Não me encontrei.
Chorei sem calma.
Gritei por mim.
A voz perdeu-se.
Quem me vê
Não me vê o que sou.
olá, oliveira.
perder-se, de quando em vez, acontece.
encontrar-se, por pouco que seja, é raro.
conhecer-se, um mínimo que seja, é proeza.
parabéns pelo poema.
bom fim de semana.
antónio gamito
Quantas vezes isso sucede.
A imagem que é transmitida é completamente diversa.
olá, amigo.
obrigado pela sua visita ao meu pequeno quintal.
continue com os seus versos,
porque a sua leitura faz-nos bem.
um abraço.
Subscrevo.
"Quem me vê
Não me vê o que sou"!