SOL

Luana- a Gabriela Silva das Flores

Na senda do novo paradigma!

Era o verde irreverente da serra

Era a serra

Era o verde irreverente da serra

E a doçura casta de um rio a correr

E éramos nós

Nós à descoberta do tempo

Á procura de nós

Projectados algures na memória do amor

Tacteando o teu corpo

Procurava em ti memórias de afecto

Do afecto que dizias

Do afecto que o tempo deixara intacto

Na berma da estrada das nossas vidas

Ou nas águas agitadas do oceano que nos separou.

Possuíste o meu corpo com doçura

Como que a reconstituir cenários

De um tempo sem tempo

Que a memória nunca traiu

Fizemos amor como quem pensa

Como quem quer acreditar

Num regresso

E os nossos corpos

Unidos em harmonia absoluta

Construíram um a nova forma

De reconstruir a memória

Publicação: terça-feira, 22 de Junho de 2010 18:53 por Luana

Comentários

# re: Era o verde irreverente da serra @ quarta-feira, 23 de Junho de 2010 12:12

É difícil descolar do isolamento extremo, cara Gabriela. Eu sei.

tokarev

# re: Era o verde irreverente da serra @ quinta-feira, 24 de Junho de 2010 9:34

Muito bonito o poema. O amor faz milagres.

OlindaGil

# re: Era o verde irreverente da serra @ domingo, 4 de Julho de 2010 21:10

Olá Gab,

Que lindo poema. Os poemas de amor são quase sempre bonitos. Este é especial, como especial são essas águas, essa natureza.

bjs

fred

AlfredoRamosAnciaes

# re: Era o verde irreverente da serra @ domingo, 2 de Janeiro de 2011 15:54

Olá Gab

Mais uma vez a saborear o teu lindo poema e a enviar um beijinho de parabéns.

P. S. As àguas devem servir para unir e não para separar. O imenso Portugal que já é e muita maior, esperemos que em breve, será novamente a nossa plataforma de desenvolvimento e brilhantismo.

AlfredoRamosAnciaes

# re: Era o verde irreverente da serra @ domingo, 2 de Janeiro de 2011 15:55

Gab,

Mais uma vez para desejar 2011 magnífico.

bjs

AlfredoRamosAnciaes

# re: Era o verde irreverente da serra @ sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011 21:21

Sim, Gabriela,

o verde da esperança

ressoa agora e sempre

por todo o seu cantar

Parabéns e um abraço cordial

A. Justo

ajusto

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