Criar este blogue no dia 25 de Abril tem o peso do símbolo. Para nós os direitos fundamentais expressos na Constituição são letra viva, que exigimos que se cumpram. Nos tempos que correm, em certas circunstâncias, exercer a cidadania é tarefa titânica. Nós não temos medo e não nos furtamos a esforços quando acreditamos no que defendemos. Incentivamos quem não se acomoda e age sem medo, com coragem e determinação. E acreditamos que com cidadania há democracia...
Ver notícia do evento em «O Basto».
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«CARTA AOS DEPUTADOS – O PAÍS TEM O DEVER DE SALVAR O TÂMEGA»
Olá Amigo
Venho convidar-te para a festa de aniversário do meu blogue.
Vem provar o bolo e fazer um brinde.
Beijinhos
Olá José
Gostei muito que tivesses participado na festa de aniversário do meu blogue.
Venho desejar um Santo Natal a toda a tua família.
Espero que tenha sido um espaço útil de debate.
MAIS SOBRE A SESSÃO DE ARCO DE BAÚLHE (18/12)
Ao que «OlindaGil» said on December 16|17, 2009 2:18 AM,
e ao que « HelderFraguas said on December 23, 2009 3:08 AM:
Agradecendo os comentários acima apostos, embora tenha sido parte activa e interessada na sessão ocorrida em Arco de Baúlhe (Casa do Povo) o meu testemunho sobre o evento sublinha a importância do espaço de esclarecimento e de debate que foi proporcionado sobre esse demoníaco e contranatural «PNBEPH», sem constrangimentos de ordem alguma.
No entanto, mais e melhor do que pudessem ser os comentários que a propósito fizesse, segue um endereço contendo um relato da ocorrência, em http://remisso.blogspot.com/2009/12/consideracoes-sobre-o-evento-impacto.html, e outro onde se encontra a gravação áudio da sessão, em http://artigosediscussao.blogspot.com/2009/12/o-registo-sonoro-do-evento-impacto-das.html.
Reconhecidamente,
José Emanuel Queirós
Que as obras públicas consigam satisfazer o interesse público e em caso de indeminizações sejam justas e mesmo generosas para os "espoliados".
fred
Ao que «AlfredoRamosAnciaes» said on January 11, 2010 1:12 AM:
O princípio enunciado seria justo se não houvesse perdas irreversíveis inegociáveis, sem valor mercantil hoje e sempre, em todo o Tâmega, como são as paisagens milenares elaboradas pelo rio, o curso natural das águas e os regimes hídricos que se estimam, o valor ambiental único do corredor ecológico e dos ecossistemas que animam o vale de vida em equilíbrio com a existência das esquecidas comunidades do Tâmega, onde pontificam Mondim de Basto e a cidade de Amarante.
Todavia, esta problemática é ainda mais complexa nos desequilíbrios contranaturais que virá (?) causar, decepando o rio Tâmega e colocando-o aprisionado em cascata de águas mortas em toda a extensão do seu percurso em território nacional; degradando a qualidade da água; extorquido ao Tâmega e às populações o seu valor de recreio e lazer; expondo a cidade de Amarante à mercê da insegurança que o sobredimensionamento de um volume de milhões de hm3 de água retidos 6 km a montante; e pelas tremendas violações do quadro legal português e de duas Directivas comunitárias (CE).
Esta é uma síntese brevíssima de um debate que se arrasta desde há 16 anos, do qual resulta em conclusão que não há sobre a Terra outro valor que nos possa substituir as condições de equilíbrio natural-civilizacional que o rio Tâmega oferece no seu «vale sagrado», parafraseando Teixeira de Pascoaes.