
É
bom de mais. É aquilo que a maioria dos professores desejava. Alguém que estivesse por dentro da Escola Actual. Nuno Crato mostra respeito pelos professores e vai ser capaz de lhes devolver o prazer de ensinar, acabando com a burocracia estúpida, a rivalidade e o clima de desconfiança que hoje minam as escolas.
Deixo a sinopse do livro sobre o
"eduquês", que li, e no qual me revi.
Sinopse
O ‘Eduquês’ em Discurso
Directo disseca com rigor e impiedade os lugares comuns em educação. Mostra o
vazio dos conceitos que têm dominado a pseudo-pedagogia do laxismo e da
irresponsabilidade. Explica a ideologia frouxa que está por detrás da linguagem
mole e palavrosa a que se tem chamado eduquês.
Depois de ler este livro,
ninguém pode continuar a aceitar acriticamente expressões tão comuns como
«aprender a aprender», «ensino centrado no aluno» ou «aprendizagem em contexto».
Percebem-se as ideias nocivas por detrás dessas expressões aparentemente
inócuas.
Minuciosamente documentado com delirantes citações de responsáveis
pela política educativa, apoiado em referências críticas da psicologia e da
pedagogia, este livro não deixa pedra sobre pedra no edifício ideológico do
eduquês.
Nuno Crato é um professor de matemática preocupado com a educação.
Armado de uma vasta cultura científica, de uma experiência de docência em vários
países e de fundamentadas preocupações filosóficas, empreende neste livro a
primeira crítica sistemática da pedagogia romântica e construtivista que em
Portugal ficou conhecida como eduquês.
É a primeira obra no género no nosso
país. Destina-se a professores, pais e todos os que se preocupam com o futuro. O
ensino é um problema demasiado sério para ser confiado exclusivamente aos
teóricos da pedagogia. O ‘Eduquês’ em Discurso Directo de Nuno
Crato
Críticas de imprensa
"Este livro é urgente, é importante, é
fundamental. Enquanto Nuno Crato e outros professores e intelectuais deste
calibre não tomarem as rédeas da educação no nosso país, continuaremos um país
rasca - bom para poucos, mas à custa de muitos."
Desidério Murcho, Público,
Mil Folhas
Fonte: