SOL

Jogos de espelhos

Publicação: 09 Julho 10 10:00

É mais fácil amar alguém que é parecido connosco? Acredito que sim. Sejam parecenças a nível físico ou nas atitudes, valores e traços de personalidade, o factor espelho funciona ao mesmo tempo como um catalisador e uma fronteira dentro da qual gostamos de nos ver. Faz sentido. E também faz sentido que o amor opere numa base egoísta e narcísica, pelo menos no início de uma história amorosa, quando andamos à procura de alguém como nós, que nos entenda quando nos ouve, que nos ajude a querer ser melhores, que nos ponha num pedestal de dois lugares com amplas vistas para um futuro no qual tudo é possível.

Depois vem a parte mais difícil. A pose vai-se desfazendo com o tempo, ao mesmo ritmo que a convivência transforma em serotonina e em conforto o que antes foi risco e adrenalina. E então reparamos que o outro afinal tem um bocadinho de barriga, que ressona, que deixa sempre as meias no chão, que se esquece de fazer um favor que lhe pedimos, que nem todos os dias olha para nós com paixão. É quando começamos a ver o outro como ele era antes de o conhecermos, uma pessoa, autónoma, separada de nós. Em boa verdade sempre o foi, mas na fase do enamoramento entrámos no delírio da fusão e toda a gente sabe que a paixão é a mais dura das drogas e, consequentemente, a que nos rouba da realidade com mais eficácia. Parece que o LSD provoca alucinações maravilhosas, mas a droga do amor também já me pôs a viajar pela galáxia com asas brancas algumas vezes, via láctea incluída, por isso aprendi a ter algum cuidado de cada vez que me apetece levantar voo e dar a volta ao Universo qual ser alado e alienado da terra que piso.

 

No entanto, o que nos fez aproximarmo-nos daquela pessoa e apaixonarmo-nos por ela prevalece. São as tais afinidades que nos fizeram sentir em casa desde o início; o interesse pelas mesma artes, o amor aos mesmos livros, o mesmo gosto musical, ou episódios tão pueris como os dois terem tido muitas otites quando eram crianças. Também pode ser apenas a cor dos olhos, o tamanho das mãos, o léxico comum, o mesmo sentido de humor. Eu seria incapaz de me apaixonar por um homem que dissesse «mamã» e desse «a papinha com chichinha à bebé». Ou que usasse a expressão ‘o comer’ em vez de almoço. Ou que gostasse de passar férias na Cova do Vapor. Ou que ouvisse Leandro e Leonardo. Ou que não gostasse de Monty Phyton. Ou que usasse brincos pretos e bonés de pala virados ao contrário. Qualquer destes pequenos nadas seriam um turn off, como se o reflexo que tanto desejo de repente se transformasse num daqueles espelhos da feira popular onde nos vemos disformes, ridículos e grotescos.

 

A alegoria do espelho no Harry Potter é sábia e maravilhosa, porque o espelho nos mostra o que queremos ver. Da mesma forma que é apenas normal virarmos a cara e as costas a imagens destorcidas de nós próprios e dos outros. Nesse caso, mais vale escolher com critério e ser rigoroso, não vá o Diabo tecê-las e, num momento de maior paixão, saltar uma nota dissonante a estragar o idílio.

Comentários

# surpreso said on Julho 9, 2010 17:19:

Os espelhos têm tendencia a mostrar-nos o que queremos ver.E convem evitar a parte láctea da paixão...

# surpreso said on Julho 9, 2010 17:20:

Os espelhos têm tendencia a mostrar-nos o que queremos ver.E convem evitar a parte láctea da paixão...

# PedroPenedo said on Julho 9, 2010 18:52:

O espelho não só nos mostra o que queremos ver como também até aonde podemos avançar.

Penso que ao colocarmos limites nos outros amamentamos um forte sentimento possessivo que pode ser muito prejudicial numa relação amorosa.

Quando amamos desejamos que a pessoa usufrua uma vida feliz. Não há felicidade acabrunhada. A felicidade está ligada à liberdade. Transpor a barreira a fim de mostrar ao outro como deve viver é estragar-lhe o seu bem mais precioso, a vida.

# EstranhoAmor said on Julho 9, 2010 21:18:

eu axo que a maregarida não devia peremitir que andaçem por aqui todos estes intereguistas que so pençam em malvadezes e pouca vergonhisse.

esta bem que ainda não cá vierão mas tenho mesmo a sertesinha que não demorão nada. Depois poem se a falar para aqui de coizas estranhas e sem nenhum conteneudo nenhum e so xateião que aqui vem na boafé de alma limpida e tanresparente que querem ver as coizas muito bonitas que a maregarida escreve pra gente e a conta deles não ve nada.

devia feliterar os comentarios que açim ja ião aprender.

# Laivos said on Julho 9, 2010 21:39:

"É mais fácil amar alguém que é parecido connosco? Acredito que sim. Sejam parecenças a nível físico ou nas atitudes, valores e traços de personalidade, o factor espelho funciona ao mesmo tempo como um catalisador e uma fronteira dentro da qual gostamos de nos ver. Faz sentido."

Um pleno, Margarida. Concordo com a tese com que inica o seu post desta semana e ainda com a maioria dos argumentos que apresenta.

:)

# DisMissed said on Julho 10, 2010 10:19:

Margarida, não posso crer!

Você confessou que não seria capaz de se apaixonar pelo homem que apaixona mulherio por esse mundo fora? O nosso pai solteiro!

Não diga uma coisa dessas! ;)

O que é que um galã da Cova do Vapor tem a menos que o da Costa da Caparica? Cordões de ouro e pêlos no peito? O tamanho das mãos ou do nariz??

:)

Que importam os Monty Python, que eu adoro, perante um homem simpático, bem cheiroso, educado e atencioso, que nos trata bem?

Quer lá o John Cleese saber de mim!!!!

O espelho, às vezes, com uma sacudidela, acaba por se endireitar, mas querer sempre ver tudo reflectido à nossa imagem acaba por não nos deixar ver a 3D e a cores

# clarificador said on Julho 10, 2010 11:00:

Esta autora,estes textos.Mas que facilidade em usar a palavra amor,amar,paixão.A sensação com que fico,é que esta autora quando está com sede,dirá que ama a água,se estiver com fome,ama a comida,se estiver com muito sono,ama dormir e assim sucessivamente.

É bom,fica bem e é saudável,ter-se uma certa capacidade,para perceber o significado das palavras e assim,melhor as poder contextualizar.Esta autora "gasta" as palavras,com que iniciei a 2ª linha;usa a expressão amor,tanto para uma pessoa como para um livro!E depois faz a tão sua e característica,"amálgama" de sentimentos.A sua "bebida" virtual preferida,parece-me ser o cocktail "amorpaixão";acontece que estes dois sentimentos,não se misturam.Se bem que algumas pessoas como a autora os confundam,a verdade é que eles não se dissolvem um no outro e são nitidamente distintos um do outro.A prova cabal para mim,de que a Margarida não faz a mais pequena ideia do que poderá ser o amor,é que para ela faz sentido,que o amor opere numa base egoista e narcísica.Nem no principio,nem no fim!Uma das características de um sentimento que se aproxime do Amor,é precisamente não ser egoista nem procurar o seu próprio interesse.Mais uma vez recordo,que o clarificador acredita que o ser humano enquanto imperfeito,é incapaz de sentir Amor;o Amor é Deus e Deus é Amor.Nós não sabemos o que é o Amor,Ele é infinito,apenas se conhecem,algumas das suas características,onde se incluem não ser egoista e não procurar o seu próprio interesse.Por isso acredito muito mais,na expressão e palavra afectos.E esses sim,podem ser superficiais,médios ou mais profundos.A paixão,é um afecto quase violento,uma perturbação ou movimento desordenado do ânimo.Contudo,é efémero e poucas vezes constituirá a base para um relacionamento,a que chame sério;pelo contrário!Até o considero potencialmente perigoso e cheio de armadilhas,especialmente para as mulheres em certas idades,que se não tiverem uma base familiar sólida e um Pai dedicado que as ilucide e proteja,muitas vezes sacrificam o seu diamante mais precioso,a virgindade,para Homens que mais tarde ou mais cedo,revelarão não lhes terem um interesse sério e duradouro,relativo a um afecto mais profundo.E ai sim,poderia-se falar da pose masculina,"caça diamantes",como se poderia falar da pose "caça divorciadas culpadas e ricas","caça viúvas alegres",etc.Mas uma relação a que eu chame de séria,não tem poses,mas sim definições definitivas.Pois essas são baseadas,em afectos considerávelmente profundos.

Infelizmente para a MRP e para conclúir,tenho a impressão que teve sempre um "espelho emotivo" a acompanhá-la durante toda a sua vida.Espelho esse que  terá distorcido e confundido os seus sentimentos,não lhe permitindo que no seu plano afectivo,visse as coisas como elas são.

# clarificador said on Julho 10, 2010 11:22:

Uuuuuuuuummmm......afinal ela adora o Monthy Python,mais todos os Homens simpáticos,bem cheirosos,atenciosos,educados e que a tratem bem,que lhe apareçam à frente."E a julgar",que ela tinha só "um amo e senhor" e que conseguia "desligar a ficha",eheheh...

# EstranhoAmor said on Julho 10, 2010 13:01:

Hummm! ...Hummm!... muito escalrecedor.

clarificador! Ei, ó rapaz!...Elas não são burras.

Tuque clarificas tudo, até a PQP, não te ensinaram que pela boca morre o peixe, o mesmo será dizer-se. Que quem fala muito fala de si.

Nunca ouviste? ó FDP.

Essa do ..."desligar a ficha" mostrou-te a fachada, seu idiota. eheheh.

Ainda te lembravas burro armado em esperto, Saloio ignorante.

Tem que se ter muito cuidado quando se fala muito. Acaba sempre por mostrar a besta. eheheheh.

Saloio patético.

e mais uma vez. Elas não sãu burras. Burro és tu armado em, na, no no que quiseres pois assim como assim não passas de um ignorante patético.

Vai clarificar a PQP

# clarificador said on Julho 10, 2010 15:32:

Mas que "estranho"!Escrevi directamente para ti?Então vê lá se amansas!

Essa do PQP e FDP,reflectem-se em ti.Não estou a falar estúpido,estou a teclar.Por vezes quem fala muito,pode eventualmente falar um pouco de si.Mas não falei e no comentário a que te referes,nem escrevi muito.Apenas o suficiente,para transmitir uma mensagem breve,oportuna e demasiado sucinta, para transmitir seja o que for sobre mim.

Eu sou parecido ao burro,quanto à "ferramenta".Tú és parecido ao burro,quanto às orelhas,eheh(o original)..

E se fosses imitar,o CDTP?Era melhor...e já agora,vai dar ordens ao CQTF!

Deixa-me cá rasgar esta "rifa"...

# clarificador said on Julho 10, 2010 15:45:

Elas não são burras...mas "Ka ganda novidade"!Vai a correr!Pode ser que tenhas um emprego à espera,no novo jornal que vai abrir:"Estranhas Descobertas",eheh(o original)...

Oferta de emprego virtual,conclúida.

# clarificador said on Julho 10, 2010 16:08:

Vê lá se consegues "desligar a ficha" e ser mais coerente do que .....do que......"ela"!eheh(só "ela",que é para não "mostrar a fachada"...)

Sugestão conclúida.

# tokarev said on Julho 10, 2010 17:26:

Apaixonamo-nos sempre pelo reflexo de nós próprios no outro. E desapaixonamo-nos sempre que deixamos de nos reconhecer nele.

# AzeitonaAlbina said on Julho 10, 2010 22:05:

Sem querer ser demasiado bruto, exageradamente boçal, há qualquer coisa de masturbador em toda esta "tese" da "busca dum espelho", o que, por si só, tem tanto de reconfortante como de frustrante e, acima de tudo, de deprimente.

Afinal, quer queiramos quer não, amarmos sucedâneos de nós mesmos, quantas vezes mais do que tudo, não é apenas uma truncada via de solidão, é uma aposta na coisa "certinha" conveniente, na falta de originalidade e risco.

Não me parece que sejam assim tantos os que tenham exacerbadas paixões com as suas próprias mãos e, nesse aspecto, até por uma certa concordância com as mentalidades "de cordel", é sempre mais fácil desdenhar das "Covas do Vapor".

Assim ficam aqui algumas perguntas:

É ou não mórbido que, na busca da companhia certa, acabemos por escolher versões reflexas de nós mesmos?

Seria ou não suposto que a diversidade, as diferenças, nos tornassem mais "viáveis", mais "capazes"?

Se o reflexo do amor é o remorso, que valor tem um beija-mão?

E se a Praia da Cova do Vapor tivesse uma bandeira azul, faria alguma diferença?

# Laivos said on Julho 10, 2010 22:37:

A minha perspectiva terá mais a ver, não com a busca narcísica de mim no outro, mas com algo que enforma, digamos, o ser humano, em geral. A busca é, muitas vezes, instintiva, inconsciente e leva-nos a desenvolver empatias pelo facto de haver um núcleo comum de vivências, sentimentos, conhecimentos, etc, ou seja, a inscrição na identificação. Tudo o que possa extravasar esse núcleo - o que nos diferencia - não tem necessariamente de ser um obstáculo a uma relação, qualquer que seja a sua natureza. Considero que é na unidade dentro da diversidade que melhor  podemos "nos" e "o" observar. Sem espelhos côncavos, convexos que se adaptam àquilo que desejamos ver.

# EstranhoAmor said on Julho 10, 2010 23:47:

iço são viçios da boa vida deças delanbidas que não fasem nada e pação a vida na boa vai ela purque ce tiveçem a vida de tarbalhino que tem a minha desinfelis Jaquina, não esculhião tanto e contentavãosse com o que vus viece á rede que mulher no escuro é toda igalzina cem tirar ne por.

ce tivecem que ciudar das galinas e dos pirus e do franginhos e dos coeilinhos e dos patinhos e do purquino, e despois alumbarem com as couves e com o feno pro gado não pençavam neças malouqueiras de escolhere o mais melhor deles pourque o home de note e as escurinhas tamben é todo igalzinho.

Ou conceguem deristinguir uma paçareca da oitra ce estiver tudo de note e não veijão nada.

deichemsse de parvoeiras e asseitem o que deuz vos bota á frente. ceus malucos e malucas

# AzeitonaAlbina said on Julho 11, 2010 7:39:

Bem sei que é uma fina linha, assim tipo uma fina e hirta proveta de ferro, aquela que marca a diferença entre a genialidade de, por exemplo, os Monty Pithons, e a banalidade do "já-tínhamos-percebido-isso-à-primeira-não-era-preciso-repetir". Uma fina (e hirta) linha que se vê do espaço!

Voltando à questão das semelhantes diferenças e sem querer exagerar nas confissões: (como é fácil passar de sedutor a desgraçada figura em menos de nada...).

Postas as coisas nesses termos, quem de nós não estará refém dos seus próprios lirismos (e evito dar exemplos; já nos basta as historietas da sogra...)? Parece-me a mim que, independentemente da tautologia, cada um de nós, e não sei se haverá alternativa, processa a sua identidade, nomeadamente o seu "cultivo", consoante as dadas oportunidades.

Ainda assim, até para não dizerem que não sei ser optimista, nem sempre fazemos aquilo que dizemos detestar, i.e., há também quem, com ou sem planos, se apaixone mais do que pelo diferente, pelo desconhecido, pela possibilidade da surpresa e da conquista de horizontes.

A descoberta de coisas novas, de gostos novos, de razões novas que podem (e devem) incluir, por exemplo, um trilho na areia da praia da Cruz Quebrada (passo o apaixonado exagero), ou um divertidíssimo concerto (acho que é assim que se chama) do Leandro e Leonardo pode ser, em si mesmo, a razão para nos apaixonarmos (também por nós mesmos...).

E não digo isto gratuitamente (se bem que esteja já a dever não sei quantos euros ao tribunal do "pilinha-mole").

Amar não é apenas tornarmo-nos veias ou ter saudades do que ainda não se viveu. É, também, ou pelo menos deveria ser, não termos vergonha de nós mesmos, e, ao invés, sermos, apaixonadamente, a vergonha de nós mesmos!

Ou, sucintamente e como diria um homem que diga "mamã":

Temos tanto tempo para estarmos mortos...

# AzeitonaAlbina said on Julho 11, 2010 7:56:

errata: Monty Python

Já agora, e para quem goste de arrojos de originalidade (e tanto amor!!!)

http://www.youtube.com/watch?v=sMoKcsN8wM8

# clarificador said on Julho 11, 2010 10:33:

eheheh..

Claramente,fiquei no subconsciente de este ou aquele "participante".Situação essa,que claramente é do meu agrado.Pois marquei e quando é o clarificador a marcar...o penalty é convertido em golo,eheh..

Assim,ficam aqui algumas respostas...

1ª-Quando se utiliza por exemplo o verbo acabar,na 4ª pess.plur.no tempo,"nós ACABEMOS",normalmente acaba mal!eheh...e por quê?Porque se está a utilizar implicitamente,UMA GENERALIZAÇÃO.Este recurso é frequentemente utilizado,por certas pessoas com um certo estado civil, bem definido no Mundo Virtual da Discriminação Inteligente e Razoável.São pessoas que não se sentem bem,seguros ou confortáveis, a falar na PRIMEIRA PESSOA.Assim é um arraial de "nós acabemos","toda a gente",""nós queremos","nos tornassem","nos fizessem",etc.Logo aquela pergunta é efectuada, apenas a uma determinada "população alvo" dos Div.C..Pode ser que lhe respondam..

2ª-Eu não disse?eheh..."nos tornassem".Mais um indicador de insegurança tão caracteristico.E tornou outra vez a confirmar!Não obstante,as diferenças e a diversidade entre os seres humanos,contribui para a riqueza cultural e geral da sociedade humana e de certa forma,sim,poderá dizer-se, que poderão tornar o indivíduo humano mais "viável" e mais "capaz".

3ª-Essa vou ignorar para seu bem,pois escreveu uma palavra que lhe está vedada,no meu Mundo Virtual da Discriminação Inteligente e Razoável.

4ª-É claro que faria diferença!Os habitantes da Cova do Vapor,poderiam mergulhar e tomar banho à vontade,sem que viesse o Cabo do Mar ou o Nadador-Salvador,dar-lhes nas orelhas.

Essa agora!É claro que faria diferença.

Termino com uma chamada de atenção,que se escreveu mesmo a acabar o 2º,um "amar não é.......É,também,....".Isto é grave...mais uma vez  recordo,que existe um certo estado civil no Mundo Virtual da Discriminação Inteligente e Razoável do clarificador, ao qual se inutiliza automáticamente, qualquer consideração feita sobre Amor,Amar e assuntos afins..

ai,ai,ai,ai,ai,ai,ai!Está aqui está a ver o Sol aos Quadradinhos,na Prisão Clara,do Mundo Virtual da Discriminação Inteligente e Razoável do clarificador!

Reacção ambiental e instantânea,conclúida.

# AzeitonaAlbina said on Julho 11, 2010 14:14:

Nada que o impeça de dar as suas "maravilhosas" respostas a perguntas que ninguém lhas fez...

Temos então agora «4ª pess.plur.no tempo,"nós ACABEMOS"»...

Ou seja, não é para todos! Ou como diria o citado absurdo, acaba mal...

Não há pérolas que cheguem para tão guloso porco:

"Nós acabemos" 1ª pessoa do plural do presente conjuntivo (ou subjuntivo) do verbo "acabar".

Da mesma forma, "(nós) acabemos" pode ser a 1ª pessoa do plural do imperativo do verbo "acabar"

E, fosse possível, ficaria a saber que o conjuntivo deve ser utilizado quando se quer transmitir incerteza ou dúvidas, como era, antes da atabalhoada deturpação, patente na frase de minha autoria.

Agora 4ª  pessoa do plural deve ser assim tipo o oitavo passageiro dos pronomes (na volta também é uma sigla...)

Depois, e nada melhor que o modo subjuntivo para criar confusão à cabecinha de abécula, encrava no imperfeito do conjuntivo (a voz passiva é sempre o melhor castigo...), indicado para expressar desejos, anseios, etc.

A seguir diz que "vai ignorar" o que, obviamente, suscita a indignação que reste a qualquer um.

Este aviso, o de que "vai ignorar", deveria ter surgido no momento em que levou a palmadinha da ordem do obstetra!

Assim sendo, só posso repetir:

"Se o reflexo do amor é o remorso, que valor tem um beija-mão?"

E repetir

"Se o reflexo do amor é o remorso, que valor tem um beija-mão?"

E repetir

"Se o reflexo do amor é o remorso, que valor tem um beija-mão?"

Por último, fiquei com as naturais dúvidas, se esta amálgama meio abichanada (o ser um "finório" explica muito pouco...) que, obviamente, se "intitula" clarificador (quase que se advinha uma ratazana, trocista, a sair por uma sua orelha...) se abstivesse de espraiar, aqui, a sua catastrófica nescidade faria alguma diferença nas probabilidades da Praia da Cova do Vapor, alguma vez vir a ter uma bandeira azul...

# Laivos said on Julho 11, 2010 15:12:

Não devia intervir, pelo nano da coisa, mas como defensora da língua portuguesa e  técnica por formação científica e inereência profissional, não posso deixar passar em claro algo que começa a ser abusivamente normal neste país à beira do abismo e que, orgulhosamente, se obstina em dar um passo em frente.

A ignorância emoldurada, com o pingo do lacre. Só falta mesmo é a letra gótica, nome do laureado em latim e tudo enroladinho e metido num canudo à maneira.

O que aqui leio não tem explicação à luz de coisíssima nenhuma. Tavez um study case de um qualquer psiquiatra possa trazer luz a tamanho apagão humano.

Discutir ideias é saudável, a vida é feita de confrontos permanentes, dentro e fora de cada "eu", mas há aspectos em discussão que exigem uma coisa muito simples e que se chama "conhecimento científico" ( não será, obviamente, despiciendo o conhecimento empírico pela força da vida)  que será válido, diria pertinente, nas mais variadas facetas da vida em sociedade.

Acho um topete de alguns comentadores tecerem considerações amiúde, absolutamente à margem do que é escrever correctamente em língua portuguesa, quando produzem textos aberrantes sob todos os aspectos e ainda ousam dar palpites, definições, conselhos, etc, que nem num bairro etnicamente diversificado seriam visíveis.  

Cada macaco no seu galho, mas anda aqui um que parece não acertar com o seu. Azelhice? Azar? Infortúnio? Não. Os símios até são espertos, mas este veste a pele de um burro, zurra e até faz " a quarta".

"Há três espécies de ignorância: nada saber, saber mal o que se sabe e saber coisa diversa da que se deveria saber." (Charles Pinot Duclos)

e

"Necessitamos de um grande conhecimento só para nos apercebermos da enormidade da nossa ignorância." (Thomas Sowell)

e

"Não há nada mais terrível do que uma ignorância activa." (Goethe)

Por que razão tantos pensadores têm máximas sobre a ignorância?!

# clarificador said on Julho 11, 2010 15:46:

Então mas....se as perguntas ficaram ali sózinhas,abandonadas e ao calor(desta época),não haveria eu,uma alma compadecente,de lhes dar a frescura caridosa das respostas?Claro que sim!eheh..`

Mas onde é que terei ido eu buscar,a "4ª pessoa do plural"?AHAHAHAHAHAHAHAH!Eu tenho cada uma....eheh,bom!Desta vez ai do lagar, têm razão nessa minha "1ª resp".Também!Para isto variar um bocadinho.

Não se preocupe,já percebi que é o Mestre das incertezas e dúvidas("wonder why",eheh..),isso no meu MVDIR,é fácil perceber a razão.

Quanto ao meu "finório",não há dúvida que resulta!Vê como "afinou"?AHAHAHAHAHAH

Por último e por agora,pois quero ver se ainda vou dar um mergulho na praia da Cova do Vapor e beber uma "loirinha"fria,vou responder à pergunta tripla:Se...mas "Ne".Assim,não sendo a imagem reflexa o remorso,cai por terra o valor.

Já agora e para que se saiba,o Amor não faz reflexo,por ser Invisivel à vista Humana.....claro....

E é com a frescura desta minha última clarificação,que me despeço por agora,desejando a todos os comentadores,que tenham presente nos vossos íntimos,uma sensação de felicidade revigorante!

Despedida temporária conclúida.

# DisMissed said on Julho 11, 2010 16:05:

Há coisas que não estão ao alcance de toda a gente

a 4ª pessoa, hmmm deve ser assim tipo...

5º elemento

6º sentido

7º selo

coisas de "filmes"...

(perdoem-me a comparação)

# clarificador said on Julho 11, 2010 16:15:

Ummm...anda por aqui um rasto,um sinal,um vestígio de "inereência" profissional,seja lá o que isso queira dizer,perdoem-me a ignorância.

Quem não quer ler os outros comentários,não os leia.Já tive oportunidade de escrever,que as pessoas têm a possibilidade de inserir o seu comentário e irem-se embora.Agora uma pessoa que afirma que as letras FDP, nunca poderiam ser uma sigla mas antes um acrónimo,depois vir acusar os outros de ignorância,é preciso não ter mesmo um rasto,um sinal,um vestígio de consciência.Tem a explicação detalhada no último artigo,ou será que é a pior das ignorantes?Daquelas que não conseguem aprender e reconhecer que estavam enganadas e erradas.Tem uma "colega" por aqui,portanto não se sentirá sózinha.Olhe eu quando erro,reconheço.Ainda há pouco fiz um erro crasso daquilo da "4ª pessoa do plural", telefonaram-me do lagar e eu reconheci logo!Mas...espere ai...claro!Sou um Homem,eheh...esqueça lá isso de reconhecer os seus erros.

Por que será que se sente fascinada pela ignorância,ao ponto de não querer aprender?Ai,ai....a sua caluniazinha repetida e o seu mau feitiozinho com o clarificador,vai tudo de rota batida.

Ah pois é!E já que se escreve sobre símios e burros,anda por aqui uma papagaia armada em catatua,que volta na volta regressa para repetir a única coisa que sabe,expressar-se sobre ignorância.

"Ignorância!És loooouuuura!Ignorância!Curruuuuupaaacccca!Ignorância!Crrrrrroooooooáááááááá´!És ignorante se não lhe deres uma bolachaaa!!CCCCCuuuuuuurrruuuuucucucucu!

Pronto!Tome lá uma bolacha de água e sal e continue a ser só um sinal,um vestígio,uma noção superficial....uma....papagaia....eheheheh.....

Estocadita que considero,com algum potencial irritante no destino,eheh,veremos..

Agora vou dar um mergulho na praia da Cova do Vapor!

Até logo!

# clarificador said on Julho 11, 2010 16:19:

Pronto!Pronto!"Mea culpa","Mea máxima culpa" naquela da "4ª pessoa",eheheh...vocês são terriveis!Quando o clarificador se engana,é claramente uma festa!

Este pessoal....

Até logo companheiros de jornada!

(imagem:o clarificador a fazer adeus com a mão direita,até uma próxima oportunidade).

# Laivos said on Julho 11, 2010 19:49:

Clarificador, DEMONSTRE que eu escrevi isto que você diz:

((("afirma que as letras FDP, nunca poderiam ser uma sigla mas antes um acrónimo" ))))))))))))))))))))))))) Escrevi exactamente o oposto!

JAMAIS eu afirmaria tal coisa. ( Deve ser estrábico!)

DEMONSTRE, sim? Quanto ao termo errado "ineerência" qualquer pessoa normal deduziria ter sido ocasional, pela dupla batida numa tecla.

Você é tão burro, e já nem será a 1ª, nem a 2ª vez, que faz referência a aspectos que outros escreveram, dizendo ser eu a autora.( Eu bem já deixei aqui registado que você lê mas raramente apreende a mensagem: um iliterato!) Ó homem de Deus, ando eu a ensinar esse bê à bá há 29 anos e agora vinha para aqui errar e discutir com um gajo que nem escrever sabe? :)))...

Sou uma pessoa muito bem disposta e aceito normalmente, nem poderia ser de outra forma, o modo como cada um usa um determinado nível de língua, porém, que o sapateiro não suba além da chinela, ok? E depois, você é tão ordinareco que, no momento de usar argumentos válidos, saca do seu rosário imundo, desconhecendo as pessoas. Consigo qualquer tipo de humor emigra.

Tente aprender. Você comete demasiados erros, logo, esconda o dedão porque tem a unhaca demasiado badalhoca! Enfim...continua burro e histérico.

( Este blog tem esta oferta espectacular: o serviço permanente de um bobo. Que animação! )

E porque efectivamente me preocupo com os ignorantes, aqui lhe deixo um link cujo contéudo lhe será muito útil para fazer floreados e tal...assim por aí... nos posts alheios. Este Dicionário tem uma linguagem científica mas haverá coisitas que, se ler com atenção, talvez perceba. ;)

http://susana.migsus.com/drupal/node/44

(Não sei se esta versão será já a de Outubro de 2009. Tenho a versão actualizada mas está num suporte do Moodle do Ministério da Educação)

;)

# AzeitonaAlbina said on Julho 11, 2010 21:23:

São várias as razões que fazem tantos pensadores terem máximas sobre a ignorância.

Uma delas é, obviamente, a sua aversão à doentia previsibilidade associada.

Como seria de esperar, esta coisa larvar, tenebrosamente larvar, uma autêntica "pilinha-mole", nem mentir sabe.

Pateticamente burgesso, está convencido (pelo menos assim se diz...) que tudo gira em seu redor. Se ainda fosse um inexplicável magnetismo a tudo o que contenha estultice...

Assim, telegraficamente (nem quero imaginar a leitura...).

Aqui, o Sr., responde, pergunta e afirma o que bem entender (passo o eufemismo). Nada disso justifica, como precisasse, as suas infantis deturpações.

Aliás a uma alma "compadecente" é normal que, compassíveis, compassivos, compadecedores e compadecidos pouco mais nos reste do que insistir; admitidamente um frugal divertimento.

Se se estabelecer o princípio que ninguém diz (ou lê), realmente, "FêDêPê", apenas escreve, torna "FDP" uma abreviatura e não uma sigla. Ponto final parágrafo.

De qualquer forma, independentemente dos grunhidos do Sr., patetificador, obviamente, porque não tenho forma de aferir tal princípio, há lugar para a troca de argumentos, como, aliás, já havia mencionado.

Assim, para adicionar à confusão, e para que não se possa defender que FDP é um acrónimo e não uma sigla, estipulado que esteja que FDP extravasa o domínio escrito, convirá definir que se diz "ÉfeDêPê" e não "FêDêPê", ou seja, que se respeita a estrutura sonora das letras e que não se subjuga a dita sigla aos caprichos fonéticos típico dos vocábulos...

Lá chegará o dia em que há-de meter a língua na sogra...

# clarificador said on Julho 11, 2010 23:05:

# Laivos said on July 8, 2010 10:07 :

AzeitonaAlbina

""Aproximou-se muito bem da catalogação de "fdp". À luz da semântica lexical, "fdp" é uma abreviatura e que se usará apenas na sua forma escrita, tal como:""

Como é que o oliveiradeazemeis se aproximou do que quer que seja,se ele perguntou se era uma sigla,um acrónimo ou uma abreviatura?Estrábica és tú!!

Fdp,é quase impossivel ser uma abreviatura,como i.e ou etc.E você,nunca escreveu que é uma sigla.

Dupla batida numa tecla?Você tem uma tripla batida, mas é na cabeça!

Burra és tú o badalhoca!Para afirmares que fdp, é uma abreviatura como i.e.Mas que grandessissima estúpida que tú és!Ileterata és tú idiota,burrinha,metida a espertinha,ignorante,mentecapta,lerdinha,caluniadorazita de mer**,vestigio de trampa diarreica,sinal de caquinha rala,...vê?Também consigo chamar-lhe nomes muito pouco simpáticos,ou pensava que era a única?eheh..

Mas quem és tú ó porca de me"""",para me dizeres que eu não sei escrever?Ó gaja!Calúnia tem limite.Tomara tú ó estúpida e burrona.

Quem não sabe escrever é você.Tente aprender você.Você comete muitos erros.E as unhas sujas tens tú,de limpares o cú com os dedos,pois nem papel higiénico tens em casa, ó badalhoca e porca de mer**.Enfim...continua papagaia,com aspirações a catatua.

Este blog,tem a animação extraórdinária,de um laivo de papagaia com aspirações a catatua.Que gira!

Se te preocupas com os ignorantes,então põe o teu link no meio da tua testa,para ficares ainda mais.

Vê lá se reconheces os teus erros vaidosa.FDP,não é uma abreviatura.

Ó azeitona,

Se me está a chamar pilinha mole,para que lhe mostre que não é,tire o cavalinho da chúva e aplique lá a sua técnica, nos seus "arraiais orgulhosos".

FDP está muito mais próximo de SIGLA,do que de uma abreviatura.IRRRAAAA!Outro "aluno da nem laivo de professora"!!!

Grunhidos tens tú e devem ser insuportáveis,para seres um divorciado culpado,ó azeitona retalhada.

Eu meto a lingua na minha sogra.Tú metes a lingua no dedo,depois de o tirares do nariz..

# clarificador said on Julho 11, 2010 23:49:

E para a mentirosa de mer"" da laivos,o clarificador vai PROVAR CLARAMENTE,que esta burra patética,iletrada,analfabeta,metida a esperta,mal formada,orgulhosa pelos maus motivos,papagaia,papo de ar,pavona estúpida,badalhoca com as unhas todas sujas, de limpar a "letra" com os seus próprios dedos,convencida daquilo que não é,calúniadora por natureza,ignorante da pior espécie,hipócrita,dissimulada,mentecapta,imbecil,cretina e vou ficar por aqui,senão nem este espaço chegava,não só NUNCA expressou o contrário de

"""((("afirma que as letras FDP, nunca poderiam ser uma sigla mas antes um acrónimo" ))))))))))))))))))))))))) Escrevi exactamente o oposto!"""

Como nunca escreveu ser FDP mais nada,além da sua opinião ignorante, de se tratar de uma abreviatura e nunca poder ser uma sigla.

Abre-me bem esses olhos é estúpida!Faz isso muitas vezes ao vivo faz!Pode ser que algum ainda te façam, comer o papel onde escreveste o que negas.

# Laivos said on July 8, 2010 10:07 :

AzeitonaAlbina

Aproximou-se muito bem da catalogação de "fdp". À luz da semântica lexical, "fdp" é uma abreviatura e que se usará apenas na sua forma escrita, tal como:

? i. e. vem do latim id est, «isto é».

? e. g., do latim exempli gratia, «por exemplo».

? cf., do latim confer, «confronte, confira, confirme».

? c. f., de custo e frete

? p.f., por favor

? v.s.f.f. , vire se faz favor ( uma página) e outras.

Embora "fdp" não conste da lista da língua padrão, por enquanto, acho eu, podemos recorrer àquilo que se designa por analogia aquando da formação irregular de algumas expressões.

Espero não estar a ensinar o padre nosso ao cura. :)

Desculpe

canibal!

Está cobertinho de razão. :))) claro que não é sigla!

Cumprimentos

ENTÃO ´BADALHOCA???"Claro que não é sigla"!,"claro que não é sigla"!"claro que não é sigla!"

É por essas e por outras,que gajas como tú vão de vez em quando, parar às Urgências do Hospital!

Assume o que escreves estúpida !!!!Badalhoca de mer*da!!!!!Vales nada!És uma ignorante da pior espécie!Tú é que és uma ignorante, ó laivo de kakita rala!Quem não sabe nem escrever,nem aquilo que escreve,és tú imbecilona.

Com gajas como tú,só mesmo ao estalo...continua assim a não assumir os teus erros,pode ser que ainda te saia o "jackpot".

É claro que és uma besta e um canhão da pior espécie!Isso sim....

Ahhhhhhh.....sinto-me tão bem,por lhe ter chamado estes nomes todos,eheh....

Sinto-me CLARAMENTE,melhor...

Operação "fêmea pseudo sabichona arrumadinha no seu lugar",conclúida.

Ahhhhhhhhhhhhh,até respiro melhor.

# DisMissed said on Julho 14, 2010 14:42:

(ROTFLMAO)

Oh yes, I'm the great pretender

Pretending that I'm doing well

My need is such; I pretend too much

I'm lonely but no one can tell.

Oh yes, I'm the great pretender

A drift in a world of my own

I play the game; but to my real shame

You've let me to dream all alone.

Too real is this feeling of make believe

Too real when I feel what my heart can't conceal.

Oh yes I'm the great pretender

Just laughing and gay like a clown

I seem to be what I'm not; you see

I'm wearing my heart like a crown

Pretending that you're still around.

Too real is this feeling of make believe

Too real when I feel what my heart can't conceal

Yes I'm the great pretender

Just laughing and gay like a clown

I seem to be what I'm not you see

I'm wearing my heart like a crown

Pretending that you're still around

e também, por outro lado, mas não menos

Only you can make this world seem right

Only you can make the darkness bright

Only you and you alone

Can thrill me like you do

And fill my heart with love for only you

Only you can make this change in me

For it's true, you are my destiny

When you hold my hand

I understand the magic that you do

You're my dream come true

My one and only you

Only you can make this change in me

For it's true, you are my destiny

When you hold my hand

I understand the magic that you do

You're my dream come true

My one and only you

fortemente dedicado, nem faz falta dizer a quem

http://www.youtube.com/watch?v=PtXnUEW_OXw

# clarificador said on Julho 14, 2010 15:11:

Quando ela se põe assim a disfarçar e a cantar,só me apetece é fazer "loucuras",eheh..

# PedroPenedo said on Julho 14, 2010 15:58:

DisMissed

Quem canta seu mal espanta!

Espero que não seja a sigla (FDP=Sacana) tipo mosca tonta que lhe zumbe nos ouvidos.

For it's true, (he's) your destiny...

Lá-rá-lá-lá

# EstranhoAmor said on Julho 14, 2010 17:05:

Vamus la veir purque isto tudo paresseme muinto çuspeito e purtanto a que avreguiar tudo muinto bem para não aver falças interperetrassões.

depuis de tudo muinto bem analizado xeguei a seguite cuncluzão.

Montar a sogra e ser cavalgado pelo sogro fomenta emprego?...Não!

Cria valor acrescentado?...Não!

Promove o turismo?...Não!

A Restauração?...Não!

A Indústria Agrícola?...Não!

A Farmacêutica?...Não!

O Desenvolvimento Urbanístico?...Não!

O Cinema e o Teatro?...Não!

Os bovinos e caprinos?...Não!

Coelhinhos e patinhos?...Não!

O queijo da serra?...Não!

Olivais e carrapatais?...Não!

Move a roda do moínho?...Não!

E a que amola o machadinho?...Não!

Põe o Ronaldo a jogar?...Não!

Então o que anda este inútil clarificador por aqui a fazer?

# DisMissed said on Julho 14, 2010 17:36:

PedroPenedo

as cobras não são insect killers

são carnívoras bem educadas

non capit muscas

;)

# AzeitonaAlbina said on Julho 14, 2010 21:56:

Com a devida vénia a um dos poucos verdadeiros génios da cultura portuguesa, e depois duma impossível escolha, deixo aqui aquela que considero a que mais se adequa e descreve (são tantas) o iconobosta patetificador:

http://www.youtube.com/watch?v=YdI5E055gD0&feature=related

# Laivos said on Julho 14, 2010 22:23:

Ahahahahahahahaah !!!!!!!!!!!!!!

# clarificador said on Julho 15, 2010 11:39:

Nota clarificativa e introdutória:

O que aqui aconteceu,foi antes do mais protagonizado,por uns "amigos on-line", de um "vestigio",de um "sinal" ou de uma "noção muito elementar",que vendo-a em sérios apuros e para que esta não reconhecesse directamente o seu erro,resolveram saltar à sua frente, num "bailado cantado e coreagrafado",de forma a tentarem "despistar" a situação e para que os sentidos se desviassem.O clarificador clarificou muito bem essa estratégia,percebeu-a e a sua condescendência toma esta "manobra aflita",como um "reconhecimento envergonhado",eheh...

Terminada esta nota,vamos lá então "arrumar a casa",como só o clarificador sabe pôr em ordem.

Em 1º lugar e para aquilo que é estranho:eu monto a minha sogra;quanto a ser cavalgado pelo sogro,não sei onde foi buscar essa ideia,nem quero saber. Cuidado com o "azeite" que anda a consumir e repare se não será demasiado "esbranquiçado",eheh..

Em 2º lugar

Tem toda a razão,as cobras são carnivoras bem educadas.Agora,se tiver uma ratinha mal-educada e petulante,expresse-se, pois a minha "cobra",está desejante de a "pôr na ordem",eheheh...

Em 3º lugar

Cai na asneira, de clicar o link por si sugerido.A principio,até achei de certa forma engraçado.Até que apareceram duas azeit....color....,i.é(abreviatura e não sigla),dois rabilús com um pano de fundo "colorido" e fechei imediatamente a janela.É claro!Só poderia ser um "youtube",sugerido pelo "retalhado";quem sabe a sua própria história,em sátira.De forma que é muito pouco provável,que volte a seguir links seus.Você tem mesmo uma tendência lamentável, para essas aberrações.Pois...não admira que seja um div.c.

Por último..

Ri-te,ri-te...

Quando souberes que é claramente "pó"....."pó"....,"pó"..."pó" "pópó",até "apitas"!!!!!!!!!!!!eheheheheheheheheheh..........

Imagem final e clarificada,a surgir na mente:

O clarificador triunfante,a tirar o pó das mãos e com um sorriso de "esguelha" no meio da sala,a olhar beneméritamente para os seus vestigios de adversários,sentados e completamente derrotados contra a parede.

eheh...

Limpeza clara conclúida(pelo menos por hora...).

# DisMissed said on Julho 15, 2010 14:52:

ÉJá me tinham dito que é complicado largar o pó...parece que por hora, por minuto e até por segundo,

mais fácil é desejar,quão impossível é concretizar, melhor mesmo continuar a analgesiar a superfície cutânea que reveste a região olecraniana.

(Picetoprofeno aerossole)

Que quimera!

# clarificador said on Julho 15, 2010 16:33:

Realmente os casos arquivados,não dão margem para dúvidas. Para a maioria dos seus consumidores,largar o "pó",não será uma tarefa própriamente fácil.Mas aqui o termo complicado,é muito mal escolhido;é triste constatar,que muitas pessoas usam e abusam,desta expressão"complicado".Muitas das vezes,num contexto manifestamente forçado e linguisticamente artificial.Enfim,se fosse "só isso"..

Ò "menina que estás à janela"((diga lá que não lhe tirei bem,a ANALogia,eheheh...)), deixar o "pó",ainda assim será muito mais fácil,do que na Natureza a "cobra longa e fina", deixar a "ratinha quente e disfarçada",quando lhe consegue "aplicar o primeiro e rapidissimo golpe".Depois para a deixar... "dura"e "dura" e "dura"....até a "comer toda",claro,eheh..

Veja lá,agora não pense em algo....algo...."claro",quando estiver a ver o National Geographic,eheheh...

Não desespere!O seu sonho pode tornar-se...CLARO!

Reacção "ambiental e instantânea",conclúida.

# DisMissed said on Julho 15, 2010 18:25:

terapêutica sequencial:

encontre-se muro de chapisco

esfregue-se até fazer sangue

nunca falha

# clarificador said on Julho 15, 2010 19:24:

Pois...eu já suspeitava,que fosse uma Terapêuta "excelente" e "conceituada".

Pode ficar com a receita!Mas veja lá...não se engane e vá segui-la!Não lhe quero mal,eheh..

((uuummmmm.....,esta ligeira "irritaçãozita" captada on-line,até que esteve saborosa......mnham,mnham,..chlép,chlép...ò sógrinhaaaaaaaaaaaaaaaaa,traz ai o tempero para regar a irritaçãozita,eheheh...).

Acção de amortização conclúida,com remetimento baixo e curto,de volta para o meio campo original,o que fez a origem tropeçar e bater virtualmente,com o queixo na terra batida,eheh...

# ramos said on Julho 28, 2010 17:33:

Este seu Post e outros tambêm,são simplesmente horriveis,do ponto de vista da escrita e do conteúdo!

Realmente não há paciência para tanta patetice. É de uma imbecilidade gritante!

                                              Vitor Ramos

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