "Fred é o aristocrata, eu sou o chofer de caminhão", brincava. Quando Gene surgiu com seu estilo mais acrobático, a crítica soltou que Astaire estava fora de moda. Ledo engano. Fred fascinou-se ao ver Kelly dançar com o ratinho Jerry em Marujos do Amor. Percebeu que era possível usar a técnica do cinema sem trair suas convicções. Só então dançou em câmera lenta em Desfile de Páscoa ou subiu pelas paredes em Núpcias Reais. Não só sobreviveu a Kelly, como tirou proveito da ousadia do colega para se aprimorar. Era inegável, porém, que Fred cantava melhor. A pronúncia clara e o fraseado elegante inspiravam gênios como Irving Berlin, os irmãos Gershwin e Cole Porter a compor canções especialmente para ele. Seus 73 anos de carreira foram marcados pela discrição. Fred só foi a uma cerimônia do Oscar para receber o seu, em 1949, um prêmio especial. A fama de bom-moço era tão aceita que ninguém desconfiou quando afirmou que a jóquei Robin Smith, 46 anos mais jovem e seu par constante por mais de cinco anos era só sua amiga. Quando, aos oitenta anos, ele anunciou seu segundo casamento, a notícia abalou Hollywood – não tanto pela diferença de idade, mas por o romance nunca ter vindo a público. "Fred era muito bom por dentro, dizia Robin, que ficou a seu lado até a morte dele, aos 88 anos". . Era inegável, porém, que Fred cantava melhor. A pronúncia clara e o fraseado elegante inspiravam gênios como Irving Berlin, os irmãos Gershwin e Cole Porter a compor canções especialmente para ele. Seus 73 anos de carreira foram marcados pela discrição. Fred só foi a uma cerimônia do Oscar para receber o seu, em 1949, um prêmio especial. A fama de bom-moço era tão aceita que ninguém desconfiou quando afirmou que a jóquei Robin Smith, 46 anos mais jovem e seu par constante por mais de cinco anos era só sua amiga. Quando, aos oitenta anos, ele anunciou seu segundo casamento, a notícia abalou Hollywood – não tanto pela diferença de idade, mas por o romance nunca ter vindo a público. "Fred era muito bom por dentro, dizia Robin, que ficou a seu lado até a morte dele, aos 88 anos". . Era inegável, porém, que Fred cantava melhor. A pronúncia clara e o fraseado elegante inspiravam gênios como Irving Berlin, os irmãos Gershwin e Cole Porter a compor canções especialmente para ele. Seus 73 anos de carreira foram marcados pela discrição. Fred só foi a uma cerimônia do Oscar para receber o seu, em 1949, um prêmio especial. A fama de bom-moço era tão aceita que ninguém desconfiou quando afirmou que a jóquei Robin Smith, 46 anos mais jovem e seu par constante por mais de cinco anos era só sua amiga. Quando, aos oitenta anos, ele anunciou seu segundo casamento, a notícia abalou Hollywood – não tanto pela diferença de idade, mas por o romance nunca ter vindo a público. "Fred era muito bom por dentro, dizia Robin, que ficou a seu lado até a morte dele, aos 88 anos". . Fred sempre se irritou com a câmera irrequieta dos musicais. Quando conquistou poder suficiente, deu um ultimato: "Ou dança a câmera, ou danço eu". Foi atendido. Exigiu a câmera à altura dos olhos, o dançarino de corpo inteiro no quadro, o mínimo possível de cortes. Dali em diante, quem não soubesse dançar, rua. Foi uma revolução. Nos anos 40, seu trono foi ameaçado por um jovem dançarino, cheio de idéias novas, que desembarcara na Meca do cinema: Gene Kelly. O curioso é que o próprio Kelly venerava Astaire. "Fred é o aristocrata, eu sou o chofer de caminhão", brincava. Quando Gene surgiu com seu estilo mais acrobático, a crítica soltou que Astaire estava fora de moda. Ledo engano. Fred fascinou-se ao ver Kelly dançar com o ratinho Jerry em Marujos do Amor. Percebeu que era possível usar a técnica do cinema sem trair suas convicções. Só então dançou em câmera lenta em Desfile de Páscoa ou subiu pelas paredes em Núpcias Reais. Não só sobreviveu a Kelly, como tirou proveito da ousadia do colega para se aprimorar. Era inegável, porém, que Fred cantava melhor. A pronúncia clara e o fraseado elegante inspiravam gênios como Irving Berlin, os irmãos Gershwin e Cole Porter a compor canções especialmente para ele. Seus 73 anos de carreira foram marcados pela discrição. Fred só foi a uma cerimônia do Oscar para receber o seu, em 1949, um prêmio especial. A fama de bom-moço era tão aceita que ninguém desconfiou quando afirmou que a jóquei Robin Smith, 46 anos mais jovem e seu par constante por mais de cinco anos era só sua amiga. Quando, aos oitenta anos, ele anunciou seu segundo casamento, a notícia abalou Hollywood – não tanto pela diferença de idade, mas por o romance nunca ter vindo a público. "Fred era muito bom por dentro, dizia Robin, que ficou a seu lado até a morte dele, aos 88 anos". . Era inegável, porém, que Fred cantava melhor. A pronúncia clara e o fraseado elegante inspiravam gênios como Irving Berlin, os irmãos Gershwin e Cole Porter a compor canções especialmente para ele. Seus 73 anos de carreira foram marcados pela discrição. Fred só foi a uma cerimônia do Oscar para receber o seu, em 1949, um prêmio especial. A fama de bom-moço era tão aceita que ninguém desconfiou quando afirmou que a jóquei Robin Smith, 46 anos mais jovem e seu par constante por mais de cinco anos era só sua amiga. Quando, aos oitenta anos, ele anunciou seu segundo casamento, a notícia abalou Hollywood – não tanto pela diferença de idade, mas por o romance nunca ter vindo a público. "Fred era muito bom por dentro, dizia Robin, que ficou a seu lado até a morte dele, aos 88 anos". . Era inegável, porém, que Fred cantava melhor. A pronúncia clara e o fraseado elegante inspiravam gênios como Irving Berlin, os irmãos Gershwin e Cole Porter a compor canções especialmente para ele. Seus 73 anos de carreira foram marcados pela discrição. Fred só foi a uma cerimônia do Oscar para receber o seu, em 1949, um prêmio especial. A fama de bom-moço era tão aceita que ninguém desconfiou quando afirmou que a jóquei Robin Smith, 46 anos mais jovem e seu par constante por mais de cinco anos era só sua amiga. Quando, aos oitenta anos, ele anunciou seu segundo casamento, a notícia abalou Hollywood – não tanto pela diferença de idade, mas por o romance nunca ter vindo a público. "Fred era muito bom por dentro, dizia Robin, que ficou a seu lado até a morte dele, aos 88 anos". . Fred sempre se irritou com a câmera irrequieta dos musicais. Quando conquistou poder suficiente, deu um ultimato: "Ou dança a câmera, ou danço eu". Foi atendido. Exigiu a câmera à altura dos olhos, o dançarino de corpo inteiro no quadro, o mínimo possível de cortes. Dali em diante, quem não soubesse dançar, rua. Foi uma revolução. Nos anos 40, seu trono foi ameaçado por um jovem dançarino, cheio de idéias novas, que desembarcara na Meca do cinema: Gene Kelly. O curioso é que o próprio Kelly venerava Astaire. "Fred é o aristocrata, eu sou o chofer de caminhão", brincava. Quando Gene surgiu com seu estilo mais acrobático, a crítica soltou que Astaire estava fora de moda. Ledo engano. Fred fascinou-se ao ver Kelly dançar com o ratinho Jerry em Marujos do Amor. Percebeu que era possível usar a técnica do cinema sem trair suas convicções. Só então dançou em câmera lenta em Desfile de Páscoa ou subiu pelas paredes em Núpcias Reais. Não só sobreviveu a Kelly, como tirou proveito da ousadia do colega para se aprimorar. Era inegável, porém, que Fred cantava melhor. A pronúncia clara e o fraseado elegante inspiravam gênios como Irving Berlin, os irmãos Gershwin e Cole Porter a compor canções especialmente para ele. Seus 73 anos de carreira foram marcados pela discrição. Fred só foi a uma cerimônia do Oscar para receber o seu, em 1949, um prêmio especial. A fama de bom-moço era tão aceita que ninguém desconfiou quando afirmou que a jóquei Robin Smith, 46 anos mais jovem e seu par constante por mais de cinco anos era só sua amiga. Quando, aos oitenta anos, ele anunciou seu segundo casamento, a notícia abalou Hollywood – não tanto pela diferença de idade, mas por o romance nunca ter vindo a público. "Fred era muito bom por dentro, dizia Robin, que ficou a seu lado até a morte dele, aos 88 anos". . Era inegável, porém, que Fred cantava melhor. A pronúncia clara e o fraseado elegante inspiravam gênios como Irving Berlin, os irmãos Gershwin e Cole Porter a compor canções especialmente para ele. Seus 73 anos de carreira foram marcados pela discrição. Fred só foi a uma cerimônia do Oscar para receber o seu, em 1949, um prêmio especial. 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Quando, aos oitenta anos, ele anunciou seu segundo casamento, a notícia abalou Hollywood – não tanto pela diferença de idade, mas por o romance nunca ter vindo a público. "Fred era muito bom por dentro, dizia Robin, que ficou a seu lado até a morte dele, aos 88 anos". . IN-google-site:perdi o rasto. . [youtube:hKQpUa3-eiY&NR]
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