SOL

Combaro Português

Na Serra da Estrela, em Loriga, combaro é um muro que sustém terras. Gosto do nome...

News

Dia 3 de Março de 2010 - SOL de "Mau tempo... e tragédia na foz do rio Minho"

( Loriga à 1 da madrugada de uma noite gelada de Inverno. Fotografia só possível ao voluntarismo e amizade de Pedro Amaro e de João Paulo Amaro... excelentes fotógrafos)

“Alguns elevam-se pelo pecado, outros caem pela virtude.”

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W.Shakespeare, ‘Medida por Medida’

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Por Estes Dias…

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* Parabéns pela Revista Wink

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http://www.oje.pt/noticias/negocios/intelligent-life-em-portugues-nas-bancas-a-10-de-abril

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* Parabéns ao Senhor Professor Nogueira Leite, que hoje faz anos.

Parabéns atrasados ao Pedro Ventura, vocalista da es-pe-cta-cu-lar banda “The Hiden Cookie”, da qual deixo hoje uma música e que terão vários espectáculos esta semana em Lisboa e arredores.

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* Está quase…

http://sol.sapo.pt/blogs/joaocarreira/archive/2010/01/19/Dia-19-de-Janeiro-de-2010-_2D00_-SOL-de-_2200_Snowboard-_E900_-s_F300_-em-Loriga.-Essa-_E900_-que-_E900_-essa_2100210021002200_.aspx

www.pordata.pt

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* Um sítio obrigatório de bons amigos …e perdoem as ‘divergêcias’

* http://diariojuridico.blogs.sapo.pt/

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* A minha ausência deveu-se a compromissos inadiáveis.Wink

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* Os Parabéns para os amigos do Leitao2010

http://leitao2010.wordpress.com/. Um Valente Abraço. Venha o Leitao2011.

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* Um bocadinho sobre uma estranha praga de ‘Dança’*

  Em Julho de 1518, na cidade francesa de Estrasburgo, na Alsácia (então parte do Sacro Império Romano-Germânico) uma mulher, Frau Troffea (Dona Troffea), começou a dançar numa quelha e só parou quatro a seis dias depois, quando o seu exemplo já era seguido por mais de 30 pessoas. Quando a febre da dança completava um mês, havia uns 400 alsacianos rodopiando e pulando sem parar debaixo do Sol de Verão do Hemisfério Norte. Lá para Setembro, a maioria já tinha morrido de ataque cardíaco, derrame cerebral, exaustão ou pura e simplesmente por causa do calor. Reza a lenda que se tratava de um corso carnavalesco involuntário. Na realidade, ninguém queria dançar, mas ninguém conseguia parar. Os enlutados, que sobraram, ficaram perplexos para o resto da vida.

  Para provar que a epidemia de dança compulsiva não foi lenda coisa nenhuma, o historiador John Waller  lançou, 490 anos depois, um livro de 276 páginas sobre o frenesi mortal: “A Time to Dance, A Time to Die: The Extraordinary Story of the Dancing Plague of 1518”. Segundo o autor, registos históricos documentam as mortes pela fúria dançante: anotações de médicos, sermões, crónicas locais e actas do Conselho de Estrasburgo.

  Um outro especialista, Eugene Backman, já tinha escrito em 1952 o livro "Religious Dances in the Christian Church and in Popular Medicine". A tese é que os alsacianos ingeriram um tipo de fungo (Ergot fungi), um mofo que cresce nos talos húmidos de centeio, e ficaram doidos. (Tartarato de ergotamina é componente do ácido lisérgico, o LSD) .


 Waller contesta Backman. Intoxicação por pão com bolor poderia sim desencadear convulsões violentas e alucinações, mas não movimentos coordenados que duraram dias.


O sociólogo Robert Bartholomew propôs a teoria de que o povo estava na verdade cumprindo o ritual de uma seita herética. Mas Waller repete: “há evidências de que os dançarinos não queriam dançar (expressavam medo e desespero, segundo os relatos antigos). E pondera que é importante considerar o contexto de miséria humana que precedeu o carnaval sinistro: doenças como sífilis, varíola, fome pela perda de colheitas e pobreza generalizada. O ambiente era propício para superstições.


Uma delas era que se alguém causasse a ira de São Vito (também conhecido por São Guido), ele deitaria sobre os pecadores a praga da dança compulsiva. A conclusão de Waller é que o carnaval epidémico foi uma “enfermidade psicológica de massa”, uma histeria colectiva precedida por stress psicológico intolerável.

Outros seis ou sete surtos afectaram localidades belgas depois da ‘dança’ iniciada por Frau Troffea. A mais recente de que se tem notícia ocorreu em Madagascar na década de 1840.

(*Com informações do site Discovery News, por Jennifer Viegas
Agradecimentos ao amigo Bock)

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* Receita

Torta de Cogumelos

( À falta de míscaros… Sad)

2 Cebolas pequenas;

1 Lata de cogumelos;

3 Colheres de sopa de farinha;

Meio litro de leite;

125 Grs. de manteiga;

8 Ovos;

3 Colheres de sobremesa de queijo ralado;

Sal q.b.;

Salsa q.b. 

1.Dissolva a farinha no leite, mexendo muito bem para não ficar com grumos.

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2. Bata os ovos com uma batedeira, até fazer espuma e envolva-os no preparado anterior.

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3. Continue a bater com a batedeira, juntando uma pitada de sal.

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4. Unte um tabuleiro com manteiga e, no fundo, coloque uma folha de papel vegetal também untada com manteiga.

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5. Deite cuidadosamente o preparado anterior no tabuleiro e leve a forno médio, previamente aquecido.

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6. Quando crescer e ganhar uma leve cor rosada, tire do forno e desenforme sobre uma folha de papel vegetal.

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7. Refogue a cebola, a salsa e os cogumelos em mais um pouco de manteiga, temperando com sal.

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8. Estenda este preparado na composição retirada do forno e enrole-a, dando-lhe uma forma de torta, retirando a folha vegetal.

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9. Polvilhe com bastante queijo ralado e sirva ainda quente.

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[YouTube:qxcYA1Z5VOY]

Por estes dias… apenas andei por aqui

http://sic.sapo.pt/online/noticias/mundo/o+sismo+do+chile+alterou+o+eixo+da+terra+e+encurtou+os+dias.htm

http://www.silvestre.eng.br/astronomia/polemicas/eixoterra/

http://www.monstrosdoano.com/

Muito Obrigado pela visita e votos de continuação de uma excelente semana,

João

 

Posted: quarta-feira, 3 de Março de 2010 13:59 por joaocarreira

Comentários

OlindaGil said:

Olá João

Essa torta de cogumelos parece deliciosa, vou experimentar no fim-de-semana.

Beijinhos

# Março 3, 2010 19:51
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