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<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="http://comunidade.sol.pt/utility/FeedStylesheets/rss.xsl" media="screen"?><rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"><channel><title>lobices </title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/default.aspx</link><description>imagens em palavras</description><dc:language /><generator>CommunityServer 2.1 (Debug Build: 60809.935)</generator><item><title>um fim anunciado</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/2008/09/21/um-fim-anunciado.aspx</link><pubDate>Sun, 21 Sep 2008 12:34:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:871217</guid><dc:creator>lobices</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/comments/871217.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/commentrss.aspx?PostID=871217</wfw:commentRss><description>&lt;span&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;ldquo;&amp;hellip; tudo nasce&amp;hellip; tudo morre&amp;hellip; eterno ciclo da vida do que quer que seja&amp;hellip; at&amp;eacute; as estrelas morrem e d&amp;atilde;o lugar a super novas e talvez a novas gal&amp;aacute;xias&amp;hellip; tudo parte dum princ&amp;iacute;pio e tudo termina num fim&amp;hellip; &amp;eacute; assim a vida e tudo o mais que nos rodeia&amp;hellip; acredito que o meu amor pelas palavras terminar&amp;aacute; apenas quando eu tamb&amp;eacute;m terminar o meu percurso nesta vida&amp;hellip; uma vida rica em tudo o que de mau vivi e em tudo o que de bom me foi proporcionado&amp;hellip; levarei, um dia, um gosto amargo por findar mas levarei tamb&amp;eacute;m um sorriso porque o meu caminho percorrido foi sempre o de amar&amp;hellip; mas espero que esse momento natural para cada ser humano ainda venha longe e que a vida ainda me d&amp;ecirc; muita coisa para experimentar, vivenciar, saborear, e ficar a saber um pouco mais para al&amp;eacute;m de tudo o que aprendi at&amp;eacute; aqui&amp;hellip; um dia, a vida findar&amp;aacute; e levarei comigo tudo o que me deu sorriso e l&amp;aacute;grima, tudo o que me deu prazer e dor&amp;hellip; levarei certamente o Amor&amp;hellip; mas n&amp;atilde;o estou a falar de mim mas sim deste meu blogue&amp;hellip; o Lobices nasceu, um dia, no Sapo, mais precisamente no dia 19 de Novembro de 2003... T&amp;iacute;mido e titubeante l&amp;aacute; foi crescendo e tomando forma&amp;hellip; teve filhos e irm&amp;atilde;os e manteve um rumo a que lhe dei o lema de que -Amar &amp;eacute; o caminho - e assim ele foi vivendo&amp;hellip; por&amp;eacute;m, depois de passar pelo Blogger e de ter atingido uma certa notoriedade, a verdade &amp;eacute; que entendo, como seu criador e mentor, que o Lobices chegou ao fim do seu percurso como tal, como blogue&amp;hellip; no pr&amp;oacute;ximo dia 19 de Novembro ele far&amp;aacute; a bonita idade de 5 anos, cinco anos de paix&amp;atilde;o pela palavra, pela imagem, por tudo o que me deu prazer em vos transmitir e principalmente por todo o amor que lhe dei e nele deixei&amp;hellip; as palavras ficar&amp;atilde;o l&amp;aacute; para todo o sempre e ele apenas morrer&amp;aacute; fisicamente&amp;hellip; a mente, essa, estar&amp;aacute; sempre viva&amp;hellip; o Lobices sou eu e eu ainda n&amp;atilde;o morri nem penso morrer&amp;hellip; todavia, vou preparar a vereda para o seu fim&amp;hellip; deixarei aqui, como sempre deixei, uma parte de mim&amp;hellip; o livro que do blogue nasceu est&amp;aacute; vivo e guardado no meio de outros livros que o rodeiam&amp;hellip; o Lobices cumpriu a sua miss&amp;atilde;o&amp;hellip; breve ser&amp;aacute; fechado num adeus presente, nunca ausente, mas vivo e latente no meu cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;hellip; espero que ele, o Lobices, vos tenha feito alguma companhia enquanto aqui viveu&amp;hellip; em breve vos dir&amp;aacute;, Adeus!&amp;hellip;&amp;rdquo;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;Joaquim Nogueira&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=871217" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/tags/alma/default.aspx">alma</category></item><item><title>movimento</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/2008/07/29/movimento.aspx</link><pubDate>Tue, 29 Jul 2008 15:18:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:795691</guid><dc:creator>lobices</dc:creator><slash:comments>5</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/comments/795691.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/commentrss.aspx?PostID=795691</wfw:commentRss><description>&amp;nbsp; &lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#ff9966"&gt;&amp;ldquo;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;... terminaram as palavras... as letras deixaram de existir... as frases j&amp;aacute; n&amp;atilde;o podem ser formuladas e a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o escrita ou falada findou... o Homem deixou de poder dizer um simples voc&amp;aacute;bulo e nem um s&amp;oacute; ditongo se consegue escrever ou articular... mas a sua necessidade de gritar leva-o a inventar novas formas de comunicar... passa a usar o seu corpo para insinuar as s&amp;iacute;labas e come&amp;ccedil;ar a juntar os elementos que formam a ideia, a imagem ou apenas o sentido... o seu corpo passa a ser a caneta ou a corda vocal... e as m&amp;atilde;os tocam ali, acol&amp;aacute; ou aqui... movem-se no espa&amp;ccedil;o e sentem que do outro lado existem outras m&amp;atilde;os que fazem o mesmo... e todos come&amp;ccedil;am a gesticular... e do gesto, passam ao encontro, ao toque m&amp;uacute;tuo, ao abra&amp;ccedil;o, ao enlace, &amp;agrave; car&amp;iacute;cia, ao beijo, &amp;agrave; ternura, a todo o g&amp;eacute;nero de acto que defina um desejo de comunicar, de dizer: estou aqui, est&amp;aacute;s a&amp;iacute;, podemos falar?... ent&amp;atilde;o trocam-se os toques e todos se movem no mesmo sentido... no Mundo existe o sil&amp;ecirc;ncio mas passou a existir o abra&amp;ccedil;o... algo que o Homem j&amp;aacute; havia esquecido h&amp;aacute; muito... e apesar de o riso n&amp;atilde;o ser articulado, existe o sorriso... e apesar do grito se ter silenciado a l&amp;aacute;grima pode escorrer pela face e dessa forma se diz o que se passa, o que se sente, o que se deseja, o que se v&amp;ecirc; e o que se quer que seja entendido... o Homem calou a voz mas n&amp;atilde;o consegue deixar de comunicar... e o seu corpo passa a ser o elemento base dessa ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o... e, dessa forma, mesmo n&amp;atilde;o podendo dizer que se ama, pode-se dizer o mesmo num sorriso, num beijo, num toque, num abra&amp;ccedil;o, num desejo... e o Amor, por mais que o Homem possa perder as suas faculdades, jamais morrer&amp;aacute;... e Amar, continuar&amp;aacute; a ser o &amp;uacute;nico caminho!...&amp;rdquo; &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#ff9966" face="Verdana"&gt;Joaquim Nogueira&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=795691" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/tags/abra_26002300_231_3B00_o/default.aspx">abra&amp;#231;o</category></item><item><title>prova</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/2008/07/23/prova.aspx</link><pubDate>Wed, 23 Jul 2008 15:24:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:788275</guid><dc:creator>lobices</dc:creator><slash:comments>2</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/comments/788275.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/commentrss.aspx?PostID=788275</wfw:commentRss><description>&amp;nbsp; &lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#ff9966"&gt;&amp;ldquo;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;... n&amp;atilde;o existe forma de se provar ao ser que amamos que o amamos... n&amp;atilde;o h&amp;aacute; sinais, nem falas, nem gestos, nem toques, nem palavras... n&amp;atilde;o existe nada que possa significar ou ter o sentido de dizer e provar ao ser que amamos que o amamos... se n&amp;atilde;o existe ent&amp;atilde;o forma de o fazermos, como podemos provar ao ser objecto do nosso amor que o amamos?... n&amp;atilde;o podemos provar!... e n&amp;atilde;o podemos provar porque n&amp;atilde;o existe forma de o fazer, logo s&amp;oacute; o conseguimos amar se na verdade o amarmos... e &amp;eacute; amando-o nas mais pequeninas coisas que, sem provar, lhe vamos dizendo que o estamos a amar... &amp;eacute; preciso que o ser que &amp;eacute; amado sinta que &amp;eacute; amado e essa &amp;eacute; a &amp;uacute;nica forma desse ser ter a certeza que &amp;eacute; amado... quem ama n&amp;atilde;o pode provar que ama mas quem &amp;eacute; amado sabe sentir que o &amp;eacute;... logo, a forma de provarmos que amamos o ser que amamos &amp;eacute; este ser sentir que &amp;eacute; amado... e s&amp;oacute; este ser que &amp;eacute; amado saber&amp;aacute; entender a verdade do nosso amor... e ent&amp;atilde;o, a&amp;iacute; sim, ele saber&amp;aacute; que &amp;eacute; amado nas mais pequeninas coisas que fizermos, que dissermos, quando tocamos, quando gesticulamos, quando lhe enviamos um sinal, um olhar, uma forma do nosso pr&amp;oacute;prio estar que nos &amp;eacute; peculiar e &amp;uacute;nico quando estamos a amar esse ser... o ser amado saber&amp;aacute; que o &amp;eacute; mesmo que quem o ama n&amp;atilde;o o consiga provar, nem metaf&amp;oacute;rica nem fisicamente... amamos com o nosso sentir, com o nosso cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com o nosso corpo e com a nossa Alma, mas todos estes elementos s&amp;atilde;o refut&amp;aacute;veis, logo s&amp;oacute; o outro, quem &amp;eacute; amado, saber&amp;aacute; distinguir do nosso sentir, do nosso cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, do nosso corpo, da nossa Alma, os elementos comprovativos do amor que por ele nutrimos... como sempre disse, amar &amp;eacute; dar, logo s&amp;oacute; quem recebe &amp;eacute; que sentir&amp;aacute; essa d&amp;aacute;diva... &amp;eacute; pois, dando-me-te por completo, que te amo... &amp;eacute; pois, recebendo-me por completo que sentir&amp;aacute;s o meu amor...&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;Joaquim Nogueira&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=788275" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/tags/amar/default.aspx">amar</category></item><item><title>correntes</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/2008/07/07/correntes.aspx</link><pubDate>Mon, 07 Jul 2008 11:59:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:766055</guid><dc:creator>lobices</dc:creator><slash:comments>2</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/comments/766055.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/commentrss.aspx?PostID=766055</wfw:commentRss><description>&amp;nbsp; &lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#ff6633"&gt;&amp;ldquo;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;... a vida tem correntes que nos prendem e n&amp;atilde;o nos deixam vaguear... s&amp;atilde;o as correntes de ferro forjadas nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos agravos que ela, a vida, nos abala... a vida tem correntes que nos levam em v&amp;aacute;rias direc&amp;ccedil;&amp;otilde;es como as vagas de um mar encapelado ou de um rio em tormenta... s&amp;atilde;o as correntes invisiveis que nos empurram para a frente... a vida tem correntes sem correntes que nos fazem estagnar... s&amp;atilde;o como os lagos mansos em que nem uma folha se move e assim, presa, depressa esmorece e morre... a vida tem tudo o que podemos desejar e tudo o que n&amp;atilde;o queremos e temos de aceitar... a vida &amp;eacute; bela e doutras vezes, do outro lado dela, a vida &amp;eacute; como o fel em que o sabor doce do mel n&amp;atilde;o existe e n&amp;atilde;o se deixa provar por sedentas l&amp;iacute;nguas de tanta e tanta gente neste longo mar a esbracejar... por&amp;eacute;m, a vida &amp;eacute; uma realidade que nos faz aqui estar... ela nos empurra, ela nos prende, ela nos sujeita &amp;agrave;s mais diversas e caprichosas vontades de um poder mais forte que a nossa pr&amp;oacute;pria for&amp;ccedil;a... a chamada Lei da Atrac&amp;ccedil;&amp;atilde;o faz com que se consiga moldar a vida &amp;agrave; nossa maneira, s&amp;oacute; que essa mesma Lei funciona para todos e se eu atraio para aqui haver&amp;aacute; o meu oposto que atrair&amp;aacute; para ali... vencer&amp;aacute; algum ou perderemos os dois?... s&amp;oacute; a vida o saber&amp;aacute; quando dermos pelo lado em que nos encontrarmos em determinado momento... por&amp;eacute;m, nada nos impede de continuar a perseguir sempre o mesmo caminho e, como tenho dito sempre e por, talvez, demasiadas vezes, vezes a mais, amar &amp;eacute; o caminho e n&amp;atilde;o interessa qual o caminho, interessa isso sim, caminhar... mesmo que as correntes nos prendam ou nos empurrem, forcemos os elementos que nos cercam e caminhemos em frente com a firme certeza que o amor est&amp;aacute; l&amp;aacute;, l&amp;aacute; bem ao fundo, em algum lugar &amp;agrave; nossa espera... n&amp;atilde;o desesperemos... avancemos com redobrada for&amp;ccedil;a... tenhamos confian&amp;ccedil;a... acreditemos que amamos, que somos fi&amp;eacute;is e que somos verdadeiros, no m&amp;iacute;nimo com n&amp;oacute;s mesmos... viva-se o momento, momento a momento apenas com um &amp;uacute;nico intento: chegar l&amp;aacute;, chegar aos bra&amp;ccedil;os do ser que amamos, do ser que desejamos alcan&amp;ccedil;ar, mant&amp;ecirc;-lo ao nosso lado, abra&amp;ccedil;ar, beijar, sentir, viver, enfim, numa palavra, amar...&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#00ff00"&gt;Joaquim Nogueira&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=766055" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/tags/amantes/default.aspx">amantes</category></item><item><title>presen&#231;a</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/2008/06/30/presen_E700_a.aspx</link><pubDate>Mon, 30 Jun 2008 17:35:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:756218</guid><dc:creator>lobices</dc:creator><slash:comments>3</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/comments/756218.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/commentrss.aspx?PostID=756218</wfw:commentRss><description>&amp;nbsp; &lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#ff8080"&gt;&amp;ldquo;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;... as presen&amp;ccedil;as s&amp;atilde;o o tudo que se deseja vivenciar... entregamo-nos ao olhar, ao toque, ao sabor, &amp;agrave; doce no&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que estamos exactamente onde e como o hav&amp;iacute;amos desejado... as presen&amp;ccedil;as s&amp;atilde;o o terminar da &amp;acirc;nsia e o in&amp;iacute;cio da suave ced&amp;ecirc;ncia &amp;agrave; ternura e ao come&amp;ccedil;o da t&amp;atilde;o almejada aventura... as presen&amp;ccedil;as s&amp;atilde;o o tudo por que lut&amp;aacute;mos na v&amp;eacute;spera e na antev&amp;eacute;spera e nos dias que as antecederam... n&amp;atilde;o sabemos, &amp;agrave; vezes, quantas v&amp;eacute;speras esperamos at&amp;eacute; ao dia chegar... umas vezes, o tempo passa mais depressa, outras vezes, ainda que demore o mesmo, tendem a passar mais depressa porque a &amp;acirc;nsia o empurra e o dia de amanh&amp;atilde; torna-se o hoje futuro do dia de ontem que se houvera esperado... mas, passe o tempo que passar, as presen&amp;ccedil;as que se tornam presen&amp;ccedil;a, esquecem a aus&amp;ecirc;ncia e se transforma na entrega que se aguardou... e a presen&amp;ccedil;a vive das presen&amp;ccedil;as que as aus&amp;ecirc;ncias n&amp;atilde;o deixam viver... e a entrega flui e o mel barra o p&amp;atilde;o doce do corpo que o forma ora em suaves sabores, ora em orgias de paladares que se confundem por t&amp;atilde;o diversos e cont&amp;iacute;nuos em que se tornam... e as presen&amp;ccedil;as amornam ent&amp;atilde;o em car&amp;iacute;cias que s&amp;oacute; mesmo as presen&amp;ccedil;as permitem... mas o tempo voa e desaparece porque enquanto presentes n&amp;atilde;o damos por ele passar... e, de repente, sem darmos por isso, a aus&amp;ecirc;ncia se torna de novo presente na presen&amp;ccedil;a das presen&amp;ccedil;as e deixa que estas esvaziem os cora&amp;ccedil;&amp;otilde;es numa dor surda e desmedida porque sabedores da partida... e as partidas aparecem de repente e as m&amp;atilde;os tentam segurar o tempo que resta mas a for&amp;ccedil;a da partida depressa faz deslizar os dedos pelos dedos at&amp;eacute; ficarem no toque das pontas uns dos outros... fica tamb&amp;eacute;m o beijo doce da despedida e o doce olhar, ainda que triste, da partida... mas breve, o sorriso de novo surgir&amp;aacute; porque r&amp;aacute;pido uma nova presen&amp;ccedil;a surgir&amp;aacute; e o ciclo se fecha num c&amp;iacute;rculo de desejo at&amp;eacute; que uma nova presen&amp;ccedil;a se transforme ela s&amp;oacute; no mais terno e sedento beijo...&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#33cc66"&gt;Joaquim Nogueira &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=756218" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/tags/abra_26002300_231_3B00_o/default.aspx">abra&amp;#231;o</category></item><item><title>amor</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/2008/06/22/amor.aspx</link><pubDate>Sun, 22 Jun 2008 15:19:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:744598</guid><dc:creator>lobices</dc:creator><slash:comments>2</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/comments/744598.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/commentrss.aspx?PostID=744598</wfw:commentRss><description>&amp;nbsp; &lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#00b8ff"&gt;&amp;ldquo;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;&lt;font size="3"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;... nunca te falei de amor... tenho falado imenso sobre como amar ou sobre o que &amp;eacute; amar ou sobre a diferen&amp;ccedil;a entre o amar e o gostar... tenho falado muito sobre como &amp;eacute; que sabemos quando estamos a amar, quando sabemos o que &amp;eacute; amar... como &amp;eacute; amar, porque amar &amp;eacute; o &amp;uacute;nico caminho... mas nunca te falei de amor... nunca te falei desse sentimento lindo que me envolve numa capa protectora e me faz sentir feliz e bem disposto... nunca te falei desse sentimento t&amp;atilde;o nobre e t&amp;atilde;o belo que nos faz sentir o principe dos contos de fadas... nunca te falei de amor apesar de j&amp;aacute; ter falado tanto de como amar-te... &amp;eacute; f&amp;aacute;cil amar-te... &amp;eacute; bom amar-te... &amp;eacute; t&amp;atilde;o doce saber que te amo, que te estou amar como &amp;eacute; doce saber que me amas, que me est&amp;aacute;s a amar... &amp;eacute; t&amp;atilde;o simples e t&amp;atilde;o perene o saber que amamos, que nos amamos, que somos um s&amp;oacute; apesar de formados por dois seres distintos... &amp;eacute; t&amp;atilde;o bom amar-te... t&amp;atilde;o simples amar-te... t&amp;atilde;o doce saber-me amado... pois, mas nunca te falei de amor... do que &amp;eacute; o amor, de que &amp;eacute; que ele &amp;eacute; feito e do que &amp;eacute; que ele nos faz... como tenho dito, quando falo de amar, amar &amp;eacute; sofrer, por isso e em primeiro de tudo, o amor &amp;eacute; dor... &amp;eacute; uma dor que nos preenche o peito e se alastra pela alma adentro como se de uma doen&amp;ccedil;a se tratasse... depois, n&amp;atilde;o tem cura e a febre sobe e o amor recrudesce e enobrece quem ama... o amor &amp;eacute; o fruto do acto de estarmos a amar... por isso, o amor d&amp;oacute;i... &amp;eacute; como se fosse um parto com dor, quando se ama... do acto de amar nasce o amor e desse nascer, dessa alvorada de luz, a dor povoa-nos e cerca-nos para o resto das nossas vidas... amar &amp;eacute; t&amp;atilde;o simples, t&amp;atilde;o f&amp;aacute;cil, t&amp;atilde;o bom, t&amp;atilde;o doce... &amp;eacute; apenas doarmo-nos ao outro numa entrega total e sem esperar nada no retorno... da&amp;iacute; que seja f&amp;aacute;cil pois dar &amp;eacute; apenas uma ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o... o amor &amp;eacute; o que nasce, o que vem, o que surge dessa ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o, dessa atitude de d&amp;aacute;diva... e, por isso, dessa dac&amp;ccedil;&amp;atilde;o, dessa entrega, algo sai de n&amp;oacute;s, algo se desprende de n&amp;oacute;s e &amp;eacute; esse algo que transforma o acto de amar numa dor profunda, numa dor quente, numa dor sem dor mas que d&amp;oacute;i... e &amp;eacute; nessa dor que sentimos que se ama, &amp;eacute; no sentir dessa dor que sabemos que estamos a amar e a sermos amados... &amp;eacute; nessa dor que se nos revelamos um ao outro com a fus&amp;atilde;o de dois seres num s&amp;oacute;... e nessa fus&amp;atilde;o, o amor &amp;eacute;... e ele s&amp;oacute; o &amp;eacute;, ele s&amp;oacute; existe, ele s&amp;oacute; &amp;eacute; real se nos fizer doer... e qu&amp;atilde;o purificadora &amp;eacute; essa dor, qu&amp;atilde;o sereno &amp;eacute; esse sofrer, esse acto de querer, esse acto de receber j&amp;aacute; que amar &amp;eacute; dar, o amor &amp;eacute; o que se recebe e nesse saber que temos algo que nos &amp;eacute; dado pelo outro, sabemos porque a dor, a partir da&amp;iacute;, se instala, vibra, arrepanha, angustia, inebria tamb&amp;eacute;m, anestesia-nos e a dor se transforma, por aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na mais doce forma de amarmos... se n&amp;atilde;o sentires que te d&amp;oacute;i ent&amp;atilde;o &amp;eacute; porque n&amp;atilde;o amas... bendita, pois, a dor que me invade, que me transcende e me faz saber o quanto te amo!...&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#ff9966"&gt;Joaquim Nogueira &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=744598" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/tags/amor/default.aspx">amor</category></item><item><title>pedir</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/2008/06/13/pedir.aspx</link><pubDate>Fri, 13 Jun 2008 10:22:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:731067</guid><dc:creator>lobices</dc:creator><slash:comments>2</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/comments/731067.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/commentrss.aspx?PostID=731067</wfw:commentRss><description>&amp;nbsp; &lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#ff9966"&gt;&amp;ldquo;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;&lt;font size="3" style="font-size:13pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;... pedi para ver o invis&amp;iacute;vel e deram-me a cegueira... pedi para ouvir o inaud&amp;iacute;vel e obtive o sil&amp;ecirc;ncio... pedi para tactear o nada e consegui o caos do tudo... pedi sempre o que quer que fosse que me viesse &amp;agrave; ideia e o retorno era sempre o oposto... a conclus&amp;atilde;o &amp;oacute;bvia era n&amp;atilde;o pedir ou ent&amp;atilde;o pedir apenas o real, o vivo, o palp&amp;aacute;vel, o som, a luz, a beleza... nunca tive a certeza se ter&amp;aacute; sido a melhor op&amp;ccedil;&amp;atilde;o... mas a verdade &amp;eacute; que a partir do momento em que pedi apenas o vi&amp;aacute;vel, as coisas se tornavam pass&amp;iacute;veis de obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o... pedi amor e tive-te... pedi um beijo e saboreei-te os l&amp;aacute;bios... pedi um abra&amp;ccedil;o e amornei meu corpo na tua sedosa pele... pedi um toque e tive-te completa... pedi um olhar e consegui a imagem real... pedi um som e ouvi tua voz num doce dizer que me amas... pedi-te presente e tenho-te em mim por completo... pedi uma ternura e senti amor... pedi apenas o que podia obter e nada me foi por ti negado... senti-me preenchido pelas mais pequeninas coisas que de t&amp;atilde;o pequeninas se tornam no todo t&amp;atilde;o desejado... pedi para te amar e senti-me amado... que mais te posso eu pedir que j&amp;aacute; n&amp;atilde;o me tenhas dado?...&amp;rdquo; &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;font color="#ff9966" face="Verdana"&gt;Joaquim Nogueira&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=731067" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/tags/abra_26002300_231_3B00_o/default.aspx">abra&amp;#231;o</category></item><item><title>doar</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/2008/06/05/doar.aspx</link><pubDate>Thu, 05 Jun 2008 17:50:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:720563</guid><dc:creator>lobices</dc:creator><slash:comments>2</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/comments/720563.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/commentrss.aspx?PostID=720563</wfw:commentRss><description>&amp;nbsp; &lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#ff9966"&gt;&amp;ldquo;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;... abre-me os teus olhos e deixa-me mergulhar no teu olhar... abre-me os teus bra&amp;ccedil;os e deixa-me enla&amp;ccedil;ar no calor de um abra&amp;ccedil;o... abre-me os teus l&amp;aacute;bios e deixa-me sentir o mel do teu beijo... abre-me o teu corpo e deixa-me ser possu&amp;iacute;do pelo desejo... abre-me a tua alma e deixa-me penetrar o teu ser... sentir tudo o que sei teres para me dar... amor de tanto amar... abre-me os teus ouvidos e deixa-me sussurrar as meigas palavras que tanto gostas de ouvir... e pele com pele sabermos que somos e sentirmos o doce aroma do mar que nos embala no cheiro da maresia que de n&amp;oacute;s mesmos exala... olharmos o interior do sermos apenas um acto de amor... mergulhar na seiva que a pele produz no sabor pleno em que tudo se transforma em luz... e o sol nos sorri, numa conspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;uacute;tua do que ele sabe sobre mim e sobre ti... e o calor que nos abrasa arrefece-o porque mais forte que ele... e o amor preenche o momento em que nada mais somos do que p&amp;eacute;talas suaves vogando nos ares como as asas das aves... e o seu planar, em pleno voo, de tanto sentirmos, tu te me entregas e eu a ti me doo...&amp;rdquo; &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#00ae00"&gt;&lt;strong&gt;Joaquim Nogueira&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=720563" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/tags/abra_26002300_231_3B00_o/default.aspx">abra&amp;#231;o</category></item><item><title>singelo</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/2008/05/29/singelo.aspx</link><pubDate>Thu, 29 May 2008 10:36:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:708987</guid><dc:creator>lobices</dc:creator><slash:comments>3</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/comments/708987.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/commentrss.aspx?PostID=708987</wfw:commentRss><description>&amp;nbsp; &lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#00dcff"&gt;&amp;ldquo;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;... n&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o te movas... deixa-te estar tal como est&amp;aacute;s... a&amp;iacute;, serena, em paz... deixa-me olhar-te mais uma vez para al&amp;eacute;m das muitas vezes que te olho, que te toco ou que te sinto... deixa-me ver a tua face, os teus olhos, o teu brilho ou at&amp;eacute; mesmo a tua alma... deixa-te estar assim, serena, calma... deixa-me olhar-te sempre, tal como te olhei ontem, deixa que te olhe hoje e amanh&amp;atilde;... quero tudo j&amp;aacute;, mesmo que demore a eternidade nada me faz mais feliz do que esta t&amp;atilde;o suave felicidade... o prazer de te ver, de te ouvir, de te sentir, de te saborear... o prazer de te amar... o prazer de te saber a&amp;iacute; ou aqui mas dentro de mim, sempre, perene, nunca ausente... &amp;eacute; um est&amp;aacute;dio puro de loucura s&amp;atilde; a que vivi ontem a que vivo hoje a que viverei amanh&amp;atilde;... &amp;eacute; um saber com sabor num saborear a mar... o mar do verbo amar num deixar fluir o teu ser e o meu estar... e o beijo flutua no ar e pousa de mansinho no teu rega&amp;ccedil;o, singelo gesto do mais desejado abra&amp;ccedil;o...&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;font-style:normal;"&gt;&lt;font color="#aecf00"&gt;&lt;font face="Arial, sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Joaquim Nogueira&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=708987" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/tags/abra_26002300_231_3B00_o/default.aspx">abra&amp;#231;o</category></item><item><title>graal</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/2008/05/24/graal.aspx</link><pubDate>Sat, 24 May 2008 16:09:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:701369</guid><dc:creator>lobices</dc:creator><slash:comments>2</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/comments/701369.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/commentrss.aspx?PostID=701369</wfw:commentRss><description>&amp;nbsp; &lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#ff950e"&gt;&amp;ldquo;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;... avan&amp;ccedil;o na direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o certa ainda que n&amp;atilde;o saiba o caminho, mas avan&amp;ccedil;o... n&amp;atilde;o me deixo ficar a olhar para a vereda que j&amp;aacute; percorri... avan&amp;ccedil;o em frente, passo a passo, com cuidado mas com for&amp;ccedil;a e determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o... n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os meus p&amp;eacute;s que caminham mas a minha alma, o meu sabor de caminhar e o meu saber de que o estou a fazer... avan&amp;ccedil;o porque quero... porque espero... porque sei que vou encontrar... o que quer que seja ou qualquer que seja o meu destino, a minha meta, a minha linha de chegada (a linha de partida j&amp;aacute; se esva&amp;iacute;u da minha mem&amp;oacute;ria), eu sei que a recompensa est&amp;aacute; l&amp;aacute;... seja ela min&amp;uacute;scula ou enorme... mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; o seu tamanho que me move... mas sim o ter de ser... o querer, o amor, o desejo de amar... o caminho mais nobre, mais salutar do ser humano: amar!... vou sem olhar para tr&amp;aacute;s... afasto os escombros dos pr&amp;eacute;dios destru&amp;iacute;dos da guerra que se travou dentro e fora de mim ao longo dos anos e que foram ficando ali &amp;agrave; minha frente porque nada pode ficar para tr&amp;aacute;s... n&amp;atilde;o devemos olhar para tr&amp;aacute;s, n&amp;atilde;o, mas tudo o que passou vai connosco na nossa caminhada... &amp;eacute; preciso, pois, afastar o entulho, o p&amp;oacute;, as pedras agu&amp;ccedil;adas que nos cortam o ser e continuar a correr... a percorrer... a olhar em frente, erectos, de cabe&amp;ccedil;a erguida, de olhar brilhante e n&amp;atilde;o turvado por uma ou outra l&amp;aacute;grima que teime em cair... apenas tenho de ir... e vou... avan&amp;ccedil;o sem medos, sem receio do que vou encontrar... o que l&amp;aacute; estiver ser&amp;aacute; o que calhar, o que tiver de ser... o que l&amp;aacute; estiver, no final da caminhada ser&amp;aacute; apenas o meu tudo ou o meu nada... mas o que quer que seja, seja tudo ou seja o nada, o que quer que seja, ser&amp;aacute; meu... meu para abra&amp;ccedil;ar, para abarcar, para enla&amp;ccedil;ar, para gritar ao mundo que por mais desconhecido que seja o fim do caminho, devemos avan&amp;ccedil;ar, com ternura, com amor, com garra, com dor se preciso for, com todo o afinco, com todas as nossas for&amp;ccedil;as na procura do nosso &amp;ldquo;graal&amp;rdquo;, na busca do sentido da nossa vida, para que no acto final, qualquer que ele seja, eu saiba que fiz tudo o que me foi poss&amp;iacute;vel para saber que valeu a pena, que nada perdi, que fui quem fui, que sou quem sou, que serei quem tiver de ser, no aceitar &amp;uacute;nico de que o percurso certo e correcto &amp;eacute; apenas saber e querer amar...&amp;rdquo;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#3deb3d"&gt;&lt;em&gt;Joaquim Nogueira &lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=701369" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/tags/graal/default.aspx">graal</category></item><item><title>poema da vida</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/2008/05/19/poema-da-vida.aspx</link><pubDate>Mon, 19 May 2008 17:37:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:693189</guid><dc:creator>lobices</dc:creator><slash:comments>1</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/comments/693189.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/commentrss.aspx?PostID=693189</wfw:commentRss><description>&amp;nbsp; &lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#eb613d"&gt;&amp;ldquo;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;... Vida!... Beleza infinita!... Ela &amp;eacute; para mim um lago estranho num grande jardim com flores que n&amp;atilde;o apanho... Vida!... Beleza esquisita!... Ela &amp;eacute; para mim uma velha flor, talvez um velho jasmim mas com p&amp;eacute;talas com cor!... Vida!... Ess&amp;ecirc;ncia de um pecado... ponte para uma eternidade... beleza de um ser alado... m&amp;aacute;goa e saudade... brinquedo de um entretido... desespero de um enganado, de um falhado... Vida!... Beleza infinita que vemos findar... beleza esquisita que queremos admirar... ess&amp;ecirc;ncia de um pecado que n&amp;atilde;o podemos retrair... beleza de uma ponte que n&amp;atilde;o queremos atravessar... beleza de um alado que n&amp;atilde;o podemos comparar... beleza de uma m&amp;aacute;goa que n&amp;atilde;o queremos possuir... beleza de uma saudade da qual queremos fugir... Vida!... Beleza de um brinquedo nas m&amp;atilde;os belas de um pequeno ser... beleza de um desesperado que s&amp;oacute; vive a sofrer... beleza de uma ave que voa no ar pl&amp;aacute;cido... beleza de um mar muito azul que marulha lentamente... Vida!... Vida!... Beleza de uma flor branca, de uma cor viva... beleza que n&amp;atilde;o sabemos ver e a qual &amp;eacute; t&amp;atilde;o bela para se viver... Vida!... Suspiro lento de uma hora que passa... dor atroz de um mal que d&amp;oacute;i... Vida!... Conflito estranho, sem sentido, mas uma vida que quero viver!...&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;font-style:normal;"&gt;&lt;font color="#00ae00"&gt;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Joaquim Nogueira&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=693189" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/tags/vida/default.aspx">vida</category></item><item><title>sentimos</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/2008/05/12/sentimos.aspx</link><pubDate>Mon, 12 May 2008 17:55:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:681278</guid><dc:creator>lobices</dc:creator><slash:comments>1</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/comments/681278.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/commentrss.aspx?PostID=681278</wfw:commentRss><description>&amp;nbsp; &lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#ff6633"&gt;&amp;ldquo;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;&lt;font size="3" style="font-size:13pt;"&gt;&lt;em&gt;... &amp;eacute;s sin&amp;oacute;nimo de paz, na palavra que me d&amp;aacute;s... &amp;eacute;s sin&amp;oacute;nimo de beleza nesse olhar profundo sem m&amp;aacute;cula de tristeza... &amp;eacute;s sin&amp;oacute;nimo de alegria no toque suave que em mim um teu sorriso cria... &amp;eacute;s sin&amp;oacute;nimo de paix&amp;atilde;o quando disfruto o bater mais forte do meu cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o... &amp;eacute;s sin&amp;oacute;nimo de harmonia quando me beijas enla&amp;ccedil;ados em sintonia... &amp;eacute;s sin&amp;oacute;nimo de luz quando no escuro da noite teu amor me seduz... &amp;eacute;s sin&amp;oacute;nimo de serenidade quando no abra&amp;ccedil;o matamos a saudade... &amp;eacute;s sin&amp;oacute;nimo de ternura quando na partida o teu olhar em meus olhos perdura... &amp;eacute;s sin&amp;oacute;nimo de puro amor quando nos afagamos com a alma e os corpos sem pudor... &amp;eacute;s saud&amp;aacute;vel loucura quando sinto a nossa m&amp;uacute;tua procura e nos afogamos no delirar de um sentir que tudo &amp;eacute; t&amp;atilde;o simples quando sabemos porque &amp;eacute; que nos estamos a amar... &amp;eacute;s tudo o que um simples mortal busca na imortalidade que a qualquer um ofusca no sil&amp;ecirc;ncio do grito que amaina a febre do ru&amp;iacute;do que quebra tudo mesmo que fosse granito... &amp;eacute;s tudo o que o amor busca no olhar, no toque, no beijo que de momento em momento se reduz ao desejo, trazendo como prenda, tecido em flocos de doce renda, o caminho percorrido como sempre desejado, obtido e que a luz em nossos cora&amp;ccedil;&amp;otilde;es se acenda para num florir matinal ou num anoitecer normal, o doce sabor nos acorde ou nos adorme&amp;ccedil;a em profunda certeza que o dia seguinte mais n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; do que um novo fruir do amor que nos envolve e a cada momento nos devolve na mais plena pureza do aceno t&amp;atilde;o natural que h&amp;aacute; pouco sobre n&amp;oacute;s desceu... porque se te sinto minha, sei que tamb&amp;eacute;m me sentes teu...&amp;rdquo; &lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;font-style:normal;"&gt;&lt;font color="#00ffff"&gt;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Joaquim Nogueira&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=681278" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/tags/abra_26002300_231_3B00_o/default.aspx">abra&amp;#231;o</category></item><item><title>serenidade</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/2008/05/05/serenidade.aspx</link><pubDate>Mon, 05 May 2008 12:32:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:668570</guid><dc:creator>lobices</dc:creator><slash:comments>2</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/comments/668570.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/commentrss.aspx?PostID=668570</wfw:commentRss><description>&amp;nbsp; &lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#ff3333"&gt;&amp;ldquo;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;... a calma tinha-se aproximado de mim como n&amp;atilde;o me conhecesse... eu j&amp;aacute; a conhecia h&amp;aacute; muito pese embora os grandes momentos em que n&amp;atilde;o a via ou n&amp;atilde;o me encontrava com ela... por&amp;eacute;m, naquela vez, ela fez de conta que n&amp;atilde;o sabia quem eu era... aproximou-se mansamente e como quem n&amp;atilde;o quer a coisa, saudou-me ao de leve com um leve acenar pela passagem, pelo encontro... n&amp;atilde;o lhe liguei demasiada import&amp;atilde;ncia mas educadamente correspondi ao seu aceno e sorri-lhe... foi nesse momento que ela olhou para mim e, de chofre, me perguntou: - Porque sorris?... Naquele instante n&amp;atilde;o encontrei resposta mas uns segundos ap&amp;oacute;s, saiu-me uma frase lenta e suave: - Porque n&amp;atilde;o haveria de sorrir?... Acho estrano, disse ela: Est&amp;aacute;s sempre preocupado, cheio de problemas, a tua cabe&amp;ccedil;a &amp;eacute; um vulc&amp;atilde;o, a tua alma desespera, o teu cora&amp;ccedil;&amp;atilde;o bate e os teus olhos n&amp;atilde;o choram... Pois, respondi eu, eu sei mas por vezes caio em mim e entendo que de nada me vale o lamento; por certo que estou errado quando desfale&amp;ccedil;o e sentado ou deitado me concentro nas agruras da vida; depois penso que a vida &amp;eacute; apenas aquilo que dela fazemos, aquilo que dela queremos, aquilo que dela podemos tirar... a vida nada nos d&amp;aacute; excepto ela mesma, ou seja, ela se nos entrega numa &amp;uacute;nica vez e ap&amp;oacute;s instalada em n&amp;oacute;s, somos n&amp;oacute;s mesmos que a gerimos... temos esse poder, o poder de moldar os dias, as horas, os minutos e at&amp;eacute; mesmo os segundos dos nossos momentos aqui e agora, ontem e, quem sabe sen&amp;atilde;o ela, tamb&amp;eacute;m amanh&amp;atilde;... somos n&amp;oacute;s que decidimos enfrentar ou n&amp;atilde;o o momento que se nos depara, seja ele bom ou mau... &amp;eacute; apenas uma quest&amp;atilde;o de escolha... mas tu n&amp;atilde;o eras asssim, disse-me ela, a calma... sim, eu sei... na verdade, a vida foi t&amp;atilde;o diversa e t&amp;atilde;o cheia de coisas e coisas que houve vezes em que n&amp;atilde;o te consegui enfrentar ou mesmo aceitar e desesperei... por&amp;eacute;m, houve tamb&amp;eacute;m momentos em que soube que me podias ajudar... por isso te sorri agora... sei que me podes inundar e tornar-me pleno de mim mesmo e conceder-me ainda mais a capacidade de me dar ainda mais do que j&amp;aacute; tentei... sei que me ajudar&amp;aacute;s... porque me trazes a sabedoria, a sensatez, a alegria, a ternura de me saber feliz ao sentir que amo, que o caminho que percorro &amp;eacute; o &amp;uacute;nico que me pode serenar, o &amp;uacute;nico que me pode pacificar, a caminhada plena para amar... e, com amor, se ama e com amor se perpectua a nossa vida, mesmo para al&amp;eacute;m da morte... por isso, hoje, te sorrio por saber o quanto amo quem amo, quem me d&amp;aacute; a plenitude da serenidade, num amar terno e seguro, forte e puro, real que de t&amp;atilde;o real, a ti o juro...&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#00ff00"&gt;&lt;em&gt;Joaquim Nogueira&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=668570" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/tags/amar/default.aspx">amar</category></item><item><title>poetas</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/2008/04/26/poetas.aspx</link><pubDate>Sat, 26 Apr 2008 16:38:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:655755</guid><dc:creator>lobices</dc:creator><slash:comments>1</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/comments/655755.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/commentrss.aspx?PostID=655755</wfw:commentRss><description>&amp;nbsp; &lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#ff6600"&gt;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;quot;...quis ser um poeta que tivesse asas... e poesia em cada voo... quis ser um poeta cujas palavras vos enchesse a casa... e que vos reencontrasse em cada dor... quis ser um poeta que fosse fogo e &amp;aacute;gua e sol e terra... e que com todos esses elementos criasse um novo ser... mas h&amp;aacute; poetas que s&amp;atilde;o simplesmente poetas... h&amp;aacute; poetas que ainda nem sabem que o s&amp;atilde;o... h&amp;aacute; poetas... imensos... tentei um dia ser um desses poetas... e sei hoje que um poeta nunca morre... faz-se em vida mesmo na morte, soltam as asas e levam-vos o vento... protegem-vos e fazem-se ao caminho convosco... peregrinam em v&amp;oacute;s... que com ele caminhais... bebeis o sorriso dos poetas... vedes pelos seus olhos, e por detr&amp;aacute;s desses olhos, uma alma que brilha e ilumina cada recanto escuro da vossa pr&amp;oacute;pria alma... e &amp;eacute; em dias de negro e frio que mais precisais dos poetas... porque eles s&amp;atilde;o fonte, for&amp;ccedil;a e semente... um poeta nunca mente... ele, o poeta, &amp;eacute; a vossa armadura, a vossa madrugada e o fim de tarde... a vossa lua nova ou lua cheia... s&amp;atilde;o perenes todos os poetas... nascem e renascem... mesmo sem nunca morrerem... nada destr&amp;oacute;i um poeta, nem a voz nem o sentir... quis ser um desses poetas que tivesse asas e poesia em cada voo... podemos ser usados, abusados, at&amp;eacute; como lixo abandonados, enegrecidos e deturpados... simplesmente somos quem somos ... podemos ser retalhados, citados e aviltados... podemos ser usados como arma de arremesso... podemos ser teorizados e complicados... podemos ser mistificados e cristalizados... podemos at&amp;eacute; servir de pasto em chamas inquisitoriais... n&amp;atilde;o somos ora&amp;ccedil;&amp;otilde;es, nem homilias nem credos... e n&amp;atilde;o nos deixamos cair... n&amp;atilde;o somos amea&amp;ccedil;a do fim do mundo... n&amp;atilde;o somos propriedade de ningu&amp;eacute;m... n&amp;atilde;o somos espada nem guilhotina... n&amp;atilde;o cabemos na pena nem no &amp;oacute;dio de quem de n&amp;oacute;s se apropria... somos apenas poetas... somos simplesmente imensos... n&amp;atilde;o cabemos em nenhuma semana nem em qualquer dia... somos de todos os tempos... n&amp;atilde;o nos deixamos aprisionar por nenhuma alma negra... somos apenas asas... n&amp;atilde;o somos anjos... somos apenas amor e amamos... e se agora sei, como t&amp;atilde;o bem sei, que as palavras vos podem fazem voar, que &amp;agrave;s vezes vos levam para l&amp;aacute; do mar, em asas de vento, de dor e de amor... sei tamb&amp;eacute;m, como sabem todos, que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; palavras nem versos, nem poesias que cheguem para transformar um poeta num anjo...&amp;quot;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;font-style:normal;"&gt;&lt;font color="#00ff00"&gt;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;Joaquim Nogueira&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=655755" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/tags/poema/default.aspx">poema</category></item><item><title>pronunciar</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/2008/04/19/pronunciar.aspx</link><pubDate>Sat, 19 Apr 2008 08:16:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:643597</guid><dc:creator>lobices</dc:creator><slash:comments>6</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/comments/643597.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/commentrss.aspx?PostID=643597</wfw:commentRss><description>&amp;nbsp; &lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#ff3333"&gt;&amp;ldquo;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;... estendo as m&amp;atilde;os ao futuro na &amp;acirc;nsia de o alcan&amp;ccedil;ar... revejo-me nele como se fosse hoje o que estou a viver... mas depressa caio em mim e sei que estou a sonhar... nada mais que um breve sorriso e um beijo nuns l&amp;aacute;bios sedosos, como mel que ainda escorre na minha pele... um doce desejo de voltar a sentir esse doce desejo de abra&amp;ccedil;ar-te num voltear de dan&amp;ccedil;a parada na imagem do momento ali focada... num sentir que nada se sente para al&amp;eacute;m do amor que existe mesmo e n&amp;atilde;o nos mente... lateja nas nossas faces de rosadas que se tornam da loucura que nos invade e das m&amp;atilde;os que se movem na procura... cabe&amp;ccedil;as que se tocam e se enla&amp;ccedil;am em cabelos revoltos misturados com os dedos que os afagam... e os bra&amp;ccedil;os remetidos &amp;agrave; sua fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de prender ali, naquele momento, a eternidade do abra&amp;ccedil;o... e os olhos se olham, se miram e sorriem enquanto os l&amp;aacute;bios se molham no mel de um beijo prolongado, h&amp;uacute;mido, molhado, doce do&amp;ccedil;ura de tanta candura e desejo... e a boca de vez em quando entreaberta para pronunciar a palavra certa, a palavra aguardada, descoberta, l&amp;iacute;mpida de tudo e do nada pela simplicidade da verdade que existe quando se pronuncia o quanto se ama, o quanto nos preenche e nos invade a Alma...&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="western" style="margin-bottom:0cm;"&gt;&lt;font color="#00ae00"&gt;&lt;font face="Verdana, sans-serif"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;em&gt;Joaquim Nogueira &lt;/em&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=643597" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/lobices/archive/tags/abra_26002300_231_3B00_o/default.aspx">abra&amp;#231;o</category></item></channel></rss>
