Todos temos a nossa OPINIÃO...
Nós ajudamos a que te encontres!
bjs
Obrigada,ifabiao pelo apoio!
Procurando o blog de bluewater "Ma Ke Jeto Mosso" tem lá uns link com várias ajudas
Tozzola
Boa tarde 'opinioes',
seja bm-vinda aos blogues do SOL.
Ofereço-lhe já uma pequena bussola para encontrar o caminho.
Se precisar de ajuda técnica, solicito que consulte os blocos de ajuda disponíveis na coluna da esquerda do meu blogue, em http://sol.sapo.pt/blogs/bluewater68/default.aspx.
Cumprimentos
Boa tarde cara opinioes... sem til :)
Aqui ninguém se perde, até porque isto até nem é muito grande...
talvez seja mesmo boa ideia consultar o site do Bluewater... é uma ajuda preciosa...
Fico então à espera das sua opiniões...
cmpts, opinante
Olá!
Seja muito bem-vinda à comunidade Sol! Acima de tudo, divirta-se!
Beijinhos!
Olá Opinioes
Bem-vinda ao Sol.
Zero
Seja bem vinda, aqui ninguem se perde, e voçê tambem não se perderá certamente. cumprimentos
Muito obrigada pelo apoio e pelas as boas vindas!
Hoje não tenho tempo, mas espero em breve visitar o vosso blog, e dar inicio ao meu!
Até breve!!!
Aqui ninguem se perde, temos os melhores coordenadores de voo,perdão,de navegação.
Bem vinda Felicidades
Paton
O que procuras?
Nós ajudamos
Este é o melhor local para cada um se encontrar=)
Bons post e boas vindas ao SOL=)
Olá, bem-vinda ao SOL!
Como vi acima, já encontrou o caminho...
meiadeleite
A minha traduçao para emendar, obrigado :
O Rolèx
Muitas vezes perguntei a mim mesmo porque, enquanto a Roma não há Casino e o mais próximo está a Sanremo distante mais de 700 km, em Lisboa e arredores pelo contrário estão dois Casinos e sempre cheios de gente. Cheguei a conclusão que os portugueses devem ser ricos, muito mais de quanto se possa pensar num primeiro momento. Como fariam senão a concorrer pelas maquinas mais ?sortudas? correndo desalmadamente na hora de abertura das Casas de Jogo de Estoril e Lisboa, e a permitir-se jogadas que nunca acabam ?
Eu gosto de ir no Casino mas ? felizmente ? não tenho o vicio do jogo. Consigo portanto quase sempre de passar momentos agradáveis perdendo ou ganhando pequenas importâncias. Eu sou à moda antiga e vou vestido com fato e gravata porque em primeiro lugar quero ser livre de frequentar as Gamblins rooms com a roulette e os outros jogos clássicos, e depois porque ? diferentemente ? pensaria de estar deslocado.
Uma noite estava a jogar na roulette, tendo sorte alterna mas sempre preservando (conservando, mantendo) o dinheiro que tinha trocado ao entrar no Casino, dado que um ou mais dos meus números tinha saído oferecendo-me um premio par a 36 vezes a minha aposta. Depois um bocado fui ao Bar para tomar uma bebida e fazer uma pausa antes de voltar a mergulhar-me no jogo usando as fichas que tinha bem guardadas num bolso das minhas calças. No entanto que saboreio o meu gin-tónico oiço uma voz atrás de mim sussurrar : ?Você gosta dos Rolèxs ??. Viro a cabeça e vejo a frente dos meus olhos um ?Jean Claude Killy? de ouro rosa ?Oyster Chronographe Antimagnetique? a forma tonneau, o objecto mais requintado que nunca tinha visto na minha vida, um sonho ! Julgo que foi construído logo depois da Segunda Guerra Mundial ou também no inicio dos anos ?50.
?Parabens? digo-lhe eu, ?Você tem um belíssimo relógio?. E ele : ?Era do meu falecido pai, mas agora vendo-o, tenho um numero ?quente?, o 35 esta noite não quer aceitar de sair, mas estou certo de domestica-lo?. ?Dê-me a importância que quiser, entendi que você percebe de relógios?. Quem assim falava era um homem modesto mas vestido com dignidade quase para relembrar os velhos hábitos. E continuou : ?O meu pai dizia que o dinheiro não è tudo e que ao centro do mundo está o Homem?. ?Dê-me a ficha maior que tem e goze desta jóia de mecânica e de artesanato. Prefiro que fique com você e não com um usurário sem alma, sem nobreza, sem sentimento ou coração?.
?Está bem? disse eu, ?mas dizemos que o relógio ficará nas minhas mãos empenhado e que daqui a uma hora espero-vos aqui para devolve-lo quando você restituirá a ficha?.
Nunca mais vi-o, mas cada vez que vou no Casino do Estoril trago sempre comigo o relógio que nunca tive a força de enfiar no pulso, porque tenho a esperança de pode-lo devolver ao seu verdadeiro proprietário.
Quem sabe se naquela noite saiu o 35.
Conto breve de IDP ® ? Trad ita/port Opiniões
Boa tarde
Muito obrigada a todos!