SOL

A importância do ser honesto

Publicação: 16 Julho 10 10:00

Um homem pode ser alto ou baixo, gordo ou magro, atlético ou barrigudo, careca ou de cabeleira farta, divertido ou sério, desportista ou indolente, forcado ou sofisticado, solteiro, casado, viúvo ou divorciado, pode ter um rancho de filhos ou nenhum, adorar cães ou peixes, pode passar o fim-de-semana na pesca ou a fazer surf, mas há duas coisas que não lhe devem faltar: uma é carácter e a outra é a que todos sabemos, porque é com o carácter dele que contamos e porque é com ele que dormimos.

Ser um bom tipo não é ser um pau mandado, é fazer a coisa certa no momento certo. Um bom tipo é aquele que toma conta de nós e nos sabe mimar com conta, peso e medida. Um tipo com carácter até pode escorregar, mas não cai, ele cobiça discretamente o território alheio, mas não avança, porque ele veste a nossa camisola quando joga na nossa equipa. E vestir a camisola significa estar lá para o que der e vier, ou, como canta a maravilhosa Teresa Salgueiro, ‘haja o que houver’. Se for preciso, ajuda-nos a negociar o aumento no emprego e discute com o chefe da oficina o preço da revisão do nosso carro. Um tipo às direitas é alguém em quem se pode confiar. E a confiança não tem preço.

Ser um bom tipo não é difícil, o que é difícil é ser um bom tipo todos os dias. É certo que quase ninguém consegue, mas vale a pena tentar. Já o padre Américo, fundador da Casa do Gaiato, dizia que não há rapazes maus. É claro que todos sabemos que há um ou outro, mas quero acreditar que há mais bons do que maus. E mais tipos com bom coração do que se pensa. Porém, o coração não é tudo, se este não for sustentado por uma espinha dorsal decente, e é aí que entra o carácter. Porque pior do que um homem com mau carácter, é um homem sem carácter.

Um ‘sem-carácter’ não olha de frente, olha de lado, não diz nem ‘sim’ nem ‘não’, diz muitas vezes ‘talvez’ e ‘se calhar’. É aquele género que gosta de todas e não ama nenhuma, operando em tabuleiros paralelos, armado em campeão de xadrez. Não raro tem dois ou três telemóveis e vários endereços de e-mail. É um artista de circo altamente treinado em acrobacias emocionais, capaz de grandes piruetas e quedas à gato, sempre com os pés no chão, com ou sem rede. Nem sequer é uma espécie, porque como não tem categoria nenhuma, é mais uma subespécie, meio homem, meio verme, já que possui sangue frio e lhe falta espinha dorsal.

E não se iludam os que acreditam que um tipo pode ser íntegro em casa e corrupto no trabalho, ou honesto nos negócios e bandido no lar. Um bandalho é sempre um bom bandalho, seja à mesa de reuniões ou à mesa de jantar. E por fim, no corolário da canalhice, existe ainda o tipo sem carácter que finge que é bestial e se faz sério, de bom amigo, de bom chefe, de bom irmão e de bom marido. E esses, infelizmente, proliferam na sociedade portuguesa. São a versão masculina das mulheres que se fazem de pudicas e depois enganam o marido com o cunhado, o caixa do banco, o professor de ténis e o jovem musculado que faz a manutenção da piscina do condomínio. Mas essas ficam para outra crónica.

Comentários

# PedroPenedo said on Julho 17, 2010 15:51:

A honestidade  é pouco cultivada e como tal o carácter não tem o brilho necessário. É tosco.

# surpreso said on Julho 17, 2010 17:33:

E a honestidade aparece na "Caras"?...

# tokarev said on Julho 17, 2010 19:06:

Mas esse não é o retrato escarrado dos políticos portugueses?

# clarificador said on Julho 17, 2010 19:55:

O CARÁCTER VINCULATIVO desta "DJ",com a "cultura da molhado e do genérico",nunca foi tão explícito e patético como agora.Primeiro porque todo o Homem Casado,tem carácter definido e bom,depois porque  a terminar o seu primeiro parágrafo,concerteza não é todOs o pronome indicado,pois nem toda a gente dorme com um homem.Mas isto vindo da "DJ" Daisy,é """normal""",compreende-se,ela até é a favor do caZamento((Z propositado)) homossexual,por isso com esta "DJ" e por vontade dela,seria "tudo ao molho".

Esta criatura é mesmo esquísita...então não é que se pôe a tentar descrever,o que é "ser um bom tipo"?Começa logo por trocar o nome com o substantivo,pois a forma mais correcta, seria o que é "ser um tipo bom";mas então não faria muito mais sentido,que ela tentasse descrever,o que é ser uma tipa boa?NÃO!Como ela não sabe o que é ser uma tipa boa,então tenta descrever o que é ser um tipo bom!!Se ela não fosse tão ridicula,dava vontade de rir.

Eu não me vou dar ao trabalho de clarificar,o que já clarifiquei inúmeras vezes,a respeito desta autora e que está mais uma vez patente, no seu bem mais do que conhecido estilo do "vira o disco e toca o mesmo:A balada do ódio ao masculino".Apenas irei esclarecer,que não existem "versões masculinas das femininas".É claro que para este ser andrógino e adepta ferverosa da cultura da molhada e tudo ao monte,bem como do estereótipo,é tudo igual.Mas a verdade é que atitudes e posturas femininas, são completamente distintas das masculinas.

O clarificador,clarificou o que "chateia" gajas como esta:é que nem todos os Homens,lhes caem aos pés arrebatados de paixão e dançam consoante a música delas.Esses serão os  de "carácter mau",ou pior ,os "sem carácter".Os outros que elas conseguem fazer "gato-sapato",são de "carácter bom"...eheheh,é tão "transparente" para o clarificador,"Miss Daisy"!tsss...tsss...tsss...

Já agora!Percebo perfeitamente o seu rancor para com as meninas púdicas e que não utilizam o seu palavreado.Afinal elas não divergiram das suas Famílias Católicas e são Cidadãs Casadas neste momento.Deve-lhe dar cá umas "securas",eheheh...

por muito que lhe custe,existem Mulheres Púdicas e Bem Formadas,que são Genuinas na sua forma de ser.Se bem que o Pudor para uma criatura da sua espécie,calculo que seja incompreensivél.

Continue assim que vai muito bem,só espero é que a sua situação económica continue próspera,para conseguir manter muitos "trintões com carácter excelente",eheheh...

Inoculação interrompida.

# AzeitonaAlbina said on Julho 18, 2010 0:29:

Não é a primeira vez (juro) que, ao ler diametrais brejeirices da cara Guida (hoje estou benemérito, hehehe), até porque estou a ouvir Patrick Watson (de quem sou um incondicional fã), apetece-me escrever uma "contra-crónica", com título e tudo (pois)...

E hoje é que é!

Oh Narciso, tens cá disto?

Não sou nem alto nem baixo, nem gordo nem magro, nem atlético nem barrigudo. Não sou careca, não tenho uma cabeleira farta (já tive uma cabeleireira da qual me fartei ao segundo dia... Ou isso, ou foi ela que se fartou ao primeiro dia), não sou especialmente divertido, nem me levo demasiado a sério. Sou divorciado, casado e, em muitos sentidos, tão solteiro quanto viúvo. Não tenho um rancho de filhos, se bem que parece. Não faço nem surf nem pesca, adoro cães, peixes, cágados, galinhas e tudo o mais que se coma.

Ah, e quase me esquecia, tenho as duas coisas que não nos devem faltar:

Carácter e a outra que todas sabem...

Tenho um carácter pelo qual, essencialmente, gosto de acreditar que o pau (que é um desordeiro) é quem manda. Jamais, e orgulhosamente, faço a coisa certa no momento certo. Tomo, à minha conta, sem conta, peso ou medida, os imprescindíveis mimos. Caio mas nunca escorrego. Não avanço, e muito menos recuo, em territórios amigos. Acho a camisola "démodé" com excepção da do Glorioso, que é um colosso que todos cobiçam...

Depois, deixando de parte as insuficiências melódicas do verbo "haver", os chorrilhos negociais e as patentes questões de taberna, é óbvio que, se há coisa que tem um elevado preço, essa coisa é a confiança. Nada há tão dispendioso como a monogamia...

Ora, não é por acaso que os tipos às direitas, que sempre "venderam" aos outros essa coisa das monogamias, são, normalmente, podres de ricos!

Ser um tipo tipo não é fácil. O que é fácil é ser-se tipo todo o dia, uma medíocre tentativa e, isso, uns melhor que outros, toda a gente consegue.

Aliás, não é por acaso que para o Padre Américo não haja gajas boas.

Segundo os últimos exames, tenho um bom coração, não sou marreco, tenho orelhas minimamente simétricas e proporcionais. POr outro lado, tenho, admito, pé chato, um testículo maior que o outro, uma crónica surdez a um determinado estilo de discurso, uma aversão a telemóveis, principalmente os assumidamente "inteligentes".

Nada disso impede ou me protege da idiotice.

Não há gente "sem carácter", como não há gente com um "carácter forte" ou um "carácter fraco". Todos dizemos "talvez" e "se calhar" muito mais vezes do que dizemos sim e muito menos vezes do que dizemos não.

Nada há de verdadeiro na assumpção de que, quem não ama, não é de fiar. Mais depressa, então, dever-se-ia concluir que quem ama não é de fiar.

E, depois, que raio de preconceito levará alguém a concluir que, estrábicos, artistas de circo, praticantes de jogos de tabuleiro, são seres desprezíveis?

Como se não bastasse, independentemente das usuais baboseiras. ficam a saber que, um invertebrado, verme ou não, com sangue frio ou morno, é tão espécie como qualquer alva donzela!

Por isso iludam-se, um bandalho, um corrupto, uma mesa de jantar, que felizmente proliferam na sociedade dos portugueses e das portuguesas, não são corolário de nada, muito menos versões de falsas falsas pudicas*.

São o sublime direito ao pleno usufruto do nosso humano carácter. E esse direito é inadiável...  

*Reconheço que, de todo o fútil exercício, estou especialmente orgulhoso da imagem sugerida pela dupla adjectivação... Prosaicamente, sem espinhas!

# clarificador said on Julho 18, 2010 2:27:

Segundo a "teoria" da Margarida,o Homem que tiver mais de um telemóvel ou e_mail,será um ´sem carácter`.Quase que apostava duas imperiais,em como para esta "artista",quantos mais telemóveis e e_mails uma mulher tiver,melhor ´caracter`terá.

Esta senhora,não fossem outros factores demasiado negativos,para se deverem descurar no patamar adequado,até conseguiria ser cómica.

clarificação conclúida.

# LUCINDA said on Julho 18, 2010 9:03:

Olá Margarida,

                      Foi com imenso prazer que a li hoje! Mas tenho um pequeno mas grande reparo:  "Fazer as coisas no momento certo" ou dizer as coisas no momento certo, é uma questão de sorte, porque o que para mim pode estar certo, para o outro pode estar errado.

Lucinda Reizinho

# Laivos said on Julho 18, 2010 10:52:

Li. Passei um segundo olhar displicente pelo texto. Decidi. Não me apetece discorrer sobre gajos. Deixem-nos andar por aí, de pés nus. Sem catalogações que blindem a surpresa. Fiquemo-nos, pois, pelo celofane.

Mergulhar, só mesmo em águas límpidas.

# ccardozzo said on Julho 18, 2010 11:01:

Olha quem anda sempre com o telemóvel na cara a telefonar são as mulheres, isto quererá dizer segundo a teoria da Margarida que todas as mulheres são uma cambada de maus caracter?.... para completar a coisa os cafajestes esses icons do mau caractismo estão sempre cheios de mulheres e todos os homens bons de caracter que conheço ou são padres ou solteiros resumindo: NÃO TEM GAJA, querida as mulheres não gostam dos insosos sem sal nem tempero, elas gostam da excitação dos perigosos bad boys, se o George Clooney fosse um mau caracter acha que teria menos admiradoras? acha? eu acho que teria mais, o que faz também o sucesso do Mourinho é ser um bandalho, um cara de pau provocador sem caracter, ele provoca os outros para os desestabilizar, ... oh Margarida o que as mulheres dizem e o que as mulheres fazem não tem nada a ver uma coisa com a outra....as mulheres são cinicas & falsas por natureza as mulheres ADOOOOOORAM o lado mau da vida, o lado maligno da vida, toda a mulher é uma bruxa, Zeze Camarinha é um bondoso com caracter por isso teve tantas gajas, é só pode hehehehehe ...que perda de tempo ler estas crónicas...

# Laivos said on Julho 18, 2010 13:03:

Há por aqui um denominador comum a uns quantos comentadores: uma crispação muito peculiar ( para não lhe chamar outra coisa) contra as mulheres. Se se sentem mal com as patéticas generalizações da Guiduxa sobre os homens, o mesmo se conclui do "mui putativo" juízo macho sobre as ditas. Argumentar exactamente com os mesmos argumentos?! "Até quando, ó Catilina, abusarás da nossa paciência?"

E aproveito para lamentar a absurda generalizção lida no comentário anterior "as mulheres são cinicas & falsas por natureza as mulheres ADOOOOOORAM o lado mau da vida, o lado maligno da vida, toda a mulher é uma bruxa", não por mim, mas pela pobre senhora, mãe do autor de tão fantástica máxima.

Lê-se cada coisa! :))

E se há homens tão fantásticos!

# tokarev said on Julho 18, 2010 14:57:

Tem toda a razão, ccardoso. Talvez por isso mesmo as mulheres já nem tragam sempre entre as coxas a proverbial vassoura do ofício.

# clarificador said on Julho 18, 2010 15:37:

As Generalizações,são realmente um risco enorme.

Vou-vos dar exemplos de generalizações,mais ou menos seguras;tento eu com isto,incutir alguma sensibilidade prévia,afim de antes de as decidirem expressar,pensem pelo menos duas vezes.

1º Exemplo de uma Generalização Segura:Todos os Portugueses,sabem falar e escrever correctamente,o Idioma do seu País.

2º Exemplo de uma Generalização Segura : Todo o Cidadão Português tem direito, segundo a Constituição deste País,a Habitação,Trabalho,Serviço de Saúde e Alimentação Condignas,bem como o direito à Educação Escolar,independentemente da sua situação económica e financeira.

3º Exemplo de uma Generalização Segura :Todas as Professoras do Ensino Público e Oficial Português,têm uma forte vocação,motivação,assim como muita paciência para a prática do ensino.

4ºExemplo de uma Generalização Segura : Todas as Mulheres Portuguesas que encenam uma Cerimónia de Casamento e que trajam um vestido de Noiva com a côr Branca,essa particularidade significa precisamente, que vão anatómicamente virgens para o Seu Futuro Marido.

Se puserem em causa,seja pelo mais breve periodo de tempo que for,alguma destas generalizações "seguras" acima mencionadas,então dediquem um pouco mais de tempo na apreciação prévia,da próxima que se sentirem tentados a expressar.

Acção de sensibilização conclúida.

# PedroPenedo said on Julho 18, 2010 15:45:

Nos tempos que atravessamos, muitos homens não conseguem viver mais com as mulheres cansaram.

O casamento gay é-lhes opção atraente.

Vivem felizes como pauliteiros.

Parabéns!

# venhamaiscinco said on Julho 18, 2010 16:45:

"Um bom tipo é aquele que toma conta de nós e..."

Por amor de Deus, com essa idade ainda precisa que tomem conta de si?

Vem para aqui com feminismo da treta e depois diz uma destas.

# clarificador said on Julho 18, 2010 16:52:

A opção para muitos dos Homens de hoje,com a fraquissima qualidade de um número considerável das fêmeas ocidentais e europeias,em que muitos destes Homens também têm a sua quota parte de culpa da sua existência, por lhes apararem todos os golpes e mais alguns,mas depois do leite derramado...;mas como ia escrevendo,a opção é a "vivência descartável",i.e,viver junto com uma mulher,sem compromisso,sentimentos sem compromisso,gostar e fornicar hoje,adeus e faz as malas amanhã.

São umas Pessoas Maravilhosas e Lindas por dentro,algumas "mulheres" dos nossos tempos!((atenção:expressão manifestada sem compromisso))

Opção clara,mas com tendência a tornar-se muita escura no futuro.

# ccardozzo said on Julho 18, 2010 20:40:

Laivos estamos aqui a discutir amor de mãe ou "amor" entre homens & mulheres? é que são duas coisas completamete diferentes, um é incondicional e o outro condicional para começar...mas vamos continuar com um estudo...

Pesquisa revela que garotas preferem os "bad boys" do que os caras "certinhos"

Quando você era adolescente já teve a sensação de que não bastava ser bonzinho o suficiente para fazer sucesso com as garotas, pois elas sempre se interessavam pelos "bad boys"? Pois então, saiba que é verdade. Garotos "maus" fazem mais sucesso com as garotas, segundo estudos divulgados pela revista "New Scientist".

A conclusão de dois estudos indicam que comportamentos como o narcisismo, impulsividade e a insensibilidade chamam a atenção das garotas. Durante os estudos, 200 jovens foram analisados, e os pesquisadores, chefiados por Peter Jonason, identificaram que os "bad boys" eram os que apresentavam maior índice de relacionamentos curtos, as famosas "ficadas". Curiosamente, não foi sempre assim, homens com este tipo de comportamento eram banidos e viviam solitários.

Coincidência? Um outro estudo, feito na universidade Bradley, de Illinois, revelou que dentre os 35 mil entrevistados, os "bad boys" também se destacaram nas relações amorosas. A pesquisa foi tão séria que, os trabalhos foram apresentados em um encontro de comportamento humano, em Kyoto, no Japão.

Segundo o pesquisador Matthew Keller, da Universidade do Colorado, ainda não se sabe determinar a causa desse interesse. Mas, o pesquisador acredita que o sucesso obtido pelos "bad boys" esteja ligado ao fato de que essas personalidades são raras. Se não fosse assim, as mulheres seriam mais cautelosas.

eu não inventei as mulheres, além disso quem tiver um pouco de cultura sabe que em TODAS AS CIVILIZAÇÔES a mulher é mal vista, é incrivel desde Aristoteles, passando pela China, pelos Romanos a mulher é pessimamente mal vista como é possivel que em nenhuma cultura a mulher é bem vista...hoje mesmo na china quem tem meninas aborta-as, oh minha querida Laivos se não fosse pela vagina os homens jamais aturariam as mulheres como as aturam...

# Laivos said on Julho 18, 2010 22:06:

Desculpe, cardozzo, o meu intuito não foi "insultar" a sua mãe em particular, mas criticar as suas generalizações.

Se for esperto concluirá que também a sua, tal como a minha, teve uma relação com o seu pai, logo...Ou será que vemos nos nossos pais seres assexuados?

Acho giro ter de explicar uma coisa tão elementar.

# Laivos said on Julho 18, 2010 22:28:

..voltei.

ccardozzo, devo viver numa outra galáxia porque, pessoalmente, jamais me senti insultada na minha dignidade de mulher por qualquer homem. Estudos serão estudos e como não domino esses, em particular, tenho para mim que, na maioria das sociedades ocidentais, a história das mulheres tem sido sempre escrita ( reescrita e prescrita) por homens e sobretudo com origem nas religiões. Numa sociedade de forte perfil laico, essas questões nem se colocam, ou por outra, há ainda resquícios de subjugações ancestrais, diria quase tribais e da parte de quem? De homens que insistem em usar o falo em vez dos neurónios. Por isso, sem estudos sociológicos, também me bastam ler alguns dogmas enquistados para aferir da importância, ou não, da inteligência de um homem, homem evoluído, realço.

Como deve saber, um homem não terá necessariamente de "aturar" uma mulher por causa de uma vagina, há muitas alternativas e se for culto, saberá que já na Antiguidade resolviam a coisa.

Não, não estou a implicar nada do que possa estar a pensar, apenas refiro que dever ser do camandro "aturar" uma mulher, imagine-se, só por causa dum "buraco". Lamento os masoquistas, tendo eles tantos buracos à disposição, por aí. Não estou a ser provocadora, estou, sim, a ser bastante prática.

# clarificador said on Julho 19, 2010 1:24:

Clarifique-se: a origem do erro em jeito de "pescadinha de rabo na boca",que deu origem à discussão acima descrita,deve-se ao efeito desastroso,das Generalizações Mal Efectuadas.

clarificação conclúida.

# DisMissed said on Julho 19, 2010 14:56:

E, pergunto eu, quem é o "ser honesto"?

Parece que a condição é ser de sexo masculino, ter bom "carácter" e ser apelativo nos lençóis.

Margarida, acho que desta vez pede muito pouco.

É que essas duas características, admitidas como vantajosas, são manifestamente insuficientes.

A confiança tem preço sim, só a saúde e a vida humana não o têm.Mesmo Estée Lauder falhou quando disse que a beleza não tinha preço.

É só uma questão de estar apta/o a pagá-lo.

# clarificador said on Julho 19, 2010 15:36:

Isto algumas mulheres,gostam mesmo das generalizações.Usam-nas a torto e a direito;depois dá asneira da grossa.

Clarifique-se:Existem seres honestos tanto dentro do Género Masculino,como dentro do feminino.A condição é ser-se honesto(claro...daaaaaaaaaa).

Existem algumas confianças que têm preço,outras não.A saúde pode ter preço e pode não ter((dependente da doença,se tem ou não cura)).A vida humana não tem.Algumas belezas têm preço,outras belezas não têm preço.

Por vezes,pode ser apenas uma questão de se estar apto e disposto a pagar o preço daquilo que se quer.Outras vezes,apesar de se ter o dinheiro e a vontade,o produto pode estar esgotado,outras ainda,pode-se ter o dinheiro e a vontade,mas o vendedor não quer vender.

Portanto a questão,não é tão simples assim.

É só uma questão de não estar apta a generalizar a torto e a direito.

# vitoriafeliz said on Julho 20, 2010 1:55:

Olá!

Na verdade, a honestidade é vista por alguns como algo de pontual e que se poderá apregoar ao vento. A honestidade é parte integrante do carácter de um indivíduo.

Não há volta a dar meus amigos, ou se é honesto ou não se é!!!!!

# Linhaindefinida said on Julho 20, 2010 11:39:

Fazer pesquisa deixa de ter sentido, com estas opiniões, escreve o que quiser sem experiência.

O que transforma aqueles que ainda tentam ser bons rapazes, ou afinal isto foi apenas um fait-divers:

"São a versão masculina das mulheres que se fazem de pudicas e depois enganam o marido com o cunhado, o caixa do banco, o professor de ténis e o jovem musculado que faz a manutenção da piscina do condomínio. Mas essas ficam para outra crónica."

Difícil hum!!! ahhhh continuam com bom caracter!!!

Vai ser um desafio para a autora e interessante para mim ler essa "outra crónica"

# DisMissed said on Julho 20, 2010 11:46:

rosca moída, portanto...

e das pechisbeque, claro está

# clarificador said on Julho 20, 2010 14:12:

Se for tão "claro" quanto o seu "desligar de ficha",que a faz ADORAR o Monty Phyton mais todos os Homens bem cheirosos,bem vestidos,bem falantes e que a tratem bem;então claro que será,ESCURA ESTÁ,eheh..

clareza é só com o clarificador.

tentativa de "espertice pela surra" desarmadilhada e clarificada.

# CassaBostas said on Julho 21, 2010 0:06:

Com a vossa licença, uma dedicatória especial ao cromo Clarificador, o lixívia.

[YouTube:hV76KXU1x6g&feature=related]

# clarificador said on Julho 21, 2010 1:51:

Ò CassaBostas,vai dedicar isso ao teu companheiro do "arraial".Eu não visto essa tua camisola "arco-iris",eheh..

Quero que saibas,que nem sequer aproximei o meu cursor da seta,que supostamente daria inicio lá ao que quer que seja.

Pega no pára-quedas e vai caçar no teu ambiente,aqui estás muito longe dele.

O que tem piada,é que é a maior bosta a caçar as outras,eheheh...

contra ataque fácil e claro,só não querendo marcar golo, por motivos demasiado óbvios.

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