O e-mail do meu primo!... José Luís Não sei quem escreveu o texto abaixo, mas subscrevo o mesmo sem qualquer hesitação. Por isso reencaminho para todos os meus amigos recomendando vivamente a sua leitura. Acreditem que VALE A PENA LER . Geração à Rasca - A Nossa Culpa Um dia, isto tinha de acontecer. Existe uma geração à rasca? Existe mais do que uma! Certamente! Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida. Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações. A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.
Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor. Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada. Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.
Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego,... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.
Foi então que os pais ficaram à rasca. Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado. Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais. São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquer coisa phones ou pads, sempre de última geração.
São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!
A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.
Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados. Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional. Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras. Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável. Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada. Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.
Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração? Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos! Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós). Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.
E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!
Novos e velhos, todos estamos à rasca. Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens. Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles. A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la. Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam. Haverá mais triste prova do nosso falhanço? Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta. Pode ser que nada/ninguém seja assim... A minha resposta ao e-mail do meu primo: A minha resposta ao e-mail do meu primo: Caro primo, agradeço o envio desta prosa. Valeu a pena lê-la. Considero, entretanto, que assenta em sonhos do passado – os chamados tempos da outra senhora.. Estes “defeitos” educativos da nossa geração (geração de 1940), são os tais nossos erros, que eu estava habituado a ouvir aos ricos e privilegiados. Isto no tempo do Estado Novo e depois, mais tarde, da classe déspota/reaccionária.
É preciso ter muita cautela com estas prosas enraizadas em termos generalizados. Que somente dizem respeito a grupos abastados e semi-abastados da burguesia… Em Portugal há milhares de jovens pobres e muita gente necessitada que não se rever nesta prosa de alguém socialmente inexperiente e deveras assustada com esta crise… O que eu vejo é que as próprias rebeldias da juventude constituem uma velharia. Todos os novos são — aos 16/30 anos — derrotistas e revolucionários, duma maneira geral. — Muitos de nós também o fomos, nada de admirar que a geração seguinte continue, até porque, é uma das leis cíclicas da vida universal.
A juventude foi sempre, regra geral, inconformista e procura combater a tradição e a rotina do mundo que existe. Claro; depois de decorrido esse período de transição agitante, afrouxa os seus ímpetos e vai cair no equilíbrio e no conservantismo. Tal como manda a lei!... Agora: quando se criar uma sociedade onde a Liberdade e a Igualdade não sejam direitos imputáveis por homens, mas condições de realização humana, daremos um passo *GRANDE* para a erradicação da pobreza, porque será erradicada a sua causa originária… A conjectura que a Liberdade, a Igualdade, a Verdade que são os valores que podem conduzir o ser humano à Felicidade, são direitos sujeitos a acordos em que uns dão e outros aceitam. Sócrates, *o verdadeiro*, quis que a justiça fosse identificável com a igualdade, e já lá vão dois mil e quinhentos anos, entretanto, depois dele, já tantos e tão bons apologistas desta ideia, em termos gerais, deram o seu contributo para esta tese, e as expressões dolorosas da pobreza continuam a atormentar o dia-a-dia de quem tem olhos para ver e tem a sensibilidade bastante para se horrorizar diante dela.. PS: Hoje, aqui por estes lados, está um dia formidável de Sol, com uma temperatura – lá fora na rua – de 1 grau positivo. Atenção; um grau positivo, contudo dentro de casa está com os habituais 22 graus… Um abraço, do primo José Luís…
--Colonização e Descolonização!... Livro de Brandão Ferreira-- Não há dúvida que a guerra colonial - nos princípios dos anos de sessenta, até 1974, foi seguramente, a verdadeira escola política para militares, os quais, formados na ideologia colonialista do Estado Novo, que ao serem mobilizados para África, puderam confrontar -"in loco" - a propaganda oficial, fanática e mecanizada do regime. A realidade complexa, dessa guerra de guerrilha, em três frentes, e sem condições, de espécie alguma, para uma tropa, (forçada) com pouca ou nenhuma convicção do que iriam defender, logo à partida destroçados pelo o adivinhando e agruras duma inevitável matança de seres humanos. Mesmo que tudo isso acontecesse, nessas belas terras, do enorme continente Africano, não deixou de ser a maior chacina da História Portuguesa. O contacto directo dessa gente militar, com o outro lado das coisas, e com o conhecimento das razões dos movimentos de libertação, enraizaram neles a convicção de que, para acabar com essa guerra trágica e malvada, era necessário, também, acabar com o regime que a suportava... Este fim de uma época de colonização e este penoso processo de descolonização, significa imensa mágoa e uma autentica tragédia humana para o colonizador reversado. Principalmente nos casos duma longa colonização. Assim: não é de admirar o resultado, de alguns dos comentários, do online "Sol" , em 27/09/2009, ao livro polémico "Em Nome da Pátria" que eleva a guerra colonial de uma "guerra justa"! Despertando, como é óbvio, reacções saudosistas dalguns ex-colonizadores e dos salazaristas, adversários do progresso social e democrático... Devemos, também, ter em conta, que o poder colonizador era culturalmente muito diferente deste país e do povo colonizado, o que justifica, em parte, o sofrimento para ambas as partes envolvidas e criaram ( e ainda criam) situações ridículas e exageradas a esse passado mítico dum "falso" império português... j/l
Há uns meses que não passava por aqui! - Desejo que toda a gente daqui; passe um Ano Novo, com saúde e boa disposição! Bom! O que já não é, pedir pouco... Encontro-me em casa com umas pequenas férias de Natal e Ano Novo. Depois de ter elaborado o nosso almoço, compus a mesa e apresentei-o à família para saboreá-lo na nossa própria casa e nossa companhia - coisa que nem sempre é possível. Hoje foi, porque estou livre de compromissos de trabalho. Até me sinto mais calmo e harmonioso. Estes interregnos na vida de trabalho, são preciosos, para mim e sobretudo para a família e amigos... EUA; BUSH: - Bush vai terminar dentro de dias. Felizmente. Pior do que ele, para nós e para o povo americano, seria difícil de encontrar! - Foi o pior Presidente americano, até à data... O Presidente George W. Bush foi o que mais dinheiro gastou em guerras, que quaisquer outros presidentes dos EUA. Esta Administtração de Bush, foi um autêntico desastre para a humanidade e para o povo americano em particular... RUSSIA; JOSEF STALIN: - Tal lá com Stalin; como cá com Oliveira Salazar, são os homens bastante populares. E isto, apesar de ele ter sido responsabilizado pela a morte de milhões de pessoas e nem sequer ter nascido na Russia, mas sim na Geórgia, em 1878,- é ele, presentemente, uma das figuras históricas, mais populares da Russia. Tal lá como cá: - Isto, segundo um inquérito que terminou no domingo passado, levado ao cabo e a votos por uma estação estatal de TV russa... j/l
Esta crise financeira e económica é mais um aviso do Planeta a dizer... Basta!
Esta total e clara ressonância, da maior parte de investigadores e especialistas nas diversas áreas, tais como - Economia , Meio-Ambiente e Sociais - entre outras, desta crise global, não é mais, do que um grito de alerta e uma chamada à reflexão da nossa maneira de viver. Esta crise, não é especificamente portuguesa; mas sim, como todos nós, muito bem sabemos; é Global. Ela atingiu estas proporções dramáticas, devido a este enorme consumismo, cada vez mais acelarado e devastador e na usurpação desmedida dos recursos naturais e decomposição da pirâmide ecológica. A leitura de todos estes sinais, vindos de todos os lados, são capazes, por si, de nos dizerem que esta crise não pode, nem deve de ser, somente, tratada nem resolvida no sector financeiro. Longe disso: temos que forçosa e urgentemente em aliar esta crise "financeira" à do meio-ambiente/climático e à pobreza. Sim! Se, realmente, estamos interessados em existir, neste Planeta, por mais algum tempo. Portanto, nobre povo, a situação é séria e grave, exige muita ponderação, sensatez e escolha. Teremos que juntar todas as vontades e sabedorias. Depositar nas nossas mãos e na dos nossos Líderes Políticos, Cientístas e Religiosos, de todo o mundo, para nos indicarem o caminho para o encontro de soluções, daquilo que se terá que fazer, para recompor o equilíbrio na natureza, no meio-ambiente, entre as pessoas e de todos os seres - altamente indispensáveis - para que se possa existir como seres humanos, neste Planeta e, por mais algum tempo. O nosso Planeta Terra, encontra-se, neste momento, cheio de mazelas. Se continuarmos, como até aqui, estamos definitivamente, a cavar a nossa própria sepultura. Não há mais tempo a perder. Temos que apelar à sensatez... j/l
O fado dum cão... Um cão de luta dinamarquês da raça amstaff (da família dos pitbull), descontrolou-se e agrediu com toda a gana e força tudo que apanhava à sua volta. O infeliz do dono não conseguia dominar o animal. O cão encontrava-se exaltado e quando mordeu no dono e fixou os dentes noutro cão, tiveram que chamar a polícia. Este, com muito esforço, lá consegiu pôr uma coleira no pescoço do cão e arrancá-lo do corpo do outro. A história podia ficar por aqui. Mas não... como o cão de luta, continuava bastante agressivo, resolveram - tanto o dono como o polícia - deitarem-se sobre o animal para o acalmar. Diga-se que foi eficiente; finalmente o cão ficou bastante calmo... Quando se levantaram, verificaram que toda aquela calma se devia ao motivo, do cão ter morrido... j/l
Eu também queria acreditar que eles se curavam apenas a um toque de mãos! É costume ouvir falar-se em certos meios de negócios, das fantásticas qualidades do sangue-(frio) capitalista. Todos eles - os grandes - têm uma capacidade, extraordinária, para se curarem das maleitas, causadas pelos fracassos e recobrar a saúde e o poder. Para tal: se deixarem, claro está; o doente, -- quero dizer o mercado -- em paz. Creamos! Mais cedo ou mais tarde, tudo se resolverá, custe a quem custar - só não querem é que o Estado se venha meter, nos processos da cura. - {Esta é a melodia do costume}. Fazem-nos crer, que é pior a emenda do que o soneto, se o Estado se meter; só serve para criar problemas e custos desnecessários - ao sagaz mercado. Afirmam todos à boca cheia...
Esta: é, pelo menos, a teoria dos rigorosos e duros liberais. Claro, que na prática são sempre os vulgares dos habituais contribuintes que têm que entrar (pagar) os dispendiosos medicamentos, para eles (sempre os mesmos) resistirem à crise. Coisa que o mercado nega. Nem que fiquem azuis de tanto negarem. Enfim..! Mas se a crise, tiver bastante profundeza! Que remédio?!... senão gritarem a pedirem socorro ao Estado que eles tanto detestam e o vêem como peste!! Nestas ocasiões, minha gente; eles adoram súbitamente os dinheiros dos impostos e contribuições, que eles noutras ocasiões, dizem que o Estado lhes rouba... Bom! Enfim... j/l
Eis o pedido de falência do Lehman Brothers, o quarto maior banco de investimento norte-americano! O presidente George W, Bush acredita na capacidade do mercado para enfrentar "ajustamentos" ...! Ele devia era de ter confiança e acreditar que este colapso, neste sector tão importante, num plano Global e sobretudo para a vida das pessoas, seria moralmente impossível de se dar...
Pois! Ele acredita...mas quem é, que ainda acredita nele? Só os que forem obrigados a acreditarem. Eu; francamente, não acredito. Jamais. E até vou mais além, e digo: que nem ele deverá de estar muito convicto desses hipotéticos ajustamentos de contas. Não restam dúvidas que estes mercados têm que ter regras rigorosas e intenso controlo por parte do Estado. Senão acontece, exactamente o que se está a passar com estes exemplos concretos, dos mercados liberais em apuros, devido à sua ganância dos - chorudos bónus e especulação selvagem com o dinheiro e a vida dos outros. Será preciso mais casos para nos esclarecerem o espírito e nos mostrarem a realidade. Isto não são jogos virtuais, minha gente. O "Delete do PC", não funciona aqui. É preciso ter-se muita cautela... j/l
Eu acho que todos estes especialistas e professores em criminologia, deviam de vir "cá para fora" e explicarem o que é que pensam (ou sabem) do que se está a passar e o possível porquê disto tudo! Este grande relevo especulativo, dado pelos média, já nem tem muito a ver com o sagrado dever de informar. Nós não precisamos de mais "espectáculo"! O que nós precisamos é que nos ajudem a encontrar resposta para as nossa interrogações, sobre esta onda de violência e de assaltos...
Não devem, de certeza, serem muitos os que andam a fazer estas brutalidades e a gerar esta instabilidade na segurança das pessoas e dos bens. -- De qualquer maneira há que se fazer todos os esforços, possíveis e imaginários, para determinantemente por cobro a estas quadrilhas. (nacionais e/ou internacionais), pois estão em perigo e em causa a credibilidade e a confiança nas nossas instituições e um real ataque à liberdade e à democracia. Estes indivíduos, mesmo poucos que sejam, criam grandes problemas e desgraças a quem tem a infelicidade de lhes cair nas mãos. Muitos destes problemáticos, já nem conseguem viver uma vida normal, por muitas razões e factores, tais como graves disfunções mentais? Certamente que anda muita gente cá fora, que deveria de estar internada para tratamento. Caramba! Não haverá números estatísticos para poder-se apresentar um esclarecimento plausível e apaziguar, um tanto ao quanto, esta enorme preocupação de insegurança pessoal? Eu acho que é o minimo que se deve esperar da Comunicação Social (CS) e das respectivas autoridades... j/l
Um bom chefe é aquele: que também tem competência Social... Num curioso inquérito, realizado por uma empresa de recrutamento de pessoal, um de cada cinco entrevistados, declararam que se achavam doentes e improficientes com o seu trabalho. A causa de tal depressão, física e moral, consistia simplesmente pela falta de elogios e reconhecimento pelo seu trabalho, por parte do chefe... j/l
Modernos estudos de relacionamentos! Foi num estudo, sério e aprofundado, que um grupo de investigadores suecos, chegou à conclusão dos motivos, que certos homens têm, nas suas relações com as mulheres. Eles dizem; ter descoberto, que o problema é genético. Os indivíduos que frequentemente, têm problemas no relacionamento e no conviver com as mulheres, são possuidores duma certa variante de genes que lhes vai dificultar a vida - a eles e às suas eventuais companheiras, quando chegar a altura de dar o nó, e, e não só... j/l
Caro rubicão! Muito resumidamente: Tudo tem um princípio. Há, alguns anos atrás - digamos antes da era da industrialização - era impensável para os que trabalhavam para outrem, de se poderem organizar e em conjunto defenderem os seus legítimos interesses, quando faziam a venda da sua mão de obra - do seu corpo e do seu intelecto. Nesses tempos, estavam sózinhos. Não havia a experiência, recursos e autorização para que se pudessem organizar. - Um trabalhador sózinho, nunca poderia alcançar ou reclamar - fosse o que fosse - não podia ter sucesso, numa luta tão desigual, a outra parte, o patronato, era muito mais poderosa... Ventos liberais, criados por um clima de democratização ocidental, vindos especialmente dos EUA, começaram a propagar para a necessidade dos trabalhadores se organizarem e arranjarem força política e económica ( pagarem uma quota sindical) para poderem usar da ferramenta mais eficaz, até hoje, ou seja: a GREVE. -- Ameaçar de se ir fazer greve e não haver dinheiro para que os membros e suas famílias, não morressen à fome, era como um golpe de espada no vento. Seriam, para os patrões, ameaças sem um mínimo de credibilidade. Como é natural... Assim, os chamados Sindicatos dos trabalhadores, só podiam ter a tal força necessária para negociar com o patronato se houvesse dinheiro em CAIXA e se todos aderissem e se solidarizassem em prol da sua organização. Sim!... Como sempre, havia os que se deixavam comprar (subornar pelos patrões) e criar a divisão entre os seus camaradas de trabalho e os que ficavam na mira de terem os eventuais proveitos que eventualmente eram conquistados à conta dos seus irmãos de trabalho e não contribuirem e ainda por cima a brilharem nos olhos dos seus chefes -- Afinal o que se chama SINDICATO dos trabalhadores, não é mais do que todos aqueles que trabalham para outrem. Agora eu perguntava: Será isto que está a acontecer com os actuais SINDICATOS dos trabalhadores? Será que "nós" temos o controlo e a colaboração necessária para não sermos iludidos e muitas das vezes enganados por outros interesses com muito mais peso e potência, das classes acomodadas e favorecidas. Temos os líderes à altura que possam e queiram defender com responsabilidade os interesses da sociedade e dos trabalhadores? Temos sindicatos e dirigentes à altura das necessidades hodiernas?... E se não temos de quem será a culpa? Será mesmo impossível separar o trigo do joio?!... Era nestas e outras interrogações que eu gostaria de ter uma resposta elucidativa... Saudações, obrigado pela seu óptimo contributo e um bom princípio de semana, j/l
Será que hoje em dia, fazer greve, é um mal ou não, e sobretudo necessário? Pus-me a cismar se realmente esse direito é legítimo: se trás mais-valia para a classe trabalhadora?... Sempre fui um acérrimo defensor do direito às greves, apesar de constatar que era muito difícil ganhar alguma coisa com elas. Sempre foi assim: quando eu, colectivamente, exercia o meu direito, havia sempre os outros, que eram doutras áreas, que iriam ser atingidos com os efeitos da minha/nossa greve . Era simplesmente infalível que tal não acontecesse... Hoje em dia, a classe trabalhadora da Europa é relativamente bem protegida e os que melhor ganham no mundo. Será que estes direitos e conquistas poderiam ter sido alcançados sem uma forte organização sindical e com o instrumento da greve? Claro que não! Jamais, teria sido possível. Contudo, também vejo e sinto, que as greves se estão a banalizar e os motivos a degradarem-se. Hoje em dia, as pessoas, com uma maior perspectiva de vida e experiência democrática, não deviam de precisar de usar dessa arma e procurariam resolver os seus conflitos de ordenados numa forma de comissão estatal com poderes para intervir e decidir nessas contendas -- pelos menos na Função Pública... j/l
Salazar caiu da cadeira há 40 anos -- do on-line (SOL) Era uma vez uma ditadura fascista: [...Ai! Salazar, Salazar, aonde está toda a riqueza que deixas-te como herança a este País?... ] A que riquezas se está a referir, caro comentarista, Icrod2007 ?... Não deve, com certeza, ser às toneladas d'ouro roubadas no Brasil e ao povo brasileiro? Ou?... Ou, ainda mais; tudo que foi roubado em África? Sim! Ao povo das ex-colónias!... Já se esqueceu dos seus "irmanos" que foram lá dar a ossada, para defender aquilo que não era nosso? --Pelo menos; meu não era!...
É a isso que está a querer-se referir?!... Pronto! Eu também vou dizer que ninguém de boa fé, poderá contestar estes factos insofismáveis que acabo de descrever aqui acima... A sua revolta, a sua indignação, é uma consequência desses tempos, dessa vida, desse fascismo, que se viveu e, em muito ainda se vive: é uma reacção esperada de uns ou outros casos individuais de frustrações e de saudosismo - se outros interesses não estiverem por detrás... j/l
...PS exige «demissão imediata» de Valentim Loureiro... Pois! Se não existem Leis, regras e normas éticas para as pessoas que estão a exercer cargos políticos... Caramba! Que as ponham. Isto assim, como está, é que não pode ser e não tem nada a ver: com um estado de direito e muito menos com a democracia. ...Só serve para desmoralizar e corromper, ainda mais, este País. Não consigo entender como pode haver tanta complacência com esta classe! E, isto não se trata de um conceito ideológico ou cor partidária, porque o que leio e vejo isto é colateral a todos os partidos. Porquê este estado de excepção -- as estes senhores e senhoras cheios de tiques de poder? No mínimo que se deve de exigir a todos estes casos, é, que eles e elas tirem um "Time-Out" (interrompam as suas funções) até tudo estar legalizado e arrumado... j/l
Chegou a altura de ser obrigatório a poupança dos recursos naturais!! Muito se pode fazer para poupar num consumo estúpido de todo o tipo de energia. Agora anda na moda em se falar desta matéria. E isto tudo porque o preço do petróleo disparou e também por causa do esgotamento das fontes de energia fóssil - petróleo, gás natural, carvão etc... Também poderá ser por causa das metas a alcançar no Protocolo de Quioto e do grande problema das Alterações Climáticas. Talvez seja por todo este conjunto de factores? Depois de alguns anos em silêncio, volta-se novamente à discussão à opção do nuclear, por pressão de interesses económicos muito particulares e rasteiros. Dessa não tenho dúvida. -- O que devíamos de ter feito há muitos anos atrás (quando a energia era ao preço da chuva), era, antes de mais nada, termos tido informação para tomarmos consciência da dimensão do desperdício de energia que se ía fazendo e ainda, em alto grau, continuamos a fazer. Isto nas sociedades industrializadas. Para começar: - Sabia que os aparelhos que são deixados em "standby" nas nossas casas, ou seja, que não são completamente desligados, tais como televisores, computadores, carregadores de telemóveis ligados à tomada, HI-FI´s, leitores de DVD´s, etc, são responsáveis por cerca de 10% do consumo residencial de energia eléctrica?... É verdade!... Eu também fiquei surpreendido!! Há que não ficarmos parados, se quisermos ser criativos e não se ficar na cauda. Para tal, basta ter ambições e um bom pedaço de fantasia. Um simples exemplo do - pouco ou muito - que se pode fazer nesta questão de poupança: Em Estocolmo - Suécia, o calor humano produzido pelas 250 mil pessoas que passam diariamente pela a Estação Central de Estocolmo, vai ser utilizado para aquecer um eddifício a construir nas proximidades da Estação. A ideia é aproveitar e lançar esse calor das pessoas através de um mecanismo de ventilação, associado a um sistema de transporte de energia térmica pela a água aquecida, até ao interior do dito edifício... Desta forma, serão poupados nos custos de energia para o aquecimento, cerca de 20% Claro que temos que começar em nos consciencializar que já lá vai o tempo das "vacas gordas" em que se gastava, superfluamente, a torto e a direito. Há que poupar energia... j/l
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