A sina de Rita
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Tu eras a Rita que eu amava:
a única que conhecia
como as palmas da minha mão.
Sentada junto ao mar
deixavas que eu lê-se
as palmas da tua mão.
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A cigana recusou ler
as palmas da tua mão,
e como ficaste triste
limpei as lágrimas
que escorriam
do teu rosto.
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Rita?!não fiques triste
que eu gosto de ti.
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Poesiadeneno 1140 in "Searas de Solidão"