SOL

Onde estão as elites?

Publicação: 27 Novembro 09 12:01

 

 

No tempo de Salazar não havia universidades privadas.

Ou melhor: havia a Católica, fundada em 1968, mas essa tinha um estatuto especial.

Depois do 25 de Abril, uma das reivindicações dos liberais foi, naturalmente, a criação de universidades fora da tutela do Estado.

E a explosão da população universitária (provocada, também, pelo fim dos cursos profissionalizantes, uma das decisões mais erradas tomadas em Portugal) fez o resto.

As universidades privadas multiplicaram-se como coelhos: Lusíada, Independente, Lusófona, Internacional, Atlântica, Moderna...

Uns anos depois os escândalos também se multiplicariam em cadeia: a Moderna foi o que se sabe e fechou, a Independente foi o que também se sabe e fechou igualmente, a Internacional idem.

 

Mas o problema principal não foi o encerramento das universidades, que mais tarde ou mais cedo teria de ocorrer face à queda do número de alunos.

O problema principal foi o facto de ter ficado claríssimo que muitas universidades tinham como único objectivo o negócio – e, ainda por cima, o negócio fraudulento.

O país constatou que em algumas universidades funcionavam verdadeiros gangues, gente sem escrúpulos organizada em termos de associação criminosa.

Foi isto o que se passou na área do ensino superior privado.

 

Na banca a história foi mais ou menos semelhante.

É certo que antes do 25 de Abril não havia restrições tão estreitas como nas universidades.

No tempo do anterior regime podiam fundar-se bancos privados – embora sob a vigilância próxima do Estado (e o olhar atento de Salazar).

Mesmo assim houve ‘casos’ nesta área, como o da herança Sommer e os conflitos com Cupertino de Miranda.

Mas, passado o período revolucionário, a banca portuguesa adquiriu um novo fôlego, traduzido nas reprivatizações dos bancos que tinham sido nacionalizados (como o BPA, o Totta ou o Espírito Santo) e na fundação de bancos novos (como o BCP e o BPI, a que se seguiram muitos outros), não esquecendo as aquisições e fusões em série.

 

Tudo parecia correr bem nesta área quando, de repente, estalou o escândalo do BCP.

Um escândalo de contornos mal definidos, que essencialmente resultou de uma zanga entre grandes accionistas, destapando situações que noutras circunstâncias não teriam provavelmente consequências.

Só que ao escândalo do BCP seguiu-se o do BPN e a este o do BPP.

E, aqui, toda a área ficou sob suspeita.

Tal como sucedeu nas universidades – em que, depois de conhecidas as fraudes, só as públicas e a Católica não passaram a ser olhadas com desconfiança –, na banca portuguesa só a Caixa Geral de Depósitos não foi afectada pela hecatombe.

 

Olhemos agora para o futebol.

O futebol sempre foi uma área difusa, dominada por interesses privados, mas que o anterior regime acompanhava de perto.

O Benfica tinha o claro apoio do Estado (Salazar não deixou Eusébio emigrar), o Sporting integrava figuras gradas do regime, até o Belenenses beneficiava de ter Américo Thomaz como adepto e presidente honorário.

Mas o 25 de Abril também provocou aqui uma pequena revolução, ‘completada’ mais tarde por Pinto da Costa – que transferiu o centro de gravidade clubístico de Lisboa para o Porto.

Ora, tal como sucedeu nas duas áreas anteriores, depois de o futebol ter sido entregue a si próprio não tardou muito a que começasse a falar-se de escândalos.

O mais célebre foi o Apito Dourado, mas muitos outros ocorreram envolvendo árbitros, dirigentes e presidentes de Câmara: José Guímaro, Pimenta Machado, Valentim Loureiro, Fátima Felgueiras, José Eduardo Simões, etc., etc.

 

Em três sectores que fugiram ao controlo ou à tutela do Estado, e onde a sociedade civil passou a operar livremente, o resultado está a vista: deu-se o descalabro.

Houve de tudo: corrupção, fraudes financeiras, gestão ruinosa, associações criminosas, fugas ao fisco, eu sei lá!

Ora isto diz muito sobre as nossas elites.

Em duas áreas de referência da sociedade – a universidade e a banca – e naquela que provoca mais paixões e arrasta multidões – o futebol –, os dirigentes falharam rotundamente.

E é este o aspecto mais preocupante da sociedade portuguesa.

 

Todos os países podem ter melhores ou piores Governos.

Mas os países só podem verdadeiramente andar para a frente se tiverem boas elites.

Se, nos sectores vitais da sociedade, houver gente capaz, séria, competente e empreendedora.

Ora em várias áreas-chave temos tido demasiada gente que não presta.

Gente que não hesita em recorrer à fraude, à corrupção, à usura para alcançar os objectivos.

Se os portugueses funcionam bem quando estão lá fora, por que não renderão o mesmo aqui?

Exactamente porque não existem elites capazes de estimular e enquadrar os cidadãos, aproveitando ao máximo as potencialidades do país.

por JAS

Comentários

# surpreso said on Novembro 27, 2009 12:42:

As privadas serviram para formar sucateiros ,agora agregados num partido politico.Onde já vai o tempo da Maçonaria...

# Lai said on Novembro 27, 2009 13:53:

Oh Zé Saraiva, foi aos arquivos da T do Tombo? O menino fala de vários casos, que não lhe retiro ALGUMA razão, mas no caso da MODERNA, sabe muito bem que não foi assim, como apresentaram e caluniaram a grande instituição. Diga antes, que deu mtº jeito a alguns este desfecho.

Penso que mtº gente e jornais deviam,ter batido em tribunal pelos enxovalhos que provocaram, ATÉ A ALUNOS

QUE ESTAVAM A ACABAR OS CURSOS,e hoje são profs.em grandes Universidades e GRANDES trabalhadores

mais o JAS conhece bem antigos alunos. BOM DIA

# Lai said on Novembro 27, 2009 13:54:

ao  sr., surpreso:  Existem muitos SUCATEIROS formados nas Universidades Publicas, será o seu caso??????????????

# surpreso said on Novembro 27, 2009 16:00:

Ó Lai eu levei 6 anos para arranjar o diploma.Não foi como na Independente do partido dos sucateiros

# antas said on Novembro 27, 2009 18:16:

Exactamente porque não existem elites capazes de estimular e enquadrar os cidadãos, aproveitando ao máximo as potencialidades do país.

Exactamente porque  eu tive que emigrar .

Lá fora ,não obstante o ónus da língua,não só me deram oportunidades como me senti estimulado .

# pguedes said on Novembro 27, 2009 20:47:

Caro JAL

Toca em três instituições que se degradaram e extrai uma conclusão parcial.

Parece-me que o núcleo do problema é um pouco mais vasto e profundo, pelo que não se circunscreve apenas aos sectores do privado mais ou menos desregulado.

O problema parece-me ser o da fragilidade da Sociedade Civil, pouco atreita ao cultivar de um sentido critico formado numa cultura sólida de cidadania informada e, por consequência.

A cidadania democrática vive ainda com enormes dificuldades, seja em assumir as suas responsabilidades, seja no reclamar dos seus direitos efectivos de cidadania. Ainda não encontrou um referencial colectivo suficientemente sólido para florescer.

E estas três debilidades geram outros tantos sintomas em todos os sectores da vida comunal, sejam eles públicos ou privados.

O que estes escândalos têm evidenciado, não é um fenómeno novo, porque ele esteve sempre presente, embora latente, o que há sim de novo é um destapar mais rápido das cortinas que escondiam a podridão.

Pelo que não será de admirar que se venham a encontrar inúmeros outros esqueletos nos mais diversos armários da sociedade civil, pela simples razão de que esta não tem expressão significativa e pela circunstância de na eventualidade de ter alguma, ela é sempre muito frágil e incapaz de resistir ao primeiro abanão.

Estuda-se pouco e mal.

Lê-se pouco e mal.

Discute-se muito pouco e mal (não confundir com a gritalheira exibicionista).

Planeia-se pouco e mal.

Coopera-se pouco e mal.

Trabalha-se pouco e mal.

Gasta-se é muito e, como não podia deixar de ser: MAL também!

# antunano said on Novembro 28, 2009 0:13:

Caro jas.mais uma vez miuto bem.As alteracões que falou não foram feitas ao acaso,convinha à bandalheira pós 25 de Abrial criar um ambiante propício  à irresponsabilidade, sem rei nem roque.  É quase nesta base que está feita a nossa contituição, que só tem direitos e nenhuns deveres.Era de toda a conveniência para a gentalha mais arruaceira do que politica no verdadeiro sentico da palavra. E estamos em queda livre.antunanno

# antunano said on Novembro 28, 2009 0:14:

Caro jas.mais uma vez miuto bem.As alteracões que falou não foram feitas ao acaso,convinha à bandalheira pós 25 de Abrial criar um ambiante propício  à irresponsabilidade, sem rei nem roque.  É quase nesta base que está feita a nossa contituição, que só tem direitos e nenhuns deveres.Era de toda a conveniência para a gentalha mais arruaceira do que politica no verdadeiro sentico da palavra. E estamos em queda livre.antunanno

# Novum said on Novembro 28, 2009 0:31:

For Host-Blog.

?

Sr. Engenheiro, ex-deputado ex- secretário de estado, actualmente Primeiro Ministro José Sócrates, "o rato politico speed- González."

Subido tão rápida ou ainda mais na politica, que na vida académica.

?

Se o não for, deve andar por perto, um recorde politico do rés-do-chão ao topo do quero posso e mando? Bravo, parabéns!

?

Só que as subidas na politica  são como os aviões. Aos trabalhões ou em aterragem perfeita, voltam sempre a terra.

?

Uma tragédia nuca vem só, factos negativos tão pouco.

?

Um criança sorri uma média 150 vezes por dia. Um adulto 15 vezes.

?

Os jovens esses quase só têm motivos para chorar. Porque lhe roubam a coragem.

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Veja-se certos castings quando lhe todos os nomes negativos lhe chamam, só porque isso faz parte do programa. Seriedade não existe.

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Quem faz um semblante (rosto) como um cão quando mija par a parede, só vai erguer miragens na vida, sorrir quebra barreiras até o sorrir  se pode ouvir, por exemplo ao telefone.

?  

Tal no passado como no presente, novos ministros vão caindo num rating nacional de Triple fracasso.

?

Para tirar as pessoas das ruas em protestos, com caos e anarquismo. O estado tudo gasta, em subsídios de desemprego, e reformas antecipadas.

Foi esta politica que levou a Roménia a fronteira da banca rota.

?

Portugal um estado como um hedge-Fond?

?

Em Portugal todos, chapa ganha, chapa gasta. Na China como não há segurança social os chineses quando ganham quanto poupam.

?

...Como os chineses  tem que poupar,  e não podem gastar, só há produção e não consumo.

? ...E assim o mundo fica inundado de produtos chineses, e com as suas populações de pobres desempregados em massa.  

?

...Quem produz deve consumir mais, caso contrario o mundo fica cada vez mais igual pelo lado da pobreza.

?...É facil fazer uma grande economia produtiva mas é quase impossível, ao mesmo tempo transformar um sociedade para consumir.

?

Só o crescimento ao ano de 10% do PIB chinês faz crescer a economia mundial 1%. Se a china não esta crescendo a esta escala como pode crescer a ecomimia mundial vs nacional?

?

O Parlamento nacional, o Titanic do Presidente da Republica Dr. Cavaco Silva?

?

«Liberdade significa poder-mos cometer os nossos próprios erros.»

?

Au revoir

# martimjoaob said on Novembro 28, 2009 0:59:

Mesmo que os governos fossem os melhores, mesmo que as elites fossem as melhores, se a população em geral não tiver qualidade, nada feito.

# PedroPenedo said on Novembro 28, 2009 2:27:

«Se os portugueses funcionam bem quando estão lá fora, por que não renderão o mesmo aqui?»

Senhor Saraiva, não o quero ofender, mas digo-lhe sinto-me ofendido, como emigrante.

Então o Senhor diz que os portugueses funcionam bem lá fora?

O sistema que vocês, as elites, tem aí é uma porra.

E agora querem que nós os apoiemos? A maneira mais fácil de lutar contra essa corja é abandoná-la.

Pois acho que passear o cão em horas mortas não ajuda nada.

# solarento said on Novembro 28, 2009 10:22:

JAS conclui que o problemas de corrupção no Pais é das ELITES que não prestam.

Mas pelo que percebo da sua brilhante análise, o motivo pelo qual não prestam tem que ver com o facto de vivermos em liberdade e de não serem controladas pelo estado.

Pois... antes do 25 de Abril as ELITES eram Óptimas e não havia corrupção.

Ou seja regressa SALAZAR que estás perdoado.

Já agora caro JAS podia juntar a comunicação social ao rol das areas com elites que não prestam... só lhe ficava bem.

# surpreso said on Novembro 28, 2009 10:31:

É evidente que as elites são medíocres e alguns comentários comprovam-no.A Independente não fabricava estadistas,só sucateiros..

# Justus said on Novembro 28, 2009 16:59:

Onde estão as elites, pergunta JAS.

Em toda a parte, sr. director, em toda a parte. Só não vê quem não quer ou porque lhe convém não ver.

Claro que "as elites" de hoje nada têm a ver com "a elite" doutrora. Estas, fizeram-se por sí próprias, não precisaram do "amparo" e do "empurrão" do vôvô, do papá ou do titi. Estudaram, trabalharam e lutaram para chegar onde chegaram. Agora estão no topo do poder e da política, da administração pública, das universidades, das empresas, em suma, comandam a sociedade.

E é disto que JAS não gosta. Que saudades ele tem dos tempos do salazarismo em que havia apenas uma elite: a elite dos privilégios e mordomias que passavam, há séculos e séculos, de pais para filhos, por sucessão hereditária, sem esforço, sem trabalho, sem luta e sem empenho no dia a dia. Privilégios e mordomias concedidos por "poderes" nomeados e escolhidos por esta mesma elite para que a defendesse e mantivesse os seus privilégios "ad aeternum".

Com a "massificação" da cultura e da educação as elites espalharam-se por todo o lado, entranharam-se na sociedade e proferiram a "sentença de morte" à elite dos privilégios e mordomias.

Claro que nesta sociedade de muitas elites há sempre abusos e desrregramentos que são apontados, investigados e punidos. Tudo às claras, por vezes demasiado às claras, muitas vezes entremeados com mentiras e deturpações, cujos intuitos nada sérios e correctos são evidentes.

Nada disto acontecia na sociedade duma só elite, aquela em que JAS parece rever-se. Nesta, os tais abusos, desrregramentos, fraudes e corrupções eram imediatamente abafados, não vinham à luz do dia e quem se atrevesse a insinuar fosse o que fosse já sabia o que a vida lhe destinava.

É esta a diferença entre as elites de hoje e a elite doutrora: ocultação dos delitos e impunidade para esta; transparência, investigação e punição para aquelas.

Quem viveu à sombra dos privilégios e mordomias custa-lhe aceitar os novos tempos e as novas elites que, há muito, passaram a certidão de óbito à elite dos anteriores regimes. Sobretudo quando, perdidos os apoios financeiros em bancos de camaradas e amigos, se vêm forçados a rumar a outros mundos. Agora outro "batuque" toca. Habituem-se às novas elites nacionais ou têm que regressar às origens donde parece termos todos saído.

# ZeferinoZacarias said on Novembro 29, 2009 1:45:

O maior fracasso jamais tecido em Portugal por um governante, é o que o actual ministro das Finanças engendrou. Não sabe o que deve fazer para sair do enorme poceirão de lama em que nos atolou a todos.

Falo da nacionalização do BPN, evidentemente. O banco devia ter sido incorporado na Caixa Geral de Depósitos, como o foi o BNU. Só o facto de a execranda denominação ?Banco Português de Negócios? ser substituída, em todos os documentos e lugares  pela fiabilíssima ?Caixa Geral de Depósitos?, seria bastante para que a segurança e confiança - numa palavra, a FIDÚCIA ? regressassem aos clientes (actuais e futuros).

Mas Teixeira dos Santos menosprezou a FIDÚCIA, e agora não há hipótese de salvar do malogro o banco que nacionalizou. Não teve o golpe de asa que lhe permitisse saber que a confiança é a base de todas as operações bancárias.

E o pior de tudo é que o ministro TS ainda sugeriu ? vagamente - que a incorporação do PBN na CGD seria uma das soluções.

E que respondeu, na audição levada a cabo na AR, o expert em finanças e chico-esperto em negociar com a administração ?falida? o chorudo PPR de 10 milhões de euros? Nada mais que o que se segue:        

?O Sr. Ministro das Finanças falou-me vagamente em duas hipóteses que eram puras variantes da nacionalização. Primeiro, a Caixa Geral de Depósitos comprar o BPN. Mas o que é isso se não uma nacionalização por interposta pessoa, a mando do Governo??

E com estas palavras funestas, Cadilhe retirou a voz vaga a um santo da casa que não faz milagres, mas que crê saber fazê-los,  e estragou-nos a vida a todos. É óbvio que há uma diferença abismal entre a nacionalização e a incorporação na CGD. Basta, como disse, que a fúnebre  designação do banco seja substituída pela da instituição especial de crédito do Estado.

E todavia, apesar de ser já muito serôdia tal incorporação, e atendendo a que, como diz o Povo,  ?mais vale tarde que nunca?, tem a palavra e o gesto o sr. ministro das Finanças.

# Liberdade said on Novembro 30, 2009 18:57:

Mais uma vez, é evidente que a verdade dói.

E não há dúvida que o actual Primeiro Ministro (apesar de ferido de morte) continua a ser o exemplo máximo de tudo aquilo que faz, sempre fez e provavelmente fará, Portugal ser um país pobre.

Ele representa a elite mais importante na vida de qualquer país. A elite que devia inspirar em todos nós os valores da seriedade, do espírito de sacrifício, de missão, do dever (e não só dos direitos), do altruísmo, que se devia fundar na meritocracia e não nas cunhas, caciquismos e compadrios. A elite composta pelos melhores de entre os melhores. A elite política. Mas isso seria num país ideal...

E o mais lamentável é o cidadão eleitor já ter descido ao nível do "ele rouba mas faz".

Estamos muito mais próximos do Brasil e da Itália do que das democracias anglo-saxónicas e nórdicas.

# freedomformankind2012 said on Dezembro 3, 2009 14:32:

URGENTE

O vírus H1N1 foi criado em laboratório, como tentativa de EXTERMÍNIO DA POPULAÇÃO HUMANA, por parte de uma pequena ELITE MUNDIAL que se julga dona do planeta e de todos os seres humanos.

Esta pequena elite domina todas as áreas da nossa sociedade, nomeadamente indústrias energéticas e farmacêuticas, sistema bancário e financeiro, serviços secretos de inteligência, COMUNICAÇÃO SOCIAL, e em especial a grande maioria dos Governos mundiais. Esta elite funciona através de agendas compartimentadas, disseminadas por várias organizações como os Bilderberg Group, Trilateral Commission, Council on Foreign Relations, ONU, World Health Organization, entre outras.

É esta Elite que está a implodir a economia e a destruir o dólar, para apresentar uma nova moeda GLOBAL. São eles que controlam TODO O DINHEIRO. Eles mandam no World Bank, International Monetary Fund, Federal Reserve e o Banco Central Europeu. INVESTIGUE

A missão dos políticos é apresentar a agenda da NOVA ORDEM MUNDIAL, ou seja, a criação de um único Governo Mundial Totalitário que reinará sem qualquer oposição.

O Tratado de Lisboa foi apenas mais um pequeno passo. A actual Europa é ressurgimento do Império Romano que estas famílias elitistas detiveram no passado. INVESTIGUE

Não há necessidade de existirem tantos escravos, como tal é necessário que hajam várias epidemias, bem como será necessário implodir os Estados Unidos e fomentar uma terceira guerra mundial (em 2011) para poderem consolidar o Poder numa única estrutura.

O problema do vírus está nas vacinas que poderão conter o próprio, bem como causar outros efeitos secundários LETAIS.

Para realizar o extermínio é necessário manter as pessoas assustadas, para que se submetam de livre vontade às vacinas.

A próxima estirpe do vírus vai ser lançada nos primeiros meses de 2010 e vai ser mais mortífera.

Existe um vasto conjunto de informação que foi escondida DELIBERADAMENTE da Humanidade, incluindo a sua própria origem.

INVESTIGUE   INVESTIGUE   INVESTIGUE

Rockefeller  Rothschild  Windsor  Onassis  Soros  Bush  Astor  Bundy  Russel  Kissinger Brzezinski  

http://gripeh1n1.ning.com/

http://ahumanidadeestaemperigo.blogspot.com/

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