SOL

DITO&FEITO 9/9/2010

Publicação: 10 Setembro 10 10:30

NÃO é fácil perceber o que terá levado José Sócrates e Passos Coelho a fazerem da questão das deduções fiscais em Saúde e Educação a pedra basilar do Orçamento para 2011. E muito menos se afigura de fácil compreensão o que, verdadeiramente, cada um pensa e defende nesta matéria.

O líder do PSD começou por colocar, como uma das duas «condições minimalistas» para viabilizar o OE, não haver «mais aumentos de impostos», de forma directa ou indirecta. Incluindo nesta última a redução das deduções fiscais. Face à inflexibilidade de Sócrates, o secretário-_-geral do PSD, Miguel Relvas, veio abrir a porta a uma cedência, dizendo que o problema não é nos escalões das classes mais altas: «O que é inaceitável é o Executivo querer mexer a partir do 3.º escalão». No dia seguinte, o conselheiro económico de Passos, Nogueira Leite, mostrou a sua discordância: «O PSD não deve transigir nas deduções fiscais. Não deve haver transigência em relação a nada». Face à barafunda instalada, o próprio Passos Coelho esclareceu no SOL que «não deve haver aumento de impostos em nenhum escalão». Para, um dia depois, adiantar ao Expresso outra versão: «Se o Governo tivesse dito que cortava as deduções a partir do 6.º ou 7.º escalão, ainda era compreensível». Confusos?   O próprio Passos Coelho parece estar.

Sócrates, por seu lado, afirma a pés juntos que o recurso dos contribuintes às deduções «é, sem dúvida, uma injustiça do nosso sistema fiscal que o PS quer legitimamente corrigir». Por sinal, este é o mesmo Sócrates que se indignava, há menos de um ano, clamando que os cortes nas deduções fiscais conduziriam a «um brutal aumento para a classe média». Agora, passou a ser «uma injustiça» não aumentar a carga fiscal da classe média. Contraditório? Não, é apenas Sócrates no seu melhor.

 

COM UM Orçamento que terá de baixar o défice público em 4 mil milhões de euros (de 7,3% para 4,6% do PIB), 600 mil desempregados e o risco de incumprimento da dívida portuguesa a bater recordes negativos nos mercados internacionais, Sócrates e Passos só podem andar a brincar com a falsa querela das deduções ficais. A brincar com o fogo.

jal@sol.pt

por JAL

Comentários

# Liberdade said on Setembro 10, 2010 12:09:

Estamos entregues aos bichos?

Angela Merkel, por favor vem depressa tomar conta desta choldra?

# DomManuel said on Setembro 14, 2010 11:49:

PEÇO   AJUDA   DE   TODOS  

Bom Dia - Suas Excelências Senhoras e Senhores

A minha Avó é a última Princesa de Orleans e da França, e a Monarquia acabou.

Esta foi a última Rainha de Portugal disse a minha Mãe era uma Bourbon Francês.

Quando pergunto sobre quem era a minha Avó e as respostas foram as seguintes:  

Está escrito em toda a parte:  "Saxe-Cobourg et Gotha"  Bragança Saxe-Cobourg et Gotha.

Lamento muito, mas é uma Bourbon de França.

Onde quer que Eu escrevi, mas sem resposta e Eu perdi tudo, porque esta mal escrito.

Hoje, peço a Sua Excelência, Senhoras e Senhores, Se vós me podem ajudar por favor.

Refugiado Político há mais de 32 anos por causa das Monarquias.

Refugiado Inválido e Doente com muita Fome em Tribunal com Dívidas.

Atenciosamente, Sua Majestade

Duque / Duc / Duke

Dom Manuel III de Portugal Bragança Bourbon Hohenzollern Bourbon

O Nome e Endereço

Godinho  -  Dornacherstrasse 245, CH 4053 Basel / Suisse

Desculpe-me mas Eu sou analfabeto é difícil de escrever.

Eu Falo e Escrevo Português e Falo Francês. Telefone: 0041 765 450 994

dommanuel111@gmail.com, godinho111@gmail.com

Navegar na Internet há alguns blogs

http://dommanueldeportugal.blogs.sapo.pt/

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