AS REFORMAS POMBALINAS A grande capacidade para resolver problemas e a eficácia demonstrada após o terramoto pelo Marquês de Pombal, levaram-no a conquistar a confiança total do rei. D. José entrega-lhe o controlo do governo. O Marquês de Pombal inicia então um conjunto de reformas destinadas a desenvolver o País e a afirmar o poder absoluto do rei. Reformas económicas - instalou novas indústrias no país; - criou companhias monopolistas, controladas pelo estado (na área da agricultura, pescas e comércio), impedindo os grandes lucros que os estrangeiros vinham tendo em Portugal; exemplo: Companhia dos Vinhos do Alto Douro. - proibiu a exportação de ouro. Reformas sociais - perseguiu a nobreza e o clero (sobretudo os Jesuítas, que expulsou do País), retirando-lhes bens e cargos, chegando a prender e executar alguns deles, para reforçar o poder do rei; - protegeu os comerciantes e os burgueses, e declarou o comércio como profissão nobre (1770); - proibiu a escravatura no Reino (1771), continuando a existir nas colónias. Reformas no ensino - criou escolas "menores" (equivalentes ao 1º ciclo), por todo o país e reformou a Universidade de Coimbra; - foi dada maior importância à observação e experimentação; - fundou o Real Colégio dos Nobres. Depois da morte de D. José I (1777), sua filha, a rainha D. Maria I, demitiu o Marquês de Pombal de todos os cargos que ocupava no Governo. O Marquês de Pombal  Fontes: http://www.eb23-cmdt-conceicao-silva.rcts.pt/sev/hgp/11.7.htm http://www.infopedia.pt/$terramoto-de-1755-e-reconstrucao-pombalina |