Veliberalino disse... Errar é humano.
Humano: ser vivo que comete erros.
(Se não comete erros não é humano; quanto mais erros comete mais humano é).
Vamos todos tentar cometer muitos erros, está bem? (Sejamos humanos...) 10:34 PM
https://www2.blogger.com/comment.g?blogID=5593516&postID=3937807850723749189
Opinião médica!
Acho piada. De vez em quando alguém se lembra de dizer que faltam enfermeiros e médicos... Um
cliché!
Será que não estarão mal distribuídos? Se calhar vamos a um centro de saúde da província e lá vão dizendo que não há médicos... Vamos aos internamentos hospitalares durante o
dia e eles são mais que os doentes... e o mesmo se aplica para
ALGUNS serviços de enfermeiros...
O que me intriga é porque é que quando se pergunta aos doutores (leia-se médicos) se acha necessário a abertura de mais vagas ou mais cursos para medicina ... LOGO dizem que
não (leia-se: o "tacho" teria que ser dividido por mais médicos, logo a matemática diz-me que dará menos
$ub$tância a cada um...!!)! Replicam em seguida: -
o que falta são enfermeiros...!!
Que raio de tentação em mudar de assunto, principalmente para os alheios.... Na classe dos enfermeiros mandam os enfermeiros, não será?
E já agora a minha opinião como enfermeiro... Neste momento o rácio de enfermeiros por habitante coincide com o da Europa... não será altura de controlar as vagas desenfreadamente descongeladas...?? E principalmente a praga de escolinhas (muito oportuna$$$...)que desfloraram aqui e acolá??
Aguardamos um intervenção da Ordem dos Enfermeiros.
É preciso dignidade!!
# posted by doutorenfermeiro : 1/26/2005 06:53:36 PM
[Enviado por A. Antunes em 24-09-2006 ]
«(…) Já que falaram tantas vezes da minha profissão, sem ter nada a ver com o assunto, também vou deixar o meu testemunho. Tenho 48 anos, sou médico no hospital de santa maria há 20 anos. Isto quer dizer que já trabalhei com mais do que uma geração de enfermeiros, e de facto os actuais enfermeiros licenciados têm um conhecimento muito superior aos enfermeiros mais velhos. O curso actualmente é bastante diferente, eu posso assegurá-lo porque dou aulas de patologia numa escola de enfermagem, e a componente teórica destas cadeiras é bastante alargada. De facto peço-lhes muitas vezes opinião, principalmente a nível de medicação que é pouco usada na minha especialidade e ás vezes não me recordo, bem como ajuda para detectar os problemas dos doentes porque eles passam mais tempo com eles do que nós. No meu serviço trabalha-se em equipa. A ideia de que o médico manda no enfermeiro é um preconceito social, que na realidade não se verifica. Acho que de facto são mal pagos pelo seu trabalho, porque cada vez são atribuídas mais responsabilidades aos enfermeiros, exactamente pela sua formação superior.»
_________________________________________________________________________________
FONTE: http://expressoemprego.clix.pt/scripts/forum/display_replies.asp?Forumid=24&TopicId=276
PRESIDENTE DA ESCOLA DE ENFERMAGEM DE ANGRA
Enfermeiros devem ser pagos como licenciados
26/Julho/2005
Há enfermeiros com a mesma formação a receber vencimentos diferentes, sublinha o presidente da Escola de Enfermagem de Angra, no dia de entrega de diplomas.
O presidente do Conselho Directivo da Escola Superior de Enfermagem de Angra do Heroísmo critica a remuneração dos enfermeiros no país, sublinhando que existem profissionais com a mesma formação com vencimentos diferentes.
Luís Miguel Gomes referia-se aos recém-licenciados que irão ganhar como bacharéis, ontem, dia em que a escola entregou diplomas a 43 novos enfermeiros, que terminaram o terceiro curso de licenciatura em Angra.
A escola considera assim estar a atingir o projecto 2005-2006 e a contribuir para a formação no país.
“Significa que temos mais enfermeiros licenciados em Portugal, significa que temos enfermeiros com competências que estão bem definidas pela Ordem dos Enfermeiros, que precisam de locais de trabalho adequados e de uma remuneração adequada, porque eles são técnicos superiores e neste momento irão ganhar como bacharéis”, disse.
Do curso que agora termina Luís Miguel Gomes sublinha o relacionamento com a escola e a participação em actividades extracurriculares e programas de estágio no estrangeiro, contribuindo para a sua formação pessoal e profissional.
“Foram alunos excepcionais no sentido de viverem a escola a 100 por cento. Foram alunos que estiveram na escola desde o primeiro dia com inúmeras actividades extracurriculares, de forma a desenvolverem maiores competências como enfermeiros e levar o nome da escola a outras partes do país e do mundo.
“Este grupo teve alunos que foram para a Polónia, para a Bélgica, para o Canadá, para Moçambique… Ou seja, esta escola, neste momento, está implantada a nível do globo, de forma a poder representar a enfermagem portuguesa e a enfermagem que se faz na ilha Terceira”, afirma.
Dos 28 anos de existência da Escola de enfermagem de Angra, Luís Miguel Gomes sublinha o actual corpo docente, qualificado inclusivamente a nível de mestrados.
“Já satisfaz as necessidades mínimas para o exercício da formação dos enfermeiros”, diz.
Por outro lado, refere um projecto de integração comum aos Açores, que está a avançar, com alguns trabalhos já efectuados em parceria.
“É uma escola jovem, à partida tem um futuro bom, tem vontade de trabalhar, é o que vamos fazer”, refere o presidente do Conselho Directivo da Escola de Enfermagem de Angra.
______________________________________________________________________________
Fonte: http://www.diarioinsular.com/noticias/imprimir.php?edicao=2_26_Julho_2005&n_id=25550
Não tenho pressa: não a têm o sol e a lua.
Não tenho pressa: não a têm o sol e a lua.
Ninguém anda mais depressa do que as pernas que tem.
Se onde quero estar é longe, não estou lá num momento.
Sim: existo dentro do meu corpo.
Não trago o sol nem a lua na algibeira.
Não quero conquistar mundos porque dormi mal,
Nem almoçar o mundo por causa do estômago.
Indiferente?
Não: filho da terra, que se der um salto, está em falso,
Um momento no ar que não é para nós,
E só contente quando os pés lhe batem outra vez na terra,
Traz! na realidade que não falta!
Não tenho pressa. Pressa de quê?
Não têm pressa o sol e a lua: estão certos.
Ter pressa é crer que a gente passe adiante das pernas,
Ou que, dando um pulo, salte por cima da sombra.
Não; não tenho pressa.
Se estendo o braço, chego exactamente aonde o meu braço chega
Nem um centímetro mais longe.
Toco só aonde toco, não aonde penso.
Só me posso sentar aonde estou.
E isto faz rir como todas as verdades absolutamente verdadeiras,
Mas o que faz rir a valer é que nós pensamos sempre noutra coisa,
E somos vadios do nosso corpo.
E estamos sempre fora dele porque estamos aqui.
___________________________________________________
Pessoa por Conhecer - Textos para um Novo Mapa. Teresa Rita Lopes. Lisboa: Estampa, 1990.
http://www.secrel.com.br/jpoesia/albertocaeiro4.html25-01-2007 22:36:44
Caríssimos internautas enfermeiros e restantes pessoas de "boa vontade",
Solicito a todos a participação no debate sobre as condições remuneratórias dos enfermeiros licenciados com sete ou menos anos de exercício profissional, assim como, todos os outros colegas que frequentaram o Curso de Complemento de Formação em Enfermagem, que lhes conferiu o grau académico de licenciatura.
Essas "conversas vadias" (apud Agostinho da Silva) deverão, além dos argumentos favoráveis e desfavoráveis, propôr soluções para resolução dessa injustiça (comparativamente às restantes carreiras técnico-superiores da administração pública).
Este blogue servirá também para disponibilizar informação e artigos da área da saúde.
JDSFB@2007