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<?xml-stylesheet type="text/xsl" href="http://comunidade.sol.pt/utility/FeedStylesheets/rss.xsl" media="screen"?><rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"><channel><title>Olivença esquecida</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/default.aspx</link><description>&lt;div id="barrita"&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;
			&lt;span style="COLOR:#FFFFEE;"&gt;«Se Olivença é uma causa perdida, não é Olivença que está perdida para Portugal; é muito provavelmente Portugal que se perdeu a si próprio, incapaz de defender os seus interesses e muito especialmente os seus direitos.»&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="COLOR:#FFFFEE;"&gt;
			&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
			&lt;p align="right"&gt;
			Grupo dos Amigos de Olivença&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
			&lt;/div&gt;</description><dc:language /><generator>CommunityServer 2.1 (Debug Build: 60809.935)</generator><item><title>Carta Aberta ao Senhor Primeiro Ministro </title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/2008/01/27/Carta-Aberta-ao-Senhor-Primeiro-Ministro-.aspx</link><pubDate>Sun, 27 Jan 2008 10:26:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:516795</guid><dc:creator>Olivencaesquecida</dc:creator><slash:comments>1</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/comments/516795.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/commentrss.aspx?PostID=516795</wfw:commentRss><description>&lt;table bgcolor="#999966" cellpadding="10"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#333300" size="4"&gt;Carta Aberta ao Senhor Primeiro Ministro &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#333300"&gt;&lt;br /&gt;O Governo Portugu&amp;ecirc;s tem o dever de lutar pela devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o a Portugal de Oliven&amp;ccedil;a e seu termo. Vila que est&amp;aacute; em poder de Espanha desde 1801 , ilegalmente, em viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Direito Internacional, sendo parte integrante do Territ&amp;oacute;rio Nacional Portugu&amp;ecirc;s, desde sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; S&amp;oacute;crates, enquanto PM , Cavaco Silva enquanto PR e Jaime Gama, enquanto Presidente da AR t&amp;ecirc;m o dever , constitucional, de tudo fazer para que Espanha devolva Oliven&amp;ccedil;a e seu termo, terra portuguesa desde sempre e sobretudo desde o Tratado de Alcanizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo Portugu&amp;ecirc;s baixa-se ao Governo Espanhol. O Governo Portugu&amp;ecirc;s n&amp;atilde;o tem a coragem necess&amp;aacute;ria para exigir de Espanha a devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Oliven&amp;ccedil;a, que os espanh&amp;oacute;is se comprometeram a devolver, desde 1817, e at&amp;eacute; antes desde 1812 , nas Cortes de Cadiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; insustent&amp;aacute;vel. A capitula&amp;ccedil;&amp;atilde;o perante Espanha &amp;eacute; vergonhosa para n&amp;oacute;s portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo Portugu&amp;ecirc;s n&amp;atilde;o s&amp;oacute; nada faz para que seja devolvida Oliven&amp;ccedil;a , como age de modo a impedir a visibilidade de qualquer manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o que exija o cumprimento da lei internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aconteceu agora por altura da Cimeira Ib&amp;eacute;rica em Braga. O Governo mandou a PSP e a GNR impedir que o Grupo Amigos de Oliven&amp;ccedil;a mostrasse faixas e cartazes a exigir a devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Oliven&amp;ccedil;a. Inadmiss&amp;iacute;vel!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo de Zapatero n&amp;atilde;o se cansa de exigir do Reino Unido a devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o a Espanha de Gibraltar, perdido para os ingleses em 1714. Por isso decidi enviar ao Primeiro Ministro uma carta aberta que p&amp;uacute;blico de imediato.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;table bgcolor="#c0c0c0" cellpadding="10"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#333300"&gt;Exm&amp;ordm; Senhor Primeiro Ministro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excel&amp;ecirc;ncia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na qualidade de cidad&amp;atilde;o portugu&amp;ecirc;s e com a legitimidade acrescida que me confere o facto de ter servido o meu Pa&amp;iacute;s no Regimento de Cavalaria de Estremoz, com o lema &amp;quot;Drag&amp;otilde;es de Oliven&amp;ccedil;a&amp;quot;, venho manifestar a minha perplexidade pelo comportamento do seu Governo ,na chamada &amp;quot;Quest&amp;atilde;o de Oliven&amp;ccedil;a&amp;quot;.&lt;br /&gt;Acredito que V. Ex&amp;ordf; nem tenha bem a no&amp;ccedil;&amp;atilde;o do que &amp;eacute; ser militar e jurar bandeira, porque nunca cumpriu servi&amp;ccedil;o militar, mas a reserva da Na&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; nos que foram militares.&lt;br /&gt;Espanta-me que o Governo Portugu&amp;ecirc;s n&amp;atilde;o tenha a coragem necess&amp;aacute;ria para exigir de Espanha a devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Oliven&amp;ccedil;a, territ&amp;oacute;rio portugu&amp;ecirc;s na posse , ilegal, do Reino Espanhol, pelo menos desde 1815.&lt;br /&gt;Alarma-me a falta de vontade, de for&amp;ccedil;a pol&amp;iacute;tica, de arrojo, do seu Governo, necess&amp;aacute;rios para enfrentar Espanha e obrig&amp;aacute;-la a devolver a Vila de Oliven&amp;ccedil;a e seu termo, territ&amp;oacute;rios portugueses, anexados a Espanha de forma ilegal, violenta, e que fazem parte integrante do nosso Portugal.&lt;br /&gt;Por isso n&amp;atilde;o posso deixar de censurar, como cidad&amp;atilde;o, como ex-militar, que o seu Governo tenha impedido os manifestantes do Grupo Amigos de Oliven&amp;ccedil;a de mostrar as faixas, os cartazes que portavam, aquando da &amp;uacute;ltima Cimeira Ib&amp;eacute;rica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V. Ex&amp;ordf; mandou a PSP afastar os manifestantes para um raio de 5 km de dist&amp;acirc;ncia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V. Ex&amp;ordf; mandou a GNR afastar os manifestantes para um raio de 5 km do Mosteiro de Tib&amp;atilde;es. Impedindo a visibilidade p&amp;uacute;blico do protesto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que sabe perfeitamente que essa manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fraqueza do seu Governo s&amp;oacute; beneficia Espanha, que se ri do medo do Governo Portugu&amp;ecirc;s, que em boa verdade nem quer ouvir falar de Oliven&amp;ccedil;a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saber&amp;aacute; V. Ex&amp;ordf; que a Hist&amp;oacute;ria s&amp;oacute; honrou os corajosos, os que sabem quais s&amp;atilde;o os grandes des&amp;iacute;gnios nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais de preocupa, que me causa estupefac&amp;ccedil;&amp;atilde;o , &amp;eacute; que V. Ex&amp;ordf; n&amp;atilde;o pode desconhecer que o seu &amp;quot;grande amigo&amp;quot; Zapatero n&amp;atilde;o tem o m&amp;iacute;nimo receio de exigir do Reino Unido a devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do rochedo de Gibraltar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que logo que eleito foi a Londres com Gibraltar na agenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas V. Ex&amp;ordm; n&amp;atilde;o o faz em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a Oliven&amp;ccedil;a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, e digo-o com toda a frontalidade, seria bom que V. Ex&amp;ordf; tivesse 1/10 da coragem de Zapatero, na defesa dos interesses nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas parece que o seu Governo tem medo, receio, temor, reverencial em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, Senhor Primeiro Ministro, eu na qualidade de cidad&amp;atilde;o portugu&amp;ecirc;s exijo-lhe que pressione Espanha para devolver a Portugal Oliven&amp;ccedil;a e seu termo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assinalo-lhe que &amp;eacute; seu dever faz&amp;ecirc;-lo, dever constitucional, e que se o n&amp;atilde;o fizer que eu recorrerei &amp;Agrave;S INST&amp;Acirc;NCIAS INTERNACIONAIS PARA DENUNCIAR A CONDUTA DO GOVERNO PORTUGU&amp;Ecirc;S.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a CE, passando pelos EUA, pela China, pelos PALOPS, tudo farei para denunciar a fraqueza inexplic&amp;aacute;vel do Governo Portugu&amp;ecirc;s face a Espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V. Ex&amp;ordf; &amp;eacute; apenas mais um Primeiro Ministro, que um destes dias nem ser&amp;aacute; lembrado, mas Portugal &amp;eacute; perene viver&amp;aacute; para sempre e est&amp;aacute; acima de todos n&amp;oacute;s.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;font color="#333300"&gt;Apresento a V. Ex&amp;ordf; os meus cumprimentos.&lt;br /&gt;Jos&amp;eacute; Maria de Jesus Martins&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#333300"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=516795" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Quest_26002300_227_3B00_o+de+Oliven_26002300_231_3B00_a/default.aspx">Quest&amp;#227;o de Oliven&amp;#231;a</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Regimento+de+Cavalaria+de+Estremoz/default.aspx">Regimento de Cavalaria de Estremoz</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Drag_26002300_245_3B00_es+de+Oliven_26002300_231_3B00_a/default.aspx">Drag&amp;#245;es de Oliven&amp;#231;a</category></item><item><title>Incr&#237;vel! Inqualific&#225;vel!</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/2008/01/23/Incr_ED00_vel_2100_-Inqualific_E100_vel_2100_.aspx</link><pubDate>Wed, 23 Jan 2008 09:23:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:510927</guid><dc:creator>Olivencaesquecida</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/comments/510927.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/commentrss.aspx?PostID=510927</wfw:commentRss><description>&lt;table cellpadding="10"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Glowworm" size="6"&gt;Incr&amp;iacute;vel!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inqualific&amp;aacute;vel!&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font face="Gloucester MT Extra Condensed" size="4"&gt;No telejornal das 20 horas de hoje, s&amp;aacute;bado, 19 de Janeiro de 2008, o chefe do Governo, Jos&amp;eacute; S&amp;oacute;crates, respondendo &amp;agrave; pergunta de um jornalista sobre se na cimeira luso-espanhola fora discutida a quest&amp;atilde;o de Oliven&amp;ccedil;a, disse: &amp;ldquo;Isso &amp;eacute; folclore&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este homem n&amp;atilde;o revelou sentido de Estado. Nem est&amp;aacute; a defender a dignidade de Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o governo espanhol n&amp;atilde;o perde oportunidades de reivindicar a posse do rochedo de Gibraltar actualmente sob soberania do Reino Unido e o Reino de Marrocos persistentemente reclama da Espanha a devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Ceuta e Mellila, os governantes portugueses demitem-se do dever patri&amp;oacute;tico de exigirem da Espanha o retorno de Oliven&amp;ccedil;a ao seio da p&amp;aacute;tria portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente a atitude de cobardia face &amp;agrave; Espanha tem sido constante. Desde governos mon&amp;aacute;rquicos, passando pelos governantes da primeira rep&amp;uacute;blica, governos de Salazar, at&amp;eacute; aos executivos que se sucederam desde 25 de Abril de 1974, todos se t&amp;ecirc;m curvado, subservientes, perante os governantes espanh&amp;oacute;is. &amp;Eacute; uma vergonha nacional. Uma desonra do Estado de Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teria sido por esta cobardia dos dirigentes pol&amp;iacute;ticos nacionais que o general&amp;iacute;ssimo Francisco Franco nutria um soberano desprezo pelos portugueses e que, mesmo na hora da morte, ousou classificar-nos de gente cobarde?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos actuais governantes comprazem-se em se confessarem amigos dos seus hom&amp;oacute;logos espanh&amp;oacute;is e se assumirem como simpatizantes do Iberismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta &amp;eacute; uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ren&amp;uacute;ncia, de servilismo e desonra que nos deixa envergonhados perante n&amp;oacute;s mesmo e os outros povos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma infelicidade que resulta de estarmos mergulhados na &amp;ldquo;austera, apagada e vil tristeza&amp;rdquo;, citada pelo imortal poeta maior da nossa mui querida L&amp;iacute;ngua.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;font face="Gloucester MT Extra Condensed"&gt;&lt;font size="4"&gt;Brasilino Godinho &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;extra&amp;iacute;do de: &lt;a href="http://quintalusitana.blogspot.com/2008/01/incrvel-inqualificvel-no-telejornal-das_20.html" target="_blank"&gt;A Quinta Lusitana&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=510927" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Incr_26002300_237_3B00_vel/default.aspx">Incr&amp;#237;vel</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Isso+_26002300_233_3B00_+folclore/default.aspx">Isso &amp;#233; folclore</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Inqualific_26002300_225_3B00_vel/default.aspx">Inqualific&amp;#225;vel</category></item><item><title>S&#243;crates e Oliven&#231;a</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/2008/01/19/S_F300_crates-e-Oliven_E700_a.aspx</link><pubDate>Sat, 19 Jan 2008 23:19:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:506519</guid><dc:creator>Olivencaesquecida</dc:creator><slash:comments>2</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/comments/506519.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/commentrss.aspx?PostID=506519</wfw:commentRss><description>&lt;table cellpadding="10"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#800000" size="6"&gt;S&amp;Oacute;CRATES E OLIVEN&amp;Ccedil;A &lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;strong&gt;H&amp;aacute; jornalistas que nos fazem continuar a acreditar que a liberdade de opini&amp;atilde;o teima em resistir.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim sucedeu no final da XXIII Cimeira Ib&amp;eacute;rica de Braga, no dia 19 de Janeiro de 2008. Um jornalista da RTP teve a coragem de perguntar ao Primeiro Ministro Jos&amp;eacute; S&amp;oacute;crates o que pensava da presen&amp;ccedil;a, uma vez mais, de gente a questionar o problema de Oliven&amp;ccedil;a. Visivelmente surpreendido, o estadista portugu&amp;ecirc;s disse que tal presen&amp;ccedil;a se inseria no folclore habitual de tais eventos... esquecendo-se de referir que os &amp;quot;Amigos de Oliven&amp;ccedil;a&amp;quot; foram impedidos de exibir uma faixa (&amp;quot;Oliven&amp;ccedil;a &amp;eacute; Terra Portuguesa&amp;quot;), salvo se a cinco (!!!) quil&amp;oacute;metros de dist&amp;acirc;ncia, sob amea&amp;ccedil;a de pris&amp;atilde;o. O Jornalista insistiu, referindo que talvez fosse tempo de abordar a quest&amp;atilde;o em tais cimeiras. S&amp;oacute;crates repetiu-lhe que tal &amp;quot;situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot; se verificava h&amp;aacute; quinze anos, e que, tal como sempre os v&amp;aacute;rios primeiros-ministros o faziam, considerava tal um folclore. O profissional da Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o reformulou inteligentemente a pergunta, inquirido se, afinal, o problema de Oliven&amp;ccedil;a estivera ou n&amp;atilde;o na agenda. O Primeiro-Ministro disse simplesmente que n&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N&amp;atilde;o chegou, pois, ao extremo de dizer que o problema n&amp;atilde;o existia, o que constituiria algo grave, dada a exist&amp;ecirc;ncia de documentos do Minist&amp;eacute;rio dos Neg&amp;oacute;cios Estrangeiros, com menos de dois meses, em que &amp;eacute; afirmado claramente que Portugal nada far&amp;aacute; que ponha em causa os Direitos de Portugal sobre a Regi&amp;atilde;o de Oliven&amp;ccedil;a. Talvez S&amp;oacute;crates se tenha lembrado que as &amp;aacute;guas do Alqueva s&amp;atilde;o quase exclusivamente portuguesas por causa de Portugal manter esta posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;Compreende-se que, em nome do politicamente correcto, se evitem abrir feridas, de parte a parte, nestas cimeiras, embora seja muito discut&amp;iacute;vel a sua real utilidade partindo destes pressupostos. Compreende-se que se fa&amp;ccedil;am concess&amp;otilde;es... e viu-se a rapidez com que o Governo Portugu&amp;ecirc;s prometeu mudar legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o para que os m&amp;eacute;dicos espanh&amp;oacute;is n&amp;atilde;o vissem os seus carros multados em Portugal. Parece que nestas cimeiras h&amp;aacute; um estado que n&amp;atilde;o deixa passar &amp;quot;nada em claro&amp;quot;(e faz muito bem !)e n&amp;atilde;o adia problemas. Crit&amp;eacute;rios, enfim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;Eacute; muito lament&amp;aacute;vel, todavia, a classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;quot;folclore&amp;quot; para tais manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Por um lado, faz recordar o epis&amp;oacute;dio do barco portugu&amp;ecirc;s enviado a Timor com Ramalho Eanes como passageiro, que foi barrado por navios indon&amp;eacute;sios e classificado como &amp;quot;folcl&amp;oacute;rico&amp;quot; por Jacarta. S&amp;oacute;crates, aqui, n&amp;atilde;o foi feliz. Por outro lado, levanta algumas quest&amp;otilde;es pr&amp;aacute;ticas: considerar&amp;aacute; S&amp;oacute;crates &amp;quot;folcl&amp;oacute;ricas&amp;quot; as habituais contesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es espanholas &amp;agrave; presen&amp;ccedil;a brit&amp;acirc;nica em Gibraltar? Ou insinuar&amp;aacute; que os &amp;quot;manifestantes por Oliven&amp;ccedil;a&amp;quot; dever&amp;atilde;o mostrar-se com trajes folcl&amp;oacute;ricos oliventinos (alentejanos)? Talvez assim as autoridades n&amp;atilde;o os impe&amp;ccedil;am de exibir uma faixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devo a Jos&amp;eacute; S&amp;oacute;crates Carvalho Pinto de Sousa respeito enquanto Primeiro-Ministro do meu Pa&amp;iacute;s. Mas n&amp;atilde;o sou obrigado a concordar com ele. E lamento que, falando em nome do Pa&amp;iacute;s, produza t&amp;atilde;o infelizes adjectiva&amp;ccedil;&amp;otilde;es..&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;font color="#800000"&gt;Estremoz, 19 de Janeiro de 2008&lt;br /&gt;Carlos Eduardo da Cruz Luna&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=506519" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/imprensa/default.aspx">imprensa</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/liberdade/default.aspx">liberdade</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/s_26002300_243_3B00_crates+e+Oliven_26002300_231_3B00_a/default.aspx">s&amp;#243;crates e Oliven&amp;#231;a</category></item><item><title>XXIII Cimeira Luso-Espanhola</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/2008/01/17/XXIII-Cimeira-Luso_2D00_Espanhola.aspx</link><pubDate>Thu, 17 Jan 2008 20:48:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:503134</guid><dc:creator>Olivencaesquecida</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/comments/503134.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/commentrss.aspx?PostID=503134</wfw:commentRss><description>&lt;table cellpadding="10" cellspacing="10" id="AutoNumber1" style="border-collapse:collapse;"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#000080" face="Times" size="4"&gt;&lt;br /&gt;Grupo dos Amigos de Oliven&amp;ccedil;a&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font color="#000080"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#993300" face="Times" size="2"&gt;&lt;a href="http://www.olivenca.org/" target="_blank"&gt;&lt;font color="#008000"&gt;www.olivenca.org&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font color="#008000"&gt; &lt;/font&gt;&lt;font color="#000080"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Times" size="2"&gt;Nota Informativa&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#000080"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#000080" size="4"&gt;XXIII Cimeira Luso-Espanhola&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;p align="justify" class="MsoPlainText"&gt;&lt;font color="#000080"&gt;&lt;font size="2"&gt;Uma Delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Grupo dos Amigos de Oliven&amp;ccedil;a estar&amp;aacute; presente em Braga, no local onde vai ter lugar a XXIII Cimeira Luso-Espanhola (Mosteiro de Tib&amp;atilde;es), em 18-01-2008, lembrando a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o litigiosa do territ&amp;oacute;rio.&lt;br /&gt;Ao encontrarem-se o Presidente do Governo de Espanha e o Primeiro-ministro de Portugal, a Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Grupo dos Amigos de Oliven&amp;ccedil;a dirigiu a cada uma daquelas personalidades uma carta onde assinala, em s&amp;iacute;ntese, o seguinte:&lt;br /&gt;A Quest&amp;atilde;o de Oliven&amp;ccedil;a, inquestionavelmente presente na realidade pol&amp;iacute;tica luso-espanhola, continua por resolver, uma vez que Portugal n&amp;atilde;o reconhece a soberania de Espanha sobre o territ&amp;oacute;rio e considera o mesmo, de jure, portugu&amp;ecirc;s.&lt;br /&gt;O lit&amp;iacute;gio &amp;agrave; volta da soberania de Oliven&amp;ccedil;a, factor, pela sua natureza, de desconfian&amp;ccedil;a e reserva entre os dois Estados, tem sido a causa de muitos dos atritos e dificuldades verificados em &amp;aacute;reas relevantes da pol&amp;iacute;tica bilateral.&lt;br /&gt;Porque uma pol&amp;iacute;tica de boa vizinhan&amp;ccedil;a entre os dois Estados n&amp;atilde;o pode ser constru&amp;iacute;da sobre equ&amp;iacute;vocos e ressentimentos, sendo escusada, inadmiss&amp;iacute;vel e insustent&amp;aacute;vel a tentativa de esconder a exist&amp;ecirc;ncia pol&amp;iacute;tica da Quest&amp;atilde;o de Oliven&amp;ccedil;a e os preju&amp;iacute;zos que traz ao relacionamento peninsular, imp&amp;otilde;e-se que a mesma seja inscrita - com natural frontalidade e sem subterf&amp;uacute;gios - na agenda diplom&amp;aacute;tica luso-espanhola.&lt;br /&gt;As circunst&amp;acirc;ncias actuais, integrando Portugal e Espanha os mesmos espa&amp;ccedil;os pol&amp;iacute;ticos, econ&amp;oacute;micos e militares, com salutar aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o e colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vastas &amp;aacute;reas, s&amp;atilde;o prop&amp;iacute;cias a que ambos os Estados assumam que &amp;eacute; chegado o momento de discutir, de forma adequada, a Quest&amp;atilde;o de Oliven&amp;ccedil;a e de dar cumprimento &amp;agrave; legalidade e ao Direito Internacional.&lt;br /&gt;O Grupo dos Amigos de Oliven&amp;ccedil;a, com a legitimidade que lhe conferem 70 anos de esfor&amp;ccedil;os pela retrocess&amp;atilde;o do territ&amp;oacute;rio, lan&amp;ccedil;a o desafio aos Governantes dos dois Estados para que, no respeito pela Hist&amp;oacute;ria, pela Cultura e pelo Direito, d&amp;ecirc;em in&amp;iacute;cio a conversa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que conduzam &amp;agrave; solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o justa do lit&amp;iacute;gio.&lt;br /&gt;O Grupo dos Amigos de Oliven&amp;ccedil;a apela ao Governo de Portugal para que leve por diante a sustenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos direitos de Portugal e aguarda do Governo de Espanha que reconhe&amp;ccedil;a a ilegitimidade da sua presen&amp;ccedil;a nas terras oliventinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OLIVEN&amp;Ccedil;A &amp;Eacute; TERRA PORTUGUESA!&lt;br /&gt;VIVA OLIVEN&amp;Ccedil;A PORTUGUESA!&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="MsoPlainText"&gt;&lt;font color="#000080"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="MsoPlainText"&gt;&lt;font color="#000080"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;font size="2"&gt;Rua Portas S. Ant&amp;atilde;o, 58 (Casa do Alentejo), 1150-268 Lisboa&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color="#008080" size="2"&gt;&lt;a href="http://www.olivenca.org/" target="_blank"&gt;&lt;font color="#008000"&gt;www.olivenca.org&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color="#008000" size="2"&gt; - &lt;/font&gt;&lt;font color="#008080" size="2"&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;&lt;a href="mailto:olivenca@olivenca.org"&gt;&lt;font color="#008000"&gt;olivenca@olivenca.org&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;br /&gt;Tlm. 96 743 17 69 - Fax. 21 259 05 77&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color="#000080"&gt;&lt;font color="#008080" size="2"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="right" class="MsoPlainText"&gt;&lt;font color="#000080"&gt;Lx., 17-01-08.&lt;br /&gt;SI/Grupo dos Amigos de Oliven&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=503134" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/grupo+dos+amigos+de+oliven_26002300_231_3B00_a/default.aspx">grupo dos amigos de oliven&amp;#231;a</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/xxiii+cimeira+luso-espanhola/default.aspx">xxiii cimeira luso-espanhola</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/oliven_26002300_231_3B00_a+_26002300_233_3B00_+terra+portuguesa/default.aspx">oliven&amp;#231;a &amp;#233; terra portuguesa</category></item><item><title>Poema Oliventino</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/2007/12/15/Poema-Oliventino.aspx</link><pubDate>Sat, 15 Dec 2007 22:33:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:459252</guid><dc:creator>Olivencaesquecida</dc:creator><slash:comments>2</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/comments/459252.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/commentrss.aspx?PostID=459252</wfw:commentRss><description>&lt;table bgcolor="#708beb" cellpadding="10"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#000080" size="7"&gt;ESCUTA&lt;/font&gt;&lt;font size="6"&gt;&lt;font color="#000080"&gt; &lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;img border="0" height="89" src="http://fotos.sapo.pt/migroque/pic/0002c24t" width="675" /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#000080"&gt;&lt;br /&gt;NESTA CASA, VIVE A VENTURA E A ESPERAN&amp;Ccedil;A &lt;br /&gt;DA HIST&amp;Oacute;RIA P&amp;Aacute;TRIA! N&amp;Atilde;O PERTURBES A SUA PAZ! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SE &amp;Eacute;S MEU AMIGO - DEUS TE GUIE! &lt;br /&gt;SE &amp;Eacute;S PORTUGU&amp;Ecirc;S - DEUS TE GUARDE! &lt;br /&gt;SE &amp;Eacute;S ALENTEJANO - DEUS TE SALVE! &lt;br /&gt;MAS SE &amp;Eacute;S DE OLIVEN&amp;Ccedil;A &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENTRA, MEU IRM&amp;Atilde;O - ESTA CASA &amp;Eacute; SEMPRE TUA! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AQUI VIVE-SE JUNTO AO C&amp;Eacute;U &lt;br /&gt;A ALMA ALIMENTA-SE DA IMPONDER&amp;Aacute;VEL F&amp;Eacute;! &lt;br /&gt;O CORA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O SONHA E ADORMECE &lt;br /&gt;OLHANDO O MAR... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;Eacute; A SAUDADE LUS&amp;Iacute;ADA DO PASSADO! &lt;br /&gt;&amp;Eacute; O CULTO DA P&amp;Aacute;TRIA QUE S&amp;Oacute; DEUS MANT&amp;Eacute;M INALTERAVELMENTE! &lt;br /&gt;&amp;Eacute; PORTUGAL, AQUECENDO O PEITO AO FOGO DOS C&amp;Acirc;NTICOS DE CAM&amp;Otilde;ES! &lt;br /&gt;&amp;Eacute; O PENSAMENTO M&amp;Iacute;STICO DA ALMA &lt;br /&gt;&amp;Eacute; A F&amp;Eacute; DO PATRONO... NUN&amp;#39;&amp;Aacute;LVARES! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LAUS DEO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size="2"&gt;CASAL OLIVENTINO &lt;br /&gt;OLIVEN&amp;Ccedil;A - PORTUGAL&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=459252" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>Viva o 1.º de Dezembro!</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/2007/11/27/Viva-o-1_2E00BA00_-de-Dezembro_2100_.aspx</link><pubDate>Tue, 27 Nov 2007 06:11:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:433874</guid><dc:creator>Olivencaesquecida</dc:creator><slash:comments>1</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/comments/433874.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/commentrss.aspx?PostID=433874</wfw:commentRss><description>&lt;table cellpadding="10"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="justify" class="MsoPlainText" style="margin:0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;font face="Consolas" size="3"&gt;No pr&amp;oacute;ximo 1.&amp;ordm; de Dezembro comemoram-se 367 anos da Restaura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Independ&amp;ecirc;ncia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="MsoPlainText" style="margin:0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;font face="Consolas" size="3"&gt;Oliven&amp;ccedil;a foi das primeiras povoa&amp;ccedil;&amp;otilde;es a aclamar D. Jo&amp;atilde;o IV como seu leg&amp;iacute;timo soberano, logo em 5 de Dezembro de 1640, identificando-se com a divisa que lhe fora outorgada pelos Reis de Portugal: &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="MsoPlainText" style="margin:0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;font face="Consolas" size="3"&gt;NOBRE, LEAL E NOT&amp;Aacute;VEL VILA DE OLIVEN&amp;Ccedil;A!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="MsoPlainText" style="margin:0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;font face="Consolas" size="3"&gt;Ocupada militarmente por Espanha em 1801 e mantida sob o seu dom&amp;iacute;nio, Oliven&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o pode hoje viver, com os demais portugueses, a sua Portugalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="MsoPlainText" style="margin:0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;font face="Consolas" size="3"&gt;A usurpa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Oliven&amp;ccedil;a, em viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Direito, da Hist&amp;oacute;ria, da Cultura e da Moral, constitui alerta eloquente para todos os portugueses que querem um Portugal livre e independente.&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="MsoPlainText" style="margin:0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;font face="Consolas" size="3"&gt;Lembrando a ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrangeira do territ&amp;oacute;rio oliventino e apelando &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o c&amp;iacute;vica de todos na exig&amp;ecirc;ncia da sua retrocess&amp;atilde;o, o Grupo dos Amigos de Oliven&amp;ccedil;a participar&amp;aacute; como habitualmente nas comemora&amp;ccedil;&amp;otilde;es nacionais do Dia da Restaura&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="MsoPlainText" style="margin:0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;font face="Consolas" size="3"&gt;Convidam-se todos os associados e apoiantes a integrarem a Comitiva do Grupo dos Amigos de Oliven&amp;ccedil;a que se concentrar&amp;aacute;, no dia 1.&amp;ordm; de Dezembro, &amp;agrave;s 15:30 horas, frente &amp;agrave; sua sede, na Casa do Alentejo, dali saindo para comparecer nas cerim&amp;oacute;nias p&amp;uacute;blicas que ter&amp;atilde;o lugar &amp;agrave;s 16:00 horas, na Pra&amp;ccedil;a dos Restauradores, em Lisboa.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="MsoPlainText" style="margin:0cm 0cm 0pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" class="MsoPlainText" style="margin:0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;font face="Consolas" size="3"&gt;Oliven&amp;ccedil;a &amp;Eacute; Terra Portuguesa!&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=433874" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Oliven_26002300_231_3B00_a/default.aspx">Oliven&amp;#231;a</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Terra+Portuguesa/default.aspx">Terra Portuguesa</category></item><item><title>Oliven&#231;a: A Espanha, tem vergonha!</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/2007/11/04/Oliven_E700_a_3A00_-A-Espanha_2C00_-tem-vergonha_2100_.aspx</link><pubDate>Sun, 04 Nov 2007 12:32:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:403914</guid><dc:creator>Olivencaesquecida</dc:creator><slash:comments>3</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/comments/403914.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/commentrss.aspx?PostID=403914</wfw:commentRss><description>&lt;p&gt;&lt;table cellpadding="10"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="justify"&gt;Tem aparecido nos &amp;uacute;ltimos dias em alguns f&amp;oacute;runs na Internet, um texto escrito por um bibliotec&amp;aacute;rio ao servi&amp;ccedil;o da C&amp;acirc;mara Municipal de Oliven&amp;ccedil;a, (munic&amp;iacute;pio portugu&amp;ecirc;s, presentemente administrado pelo Estado Espanhol). Naquele texto, refere-se a tese do catedr&amp;aacute;tico espanhol Fernadez Liesa, de que &amp;ldquo;quem cala consente&amp;rdquo;, justificando com o sil&amp;ecirc;ncio portugu&amp;ecirc;s a presente situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que a seu ver dever&amp;aacute; ser definitiva.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;Eacute;, dos extractos analisados, uma obra com algum interesse e ideias organizadas. No entanto, e infelizmente, como &amp;eacute; normal nas ideias expressas pelos Espanh&amp;oacute;is, de origem castelhana, trata-se de uma monografia que n&amp;atilde;o esconde uma extrema incapacidade para entender Portugal e os portugueses.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;V&amp;aacute;rias quest&amp;otilde;es, s&amp;atilde;o propositadamente ocultadas e pura e simplesmente &amp;ldquo;esquecidas&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;As invas&amp;otilde;es francesas, n&amp;atilde;o foram apenas francesas, tamb&amp;eacute;m foram espanholas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um dos argumentos, por exemplo, &amp;eacute; o de que Espanha, n&amp;atilde;o invadiu Portugal em 1807, porque nessa altura, eram os franceses que controlavam Espanha, e que portanto, ficar&amp;iacute;a a Espanha isenta de responsabilidades nessa quest&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ora em Dezembro de 1807, s&amp;atilde;o as tropas espanholas que entram em Portugal, juntamente com as tropas francesas que se dirigem a Lisboa. Mas, h&amp;aacute; tropas espanholas que entram em Portugal (sem qualquer comando franc&amp;ecirc;s) para tomar o Porto (e que se v&amp;atilde;o juntar &amp;aacute;s tropas espanholas que entraram por Segura junto com os franceses). S&amp;atilde;o tropas espanholas, as que entram em Portugal, em 1 de Dezembro (data que marca o fim do dom&amp;iacute;nio Habsburgo em Portugal) para ocuparem o Alentejo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Tratado de Fontainebleau.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O tratado de Fontainebleau, firmado entre os Estado Espanhol e o Estado Franc&amp;ecirc;s, tinha como objectivo a ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Portugal e a sua destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ficando partes para os espanh&amp;oacute;is, e outras para um reino a criar, sob a &amp;eacute;gide de Espanha.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Estado Espanhol, tornou, com essa ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o, totalmente in&amp;uacute;til, e totalmente vazio o tratado de Badajoz, &amp;uacute;nico instrumento jur&amp;iacute;dico que pode de alguma forma justificar a presente ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Oliven&amp;ccedil;a pelo Estado Espanhol.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os textos s&amp;atilde;o apresentados e escritos, muito mais com o objectivo pr&amp;eacute;-definido de justificar a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Oliven&amp;ccedil;a, do que com o objectivo de fazer um estudo claro, limpo e imparcial, que permitisse aproveitar a obra, para estudar a quest&amp;atilde;o de Oliven&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sendo o objectivo t&amp;atilde;o claramente pr&amp;eacute;-definido, teria o autor poupado bastante tempo, se tivesse utilizado, como argumento &amp;uacute;nico, aquele que continua a ser o argumento v&amp;aacute;lido. A presen&amp;ccedil;a espanhola na vila de Oliven&amp;ccedil;a, justifica-se apenas porque n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel a Portugal recupera-la pelas armas, da mesma forma que n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel a Espanha recuperar Gibraltar.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O problema de Oliven&amp;ccedil;a, n&amp;atilde;o depende no entanto, nem nunca dependeu, de qualquer quest&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica. Ali&amp;aacute;s, a pr&amp;oacute;pria Espanha, sem ter qualquer fundamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal, exige do Reino Unido, (ao qual entregou o rochedo de Gibraltar) a sua devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O problema, de Oliven&amp;ccedil;a, prende-se acima de tudo com a maneira de ser dos Portugueses, completamente ignorada pelo senhor Fernandes Liesa.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;Eacute; infelizmente t&amp;iacute;pico de certa Espanha &amp;ldquo;castelhana&amp;rdquo;, o olhar para os povos peninsulares, como se fossem todos, uma esp&amp;eacute;cie de &amp;ldquo;castelhanos menores&amp;rdquo; mas basicamente iguais. Este sempre foi um erro. O erro da soberba, t&amp;atilde;o criticada por todos os restantes povos peninsulares aos castelhanos. Fernandes Liesa, esquece (ou melhor ignora, porque n&amp;atilde;o se pode esquecer o que nunca se tentou conhecer) n&amp;atilde;o s&amp;oacute; a hist&amp;oacute;ria de Portugal, como tamb&amp;eacute;m esquece o perfil psicol&amp;oacute;gico dos portugueses. Por natureza os portugueses, quando t&amp;ecirc;m um problema, preferem n&amp;atilde;o falar nele. Falam, muitas vezes com o sil&amp;ecirc;ncio. Isto ocorre quer nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre vizinhos, quer nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre empresas. Os governos portugueses, s&amp;atilde;o de portugueses e s&amp;atilde;o portugueses com h&amp;aacute;bitos e costumes portugueses que regem a pol&amp;iacute;tica externa portuguesa.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;N&amp;atilde;o entender isso, &amp;eacute; demonstrar apenas, que se escreve um livro com mil p&amp;aacute;ginas, apenas para tentar justificar uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o inc&amp;oacute;moda para Espanha, demonstrando ainda que n&amp;atilde;o se teve nenhum cuidado em analisar profundamente a quest&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O senhor Fernandez Liesa, diz que &amp;ldquo;quem cala consente&amp;rdquo;, mas os portugueses habituaram-se a achar que o sil&amp;ecirc;ncio fala mais alto que o grito.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O sil&amp;ecirc;ncio portugu&amp;ecirc;s sobre Oliven&amp;ccedil;a, grita mais alto que todos os livros que quaisquer espanh&amp;oacute;is possam escrever para justificar o injustific&amp;aacute;vel: A muito pouco digna e completamente ilegal ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da vila de Oliven&amp;ccedil;a pelo Estado Espanhol.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao contr&amp;aacute;rio do sil&amp;ecirc;ncio portugu&amp;ecirc;s, a tentativa espanhola de criar a ideia de que tudo est&amp;aacute; terminado, e que nada h&amp;aacute; a fazer, serve apenas para demonstrar o desconforto dos espanhois que, no fundo, sabem n&amp;atilde;o ter raz&amp;atilde;o, e sabem que o tempo, corre contra eles.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=403914" width="1" height="1"&gt;</description></item><item><title>Salvar o portugu&#234;s em Oliven&#231;a</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/2007/11/01/Salvar-o-portugu_EA00_s-em-Oliven_E700_a.aspx</link><pubDate>Thu, 01 Nov 2007 18:51:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:400631</guid><dc:creator>Olivencaesquecida</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/comments/400631.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/commentrss.aspx?PostID=400631</wfw:commentRss><description>&lt;table bgcolor="#996633" cellpadding="10" cellspacing="4"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;h1 align="center"&gt;&lt;font color="#ffffcc"&gt;Salvar o portugu&amp;ecirc;s em Oliven&amp;ccedil;a&lt;/font&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="date"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;font color="#ffffcc" size="4"&gt;Carlos Luna&lt;/font&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#ffffcc"&gt;&lt;br /&gt;Em 1840, trinta e nove anos ap&amp;oacute;s a ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o espanhola (1801), o Portugu&amp;ecirc;s foi proibido em Oliven&amp;ccedil;a, inclusivamente nas Igrejas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, ele foi sobrevivendo, numa deliciosa toada alentejana, que logo as autoridades, vigilantes, classificaram como &amp;quot;chaporreo&amp;quot;, palavra de dif&amp;iacute;cil tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o (talvez &amp;quot;patois&amp;quot;; talvez &amp;quot;deturpa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;), que criou complexos de inferioridade nos utilizadores, levando-os, cada vez mais, a usar a L&amp;iacute;ngua Tradicional apenas a n&amp;iacute;vel caseiro, dentro do aconchego do lar. &lt;br /&gt;Mesmo com esses condicionalismos, depois de duzentos anos de press&amp;atilde;o, ela &amp;eacute; entendido e falado por cerca de, pelo menos 35% da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, segundo c&amp;aacute;lculos da Uni&amp;atilde;o Europeia (Programa Mosaic).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sucede, contudo, neste casos, em qualquer ponto do Globo, o Portugu&amp;ecirc;s foi perdendo prest&amp;iacute;gio. N&amp;atilde;o sendo utilizado nunca em documentos oficiais, na topon&amp;iacute;mia (salvo se traduzido e deturpado), ou em qualquer outra situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que reflectisse a dignidade de um idioma, manteve-se, discretamente, por vezes envergonhadamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ditadura franquista piorou a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nas d&amp;eacute;cadas de 1940, 1950, e 1960, era rar&amp;iacute;ssimo, mesmo imposs&amp;iacute;vel em alguns casos, encontrar professores, pol&amp;iacute;cias, funcion&amp;aacute;rios em geral, que fossem filhos da terra oliventina, na pr&amp;oacute;pria Oliven&amp;ccedil;a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colonizadores inconscientes, pe&amp;otilde;es numa pol&amp;iacute;tica geral de destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das diferen&amp;ccedil;as por toda a Espanha.&lt;br /&gt;Por ironia da Hist&amp;oacute;ria, alguns desses cidad&amp;atilde;os &amp;quot;importados&amp;quot;, com muito menos complexos que os naturais porque n&amp;atilde;o tinham, quaisquer conflitos de identidade, ou os seus filhos, puseram-se a estudar os aspectos &amp;quot;curiosos&amp;quot;, &amp;quot;espec&amp;iacute;ficos&amp;quot;, da cultura oliventina, acabando por produzir trabalhos de valor sobre a cultura da sua Nova terra, que podem chamar para &lt;br /&gt;sempre, e sem contesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, de Terra M&amp;atilde;e, por adop&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por paix&amp;atilde;o, ou j&amp;aacute; por nascimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Democracia abriu algumas novas perspectivas, mas os fantasmas n&amp;atilde;o desapareceram de todo. Alguns cursos de Portugu&amp;ecirc;s foram surgindo, com maior ou menor sucesso. Por vezes ao sabor de quest&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas, como durante a &lt;br /&gt;D&amp;eacute;cada de 1990 . Em 1999/2000, continuando em 2000/2001, a Embaixada de Portugal em Madrid, e o Instituto Cam&amp;otilde;es, passam a apoiar o apoiar o ensino do portugu&amp;ecirc;s no Ensino Prim&amp;aacute;rio em todas as Escolas de Oliven&amp;ccedil;a. Incluindo as Aldeias. Apenas T&amp;aacute;liga, antiga aldeia de Oliven&amp;ccedil;a transformada no S&amp;eacute;culo XIX em munic&amp;iacute;pio independente, est&amp;aacute; ainda de fora deste projecto, para o qual foram destacados, primeiro tr&amp;ecirc;s, depois quatro professores portugueses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;Eacute; urgente acudir a T&amp;aacute;liga, onde s&amp;oacute; 10% da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda tem algo a ver com a L&amp;iacute;ngua de Cam&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;Foi dado um primeiro e importante passo. Mas n&amp;atilde;o se tem revelado suficiente. O Estado Portugu&amp;ecirc;s dever&amp;aacute; tentar influenciar mais a tomada de outras medidas, dada at&amp;eacute; a sua posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre o Direito de Soberania sobre Oliven&amp;ccedil;a: o ensino da Hist&amp;oacute;ria (que n&amp;atilde;o &amp;eacute; feito em parte nenhuma em Oliven&amp;ccedil;a), por exemplo: a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;aacute;tica da L&amp;iacute;ngua, em documentos oficiais, topon&amp;iacute;mia, etc.; a continua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estudo do Portugu&amp;ecirc;s at&amp;eacute; n&amp;iacute;veis de ensino mais avan&amp;ccedil;ados; e tantas coisas mais que se poderiam referir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acima de tudo, &amp;eacute; preciso dar ao Portugu&amp;ecirc;s dignidade... e utilidade. &lt;br /&gt;Revalorizar o Portugu&amp;ecirc;s que sobrevive, o qual, por ser uma variante da fala lusa regional do Alentejo, &amp;eacute; v&amp;iacute;tima de coment&amp;aacute;rios pouco abonat&amp;oacute;rios. &lt;br /&gt;Deve-se &amp;quot;fazer a ponte&amp;quot; entre as velhas gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e os jovens alunos. Ensinando-lhes, por exemplo, a partir de exemplos da velha poesia popular e erudita oliventina, no idioma de Cam&amp;otilde;es, e que &amp;eacute; ainda, gra&amp;ccedil;as a recolhas etnogr&amp;aacute;ficas e a alguns poetas populares vivos, suficientemente conhecida para tal. Porque, sem perceberem que est&amp;atilde;o a dar continuidade &amp;agrave; cultura dos seus av&amp;oacute;s, os jovens oliventinos dificilmente compreender&amp;atilde;o que aprender a l&amp;iacute;ngua lusa &amp;eacute; muito diferente de aprender uma l&amp;iacute;ngua estrangeira (Ingl&amp;ecirc;s, Franc&amp;ecirc;s, Alem&amp;atilde;o). &amp;Eacute; preciso dizer claramente que o Portugu&amp;ecirc;s &amp;eacute; imprescind&amp;iacute;vel para que as novas gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es compreendam o que as gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es anteriores quiseram transmitir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isto, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o actual n&amp;atilde;o &amp;eacute; famosa. H&amp;aacute; estudos recentes que falam em &amp;quot;decl&amp;iacute;nio do Portugu&amp;ecirc;s em Oliven&amp;ccedil;a&amp;quot;, no seu uso coloquial, como um trabalho da Professora Maria de F&amp;aacute;tima Resende Matias, da Universidade de Aveiro. &lt;br /&gt;Como dizia um jovem oliventino (Junho de 2007), a este respeito, &amp;laquo;isto &amp;eacute; uma verdadeira trag&amp;eacute;dia; depois de pouco mais de 200 anos, o portugu&amp;ecirc;s vai desaparecer em Oliven&amp;ccedil;a; a alma dos povos &amp;eacute; a lingua; a lingua &amp;eacute; a mem&amp;oacute;ria, &amp;eacute; tudo; em Oliven&amp;ccedil;a vam ficar s&amp;oacute;mente as pedras, as fachadas, do que foi o seu passado portugu&amp;ecirc;s; Nao h&amp;aacute; nada mais triste que conhecer que o fim vai chegar e ningu&amp;eacute;m fiz[fez] nada para evit&amp;aacute;-lo; ningu&amp;eacute;m compreende que a morte do &amp;uacute;ltimo luso-falante vai ser a morte da alma portuguesa, o fim de gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es falando portugu&amp;ecirc;s nas ruas, nas moradias, no campo oliventino, ao longo de mais de sete seculos?&amp;raquo;. E continua: &amp;laquo;O artigo da senhora F&amp;aacute;tima Matias explica perfeitamente as razoes e o contexto da agonia do portugu&amp;ecirc;s em Oliven&amp;ccedil;a; mas... agora j&amp;aacute; n&amp;atilde;o h&amp;aacute; ditadura; Deveriamos ficar orgulhosos de ter esta riqueza lingu&amp;iacute;stica e procurar a defesa e o ensino do portugu&amp;ecirc;s oliventino; (...) e, um pouco tamb&amp;eacute;m, o Estado portugu&amp;ecirc;s &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m responsavel; com independ&amp;ecirc;ncia de quest&amp;otilde;es de &amp;iacute;ndole soberanista, deveria implicar-se na promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do portugu&amp;ecirc;s em Oliven&amp;ccedil;a e nao s&amp;oacute;mente n&amp;atilde;o reconhecer [a soberania espanhola] e n&amp;atilde;o fazer nada.&amp;raquo;&lt;br /&gt;Pode-se aplaudir o que se faz hoje, mas &amp;eacute; imprescind&amp;iacute;vel algo mais: fa&amp;ccedil;a-se um estudo do Portugu&amp;ecirc;s-Alentejano falado em Oliven&amp;ccedil;a, e ligue-se o mesmo ao Portugu&amp;ecirc;s-Padr&amp;atilde;o ensinado nas Escolas, de modo a fazer a liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e produzir uma normal continuidade que deveria naturalmente ter ocorrido. Assim se corrigir&amp;aacute; a distor&amp;ccedil;&amp;atilde;o introduzida pela press&amp;atilde;o do Castelhano. Este estudo pode ser feito por quem se mostre capaz de o fazer: portugueses, mas tamb&amp;eacute;m alguns especialistas e linguistas extremenhos. A nenhum Estado (Portugal ou Espanha) se poder&amp;aacute; perdoar deixar morrer uma cultura !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aspecto pol&amp;iacute;tico da quest&amp;atilde;o, que existe, pode ser secundarizado ao m&amp;aacute;ximo.O Primeiro passo poder&amp;atilde;o ser umas Jornadas, ou um Congresso, sobre o tema, que reuna a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de especialists e autoridades das mais diferentes origens, unidos pela sua boa vontade...&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=400631" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Oliven_26002300_231_3B00_a/default.aspx">Oliven&amp;#231;a</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/portugu_26002300_234_3B00_s/default.aspx">portugu&amp;#234;s</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Colonizadores+inconscientes/default.aspx">Colonizadores inconscientes</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/toada+alentejana/default.aspx">toada alentejana</category></item><item><title>N&#195;O ME PE&#199;AM</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/2007/11/01/N_C300_O-ME-PE_C700_AM.aspx</link><pubDate>Thu, 01 Nov 2007 13:46:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:400349</guid><dc:creator>Olivencaesquecida</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/comments/400349.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/commentrss.aspx?PostID=400349</wfw:commentRss><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Leio a Hist&amp;oacute;ria duma repress&amp;atilde;o&lt;br /&gt;no nome de cada rua adulterado;&lt;br /&gt;verifico uma consciente inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;num apelido que foi modificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N&amp;atilde;o posso negar uma omiss&amp;atilde;o&lt;br /&gt;em cada livro que foi rasgado;&lt;br /&gt;n&amp;atilde;o pode merecer uma aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;cada facto por m&amp;aacute;-f&amp;eacute; ocultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N&amp;atilde;o me pe&amp;ccedil;am que seja conivente&lt;br /&gt;para calar a voz da mem&amp;oacute;ria&lt;br /&gt;apenas porque tal &amp;eacute; conveniente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;n&amp;atilde;o me digam ser ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o merit&amp;oacute;ria,&lt;br /&gt;emnome dum fugaz tempo presente,&lt;br /&gt;apagar de Oliven&amp;ccedil;a a sua Hist&amp;oacute;ria!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://sol.sapo.pt/emoticons/emotion-50.gif" alt="Broken Heart" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;autor: Carlos Eduardo da Cruz Luna&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=400349" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/ocultado/default.aspx">ocultado</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/repress_26002300_227_3B00_o/default.aspx">repress&amp;#227;o</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/N_26002300_195_3B00_O+ME+PE_26002300_199_3B00_AM/default.aspx">N&amp;#195;O ME PE&amp;#199;AM</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/m_26002300_225_3B00_-f_26002300_233_3B00_/default.aspx">m&amp;#225;-f&amp;#233;</category></item><item><title>Saudade...</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/2006/11/16/Saudade_2E002E002E00_.aspx</link><pubDate>Thu, 16 Nov 2006 13:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:37042</guid><dc:creator>Olivencaesquecida</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/comments/37042.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/commentrss.aspx?PostID=37042</wfw:commentRss><description>&lt;table bgcolor="#000000" cellpadding="10" cellspacing="10" id="AutoNumber1" style="border-collapse:collapse;"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ffffff"&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Times" size="4"&gt;&lt;br /&gt;Grupo dos Amigos de Oliven&amp;ccedil;a&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#993300" face="Times" size="2"&gt;&lt;a href="http://www.olivenca.org/" target="_blank"&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;www.olivenca.org&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt; &lt;/font&gt;&lt;font color="#ffffff"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;&lt;font face="Times" size="2"&gt;Divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o 14-2006&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#ffffff"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;font size="4"&gt;&amp;laquo;SAUDADE - Oliven&amp;ccedil;a &amp;eacute; um cemit&amp;eacute;rio de Portugal&amp;raquo;&lt;br /&gt;de Jos&amp;eacute; Ant&amp;oacute;nio Gonzalez Carrillo&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#ffffff"&gt;&amp;nbsp;Em Oliven&amp;ccedil;a, acaba de ser publicado o novo trabalho gr&amp;aacute;fico do artista oliventino Jos&amp;eacute; Ant&amp;oacute;nio Gonzalez Carrillo, com o t&amp;iacute;tulo &amp;quot;SAUDADE&amp;quot;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se, nas palavras do Autor, de &amp;laquo;um projecto &amp;iacute;ntimo e pessoal que tem como protagonistas a Morte, a Religi&amp;atilde;o e o Passado, sempre sob a directa influ&amp;ecirc;ncia das localidades portuguesas mais pr&amp;oacute;ximas de Oliven&amp;ccedil;a e seu termo&amp;raquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Jos&amp;eacute; Ant&amp;oacute;nio Gonzalez Carrillo, reafirmando o seu fulgor po&amp;eacute;tico e pict&amp;oacute;rico, interroga-nos enquanto d&amp;aacute; express&amp;atilde;o a atmosferas inc&amp;oacute;modas e inconformadas. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;font color="#ffffff"&gt;Conhe&amp;ccedil;a o projecto no youtube: &lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=0eHGTclAlyE" title="http://www.youtube.com/watch?v=0eHGTclAlyE" target="_blank"&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;SAUDADE&lt;/font&gt;&lt;font color="#ffffff"&gt; &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font color="#ffffff"&gt;(ouvindo Madredeus...)&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#ffffff"&gt;&lt;br /&gt;Os interessados em adquirir o livro podem solicit&amp;aacute;-lo ao GAO, pelos contactos habituais. &lt;/font&gt;&lt;font face="Times" size="3"&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#ffffff"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#ffffff"&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;font color="#ffffff"&gt;&lt;font size="2"&gt;Lx., 09-11-2006.&lt;br /&gt;SI/Grupo dos Amigos de Oliven&amp;ccedil;a&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;font color="#ffffff"&gt;Rua Portas S. Ant&amp;atilde;o, 58 (Casa do Alentejo), 1150-268 Lisboa&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;a href="http://www.olivenca.org/" target="_blank"&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;www.olivenca.org&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt; - &lt;/font&gt;&lt;a href="mailto:olivenca@olivenca.org"&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;olivenca@olivenca.org&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;font color="#ffffff"&gt;&lt;br /&gt;Tlm. 96 743 17 69 - Fax. 21 259 05 77&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=37042" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Oliven_26002300_231_3B00_a/default.aspx">Oliven&amp;#231;a</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Espa_26002300_241_3B00_a/default.aspx">Espa&amp;#241;a</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Olivenza/default.aspx">Olivenza</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Portugal/default.aspx">Portugal</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Muerte/default.aspx">Muerte</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Morte/default.aspx">Morte</category></item><item><title>Portugueses Oliventinos, abandonados á sua sorte...</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/2006/10/22/Portugueses-Oliventinos_2C00_-abandonados-_E100_-sua-sorte_2E002E002E00_.aspx</link><pubDate>Sun, 22 Oct 2006 11:10:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:16865</guid><dc:creator>Olivencaesquecida</dc:creator><slash:comments>1</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/comments/16865.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/commentrss.aspx?PostID=16865</wfw:commentRss><description>&lt;table cellpadding="10" cellspacing="10" id="AutoNumber1" style="border-collapse:collapse;"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;font size="4"&gt;Com Timor foi assim, e Oliven&amp;ccedil;a como foi?&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;table cellpadding="10" cellspacing="10" id="AutoNumber2" style="border-collapse:collapse;"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra o massacre em Timor Leste&lt;/strong&gt;&lt;font size="5"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;Aristides Tavares dos Santos&lt;br /&gt;Fri, 10 Sep 1999 06:26:31 -0700&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assine e divulgue a peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra o massacre em Timor Leste ao maior n&amp;uacute;mero de pessoas atrav&amp;eacute;s do link abaixo.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;PETI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Timor est&amp;aacute; hoje a bra&amp;ccedil;os com uma onda de morte e destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;Se os l&amp;iacute;deres mundiais n&amp;atilde;o exercerem a m&amp;aacute;xima press&amp;atilde;o sobre o governo indon&amp;eacute;sio, os resultados do referendo da passada segunda-feira ser&amp;atilde;o seguidos do massacre crescente e da destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de milhares de cidad&amp;atilde;os que corajosamente fizeram tudo para exercer o seu direito de voto, exprimindo inequivocamente o seu desejo de independ&amp;ecirc;ncia. &lt;br /&gt;Lamentavelmente, o Governo indon&amp;eacute;sio n&amp;atilde;o est&amp;aacute; a cumprir os acordos de Nova York e permitiu a explos&amp;atilde;o de viol&amp;ecirc;ncia. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;Uma for&amp;ccedil;a internacional &amp;eacute; essencial para evitar o total assassinato dos timorenses pelas mil&amp;iacute;cias anti-independentistas. &lt;br /&gt;Assim, &lt;br /&gt;Venho apelar a que&amp;nbsp; use todos os meios &amp;agrave; sua disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp; para&amp;nbsp; p&amp;ocirc;r fim &amp;agrave; matan&amp;ccedil;a em curso e impedir a deporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e massacre do povo de Timor-Leste. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;hr /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Durante o tempo que Timor esteve dominada pela Indon&amp;eacute;sia foram muit&amp;iacute;ssimos os mortos numa cruel tentativa de exterm&amp;iacute;nio.&lt;br /&gt;Aquando do massacre ap&amp;oacute;s as elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es os portugueses se se uniram de norte a sul em apoio ao povo irm&amp;atilde;o martirizado.&lt;/p&gt;&lt;hr /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Pare um pouco... e pense, Portugal nasceu corajosamente da liberta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do condado Portucalense pelos esfor&amp;ccedil;os de D. Afonso Henriques, por nossa culpa os castelhanos n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os donos absolutos de toda a pen&amp;iacute;nsula Ib&amp;eacute;rica, sanguin&amp;aacute;rios como eles foram nos pa&amp;iacute;ses que colonizaram j&amp;aacute; pensou o quanto eles ter&amp;atilde;o feito com nossos irm&amp;atilde;os alentejanos do concelho de Oliven&amp;ccedil;a. Quantas viola&amp;ccedil;&amp;otilde;es quantas mortes numa tentativa de exterminar os portugueses que n&amp;atilde;o conseguiram fugir para Portugal independente.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como podemos n&amp;oacute;s hoje ter uma boa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou ser AMIGOS dum pa&amp;iacute;s que tem injustamente parte de nosso territ&amp;oacute;rio nacional?&lt;br /&gt;Os homens mortos as mulheres violadas, gritam do &amp;aacute;lem-tumulo por JUSTI&amp;Ccedil;A. Hoje em pleno s&amp;eacute;culo XXI os habitantes desse nosso territ&amp;oacute;rio roubado por Castela certamente &amp;eacute; maioritariamente habitado por descendentes de espanh&amp;oacute;is, mas isso n&amp;atilde;o muda em nada o nosso direito a tais terras e se temos algum amor &amp;agrave; p&amp;aacute;tria e se somos HOMENS&amp;nbsp; de verdade n&amp;atilde;o podemos deixar o tempo calar esses crimes praticados.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;IMAGINE SE TIMOR CONTINUASSE DEBAIXO DO DOM&amp;Iacute;NIO DE JACARTA, SER&amp;Aacute; QUE DAQUI A 200 ANOS MUITOS DOS CRIMES PRATICADOS N&amp;Atilde;O ESTARIAM J&amp;Aacute; MEIO-ESQUECIDOS???&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Certamente com o povo de Oliven&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o foi diferente, &amp;eacute; bom n&amp;atilde;o esquecer que nesse tempo a imprensa n&amp;atilde;o tinha o poder de divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o que tem hoje, nesse tempo muitas coisas n&amp;atilde;o se chegavam a saber e quanto a v&amp;ecirc;-las s&amp;oacute; quem tivesse no local, hoje podemos ver o que se passa em qualquer parte do mundo pouco tempo ap&amp;oacute;s ter acontecido, Meditem sobre isto e lembrem-se que nossa maior riqueza &amp;eacute; nossa dignidade, se&amp;nbsp; a perdemos nada somos.&lt;/p&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Oliven&amp;ccedil;a esquecida&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=16865" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Oliven_26002300_231_3B00_a/default.aspx">Oliven&amp;#231;a</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Alentejo/default.aspx">Alentejo</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Espa_26002300_241_3B00_a/default.aspx">Espa&amp;#241;a</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Olivenza/default.aspx">Olivenza</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Portugal/default.aspx">Portugal</category></item><item><title>Para n&#227;o esquecer...</title><link>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/2006/10/22/Para-n_E300_o-esquecer_2E002E002E00_.aspx</link><pubDate>Sun, 22 Oct 2006 11:04:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="false">a9b931f1-92f6-472b-bd17-d661f2473e9f:16862</guid><dc:creator>Olivencaesquecida</dc:creator><slash:comments>0</slash:comments><comments>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/comments/16862.aspx</comments><wfw:commentRss>http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/commentrss.aspx?PostID=16862</wfw:commentRss><description>&lt;table bgcolor="#e7f5ff" cellpadding="12" cellspacing="12" id="AutoNumber1" style="border-collapse:collapse;"&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;font color="#008000" face="Artistik" size="6"&gt;&amp;nbsp;&lt;/font&gt;&lt;font color="#008000" face="Artistik" size="7"&gt;Invas&amp;atilde;o de Oliven&amp;ccedil;a&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td align="left"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img border="0" height="608" src="http://arquivopessoal.com.sapo.pt/por_olivenca/portugal.gif" width="338" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font color="#008000" face="Arial"&gt;Foi a 20 de Maio de 1801, relembraremos sempre a ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o espanhola do Territ&amp;oacute;rio de Oliven&amp;ccedil;a . &lt;br /&gt;O estado portugu&amp;ecirc;s continua a n&amp;atilde;o reconhecer a soberania espanhola sobre aquele peda&amp;ccedil;o de terra alentejana. Por esse facto ainda n&amp;atilde;o foi demarcada a fronteira entre os dois pa&amp;iacute;ses ib&amp;eacute;ricos na regi&amp;atilde;o de Oliven&amp;ccedil;a. Permanecem, assim, por colocar cem marcos fronteiri&amp;ccedil;os, desde o n&amp;ordm; 801 at&amp;eacute; ao n&amp;ordm; 900. A Espanha persiste em n&amp;atilde;o cumprir os acordos de retrocess&amp;atilde;o celebrados internacionalmente. Portugal, na sua apatia cr&amp;oacute;nica e no seu complexo de humilha&amp;ccedil;&amp;atilde;o face ao estrangeiro, mant&amp;eacute;m a decis&amp;atilde;o de n&amp;atilde;o reconhecer a fronteira, mas nada fazendo de concreto para reaver uma parte inalien&amp;aacute;vel do espa&amp;ccedil;o nacional. Se aos pol&amp;iacute;ticos parece prefer&amp;iacute;vel optar pelo mais f&amp;aacute;cil e adiar interminavelmente a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do lit&amp;iacute;gio, aos verdadeiros portugueses que sentem o pa&amp;iacute;s como sua pr&amp;oacute;pria carne esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o afigura-se vergonhosa e verdadeiramente intoler&amp;aacute;vel, fazendo das gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es presentes indignos sucessores de um povo que se fez a si pr&amp;oacute;prio pela conquista e pela afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do seu car&amp;aacute;cter e da sua tenacidade. Como j&amp;aacute; escrevi em outra parte, &amp;laquo;se Oliven&amp;ccedil;a &amp;eacute; uma causa perdida, n&amp;atilde;o &amp;eacute; Oliven&amp;ccedil;a que est&amp;aacute; perdida para Portugal, &amp;eacute; muito provavelmente Portugal que se perdeu a si pr&amp;oacute;prio, incapaz de defender os seus interesses e muito especialmente os seus direitos&amp;raquo;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pequenez mental dos portugueses de hoje, rendidos &amp;agrave;s dificuldades do presente e alucinados por ideias estranhas &amp;agrave; sua hist&amp;oacute;ria e &amp;agrave; sua verdadeira identidade, gerou um sentimento de inexor&amp;aacute;vel ru&amp;iacute;na e de insuper&amp;aacute;vel abatimento, causando um complexo de inferioridade e de vergonha geral que impede quase todos, incluindo os presumidos intelectuais e dirigentes nacionais, de reclamarem por Oliven&amp;ccedil;a, tido, pelo vulgo, como territ&amp;oacute;rio insignificante; mas que, apesar de tudo, &amp;eacute; maior em superf&amp;iacute;cie que 21 estados independentes do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custa a crer que nos anos 40, 50 e 60 a generalidade dos grandes vultos das artes, das letras, da pol&amp;iacute;tica e das for&amp;ccedil;as armadas bradassem a cheios pulm&amp;otilde;es o desejo portugu&amp;ecirc;s de reaver Oliven&amp;ccedil;a, mesmo quando Portugal se assumia como um dos maiores estados territoriais do mundo. E agora, que o nosso pa&amp;iacute;s voltou &amp;agrave; sua diminuta dimens&amp;atilde;o geogr&amp;aacute;fica da Primeira Dinastia, vemos, estranhamente, t&amp;atilde;o abandonado o apoio dado &amp;agrave; causa da retrocess&amp;atilde;o portuguesa por parte das principais figuras da nossa rep&amp;uacute;blica. Algo se passa de monstruosamente grave no &amp;acirc;nimo e no esp&amp;iacute;rito da gente lusitana, quando tomamos por amigos os inimigos de sempre; quando julgamos ter diante de n&amp;oacute;s fi&amp;eacute;is aliados, mas que continuadamente nos ultrajam e nos espezinham; quando h&amp;aacute; quem em Portugal tudo fa&amp;ccedil;a pela nossa submiss&amp;atilde;o incondicional ao governo de Espanha, enquanto, paradoxalmente, Galegos, Bascos e Catal&amp;atilde;es lutam para se libertar do poder de Madrid. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como escreveu Paul Val&amp;eacute;ry, &amp;laquo;a hist&amp;oacute;ria &amp;eacute; o produto mais perigoso que a qu&amp;iacute;mica do intelecto tem elaborado&amp;raquo;; perigosa quando se pretendem manipular os factos do passado, mas de efeitos igualmente devastadores quando se procura iludir o tempo e se desejam ocultar os tra&amp;ccedil;os indesej&amp;aacute;veis da vida transcorrida dos povos. O problema fronteiri&amp;ccedil;o de Oliven&amp;ccedil;a &amp;eacute; uma das muitas hist&amp;oacute;rias que alguns sempre pretenderam apagar, um assunto inc&amp;oacute;modo que muitos se esfor&amp;ccedil;am por escamotear. N&amp;atilde;o foi esta a atitude de figuras como Hern&amp;acirc;ni Cidade, Alfredo Pimenta, Virg&amp;iacute;nia Rau e Jaime Cortes&amp;atilde;o, historiadores muito empenhados na quest&amp;atilde;o oliventina. Infelizmente a maioria dos historiadores de hoje n&amp;atilde;o sabem ou n&amp;atilde;o querem ouvir falar de Oliven&amp;ccedil;a. A cumplicidade que revelam num esfor&amp;ccedil;o de ocultar este problema fronteiri&amp;ccedil;o leva-os a ignorarem Oliven&amp;ccedil;a, mesmo para o per&amp;iacute;odo anterior a 1801, data em que o pa&amp;iacute;s foi despojado de uma parte inalien&amp;aacute;vel do seu territ&amp;oacute;rio. &amp;Eacute; confrangedor observar como nenhum manual escolar da disciplina de hist&amp;oacute;ria se refere a Oliven&amp;ccedil;a. E &amp;eacute; grav&amp;iacute;ssimo que a cartografia hist&amp;oacute;rica que se produz em Portugal coloque o Territ&amp;oacute;rio de Oliven&amp;ccedil;a nas fronteiras espanholas, mesmo entre 1297 e 1801, enquanto os mapas similares estrangeiros representam Oliven&amp;ccedil;a como territ&amp;oacute;rio nacional. Neste panorama de cicl&amp;oacute;pica ignor&amp;acirc;ncia talvez at&amp;eacute; n&amp;atilde;o se estranhe que em obras de prestigiad&amp;iacute;ssimos historiadores n&amp;atilde;o se represente Oliven&amp;ccedil;a, ou n&amp;atilde;o se saiba desenhar todo o amplo territ&amp;oacute;rio portugu&amp;ecirc;s que se interna em Espanha at&amp;eacute; Higuera de Vargas, incluindo, al&amp;eacute;m da cidade propriamente dita, as povoa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de S. Francisco, S. Rafael, S. Domingos de Gusm&amp;atilde;o, Vila Real, T&amp;aacute;liga e S. Bento da Contenda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sil&amp;ecirc;ncio do Minist&amp;eacute;rio dos Neg&amp;oacute;cios Estrangeiros, relativamente a este lit&amp;iacute;gio, faz crer &amp;agrave; generalidade dos portugueses que o Problema de Oliven&amp;ccedil;a se submergiu nas brumas do passado, permanecendo irremediavelmente esquecido no sepulcro dos assuntos mal resolvidos da hist&amp;oacute;ria. No entanto, o diferendo persiste e a nossa diplomacia continua a reafirmar, diante da Espanha, os direitos portugueses sobre Oliven&amp;ccedil;a, ainda que de uma forma demasiado dissimulada e sem incomodar drasticamente a irredut&amp;iacute;vel posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ilegalidade do pa&amp;iacute;s ocupante. Ainda o ano passado o estado portugu&amp;ecirc;s afirmou, perante a Espanha, que continua a considerar seu o termo oliventino, mas apenas o fez para n&amp;atilde;o comprometer os nossos direitos face ao monumental lapso da Secretaria de Estado do Planeamento Regional, aquando da realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projecto de reconstru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Ponte da Ajuda. Recorde-se que em 1990 o nosso Primeiro-Ministro assinou um conv&amp;eacute;nio com a Espanha para reconstruir aquela ponte ligando Elvas a Oliven&amp;ccedil;a, como obra transfronteiri&amp;ccedil;a, o que obrigou o Minist&amp;eacute;rio dos Neg&amp;oacute;cios Estrangeiros a suspender em 1994 o referido conv&amp;eacute;nio para n&amp;atilde;o p&amp;ocirc;r em causa os direitos de soberania que Portugal reclama sobre aquela superf&amp;iacute;cie. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, apesar do Embaixador Pinto Soares, ent&amp;atilde;o &amp;agrave; frente da Comiss&amp;atilde;o Internacional de Limites Luso-Espanhola, ter repetido, perante as autoridades dos pa&amp;iacute;s vizinho, que do ponto de vista jur&amp;iacute;dico Oliven&amp;ccedil;a nos pertence, n&amp;atilde;o se viu da parte do nosso governo uma atitude de firmeza na reivindica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da retrocess&amp;atilde;o daquele territ&amp;oacute;rio alentejano. Assim, 204 anos passados sobre a ign&amp;oacute;bil invas&amp;atilde;o que nos esbulhou de um peda&amp;ccedil;o do nosso territ&amp;oacute;rio, as reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos nossos direitos continuam a ser levadas a efeito quase exclusivamente por cidad&amp;atilde;os a t&amp;iacute;tulo individual. A nossa diplomacia, ainda que n&amp;atilde;o abdique dos direitos que nos assistem, continua a n&amp;atilde;o apoiar os portugueses que aspiram &amp;agrave; liberta&amp;ccedil;&amp;atilde;o daquela parcela do sul de Portugal. Prova-o &amp;agrave; saciedade a recusa do Minist&amp;eacute;rio dos Neg&amp;oacute;cios Estrangeiros em participar num debate sobre o assunto que a Faculdade de Direito de Lisboa organizou no dia 4 de Maio de 2000, uma das primeiras grandes iniciativas p&amp;uacute;blicas relativamente ao problema de Oliven&amp;ccedil;a. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois s&amp;eacute;culos decorridos sobre o fim da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o portuguesa em Oliven&amp;ccedil;a, ainda persistem in&amp;uacute;meros vest&amp;iacute;gios da portugalidade das suas gentes. Apesar da estrat&amp;eacute;gia deliberada das autoridades espanholas para irradicar os tra&amp;ccedil;os da presen&amp;ccedil;a portuguesa, continua-se a falar a nossa l&amp;iacute;ngua, quase sempre apenas dentro de portas, j&amp;aacute; que n&amp;atilde;o se apagaram inteiramente as formas institucionalizadas de repress&amp;atilde;o sobre os que, contumazmente, se mant&amp;ecirc;m mais pr&amp;oacute;ximos do pa&amp;iacute;s a que historicamente pertencem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sil&amp;ecirc;ncio deliberado a que a nossa comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social tem votado o Territ&amp;oacute;rio de Oliven&amp;ccedil;a continua a permitir que as autoridades de Madrid persistam em manter esta terra portuguesa como uma coutada intranspon&amp;iacute;vel onde interminavelmente v&amp;atilde;o perpetrando todas as atrocidades contra a nossa cultura e contra os que teimam em manter-se fi&amp;eacute;is a Portugal. A fachada aparente de respeito pelos edif&amp;iacute;cios de Oliven&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o pode fazer esquecer a proposta recentemente apresentada por um vereador da C&amp;acirc;mara Municipal para proibir a entrada, naquela cidade, dos membros do Grupo dos Amigos de Oliven&amp;ccedil;a e do Comit&amp;eacute; Oliven&amp;ccedil;a Portuguesa. O intoler&amp;aacute;vel desrespeito por Portugal &amp;eacute; bem patente nas amea&amp;ccedil;as feitas a v&amp;aacute;rios elementos do Grupo dos Amigos de Oliven&amp;ccedil;a e do Comit&amp;eacute; Oliven&amp;ccedil;a Portuguesa, pondo em risco as suas vidas; no encerramento de parte do ensino de L&amp;iacute;ngua Portuguesa ap&amp;oacute;s a decis&amp;atilde;o do nosso Minist&amp;eacute;rio dos Neg&amp;oacute;cios Estrangeiros de suspender as obras da Ponte da Ajuda; bem como na interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o das autoridades de Badajoz junto da C&amp;acirc;mara Municipal de Oliven&amp;ccedil;a contra a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es em portugu&amp;ecirc;s sobre a verdadeira hist&amp;oacute;ria do roubo de que o nosso pa&amp;iacute;s foi v&amp;iacute;tima em 1801. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando todos poderiam pensar que a Quest&amp;atilde;o de Oliven&amp;ccedil;a se tornou insens&amp;iacute;vel e que apenas uma lev&amp;iacute;ssima lembran&amp;ccedil;a do passado resiste em Oliven&amp;ccedil;a, h&amp;aacute; graves problemas que causam preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e sofrimento a muitos dos seus habitantes. Calarmos e silenciarmos estes grav&amp;iacute;ssimos acontecimentos constitui um verdadeiro crime de que n&amp;atilde;o devemos ser c&amp;uacute;mplices. Denunciar estas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;eacute; imperativo a que n&amp;atilde;o nos podemos eximir. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;font color="#008000" face="Arial"&gt;&lt;br /&gt;M&amp;aacute;rio Rodrigues &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;img src="http://comunidade.sol.pt/aggbug.aspx?PostID=16862" width="1" height="1"&gt;</description><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Oliven_26002300_231_3B00_a/default.aspx">Oliven&amp;#231;a</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Alentejo/default.aspx">Alentejo</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Espa_26002300_241_3B00_a/default.aspx">Espa&amp;#241;a</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Olivenza/default.aspx">Olivenza</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Portugal/default.aspx">Portugal</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/Col_26002300_243_3B00_nias/default.aspx">Col&amp;#243;nias</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/GAO/default.aspx">GAO</category><category domain="http://comunidade.sol.pt/blogs/olivencaesquecida/archive/tags/invas_26002300_227_3B00_o/default.aspx">invas&amp;#227;o</category></item></channel></rss>
