Fevereiro 2010 - Posts
Existe um pensamento que eu quero compartilhar mesmo que possa incorrer num mau juízo. Considero que na nossa sociedade lusa, existem muitos buracos onde podemos ocasionalmente cair e de onde podemos já não sair, se lá cairmos.
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Existirá uma real dificuldade dos políticos em abordarem as questões éticas e morais do nosso tempo? Talvez seja mesmo assim e esse facto marcadamente constatado, não seja fruto da ausência de valores ou de princípios,
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Será ou não dever das autoridades públicas, agir de forma a que, a lei civil se regule pelas normas fundamentais da lei moral, em tudo o que respeita ao homem e seus direitos, à vida humana e à instituição
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Crises Instituicionais. Desatamos a falar em crises institucionais, mas não aquilatámos da original verdade dessas… crises. Pois quanto a mim, essas “crises”, não são mais do que o desfasamento temporal entre
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As democracias aprumam “armas” e bagagens, para a batalha da descentralização! Unidos como nação e realizados pela supremacia da administração central, eis que nos viramos para a etapa seguinte; o
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Em diálogo aberto com minha esposa, discutia-se a perda de referências da nossa sociedade. Esse diálogo surge de um “post” que publiquei, de que ela gostou, mas de que gostaria que eu tivesse ido um pouco mais longe. Não
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Em tempos de mentiras “totalitárias” o Estado toma atitudes de vitimização, que violentam a normalidade das relações institucionais. É nestas alturas que a consciência é o princípio
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A cada dia que passa me convenço mais de que as relações de poder já não são o que eram. Já não são essencialmente políticas e pouco têm a ver com as instituições
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Há um só mundo na política. Um mundo falso, cruel, cínico, contraditório, persistente e um tanto ou quanto absurdo. Esse mundo é o verdadeiro mundo do político e da política dos nossos dias. Os nossos
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Certo dia à conversa com um amigo que por acaso é, ou foi socialista, tive o condão de fazer de ouvinte atento. Esse amigo, de tempos de muitas alegrias, confessou-me algo que eu vos vou revelar em memória ao que ele significou
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Nos dias que correm, não convém pronunciarmos em voz alta, manifestações contrárias a um certo tipo de socialismo. Não é saudável que se critique o mestre do leme da barca do governo, pois a arte
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Por vezes, ensimesmado pelos meus pensamentos, julgo existirem dois modelos de europeus: os que possuem a visão futura da Europa e os pessimistas realistas europeus. Ambos hierarquizam os problemas e os desafios da Europa. Apresentam-se em conjunto,
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Tudo tem os seus limites. O que nos revelará a crise actual, senão o esgotamento do capitalismo tal como o estávamos habituados a ver, exercendo, o seu indiscutível poder? Simultaneamente, o Estado (que se pensa) providencial
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As condições minimalistas para se poder civilizar um mundo interdependente politicamente, mas deprimido, serão uma possibilidade impossível? Reduzir as desigualdades, alimentar os esfomeados, abrandar o crescimento demográfico,
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As necessidades europeias exigem que implantemos uma possibilidade democrática à escala da totalidade do nosso mundo político. As deficiências democráticas que hoje vivemos, devem de dar lugar à regeneração
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Não me contenho. Vou dissertar pelo mundo do “rating”, em defesa da República, não pelo facto do défice ser excessivo – porque o é -, mas porque outros países também o apresentam e não
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Vendo o modo como as agências de “rating”, ou agências de notação de risco de crédito atacam a nossa República, quase que me apetece dizer: um Estado soberano recebe recomendações de agências
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Em tempos que se comemora a República, em comemoro o meu republicanismo. As razões porque firmo as minhas convicções, são aquelas que serviram para elucidar um grande amigo, sobre o que significa, para mim, a República.
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Será que todos encaramos o poder e o seu uso segundo o mesmo ponto de vista? Eu sinceramente arrisco dizer, não. Aqueles a que nós entendemos chamar de “grandes”, são os que efectivamente disputam o poder e desejam
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Os conformistas materiais modernos são movidos pelo desejo de possuir e sobreviver, apoiados numa razão que instrumentaliza os seus desejos. Essa “razão”, secretamente, confessa-lhes que eles devem acatar as leis, pois
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