De visita a Falperra, em Braga, local onde a selecção nacional está a estagiar com vista à fase de qualificação para o Euro-2012, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Gilberto Madaíl, confrontado com a suspensão do treinador Carlos Queiroz (que o afasta dos primeiros quatro jogos), teve a seguinte resposta: «(A ausência) Não vai prejudicar o rendimento dos jogadores. Os jogadores têm muita tarimba e muita capacidade para jogarem em piloto automático»! Das duas, uma. Ou Gilberto Madaíl está a surpreender-nos com um até agora desconhecido jeito para o discurso irónico e quer passar a mensagem de que a selecção até joga melhor sem Queiroz, ou então é mais uma prova da incompetência deste dirigente à frente da FPF. Optar por 'pilotos automáticos' seria até mais barato do que pagar a treinadores...
Com um dirigente desportivo (Rui Costa) e um treinador (Jorge Jesus) reconhecidamente competentes, não se percebe como o Benfica ainda não tem nenhum extremo (em contrapartida possui meia-dúzia de futebolistas para as posições 8 e 10!) e foi buscar para a baliza (a troco de uma fortuna equivalente a dois Balboas) um rapaz chamado Roberto que da poda sabe muito pouco. Foi preciso uma derrota contra o FCPorto para que os dois profissionais vissem que o Benfica não tem equipa para disputar a Liga? Cheira a qualquer coisa como mau planeamento. Este começo de época cheira, aliás, a total desastre nas opções de gestão do clube da Luz. Exemplos? Muitos e bons. O clube vendeu muito recentemente 50% do passe de Ramires por 6 milhões de euros e uns dias depois o jogador foi vendido por 22 milhões. Ou seja, a tal sociedade que tinha adquirido metade do passe, meteu ao bolso, em meia-dúzia de dias, 5 milhões... Grande negócio! Mas do lado das hostes benfiquistas falta ainda explicar a razão do empréstimo de Urreta (que agora tanta falta faz) e a não aposta no defesa-central argelino Halliche, que tão boa conta tem dado pelos clubes a que tem sido emprestado e com nota alta exibicional no recente Mundial de futebol. O Benfica começa a época a meter água da gossa e há quem vá dizendo à boca pequena que jogador que já não dê comissões é posto a andar... Negociatas! Será que depois de uma época brilhante (até em aquisições, o que era raro), o Benfica vai voltar à mediocridade dos últimos anos?
Infelizmente os meus receios confirmaram-se. Não que a Espanha não tivesse merecido ganhar; tem melhores valores, é melhor equipa e tem um treinador. Mas Portugal não pode cultivar a imagem dada em todo este Mundial; uma formação pouco ambiciosa, cheia de medos. O seleccionador Carlos Queiroz comprovou, uma vez mais, não estar à altura de comandar um 'barco' tão grande. Queiroz, não duvido, é um grande conhecedor ao nível da teoria do treino, mas falha no que se refere à leitura do jogo, do que se está a passar no relvado. Não é um repentista, nem um criativo, antes se mostra 'agarrado' ao esquema que fabricou - com todas as bases teóricas - antes do jogo começar, não sendo depois capaz de reagir, na prática, aos problemas que o adversário coloca. O jogo com a Espanha é ilustrativo disto mesmo. O seleccionador espanhol, Vicente Del Bosque, viu que a sua equipa estava a ter imensas dificuldades para ultrapassar a defesa portuguesa. Como contornar este obstáculo? Colocando em jogo Llorente, futebolista que com o seu 1,94m seria uma referência na área como se viu um escasso minuto depois de ter entrado, altura em que ia marcando. E queiroz, o que fez? Tirou Hugo Almeida, que com o seu 1,91m era a nossa única referência na área! Carlos Queiroz pode ser um homem carregado de livros, mas não é um treinador.
O seleccionador nacional Carlos Queroz é um caso perdido de completa incompatibilização com os adeptos. Resta agora perceber se o será também com os jogadores. No final do jogo particular de preparação frente a Cabo Verde veio à televisão afirmar, irritado:«Para todos aqueles que não entendem a mecânica que está envolvida na preparação de uma equipa, limito-me a dizer que é fácil tecer alguns comentários desajustados da realidade». Esta atitude de crispação vinda de Carlos Queiroz não augura nada de bom e não é a chamar burros aos adeptos e aos comentadores que não concordam com o seu trabalho (muito menos a envolver-se à tareia com jornalistas), que melhorará o clima em volta da equipa nacional.
Um amigo meu, que não morre de amores pelo seleccionador nacional Carlos Queiroz, confidenciava-me, há dias, as suas razões para não acreditar no trabalho deste técnico. O meu argumento em contrário era, pensava eu, demolidor: «Ele foi duas vezes campeão do mundo de Sub-20!» Do outro lado, a resposta veio na ponta da língua:«Pois... mas a verdade é que quem orientava verdadeiramente a selecção dos miúdos era o seu adjunto Nelo Vingada!». Desisti. Até que agora, ao ver a pré-lista dos escolhidos por Carlos Queiroz para o Mundial na África do Sul, dei por mim a colocar em dúvida os dotes do seleccionador. Foi com espanto, primeiro, e depois com uma boa gargalhada que vi a lista de ... 50 pré-seleccionados. 50! Por que carga de água? Se o treinador vai anunciar os 23 no dia 10, por que razão sentiu necessidade de apresentar 50 nomes escassos dias antes? Tomando como exemplo a equipa do Benfica, Queiroz só não colocou na lista o guarda-redes Moreira e os defesas Luis Filipe, Miguel Vitor e Jorge Ribeiro. Tomara! Praticamente nem sequer jogaram esta época! Bom, mas esta realidade não deixa ninguém descansado. Basta atentar noutros jogadores que praticamente também não subiram aos relvados e que já foram seleccionados para funcionar como um alarme face às escolhas do treinador. Carlos Queiroz, que não goza da simpatia dos adeptos portugueses, está a tornar-se um caso sério do ridículo. Até foi convocar jogadores que já anunciaram, há meses, terem arrumado as botas no que à selecção diz respeito! Esperemos que do ridículo não se passe à vergonha no final das contas do Mundial... 
A apresentadora Carolina Patrocínio contou, em entrevista à SIC, que não prescinde dos serviços da sua empregada para comer fruta. «Odeio os caroços nas frutas. Só como cerejas quando a minha empregada tira os caroços por mim. Não como fruta se a tiver de descascar, nem como uvas com grainhas».
Enfim, de cabecinhas como esta está o mundo cheio, infelizmente. Registe-se que a menina, com 22 anos, é a mandatária da juventude do PS. Também, para os políticos que temos não se pode exigir mais.
O presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino Morais, actualmente a ser julgado por crimes vários, diz, sorridente, à saída do Tribunal de Sintra, que é habitual uma pessoa no seu cargo assinar documentos sem os ler e que em Portugal é prática corrente fugir-se ao fisco, como ele o fez. Como 'prémio', continua à frente da autarquia e, se calhar, se for a votos, ganhará as eleições. O empresário Domingos Névoa, o administrador da Bragaparques que há um mês foi condenado por corrupção, continua a presidir à empresa intermunicipal Braval, nomeado pelo presidente da câmara minhota, Mesquita Machado. A par disto, assiste-se à libertação de um perigoso chefe de gangue e de um homem que matou a mulher à facada, mesmo na presença da sua pequena filha e ao mesmo tempo sabe-se que alguém foi em prisão preventiva por ter furtado um telemóvel. Estes são apenas alguns exemplos da mistura explosiva que se está a preparar no nosso país, composta pela falta de ética, bom senso e legislação trôpega que fazem abrir a boca de espanto e que vão minando a confiança que os cidadãos têm de depositar nas leis que os regem. Parece que vivemos paredes meias com a anarquia e o caos, e apetece lembrar o que apareceu pintado nas paredes, logo a seguir ao 25 de Abril de 1974, criticando, com humor, a fuga do país de muitas pessoas das classes mais abastadas, passando as fronteiras carregados de dinheiro, o que era ilegal. Rezava assim: «O último a sair, que apague a luz!». Sem qualquer ponta de exagero, Portugal caminha a passos largos para o fim do Estado de Direito.
Agora, sim, está tudo claro como a água. O processo Apito Dourado que pretendia apurar casos de corrupção, não tem pés para andar. Porquê? Descobriu-se agora que o FC Porto de Pinto da Costa não é um clube mas uma associação de caridade. O presidente dos 'dragões' declarou à juíza, em pleno tribunal, que o árbitro Augusto Duarte foi a sua casa na véspera do jogo Beira Mar-FC Porto para pedir ajuda num problema familiar e não como Carolina Salgado (antiga companheira de Pinto da Costa) acusa: para receber um envelope com 2.500 euros. Depois desta assombrosa declaração, fiquei com imensa pena do árbitro (um homem só, sem família nem amigos a quem pedir auxílio no que quer que seja) e vejo Pinto da Costa com outros olhos; um grande filantropista, homem que vive para ajudar o próximo, fazendo da colectividade azul e branca uma verdadeira sede de bem-fazer, que até distribui 'fruta' e 'café com leite' por outros necessitados homens do apito. Aliás, ainda há poucos anos o FC Porto deu outro exemplo de ajuda humanitária; uma agência de viagens apresentava nas suas contas um passeio a Cuba de um 'conhecido' árbitro, já retirado mas ainda ligado ao 'sector', acompanhado pela sua mulher e filha. Tudo pago pelo clube do Porto. Calem-se, portanto, as línguas venenosas que têm tentado, felizmente sem o conseguir, ensombrar a imagem de Pinto da Costa.
O presidente da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e antigo dirigente do Sporting de Braga, Mesquita Machado, fez uma grave denúncia na sequência da actuação do árbitro Paulo Baptista no jogo que os minhotos disputaram no Estádio da Luz e onde o juiz teve uma prestação negativa para as cores arsenalistas. Com efeito, depois de acusações como «roubo de igreja» e «arbitragem tendenciosa», Mesquita Machado foi mesmo mais longe, afirmando que houve premeditação na actuação do juiz de campo, e tudo com base numa outra sua declaração: «pressões externas levaram à troca na nomeação» do árbitro. Estas palavras, ainda para mais vindas de um dos mais altos responsáveis da FPF, exigem desde já o levantamento urgente de um processo de investigação. O actual presidente da Câmara Municipal de Braga admite que «é difícil provar tal facto», mas devia ter reflectido nisto antes da grave denúncia, que irá abrir, sem qualquer sombra de dúvida, mais um caso bicudo no futebol português. Presume-se que as palavras de Mesquita Machado não são irresponsáveis, pelo que a investigação (esta e outras) deve avançar sem falta. Vozes destas, porque ligadas à cúpula do futebol nacional, são o que faz falta ao luso jogo da bola, onde a suspeição continua a reinar acima do fenómeno desportivo. Pena é que este sinal de grande vitalidade e revolta de um alto dirigente não se tenha feito ouvir no maior escândalo do futebol português (mais conhecido por apito dourado), mas nunca é tarde.
O treinador do Benfica, Quique Flores, entornou o caldo de uma tigela que já andava a transbordar desde o início da época. Como era possível a uma equipa nada jogar e ocupar, ao mesmo tempo, o primeiro lugar na tabela? Este o grande mistério de um grupo sem força anímica, às vezes física, e que depois de contabilizar mais de cinco meses sob o comando de Quique Flores continua a evidenciar um deserto de ideias no que ao futebol diz respeito. Quique tem-se esquivado, até hoje, da crítica dos adeptos e da imprensa, mas o que já ninguém lhe desculpa foi o ter trazido, a troco de 'singelos' 4 milhões de euros, um jogador, de nome Balboa, que se revelou um autêntico fiasco. E o que agora ninguém lhe irá perdoar é o facto de outra aposta sua, Reyes (este, bom futebolista), ter agora sido catalogado, pela próprio técnico, como «um jogador com tendência para ser irregular. Trabalhou com Capello, Wenger, Aguirre, e com todos eles teve dificuldades». Esta entrevista dada há dias ao diário espanhol El País, irá azedar ainda mais os ânimos para os lados da Luz, e apetece perguntar: então por que razão trouxe Reyes para o Benfica? E como caíu em desgraça (outra coisa não era de esperar), os adeptos perguntam agora ao treinador por que teima em apostar em Bynia, a razão da dispensa (familiar) de Leo e o desaproveitamento de Cardozo, por acaso o melhor marcador do clube na época passada. Esperam-se dias agitados, idênticos, por exemplo, aos que o FC Porto já sofreu há uns meses e que levaram à agressão dos adeptos azuis e brancos a Rodriguez. É a populaça em revolta.
O futebol não deixa de nos surpreender. Independentemente da incompetência ou malandrice de alguns árbitros, a tribo do pontapé na bola nacional vive num covil de cumplicidades, de amigalhaços que respiram à custa de favores, de passeatas, jantaradas e casas de alterne. Mas convive, acima de tudo, com a mais descarada manipulação de poderes. O mais recente exemplo tem a ver com as cenas de insultos e agressões vividas já no túnel do estádio do Dragão, no final do jogo FC Porto - Marítimo, que terminou com um empate 0-0. Mais uma polémica se avizinha, ficando agora a aguardar relatório do árbitro e do delegado ao jogo. O curioso é que o delegado ao jogo nomeado pela Liga de Clubes, Manuel Armindo, é um antigo dirigente do FC Porto. Em boa fé, o que é que se espera que Manuel Armindo escreva no seu relatório? Vai contar tudo o que se passou? Claro que não! O mais certo será ignorar os acontecimentos com a velha desculpa de que não viu nem ouviu nada de anormal. Mas ainda mais certo é a pouca vergonha de quem nomeia estas pessoas, juízes em causa própria, sem que alguém se oponha. Nem mesmo o presidente da Liga... sempre a olhar para o ar, assobiando baixinho. Vergonha!
Portugal entrou na loucura e na impunidade. No dia 18 de Novembro, 3ª feira, a TVCabo, no seu canal TVC4, passou às 21horas a comédia francesa Taxi 4. Quanto ao filme, não passa de uma mediocridade, mas não consegui tirar os olhos do televisor quando, iam decorridos 15 ou 16 minutos, assisti a uma cena tão ridícula quanto lamentável. Estava o chefe da polícia a dizer aos seus homens que precisavam de ir buscar ao aeroporto um famoso delinquente, quando os guardas começaram a tentar adivinhar. Falaram de inúmeros futebolistas franceses e outros desportistas, até que o chefe os chamou à pedra. «Imbecis, não é nada disso», alertou, para depois emendar e dizer que se tratava de um famoso e perigoso vigarista que estava a chegar de avião, transferido de uma outra esquadra. Um guarda não resiste e interrompe: «Já sei! É o Tapie!», referindo-se ao ex-presidente do clube francês Marselha que esteve preso em França. Qual não foi o meu espanto, quando vejo que na tradução aparece, não Tapie, mas ... Vale e Azevedo! Dá para acreditar com tamanha liberdade de tradução?! Anda tudo louco! E à solta!
O presidente do Comité Olímpico de Portugal (COP) Vivente Moura, acaba de dar mais uma prova de que a manutenção no seu actual cargo esgotou o tempo. Primeiro, foi o atabalhoamento e a má figura que fez com as suas declarações durante os Jogos Olímpicos. Depois, a triste imagem que deixou em plena tomada de posse dos novos dirigentes da Federação Portuguesa de Natação (FPN). Todos se recordam das suas palaras durante os Jogos Olímpicos, quando assumiu publicamente (sem que ninguém lho exigisse) a renúncia a novo mandato, mostrando-se assim ao lado dos portugueses nas críticas que lançaram a alguns atletas e na análise do não cumprimento de objectivos. Para espanto geral, alguns dias depois começou a procurar passar uma esponja no que ele mesmo afirmou, para logo de seguida dizer que afinal até era capaz de se recandidatar se fosse essa a vontade das federações. Enfim, triste episódio de um dirigente máximo que deixou no ar a imagem de apego ao lugar que ocupa. E demonstrou novamente na recente cerimónia da tomada de posse na FPN que a confusão na sua cabeça continua e que está a milhões de anos-luz de garantir um bom futuro para o COP. No que à confusão diz respeito, Vicente Moura começou por ser indelicado (era anfitrião na cerimónia), ocupando todo o tempo de antena perante o pasmo da assistência e depois foi redutor nas suas palavras. Relembrando os episódios dos Jogos Olímpicos, reconheceu que em parte foi responsável pelo que aconteceu, mas «os principais culpados» foram os jornalistas! Nem mais. A cereja no topo do bolo foi colocada quando, sem assumir que irá recandidatar-se, afirmou que se o fizer não terá de «apresentar qualquer programa». Porquê? «A obra que fiz nos últimos 12 anos está aí para se ver. O que é que querem que faça mais? Que construa um prédio de 30 andares e dois museus?». Está tudo dito, não é verdade?!
O parecer do professor de Direito, Freitas do Amaral, sobre o 'caso' da conturbada reunião do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol - a qual o respectivo presidente Gonçalves Pereira abandonou só porque não lhe convinha a votação que entretanto saiu do colectivo -, é esmagador no que se refere à conduta negativa deste elemento durante os referidos trabalhos. Em causa, relembre-se, estavam a pena de dois anos de suspensão atribuída ao presidente do FC Porto, Pinto da Costa, e a decisão de despromoção do Boavista, tudo na sequência do famoso caso Apito Dourado onde vieram a público - na barra dos tribunais - jogos de corrupção envolvendo dirigentes desportivos e árbitros. Aos olhos de todos, o parecer de Freitas do Amaral apenas vem oficializar o que era de senso comum - é impensável um presidente abandonar o colectivo sempre que não estiver de acordo com uma votação, querendo depois retirar efeitos de suspensão das decisões por ele não ter estado ... presente! Gonçalves Pereira, recorde-se, teceu os mais rasgados elogios ao professor Freitas do Amaral assim que foi conhecido, há dias, o nome do catedrático de Direito para elaborar o parecer a pedido da FPF. No entanto, e já na tarde de 6ª feira, 25 de Julho, logo após a divulgação das conclusões de Freitas do Amaral que apontam para a grave conduta de Golçalves Pereira no decorrer da já referida reunião, o mesmo mudou o bico ao prego e criticou duramente quem antes tinha colocado num pedestal entre os especialistas em matéria de Direito Administrativo... Também o actual presidente do Boavista, Álvaro Braga Júnior, já anda a dizer cobras e lagartos de Freitas do Amaral, apontando-o como uma pessoa muito 'esguia', que muda muito de opiniões (querendo referir-se ao trajecto político do professor), logo pouco credível... Não serei apontado como adivinho se garantir que nas próximas horas ou dias, virá muito lixo a público de pessoas ligadas (até por amizade...) a dois clubes da cidade do Porto, dizendo o pior possível de Freitas do Amaral e inventando as histórias mais sujas sobre o professor catedrático. E talvez aí se descubra um pouco mais de como funciona o ´sistema', à boa maneira siciliana...
A condenação de Valentim Loureiro (três anos, com pena suspensa) servirá, finalmente, para que a Assembleia Geral da Liga o destitua de presidente deste mesmo órgão? E nem valerá o argumento de que Valentim Loureiro vai recorrer da decisão, porque está à vista de todos a folha de serviços deste senhor, por de mais suja de actos desonestos. Basta atentar no seu comportamento na última AG para se perceber, de uma vez por todas, que esta pessoa está a mais na sociedade. Que ele e os seus 'parceiros' paguem pelos actos ilícitos que cometeram é o mínimo. Vejamos, agora, a resposta dos seus pares. Continuarão a assobiar para o lado?
|