Moçambique e 2.ª rentrée do PS
MILLENIUM BIM E BCI. Bancos moçambicanos participados pelo BCP e pela CGD deram exemplo reabrindo 6.ª-feira e ajudando, mesmo nos dias de crise, ao apoiar o metical nas operações cambiais na sala do mercado financeiro do Maputo.
EMPRESÁRIOS PORTUGUESES. Notáveis. Na FACIM, antes e após a sua reabertura. A marcarem presença.
SEGUNDA RENTRÉE. De Sócrates. Encenação do costume em tom eleitoral. A dar ar de responsabilidade. A querer negociar o OE, fingindo ser em posição forte. A desejar desviar a atenção dos portugueses para a revisão constitucional, até agora, o ponto menos claro no PSD. A auto-elogiar-se, no país das maravilhas em que vive. A apoiar Alegre, a pedido, após Louçã ter provocado, há dias, ao assumir ser o único apoio partidário expressivo ao candidato militante do PS.
ENTREVISTAS. Duas, seguidas. De Passos Coelho. Ao SOL, declarações mais breves. Ao Expresso, explicitações mais longas. Depois da dureza do Pontal, da moderação de Relvas, nova dureza no SOL e mitigação no Expresso. Amanhã, teremos a versão essencial. Uma coisa é certa – como diz e bem Pulido Valente, Passos Coelho não deve ligar a opiniões, legítimas, mas de quem não é líder e deve definir o seu caminho próprio. Com discurso claro e esclarecedor. Como eu disse na Universidade de Verão – clarificar e explicar. No OE como na revisão constitucional.