A Ilha Trapaceira, Em Dias Metuendos
Alberto João Jardim: um dinossauro da vida política que ganha novamente as eleições na Madeira na mais pura injustiça da ética
Jardim está no limbo de uma relação instável governativa, promovendo um discurso bipolar e perigoso, num país em que o combate à crise é grave.
Quando interessa, somos todos portugueses, quando não convém, somos região autónoma.
É lamentável ler o discurso do pai da Grécia portuguesa (diga-se, da Madeira): invoca que foi alvo de medidas discricionárias, de facadas, e que a humildade não existiu; uma mentira que cai por terra. Jardim, no seu estilo clássico e ditador, passa a ser um indivíduo mal trajado politicamente, isto porque ocultou dívidas e omitiu, de forma deliberada, as contas da Madeira.
Em campanha eleitoral, inaugurou uma infinidade de obras; é necessário relembrar que a dívida da Madeira é de dois mil milhões de euros. Depois desta vitória traidora do dia 9 de Outubro, os portugueses do continente estão sujeitos a aumentos de impostos, mais desemprego e uma terrível vassourada na sobredimensionada função pública; assim, podemos concluir que Jardim cavou um buraco, ao qual se pergunta: quem se deitará nele? Os madeirenses, que votaram nele?
Alberto João Jardim invoca o meu partido da Madeira, mas que partido? O PSD não tem dono, tem sim uma estrutura democrática em que os militantes são os que legalmente, em maioria, decidem o futuro do partido. É típico nos líderes enraizados e profissionais da política dizerem o meu partido, os meus vereadores, os meus assessores, etc. Que forma tão insensata de promover o poder!
No lugar do Primeiro-Ministro, mandava controlar 365 dias a governação de Jardim, pois considero-o um perigo para qualquer tipo de governação. De que forma autoritária empobrece o país nas ideias e na forma de ver o futuro? Acho estranho e reformulo a ideia de como é possível o povo madeirense ter votado num governante que desgoverna e que sobre tudo omite e oculta.
A muita gente isto deixa perplexos, agoniados; só mesmo uma tese académica, e dificilmente, pode desvendar esta postura do povo da Madeira. Afinal, os do continente é que, a todo custo, irão pagar a burricada da “ilha trapaceira”.
Jardim deixa–nos numa situação muitíssimo crítica, ameaçando deitar todo o esforço por terra, num trabalho político do Governo, que se esforça para que se consiga sair deste “coma profundo”. É grande o esforço que é exigido a todas as famílias para que a comunidade internacional olhe para nós como um povo que cumpre as regras e que honra os seus compromissos.
Em que situação nos deixa a brincadeira de Alberto João Jardim? Como é que se vai transmitir uma mensagem de seriedade e de confiança aos mercados internacionais? E a troika, como nos verá?
Jardim deixou-nos de boca aberta após este resultado, é um facto, mas nós, os do continente, não permitiremos que haja espaço para contemplações.
O que se passou no passado Domingo marcará, sem dúvida, para sempre este país e sobretudo a Madeira, que não se vai ficar a rir.
A inspecção neste país demonstrou estar fragilizada; os líderes com responsabilidade não estiveram à altura de impedir um tsunami que arrasou as contas públicas.
Acredito piamente que os madeirenses tiveram medo de se pronunciar com a verdade nas urnas; a isto chama-se incapacidade de discernimento entre o que é partidário e o que é da responsabilidade de todos os portugueses, não se tratando de poder partidário mas sim de uma responsabilidade de todos nós.
As eleições na Madeira trapaceira foram os piores resultados de sempre para Alberto João Jardim, uma vitória, na minha opinião, envergonhada e uma votação deselegante dos madeirenses, inadmissível, porque afinal não somos todos madeirenses.
Pedro Passos Coelho, com este forte abanão que ninguém contava, terá ainda mais dificuldade em se relacionar com a Madeira mas certamente que este estará à altura de pôr na linha a região autónoma.
Viva o paraíso do Jardim (e não é do Éden) e o inferno dos portugueses do continente.
Pedro Marinho
Arcos de Valdevez
11-10-11
Achava possível viver neste País com o Governo Socialista?
A FEBRE DO
"OURO"
Tunísia, Egipto, Líbia que exige queda do Governo, depois que não
venham acusar os Portugueses de saíram à rua incentivados pela Tunísia Egipto
Líbia e Grécia
Ora vejamos;
1. Alterações pedidas pela PSP atrasaram a
entrega dos blindados havendo sempre problemas, país típico de problemas.
2.
Saúde gastou 21 milhões de euros em consultado-ria que não serviu para
nada.
3. PGR acusa de ilegalidades os inspectores da policia judiciaria que
tinham o caso Freeport.
4. Temos um país que escreve em jornais que os jovens
portugueses estudantes não sabem raciocinar nem escrever e que 70 % utiliza
cabulas.
5. Temos um governo que invoca interesse publico para forçar cortes
salariais.
6. Temos um Estado que esgotou fundos para indemnizações.
7.
Temos um governo que não mandou para as grandes obras publicas.
8. Temos a
revista "Sábado" a nos dar dicas : como aguentar este ano sem ir ao fundo.
9.
Sete anos de pareceres custaram 5 vezes os estádios do euro 2004.
10. A
Europa aumenta pressões para que Portugal recorra ao FMI.
11. A vinda do FMI
não depende já do governo.
12. Temos um pais onde pagaram 20 milhões por mês
em reformas milionárias.
13. BCE a tentar travar a entrada do FMI.
14.
Leilão da divida publica em destaque na imprensa mundial.
15. Cortes nas
pensões douradas a 2000 reformados do estado.
16. Alegre não entregou
declaração de rendimentos ao entrar no conselho de estado e com divida da sua
campanha de meio milhão quem vai pagar isto bem que peça algum emprestado ao
nobre? Quando 80 % dos socialista não votaram Alegre.
17. Empresários esperam
um crise politica depois de entrar o FMI.
18. Logo depois Sócrates leva
privatizações ao médio oriente.
19. Novo submarino já esta avariado.
20.
Sócrates vende divida aos árabes.
21. Governo corta nos apoios para contratar
jovens.
22. Todas as scuts do país portajadas em Abril.
23. Guerra põe os
bancos a dar juros acima dos 5%.
24. Amado vem dizer que Portugal esta a
tentar vender a divida publica ao Quatar.
25. Banco de Portugal comprou mil
milhões de divida publica .
26. Portugal tenta vender a divida publica em
Abduhabi.
27. Temos um governo que vai avisar Cavaco de que não aceitaria
ingerências no futuro .
28. Reforço do fundo de resgate agrava divisões
europeias .
29. Gasolina atinge o preço mais alto de sempre.
30. Divida
publica derrapa 4 mil milhões.
31. Traficantes que atacam guardas e fogem ao
MP.
32. Funcionários públicos perdem 243 euros .
33. Empresas publicas
cortaram já salários.
34. Greve nas PJ paralisa investigações ao BPN e ao
BPP.
35. Estado paga 3,3 milhões pelos tempos de antena.
36. Abstenção
alta sinal de grande doença na democracia de 53,3 % a media ...grave.
37.
Recibos verdes perdem dinheiro se forem aumentados.
38. Alemanha chama jovens
licenciados.
39. Indemnizações vão baixar nos despedimentos.
40. Sobem os
juros da casa.
41. Investigador diz que BPN já estava falido em 2002.
42.
Super juiz manda caso de submarinos para supremo agora já não há juízes agora
neste país é super juízes e super advogados e super médicos e supermercados
.
43. Na justiça temos um senhor chamado Carlos Sílvino que muda de opinião
três vezes em 7 anos ...assim vai o pais e as revistas cor de rosa.
44. O
risco com o cartão do cidadão já era conhecido porque não agiram agora muito na
moda mais audição parlamentar .
45. Mais de 42 mil pessoas tiveram problemas
em para votar este caos eleitoral abre uma guerra entre ministros e mais uma
audição parlamentar.
46. Nove em cada dez contratos públicos foram por ajuste
directo.
47. Lojistas com quebras de 20 % mas saibam nos saldos.
48. FMI
apoia medidas mas desconfia da execução .
49. PJ alarga investigações a
fraudes na saúde a médicos e hospitais .
50. Governo a querer reduzir o
numero de autarquias .
51. Justiça investiga indícios de crime na OPA do
Montepio.
52. Maiores bancos privados lucraram mil milhões provavelmente mais
uma audição não parlamentar mas sim para lamentar.
53. FMI já não vem
.
54. Revolta dos professores começa a ganhar nova forma.
55. Base de
dados da PSP com informação ilegal .
56. Bancos com lucros pagam menos
impostos.
57. Juíza diz que contrato de Luís figo serviu para apoiar
Sócrates.
58. FMI não antecipou crise por preconceito.
59. Os impostos
leva os portugueses a fugir dos PPR.
DEMAGOGIA NUNCA.
É de facto
Impossível de viver em sobre saltos permanentes num País onde não há jamais
esperança ... que o digam os jovens, os idosos, um País cheio de corrupção "sem
vergonha", de jogadas instantanias , de gente sem qualidade para exercer o
poder, pessoas eleitas pelo povo para cuidar destes, eles cuidam mas é da sua
carteira, actores são o que são, quanto ao primeiro ministro só lhe resta neste
momento duas situações ou se vai embora ou o País vai sair há rua... disso tenha
a certeza BASTA SENHOR PRIMEIRO MINISTRO... JÁ CHEGA.
Pedro
Marinho
Arcos de Valdevez
Que aventura estraordinária é a vida da espiga de trigo! Ela é cortada pelo
homens,atada em molhos, batida e enviada ao moinho para aí ser desfeita pela mó.
Quando está reduzida a farinha, é misturada com água, longamente amassada,e
colocada no forno onde o fogo a coze. E quando ela pensa que esta série de
provas chegou ao fim, eis que a faca a corta em pedaços e os dentes dos homens
começam a mastigá-la... Há um grande ensinamento na vida da espiga de trigo e é
bom meditar nisso, pois a evolução do proprio homem desenrola-se de acordo com o
mesmo processo . No decurso de inumeras provas , ele é cozido e moldado até ao
momento em que, tal como o trigo,será finalmente um pão dourado e alimenticio
prestes a ser oferecido em sacrificio para a salvação da humanidade
Cinco praias foram declaradas como impróprias para banhos depois de análises realizadas na semana entre 15 e 21 de Agosto.
| foto Luís Almeida/global imagens |
 |
| Cinco praias com água imprópria |
Segundo
dados do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH),
as águas impróprias para banhos são Vila Praia de Âncora, em Caminha
(Viana do Castelo), Camilo, em Lagos (no Algarve), São Roque, no Funchal
(Madeira), Azul-Conchinha, em Matosinhos (Porto) e a praia fluvial de
Pontilhão da Valeta, em Arcos de Valdevez (Viana do Castelo).
Pontilhão da Valeta e Camilo apresentam níveis anormais de Enterococos intestinais enquanto São Roque e Azul-Conchinha contam com excesso de E-coli.
A praia de Vila Praia de Âncora é a única que apresenta níveis anormais em ambos os parâmetros apresentando excesso de Enterococos intestinais e de E-coli
JN
" Muitos querem dominar a mentir, mas a mentira acaba sempre por dominar eles próprios, em que os julga e enlaça"
Pedro Marinho 2007
"A arte de ensinar é algo em que poucos sabem fazer, mas a burrice não precisa de arte, basta pensar e já está"
Pedro Marinho 2007
"Há convites que surgem para nos enlaçar, mas nestas situações sinto-me um Macgyver, um Bruce Lee no ataque um Dalai-lama na oratória"
Pedro Marinho 2007
" A resolução dos fogos florestais no nosso país está em demissões, candidaturas, comezainas, simulacros fictícios, relatórios esquisitos e meter água na opinião pública, pois claro a culpa é sempre dos pirómanos"
Pedro Marinho 2007
" O verdadeiro político adora esquemas e maquinações, o falso gosta de transparência, qualidade e elegância"
Pedro Marinho 2007
" Detesto falsidade na oratória, porque quando dou por ela apercebo-me e logo penso que ouvi falar um extraterrestre e não um ser humano"
Pedro Marinho 2007
"Adoro de forma denodada falar em público, detesto discursar ao ouvido dos outros"
Pedro Marinho 2007
"Fico impressionado como muitos se preocupam comigo, aprecio, até mesmo on-line"
Pedro Marinho 2007
" Sempre acreditei que as pessoas são sérias, mas não acredito nas suas atitudes"
Pedro Marinho 2007
"O poder é apenas um jogo de "Damas" ou se come ou se é comido"
Pedro Marinho 2007
" Na vida política tem-se amigos, inimigos e mafiosos"
Pedro Marinho 2007
"Há políticos cruéis que hoje dizem uma coisa e amanhã outra, será que eles não se apercebem disso? Ou será sintomas de Alzheimer ? "
Pedro Marinho 2007
" Já tive amigos, hoje tenho o meu melhor amigo, sou eu próprio, os outros já não me interessam"
Pedro Marinho 2007
"Há certos tipos que para atingir o poder ou cargo não se importam de pisar e hostilizar os outros, só que nada pior que o poder para os derrubar"
Pedro Marinho 2007
" A lei existe no papel e apenas na cabeça de alguns"
Pedro Marinho 2007
"Vivo num país onde a fome espiritual é mais grave do que a própria fome"
Pedro Marinho 2007
" A vida é como as montanhas, tem altos e baixos "
Pedro Marinho 2007
"Fico com arritmias quando vejo um político a mentir"
Pedro Marinho 2007
"As questão ambiental é apenas para se conferenciar e não para agir"
Pedro Marinho 2007
"Muitos ambientalistas caíram por terra, o "PODER" é mais forte e manipulador do que o ar que respiram e a água que bebem"
Pedro Marinho 2007
" O raciocínio é uma capacidade que poucos dominam, fazer o que os outros fazem é moda"
Pedro Marinho 2007
" Saber viver é uma virtude que poucos a sabem utilizar, compram confusões como quem compra rebuçados"
Pedro Marinho 2007
"Na vida nem tudo é "MASSA", o dinheiro é um tónico no dia a dia, mas o dinheiro é inimigo numero um da capacidade que temos de forma abnegada ajudar os outros "
Pedro Marinho 2007

Que dizer dos Direitos Humanos actualmente? Acham que os jovens têm liberdade
de expressão? Quais os direitos que lhes estão consagrados? A liberdade existe?
Existem garantias?
Suponhamos que se
sentia obrigado a falar publicamente sobre as actividades corruptas de homens
que detêm o poder político. Poderia exercer o direito à liberdade de palavra ou
a polícia e o sistema o incomodariam?
A verdadeira
prova de quanto seguras são as garantias de liberdade é tentar exercê-las onde
o seu ponto de vista colide com o da maioria ou dos que detêm o poder.
Não podemos nem
devemos permitir que a vida social, comercial e económica dos nossos concelhos
se limite a grupos de pessoas que façam do género uma "coutada", onde
uns têm quase tudo e outros quase nada. São métodos deste tipo que originam
conflitos, desigualdades, que prejudicam a inteligência humana, ou melhor, uma
sociedade que não tem um desenvolvimento harmonioso, perante aquilo que poderá
ser apelidado de censura ou até de ditadura moderna como já em tempos escrevi.
Todos os dias
leio jornais, o que fez com que vos quisesse falar sobre este tema que parece
estar "congelado"; dá a sensação que nada se passa, que tudo está
bem, que não há motivos para nos preocuparmos. Não me esqueço da mensagem do
Presidente da República, Dr. Cavaco Silva, que há bem pouco tempo apelava aos
jovens irreverência. Isto não se justifica tantos anos após o tão afamado 25 de
Abril de 1974, ou como dizia Mário Soares, "Vivemos um momento em que é
preciso reforçar a democracia portuguesa. A pouco e pouco, estão a ser
implementadas práticas do Estado Novo". A verdade é que ainda existem
métodos de censura nas rádios, nos jornais, bem como a coação que existe sobre
os jovens, nomeadamente os contratos a prazo, flagelo que ninguém resolve.
Expressões como
"vai para casa e pensa", "andas a dar tiros nos pés",
"tens filhos", "ganha juízo", "andas a fazer
oposição", "aqueles artigos, cuidado que eles vão tramar-te",
"vê lá que ainda és despedido", telefonemas anónimos a tratar mal as
pessoas e ameaças são técnicas que não dignificam nada os seus autores e que
demonstram que afinal ainda é necessário reavivar a memória de certas mentes
que já lá vão quase 34 anos que existe liberdade de expressão em Portugal.
Este tipo de
conduta, de ameaças permanentes do quero, posso e mando ainda são uma
realidade; há que rejeitar e lutar contra os que as proferem. Condeno piamente
este tipo de comportamento execrável (os lugares não são eternos e o tempo falará
por si). O desenvolvimento económico, social, e político deve ser harmonioso,
deve ser estável e deve procurar o agrado de todos num espírito de bom senso e
de muito respeito.
A história está cheia de registos de guerras estúpidas
que começaram com pequenas injustiças, esquemas e maquinações, mas apenas
alguns se limitam a comentá-la. Poderia dar-vos mais exemplos de perseguição
política, de corrupção, até mesmo de esquemas e maquinações que nos inquietam,
mas penso ter sido claro e muito circunspecto. Este tipo de assunto preocupa
muitos; a forma de se fazer política e a censura: é fundamental que com
probidade e com toda a frugalidade, como cidadãos e políticos, pensemos
diferente.
Pedro Marinho
"Somos aquilo que
comemos".
A frase não
podia ser mais acertada. De facto, uma alimentação equilibrada é determinante
para o bem estar físico e mental. Só que esta relação causa-efeito está a
passar ao lado da maioria. A prova está na adesão massiva ao fast-food que além
de atrair os graúdos, cedo conquista os miúdos. Sem se substituir aos pais, há
quem veja na escola um espaço privilegiado para a educação alimentar. Certo é
que a "Roda dos Alimentos" sempre constou dos currículos das
disciplinas de ciências. Mas aquilo que se come nos refeitórios escolares, está
de acordo com o que os livros ensinam?" Outros aspectos há ainda a
considerar: gestão dos espaços, funcionamento dos refeitórios, controlo
higiénico-sanitário de instalações, funcionários e alimentos e até os projectos
de educação alimentar específicos. Tudo importa para sabermos o que se come nas
nossas escolas, para no final sabermos quem é a nossa população estudantil. De
pequenino se torce o pepino..."A educação do paladar deveria começar no
momento em que a criança deixa o leite materno e inicia uma alimentação
diversificada. Se deixarmos o açúcar e o sal fora da dieta, elas vão ter menos
apetência para os paladares doce e salgado." Independentemente do grau de
ensino, o refeitório deve ser visto como um espaço de educação e enquanto tal
"pode não contribuir para uma mudança imediata dos hábitos alimentares,
mas terá sempre de funcionar como modelo de alimentação a seguir." Nos
níveis de ensino abrangidos pelo estudo da DECO, o CE é o responsável número um
pelo refeitório. Assim, mesmo que ele esteja concessionado a uma empresa de
restauração, a administração da escola deve sempre fiscalizar a qualidade
nutricional das ementas, a higiene do espaço e dos manipuladores de alimentos.
E é fácil perceber porquê. Ainda que os técnicos de acção social das Direcções
Regionais de Educação (DRE) e dos Centros de Área Educativa (CAE) confirmem que
o trabalho de supervisão e acompanhamento da actividade dos refeitórios seja
uma das suas funções, todos concordam que é in loco que se detectam os
problemas. Torna-se, assim, claro que só o CE, sempre presente na escola,
poderá fazer fiscalização de forma contínua, visando sempre controlar também a
conduta dos alunos no momento que aguardam nas filas de forma ordeira
fiscalizando todo o ambiente da cantina evitando sempre actos de violência que
por vezes se registam nas filas, como também é importante que os Professores
dêem o exemplo comendo nas cantinas e não nos restaurantes porque os alunos se
apercebem de algo não está correcto, as crianças no seu discernimento entendem
certas atitudes que para nós adultos são normais e passamos indiferentes mas
para eles tudo conta , é fundamental criar jovens saudáveis e regras para todos
nos padrões sa educação porque eles frequentam uma escola onde se ensina e não
um mero espaço que por vezes se torna numa selva onde cada um sobrevive como a mãe natureza lhe permite .
Pedro Marinho
A
Sagrada Circuncisão

Praticada em
várias regiões da África e da Ásia, a mutilação genital feminina, também
chamada excisão ou circuncisão, é um costume desumano que hoje em dia ainda
flagela cerca de 2 milhões de raparigas por ano, tendo já feito 130 milhões de
mulheres passar por esta prática que se pensa derivar da religião muçulmana.
Ao contrário
do que se idealizou ao longo dos tempos, este costume não advém da religião,
muito pelo contrário: os verdadeiros estudantes e praticantes da Shariah (código de Leis do Islamismo)
não exercem este tipo de práticas. Estas estão enraizadas em tribos orientais
que as continuam a praticar por imposição dos costumes que estas criaram, não
tendo nada a ver nenhuma religião.
A mutilação
genital feminina consiste em retirar, dizendo mais friamente, cortar, parcial
ou totalmente, um ou vários órgãos sexuais da mulher ainda em criança (entre os
7 e os 11 anos), sendo os alvos principais o clítoris (órgão responsável pelo
prazer da mulher na relação sexual) e a vulva, vulgarmente denominada de
lábios. Este ‘corte’ é feito friamente, por pessoas sem competência para tal (a
troco de dinheiro), em segredo, sem anestesia. Os objectos que se usam para
efectuar a incisão são normalmente facas, navalhas, gilletes ou até cacos de vidro. É claro que nenhum destes objectos
é previamente desinfectado. No final de cada excisão, é reunida a família/tribo
de cada criança mutilada para festejar a erradicação da impureza que existia no
seu corpo.
Esta tradição
é mantida no Senegal, Egipto, Sudão, Etiópia, Sri Lanka, Somália, Malásia,
Serra Leoa, Emirados Árabes Unidos, Índia, Yemen, Indonésia, Omã, Guiné-Bissau,
Nigéria, Uganda, Quénia, Tanzânia, Togo, Mauritânia, Gana, Congo, Benim,
Camarões, Costa do Marfim, Chade, Gâmbia, Libéria, Mali. Isto parece irreal: 29
países onde ainda é praticada uma monstruosidade destas. Como será possível que
não se consiga parar este drama que flagela tantas crianças inocentes, sem
saberem o porquê de serem alvo de tão grande dor?
Milhões de
pessoas e inúmeras organizações perguntam-se: Porquê continuar com esta prática macabra? A resposta das tribos
praticantes está aqui: a mulher que não é ‘cortada’, será vista como uma
prostituta, como impura, já que os órgãos sexuais femininos são vistos como
sujos e impróprios. Além disso, uma mulher que não o faça nunca arranjará
marido, pois a excisão assegura a castidade e submissão da mulher (devido ao
corte dos seus órgãos sexuais, não tem prazer em relações, logo não trairá o
seu esposo) e assegura a virgindade da mulher até ao casamento. Crê-se até que
uma mulher que tenha o tal órgão (clítoris) não poderá dar à luz, pois este
será mortal para o bebé; sendo assim, este uso dará à mulher fertilidade, coisa
que supostamente as que não o fazem não têm.
Não é necessário
saber muito sobre ciência para entender que estas razões são deveras absurdas. É
realmente alarmante o risco de vida que estas crianças/mulheres correm. A curto
prazo, são atacadas por dores severas, choque emocional, hemorragias (por
vezes, mortais), infecções graves (por Tétano, por exemplo), retenção urinária,
úlceras na zona genital e febre. Efeitos ainda mais graves virão com o tempo:
anemia, quistos e abcessos na zona genital, lesões na uretra (canal por onde é
expelida a urina), relações sexuais dolorosíssimas, hipersensibilidade genital,
cicatrizes profundas, distúrbios menstruais, infertilidade e obstrução da
vagina. Tudo isto, agravando-se, leva à morte, por ano, de milhares de mulheres
submetidas a esta tradição.
Esta prática
acarreta para a mulher a eterna e irremediável privação de prazer, fá-las
passar por vários e grandes riscos de vida, e, mais marcante é o facto de lhe
destruir para sempre a sua vida enquanto pessoa, enquanto esposa, mas principalmente,
enquanto MULHER.
Desde todos os tempos que o ser humano busca o conforto e a
companhia de alguém que o faça sentir útil, que o faça sentir feliz e desejado.
Milhões de pessoas procuram essa companhia noutras, no
entanto há quem prefira a simples cumplicidade de um pássaro, um cão, um gato,
um hamster: ouvem, estão lá para ‘apoiar’ e nunca abandonam. Talvez seja por
isto que às vezes as pessoas preferem acariciar um gatinho ou assobiar a um
passarito do que ter a companhia de um humano. Na realidade, está provado
cientificamente que a companhia de um animal de estimação produz um efeito
terapêutico, tanto em miúdos como em graúdos, sendo muitas vezes o factor que
activa a sociabilidade de crianças com problemas a esse nível.
Viúvos, celibatos e até jovens solteiros procuram num animal
a companhia que não têm, crianças buscam-no para brincar, casais e famílias
para acolher no seu seio uma nova figura que alegre a casa. Para todos os
efeitos, o animal de estimação é a melhor terapia para qualquer pessoa: a
alegria que dá, a cumplicidade e, acima de tudo, a sua fidelidade. Lembro-me
de, há tempos, ter visto uma publicidade na televisão acerca do abandono de
animais pela parte dos seus donos: um indivíduo morrera, fez-se o seu funeral,
toda a sua família participou e sofriam. No final das exéquias, toda a gente
abandonava o local, e surpreendentemente, o animal de estimação aparecia
deitado em cima da sepultura do indivíduo e lá ficara. A publicidade tinha como
título Enquanto os outros o abandonam,
ele nunca o abandonará. Conheço casos reais em que, após o falecimento do
dono, o bicho de estimação acaba por expirar também. É enorme a ligação e o
afecto que acaba por unir um animal ao seu senhor. Algumas pessoas até lhes
chamam filhos, pois é deles que recebem carinho, atenção e necessidade de
cuidados.
É importante, para qualquer pessoa, cultivar uma relação com
um animal, sem esquecer a
devida importância que se deve dar à família. Aconselho vivamente, a TODA A
GENTE, que tenha um ou mais animais de estimação, pois eles são uma grande mais
valia para a nossa saúde psíquica e física e para a nossa vida.
Pense nisto: que tal adoptar um animal?
Pedro Marinho

Todos sabemos
e temos consciência que o Planeta se encontra ameaçado por uma grave crise
ambiental, que parece não ter fim.
Estamos
a vivenciar o princípio da escassez dos recursos; a degradação do Planeta, quer
em termos ambientais, quer em termos paisagísticos, começa a fazer-se sentir
nas nossas vidas. Ao invés de respirarmos ar puro, respiramos fumo e ar
saturado, substâncias tóxicas e nocivas, expelidas por fábricas, veículos a
motor, sprays, químicos utilizados em indústrias, etc., etc., etc. Tudo está a
ajudar à degradação da Terra.
Todos
os dias somos bombardeados com notícias, reportagens e incentivos sobre esta
temática: é já uma temática “saturada” pela televisão, pelos jornais e
revistas; no entanto, apesar de toda a gente escrever e falar sobre este grande
problema, as pessoas parece que continuam a ignorar o que diariamente lhes é
dito: este problema é de todos nós. O que me preocupa é que para a degradação
do Planeta toda a gente “contribui”; já para salvá-lo do insustentável futuro
que se adivinha são poucos os que actuam. Lembremo-nos que não é só a saúde
Global que está em jogo, é também a saúde de todos nós. Num sítio onde a
poluição e a saturação do ar são uma constante, ninguém pode ser saudável.
Há
pouco tempo, enviaram-me um e-mail com uma apresentação sobre o futuro do
Planeta, onde é que ele irá parar se nada fizermos. A água tornar-se-á um bem
raro e precioso, mais que o ouro: haverá guerras pela posse desta; os recursos
esgotar-se-ão; as pessoas terão que usar máscaras faciais para sua protecção
(devido à péssima qualidade do ar); enfim, um cenário assustador. É claro que
poucos de nós vivenciarão este drama, mas serão os nossos filhos, os nossos
netos e bisnetos que terão de arcar com a culpa dos nossos actos no passado
(presente). Lembremo-nos que os recursos que por nós são usados diariamente são
finitos e não existirão para sempre, já para não falar na questão de que,
certos deles (petróleo, etc.) são altamente poluentes.
Não
quero para os meus filhos um Planeta onde não há mais recursos indispensáveis;
não quero para eles um sítio onde não há ar puro; não quero para eles um lugar
onde não há espaços verdes; não quero para eles uma casa onde não há água e se
faz guerra por ela.
Só
se poderá TENTAR emendar a situação de uma maneira: todos juntos, novos e
velhos, lutarmos por um Planeta saudável, sem gases tóxicos e nocivos no ar,
sem resíduos espalhados por todo o lado, sem desperdício de água e recursos,
aplicando energias alternativas (chamados recursos renováveis), e
principalmente, lutarmos para que a vitalidade e a saúde do Planeta Azul se
mantenha por muitos e longos anos.
Disse-me
uma altura o Sr. José Marinho (forte defensor do Rio Vez e ambientalista) que
“acabar com a poluição vem com a educação”; por isso,
PAIS, dêem educação
ambiental aos vossos filhos para que eles preservem o que é de todos nós.
“Deixa o Mundo
melhor do que o encontraste!” é o lema do Fundador Internacional do Escutismo,
Baden Powell; por isso,
FILHOS,
preservem o presente que os vossos pais vos deram: um Planeta que é de todos
nós.
Pedro Marinho
Março de 2011
Arcos de Valdevez

COMBATE
À CORRUPÇÃO
Desta esmagadora vitória expressa na vontade de "Mudar", quero
acreditar que o povo manifestou-se acreditando numa grande mudança radical
quanto a um tema muito difícil de tratar que é a política da corrupção que
existe neste país, apesar de nestas eleições não se ter explorado o tema com
exaustão o " Combate à Corrupção", espero que o novo
Primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho que conheço do tempo da JSD, tenha a
coragem de rever as fortes linhas orientadoras no que diz respeito a por fim
aos abusos enriquecedores que "maculam" e destabilizam a economia de
uma nação originando uma sociedade em si corrupta.
As Câmaras Municipais infelizmente com excepção de algumas são o alvo, os
cidadãos e investigadores deste país sabem e tem conhecimento de enormes
"vigarices e jogadas" que vão desde aproveitamento de informação
privilegiada para uso próprio, fraude fiscal; abuso de poder; corrupção passiva para acto ilícito e branqueamento de capitais,enriquecimento ilícito, cruzamento de poder,
criação de empresas municipais com nomes que não correspondem à verdade, criação
de empresas paralelas aos municípios, património em nome dos pais e filhos,
muitos que ainda brotam na plenitude do poder que usam e abusam e olham para
este negócio "como uma máquina de fabricar notas, ou numa reforma luxuosa
antecipada", num espírito de alta-fidelidade numa rede bem fechada que
quase ninguém corrompe, mas ainda bem que há sempre algo que escapa que por
aqui se pode circuitar juridicamente o sistema e as entidades competentes logo
pegam no rasto, apesar dos crimes económicos se contarem pelos dedos das mãos
os que chegam ao fim nos tribunais.
A polícia Judiciária em 2008 no DN publicou que 42 % da corrupção deste país
está nas Autarquias locais, "No que diz respeito às autarquias, hoje há
dados concretos e não apenas meras percepções".
As Câmaras Municipais são o principal alvo de investigação de suspeitas de
corrupção. Esta é a conclusão do "diagnóstico da corrupção
participada", um estudo elaborado pelo Departamento Central de
Investigação e Acção Penal (DCIAP), as autarquias concentram quase 90% da
corrupção em Portugal, uma percentagem assustadora que quase ninguém refere
como slogan político, porque é um tema perigoso e inadequado.
Apesar de um estudo sobre corrupção participada no país identificou a origem do
mal: poder local, apesar de os homens serem mais corruptos que as mulheres
segundo revela um estudo.
A corrupção é uma questão de oportunidades políticas e económicas e a atitude
punitiva que a sociedade pede não é o único caminho, não só tem um grande papel
as policias que investigam como os cidadãos que devem claramente denunciar
qualquer tipo de corrupção, e não ficarem de braços cruzados ou com medo de
represálias, porque quando estes ameaçam usam a " arma dos fracos",
técnica hostil mas barata e fácil de detectar e quem detém muito poder acha que
pode logo por em causa um emprego agindo assim indirectamente de forma a
prejudicar a carreira de um funcionário directo ou indirecto um seu familiar,
ou agindo de forma a "encravar " uma empresa, punindo com coimas,
emaranhando, bem variadíssimas formas de "empecilhar", a típica
vingança numa espécie de estado selvagem.
O perfil para o político dos negócios: "Esse homem é difícil de apanhar,
muitas vezes é consultor ou advogado". Há dificuldade em encontrar
elementos provatórios visto que estes fintam o "sistema" com muito
"nível".
Aguardaremos boas medidas políticas do novo Primeiro - ministro e talvez de uma
nova sociedade que seja sensível para a mudança na resolução desta endémica
doença que afecta certas classes de uma sociedade cada vez mais injusta e
imprópria para consumo político. Mudar eis a ocasião.
A
corrupção é crime, e punível.
Pedro Marinho

A natação é um desporto por excelência muito bom, e nestes últimos anos esta tem evoluído não só no seio científico como na conduta social. Os cidadãos têm recorrido às piscinas não só pelo benefício mas também porque começa a existir uma mudança cultural que permite perceber que a natação é um desporto muito eficaz na saúde em geral. Está-se a notar também uma modificação de comportamentos nas populações com incidência no interior e norte de Portugal que opta por esta modalidade por benefícios psicológicos e fisiológicos obliterando preconceitos do passado, com a aproximação física e a sua exposição da natação os praticantes encontram paz e harmonia pela tenacidade que a água tem como terapia, esta área tem sido muito bem dimensionada nos últimos dez anos com benefícios a longo prazo interiorizando nos mais novos o gosto pela prática e a assiduidade que é fundamental num compromisso desportivo. Manter uma regularidade desportiva é sobretudo um investimento profícuo onde se alcançará o êxtase como um tónico que cria dependência optando sempre pela naturalidade neste bem comum que é a água.
Longe vão os tempos em que se criavam filhos sem formação desportiva, as piscinas vieram substituir os banhos no rio, mas não o rio e criar um equilíbrio na higiene pessoal extrínseca e intrínseca permitindo criar regras fundamentais na vida dos cidadãos. Ao contrário de muito cépticos e críticos de opinião, quando estes se referem à despesa pública que a manutenção de piscinas causa ao hérario público não entendem que o beneficio em termos de saúde pública é mais importante do que o défice que estas causam, pois nem tudo é contenção. Num país onde se pratica desporto os cidadãos rende mais à nação, as pessoas andam mais felizes consigo próprias. Numa sociedade como a nossa cheia de vícios perniciosos é fundamental a substituição do vício pela preservação da saúde e pelo exemplo que esta sociedade precisa.
Existem muitas crianças com problemas de saúde e alguns deles bem graves em que muitos pais preferem decepar o acesso dos seus filhos à prática desportiva por ignorância e por falta de uma herança cultural desportiva, é importante saber usar o que um concelho tem de bom mas alguns pais preferem estar no café a fumar ou a beber, em vez de estarem a brincar com os seus filhos investindo com riqueza no seu bem-estar, estar no café também é importante mas este não substitui um momento em que o filho precisa do pai. São poucos os pais que percebem o mundo das crianças, são poucos os pais que preferem estar com os seus filhos entregando-os aos cuidados e à responsabilidade da educação triangular (relação pai, mãe e filho) a outros que não deviam, admirando-se mais tarde que o seu filho enverede por outras vias problemáticas. Um filho requer tempo com o pai e a mãe, hoje o que vemos é exactamente o contrário apenas o pai com um filho ou a mãe, é muito difícil ver os três juntos a brincar. O mundo familiar parece-me estar quebrado e dividido, como podemos criar os nossos filhos? Como devemos treiná-los para viver um dia em família? Pense nisso! O mundo não é o que parece, as crianças de hoje são os homens do amanhã. Educar é um dever divino, cada um de nós é o resultado de uma sociedade que está em mudança, não sei se é progresso ou retrocesso o que chamamos hoje de globalização. O mundo tem percebido as novas tecnologias mas tem ignorado a evolução humana nos seus princípios mais básicos. O que no passado era mal-parecido, hoje é gracioso, senão vejamos, rapazes com calças rotas era sinal de pobreza, hoje é um sinal de exteriorização de riqueza… a vestimenta já não é o que era, enfim tempos modernos, dizem!
O que no passado era um orfanato hoje é um infantário, o que no passado era um sanatório hoje é um lar. Nem sempre percebemos os outros, era tradição, dizer-se bom dia, boa tarde ou boa noite, hoje passar por alguém e não falar dá-nos uma imponência doida, hoje humilhar alguém dá-nos uma sensação de enaltecimento.
O desporto corrige estas assimetrias que os tempos actuais marcaram aqueles que ignoram o desporto como uma escola de valores.
Pedro Marinho

Estou a ler Vencer a Crise e preparar o futuro , um livro oferecido pelo meu pai com mais de trinta anos, um livro fantástico que fala exactamente nos problemas actuais , será que as questões não tiveram evolução? Grande livro…
SUCESSO PARA DURAR, crie um estilo de vida diferente, um livro de Jerry Porras, Stwart Emery, Mark Thompson, brilhante, muito bom para quem quer ser bem sucedido e tranformar a sua vida , três bons pensadores.
Mantenha-se jovem mais tempo de forma natural, DR Marios Kyriazis, um livro para quem quer aprender a lidar com o stress, os bons segredos de antienvelhecimento, como estimular a sua inteligência ( o que a muitos falta faz), bem como manter-se em forma…
PELA BOCA MORRE O PEIXE, um livro de João Pombeiro com as frases mais hilariantes da democracia portuguesa…Muito engraçado.
HISTÓRIA DO IRAQUE ou do renascimento e estado de uma nação , um livro de Charles Tripp , para quem quiser perceber toda a história do Iraque…uma panoramica bem escrita e bem investigada com fluxos e refluxos de um governo explorando o passado e o presente até 2002 …Bom livro.
FILHOS BRILHANTES ALUNOS FASCIANTES, um livro fascinante de Augusto Cury, em que fala da importância do pensamento , da criatividade, e dos sonhos um best-seller para pais e educadores, um livro que o ministério da educação deveria ler… sobre tudo a ministra da educação. Excelente…

Uma morte não tem preço, sobretudo é necessário acabar com o sentimento de impunidade neste país, não podemos continuar a realizar vigílias, com o devido respeito, é necessário um pensamento mais profundo sobre a educação na condução.Respectivamente à sinalização, é necessário repensar nas passadeiras porque as que existem não são seguras e adequadas, mesmo que esteticamente não se goste, as pontes aéreas salvam vidas, a segurança policial deste país não aprova no que diz respeito a esta matéria, bem como as condições das estradas em Portugal. Será que o “Governo” não deve ser responsabilizado pelos acidentes derivado às más condições das estradas?
O que tem feito para reduzir os acidentes nas passadeiras? Todo o cuidado é pouco, nunca é tarde demais para se rever toda esta situação bem como ensinar com frequência as regras de segurança que neste país não se interioriza o espírito da reciclagem e formação nos condutores, os peões que usam e abusam da passadeira como se ela fosse segura, não é verdade. Quando adquirimos a carta de condução sabemos à partida que as estradas estão devidamente sinalizadas ” Não sei conduzir em estradas mal sinalizadas”, também questiono o facto de nas viaturas não existir uma mala de primeiros socorros apetrechada, os condutores deviam ter conhecimentos de primeiros socorros bem como ser obrigatório a formação de qualquer cidadão em termos de socorrismo, muito se tem a fazer neste âmbito.
Apenas 5 % das tragédias nas estradas foram motivadas por problemas ambientais como chuva, neblina,granizo, falta de sinalização, 15% falhas mecânicas, 80% dos acidentes deve-se a falhas humanas ( condutores bêbados ).
No Brasil morre a cada 10 minutos uma pessoa, alta velocidade, imperícia, imprudência, ignorância face às regras de trânsito, em todos os acidentes 50% envolvem álcool. Há dias lia num jornal nacional uma noticia de que um motorista de uma associação conduzia em serviço sobre efeito do Álcool “um crime”, acusava uma taxa significativa de étanol num serviço, como é possível ? Que miséria espiritual quando se lêm coisas destas que em nada dignificam um país, nem a emergência pré-hospitalar.
Recordo que conheci um caso de um motorista que depois de ter bebido umas boas cervejas recusava-se a realizar um serviço de emergência, o que é correcto e uma atitude de responsabilidade fantástico, quero que saibam que esta atitude é de louvar mas por estranho que pareça custou-lhe um processo em tribunal por não aceitar o serviço, (não pelo facto de estar de folga e ter bebido, mas sim pela herarquia abrupta que o sistema actual ainda com resquicios de arrogância ) que lhe foi imposto de forma estúpida, mafiosa e duvidosa. Isto que é inaudito e truculento contraria todo o espírito de bom censo e respeito humano, enfim, imcompriensível que actualmente ainda se obrigue alguém a realizar um serviço de emergência no seu dia de folga exigindo que se faça um serviço com Álcool , enfim… continuando, sabemos que nas cidades os carros entopem as vias urbanas, será que as vilas e cidades estão preparadas para um número súbito de viaturas? Penso que não! A teoria dos dísticos não vai funcionar, pelo contrário, vai permitir que se humilhe as pessoas e não se aposte na formação, temos um contra censo quando as autarquias metem em vias rápidas bandas redutoras de velocidade bem como semáforos, ou então radares para claro “sacar” mais uns euros à carteira dos contribuintes em multas,perfeito, o que vale é que os portugueses já estão bem treinados e já não ligam, para terminar só queria dizer que a falta de respeito à vida é gritante. Os seres humanos tornam-se peritos em tirar a vida , mas nenhum deles pode restaurá-la. Boa viagem e cuidado.
Autoria
Pedro Marinho