A senhora que se segue
Ségolène Royal nem começou mal o seu périplo pelo Médio Oriente. Disse que aí estava para falar com todos e que a paz não se faz só com os amigos. Mas, pressionada à direita, logo ensaiou a asneira: «Não se pode deixar o Irão aceder ao nuclear civil, logo militar. Esta será a minha posição se for eleita». Israel aplaudiu de imediato. Aliás, a senhora ‘esqueceu-se’ de condenar o Muro e não falou com o Hamas. Num ápice, ei-la aos pontapés no Direito Internacional, no Tribunal Penal Internacional e alinhando com a direita sionista no dossiê palestiniano. Ainda acaba a contratar James Bond.
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