SOL
A categoria de uma nação?

Hoje deparamos com uma crise de valores, quer a nível económico, quer a nível cultural…

Os países falam de crise e tudo se justifica por este problema…países endividados, desemprego, crise de valores, …

Não será altura de alterar todos estes panoramas com uma nova mentalidade e renovação de políticas inovadoras para um país aberto à modernidade…

Portugal tem todas as condições para aderir a esta corrente moderna começando principalmente por aplicar a justiça, não deixando adiar qualquer processo judicial e tomar as decisões fundamentais da lei…e apostar na educação com qualidade.

Outro ponto fundamental é apostar num turismo de vanguarda através de estruturas modernas e com bons recursos humanos (formação de pessoas nesta área). A agricultura biológica é uma fonte de riqueza com imensa variedade de produtos que se pode exportar (fruta, legumes, frutos secos,…), pesca, floresta, minerais, talentos do desporto e noutras áreas…também importantes para uma riqueza de um país.

Finalmente e o mais importante e que se tem verificado, a má organização política e tomada de decisões de um pequeno país que anda à deriva há uns imensos anos…

Exemplo a seguir Luxemburgo…

A organização de um país?

Portugal não tem uma boa organização na gestão de melhorar os seus recursos.

Vimos ao longo dos anos que a classe política tem vindo  aumentar as despesas com pessoal militante, criando instituições públicas, assessores, secretários, governos civis, vereadores, presidentes de câmaras e juntas de freguesia, gestores públicos…

Para além dos cargos vem depois as reformas chorudas e as indemnizações quando saem da classe política, o que torna este país insustentável…

Nenhum Governo atacou este problema e é aqui que têm que cortar, o povo português e os trabalhadores estão fartos de serem penalizados pelas medidas de austeridade.

Está na altura de alguém mudar o rumo ao país, se não forem alteradas as políticas o país tocará no fundo e aí será tarde…

Há coragem e pensem no futuro dos jovens
O Portugal que gostaria que fosse?com um novo PEC

Os políticos deveriam reduzir o nº de deputados, ministros, secretários, institutos públicos fundações, governos civis, parcerias públicas com privados, reduzir o nº de presidentes de câmaras,  vereadores, presidentes de juntas…

Colocar a imagem do país a nível internacional como o melhor no turismo. Produzir e fazer reformas na agricultura, floresta e pesca.

Criar ligações fortes com os países africanos e o Brasil e outros países da América Latina. Criar bases de ligação com a Ásia, através de Macau e Timor Leste.

Revolucionar as nossas ligações marítimas com os melhores portos do mundo.

Criar equilíbrios entre o interior e o litoral através de ligações de comboios de alta velocidade, ligações entre as principais cidades dos distritos.

Apostar forte nos carros eléctricos e solares para diminuir a dependência energética.

Apostar em jovens talentos nas ciências, no desporto e outros campos do saber, criando academias.

Acabar com burocracias na formação de empresas e fomentar uma justiça sólida e eficaz...

Acabar com congelamentos de salários, controlar as despesas das empresas (CP, TAP,RTP,…) do Estado e dívidas das famílias. Acabar com dívidas ao exterior e produzir cá dentro o que fosse possível e negociar com outros países trocas de mercadorias e serviços. Gostaria que todos os cidadãos tivessem trabalho e fossem remunerados e motivados para a sua função…e ninguém ficaria em casa a receber  sem que desse algo em troca.

 

Estas são algumas sugestões que  poderiam enriquecer este país que é um jardim à beira-mar…

Ódio e Amor...

Um velho índio estava a falar com o seu neto e contava-lhe:

“ Sinto-me como se tivesse dois lobos lutando no meu coração.

Um é lobo irritado, violento e vingativo.

O outro está cheio de amor e compaixão.”

 

O neto perguntou:

“ Avô, diga-me qual dos dois ganhará a luta no seu coração?”

 

O avô respondeu

“Aquele que eu alimente.

Portugal diabético?

Um terço da população portuguesa sofre de diabetes ou está em risco de vir a sofrer de uma doença cujos gastos com medicamentos ascenderam a 109 milhões de euros em 2008, segundo dados do Observatório Nacional da Diabetes a apresentar esta quarta-feira, escreve a Lusa.

Estima-se que Portugal tenha 900 000 diabéticos, 11,7 por cento da população entre os 20 e os 79 anos, sendo que 400 000 não sabem que têm a doença, disse à agência Lusa o coordenador do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Diabetes, José Manuel Boavida” TVI-30/1//2010

O sedentarismo é já a doença do Sec. XXI, a inadaptação motora e a falta de sociabilidade também caracterizam fortemente as crianças do nosso tempo.

Em Portugal não se aposta na actividade motora nos jardins de infância, espaços livres (playground), nem os adultos têm hábitos de praticar actividade física, segundo  estudos  estamos na cauda da Europa… Os hábitos alimentares (hambúrguer, refrigerantes, bolos, batatas fritas,…) são também os que contribuem para este flagelo…

A ausência de Educação Física no pré Escolar e 1ºCiclo ( existe com algumas limitações) e outras culturas, provocam lacunas na aptidão física e, a longo prazo, na sua qualidade de vida. Não esquecer ainda que grande parte do dia as nossas crianças passam em média 3 horas por dia a ver televisão. A actividade física é, manifestamente, a componente mais variável do dispêndio energético diário…

Será que os portugueses não podem mudar de mentalidades e não esquecer  que os políticos (Estado) têm mais responsabilidade…

Invernar?

O país está a invernar… não existe qualquer floração.

A economia de Portugal está a degradar-se, dia após dia, mais aumento de dívida ao exterior (maior dependência externa), mais desemprego e maior subsídio para a reinserção social.

A agricultura está de rastos, não se aposta numa reforma (alteração de leis, a vinha e o olival é um bom exemplo) profunda, isto é, mais maquinaria, emparcelamento, diversidade de produtos e transformação.

O turismo é um sector que ainda se pode apostar com muito marketing externo…

As empresas familiares podem ser o motor de arranque deste marasmo económico, através da sua qualidade e aposta em mercados internacionais.

Outro ponto a debater é que o país não produz, muita gente está em casa sem fazer nada, o Estado deveria obrigar as pessoas que estão com subsídio para a reinserção social a fazer alguma coisa, como por exemplo: limpar florestas, compor estradas e valetas, ajudar nos hospitais e lares,  tratar de jardins, levar doentes às consultas….não se percebe esta política, estar em casa a receber e não dar nada de troca à sociedade…

As castanhas

                     

 

As Castanhas

Mais vale um castanheiro que um saco com dinheiro”, ditado popular...

A castanha constituiu um importante contributo calórico ao homem pré-histórico e actualmente é um alimento muito procurado pela Europa…

Até os romanos incluíam a castanha nos seus banquetes!

Durante a Idade Média, nos mosteiros e abadias, monges e freiras utilizavam frequentemente as castanhas nas suas receitas. Por esta altura, a castanha, era moída, tendo-se tornado mesmo um dos principais farináceos da Europa.

A castanha que comemos é, de facto, uma semente que surge no interior de um ouriço (o fruto do castanheiro). Mas, embora seja uma semente, como as nozes, tem muito menos gordura e muito mais amido (um hidrato de carbono), o que lhe dá outras possibilidades de uso na alimentação. As castanhas têm mesmo cerca do dobro da percentagem de amido das batatas. São também ricas em vitaminas C e B6 e uma boa fonte de potássio. Consideradas, actualmente, quase como uma “guloseima” de época, as castanhas, em tempo idos, constituíram um nutritivo complemento alimentar, substituindo o pão na ausência deste, quando os rigores e escassez do Inverno se instalavam. Cozidas, assadas ou transformadas em farinha, as castanhas sempre foram um alimento muito popular, cujo aproveitamento remonta à Pré-História.

OBSERVAÇÂO:

A castanha da zona de Sernancelhe é sem dúvida das mais saborosas do país e além disso é um alimento que não leva produtos químicos ....

homenagem aqueles que gostamos muito e que não estão fisicamente entre nós...

Bem Haja, aqueles que sempre foram nossos amigos, familiares próximos e que não estão fisicamente entre nós...,mas, estão nas nossas mentes e coração.

                                                           flor da magnólia

Obrigado.......................................................................................................................

Não é assim que lá vamos?,Mundial, Europeu.

A selecção de Portugal jogou para ganhar contra a Dinamarca, mas mais uma vez  (com muita pena) iremos falhar a qualificação para o Mundial.

Se reflectirmos o porquê deste falhanço, talvez as nossa mentes a longo prazo dêem a formula deste fracasso

Portugal tem as melhores escolas do planeta, só que os clubes da primeira liga  (excepto o Sporting) não apostam nos nossos jovens na altura de passarem de juniores para seniores, pois nesta fase emprestam os jogadores para ligas ou campeonatos inferiores, logo perdem rotatividade e competitividade.

Outro problema, foi a grande aposta em jogadores internacionais, esquecendo que tinham no nosso país melhores talentos. Houve clubes que entregaram de mão beijada a agentes de futebol a contratação de jogadores, pois o principal motivo era o dinheiro que iria ser dividido por vários intervenientes no processo, também clubes ficaram falidos e endividados com este tipo de contratação, não esquecer que os juniores não dão muito benefício a estes agentes.

A selecção de jogadores (escolha dos melhores talentos) deve ter um trabalho a longo prazo e não tipo baldio como tem sido, mudanças sistemáticas, não havendo uma equipa mais estável.

Outro ponto que me mete impressão é a forma como são os jogadores escolhidos, não havendo um trabalho de campo, como os nossos jovens campeões de Riade (treinador Carlos Queirós), que mais tarde trouxe frutos, qualquer treinador fazia bons resultados com estes jogadores.

Uma equipa de selecção deve ser construída como uma casa, tem que ter todas as fases bem estruturadas e não começa pelo telhado como esta selecção foi construída.

Está na altura de começar a fazer um escolha de jovens, que façam uma equipa com características de vencedores e que não tenham interferências de agentes e clubes.Fçam um trabalho a longo prazo e alguém que os oriente, como por exemplo Carlos Queirós.

Actualmente este treinador pegou numa equipa destroçada, sem qualquer ponto de referência…

Um país e não uma região?

Vimos constantemente fazer uma maior publicidade a uma região ou cidade, Algarve e Lisboa. Se notarmos Portugal não tem uma região mas várias e todas elas dão-nos magníficas paisagens, tradições, gastronomias, culturas, …

Ao longo dos anos o interior do país tem vindo a perder terreno, fruto da pouca aposta dos governos nestas zonas.

Os cabeças de lista dos partidos políticos que concorrem à Assembleia da República nem pertencem  em grande parte ao distrito ou círculo a que estão a concorrer, isto só demonstra os interesses próprios dos políticos. Os grandes centros beneficiam assim com os chorudos orçamentos do Estado em obras de grande envergadura…resultado do maior número de deputados que são colocados destas regiões.

Será que não à volta a dar a esta discrepância entre o interior e o litoral?

Os representantes de cada distrito deveriam ser de igual número na Assembleia da República e votados pelos cidadãos sem pertencer a qualquer cor partidária.

Se verificarmos os políticos são quase sempre os mesmos e por vezes não tem qualquer conhecimento dos problemas das regiões e nem tão pouco qualificações profissionais para estar a representar uma região e um país que precisa urgentemente de uma boa organização e distribuição de verbas para o desenvolvimento das várias zonas do país.

 

Haja ética na vida?

Estamos numa altura em que as pessoas perguntam se a crise está acabar…

Verificamos que continua haver pouca confiança económica a nível mundial, os níveis de consumo continuam baixos e de exportação também. O petróleo ronda os 70 dólares e as bolsas tiveram um aumento de procura de 20%, resultado de alguma especulação. Em Portugal, as empresas e alguns cidadãos, continuam a facturar e a receber alguns subsídios prometidos pelo Estado. As empresas que estão a ir à falência são na maioria com capital estrangeiro. Os bancos, esses, continuam de boa saúde, aumentando o Spread e os lucros.

Qual a melhor forma de activar mais a nossa economia?

Apostar nos nossos recursos (turismo, pesca, agricultura, floresta, gastronomia, energias renováveis, mão-de-obra qualificada, novas tecnologias., redes de transportes (comboios de alta velocidade com ligações às maiores cidades portuguesas e regiões, não esquecendo que não precisamos de TGV), água, mar, portos, …e pequenas obras públicas.

Portugal é como dizia Camões…

”Eis aqui, quase cume da cabeça

De Europa toda, o Reino Lusitano,

Onde a terra se acaba e o mar começa…”

Um Europeu?

Estamos perto das eleições mas ainda não ouvi nada sobre o que os políticos iriam defender, fazer, criar…

Parecem umas “baratas tontas” ou quem berra mais alto, acusando-se uns aos outros do que fizeram de mal ou que iriam fazer, agarrando-se à cor partidária e seus comandantes para ver quem tem mais votos no dia 7 de Junho, como tem sido ao longo das últimas décadas

Como simples cidadão, verifico que os candidatos são caras conhecidas, isto devido, aos cartazes gigantes de rua, tempo de antena nos canais da TV nos telejornais  e pela imprensa…

 Alguma coisa melhorou nesta campanha, foi o deixar de colar cartazes nas paredes e o riscar com tintas… frases e palavras,  pouco aconselháveis ou impróprias.

Grande parte dos portugueses e outros europeus estão fartos das promessas e penso que mais uma vez nada se alterará, continuando assim, numa nostalgia e num pessimismo,  de uma Europa envelhecida e pouco prometedora para os jovens e milhões de desempregados que querem trabalhar.  

A crise não se resolve porque?.

Dizem que estamos em plena crise, mas na minha opinião não existe crise….

Verificamos diariamente muito despedimentos, subsídios, rendimentos mínimos, abonos, ajudas,… mas, não se verifica por parte do Estado a urgência de colocar as pessoas que não trabalham a fazer trabalhos comunitários (limpar e reflorestar florestas, ajudar doentes e idosos, limpar valetas, tratar de jardins, cultivar terrenos que estão  ao abandono e outros serviços.

O País (toda a comunidade)  precisa de produzir e não pode estar de braços cruzados, isto é, metade da população ou mais está em casa à espera de algo…

Será que isto não é um grande desperdício de mão de obra?

O país para produzir precisa de organização e produção.

Quanto tempo vamos esperar por este adiamento de políticas?

Será que as eleições só oferecem benesses e não pedem nada de troca?

As maleitas?

Os clubes de futebol têm que começar a fazer a sua formação de jovens para mais tarde apostar neles. A crise atingiu já todos os clubes, mas no entanto, ainda alguns dirigentes continuam a dar passos maiores que as pernas e os clubes acabam por falir ou a ficar a dever os salários aos jogadores.

 Em Portugal a justiça desportiva também não funciona, deixam andar clubes a competir sabendo que devem mais do que ganham. Está na altura de acabar com estes faz de conta e começar a proibir ou deixar de competir na liga todos aqueles que não cumprem.

Existem regras e elas são para cumprir não se deve fazer batota como se tem vindo a verificar ao longo destes anos. É lamentável verificar que a formação de escolas de futebol é paga pelos pais ou familiares, sabendo que existe muitos subsídios  para estes escalões no entanto, existem clubes que desviam o dinheiro para o escalão dos seniores. Não se vê ninguém a fiscalizar coisa nenhuma, é o deixa andar…

Será que podemos continuar com este panorama?

O país sabe que existe todos estes malabarismos e continuamos a aceitar isto?

Quando e como poderemos combater a corrupção?

Será um sonho ver a justiça a funcionar?

É só um pequeno exemplo de como o nosso país deixa andar a injustiça ou incompetência através da lei da “selva” ou salve-se quem puder, sem qualquer exigência…

O país da imagem e do faz de conta?

É com grande mágoa que leio notícias que fazem doer o coração…, por exemplo…, nos Açores matam 10 000 bovinos (15 dias de vida) ano para fazerem cinzas e receberem 60 euros por cada cabeça da U.E., isto só para controlarem o preço da carne e sua produção. Como todos sabemos existe muita miséria e fome e ao verificarmos estes desperdícios devíamos ficar atordoados e envergonhados…

Outro ponto é a enorme dívida que o país tem com o exterior, de ano para ano sobe de uma forma quase descontrolada, consumimos mais do que produzimos e ainda vamos às compras, isto é um descontrolo quase total, mas quem vai pagar as favas são os filhos e netos…

Estamos em tempo de eleições, logo vê-se a subida da propaganda e publicidade dos partidos, isto só, para que grande parte dos políticos consigam os seus fins que todos nós já sabemos…

A especulação da bolsa levou muitos portugueses a jogar forte e agora os papéis quase nada valem, só ganhou quem sabia antecipadamente que isto teria um fim triste…

Quanto ao trabalho verifico que existe por parte do governo pouca preocupação, porque existe muita gente que está com rendimento mínimo e não contribuem para a riqueza do país, recebem os impostos dos que querem trabalhar e estão a trabalhar, em parte alguma do mundo que eu saiba se  receba algo sem produzir…

A imagem e o faz de conta cada vez mais vem ao de cima e quando tudo isto estiver vem visível …, obviamente que estaremos a lamentar e arranjar talvez... quem sabe... inocentes em culpados.

 

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