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PNBEPH EM DEBATE: IMPACTES DAS BARRAGENS NO TÂMEGA

          Sessão em Arco de Baúlhe (Cabeceiras de Basto) - cartaz

Ver notícia do evento em «O Basto».

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Comentários

# OlindaGil said on Dezembro 16, 2009 2:18:

Olá Amigo

Venho convidar-te para a festa de aniversário do meu blogue.

Vem provar o bolo e fazer um brinde.

Beijinhos

# OlindaGil said on Dezembro 17, 2009 22:18:

Olá José

Gostei muito que tivesses participado na festa de aniversário do meu blogue.

Venho desejar um Santo Natal a toda a tua família.

Beijinhos

# HelderFraguas said on Dezembro 23, 2009 3:08:

Espero que tenha sido um espaço útil de debate.

# PlenaCidadania said on Dezembro 24, 2009 17:25:

MAIS SOBRE A SESSÃO DE ARCO DE BAÚLHE (18/12)

Ao que «OlindaGil» said on December 16|17, 2009 2:18 AM,

e ao que « HelderFraguas said on December 23, 2009 3:08 AM:

Agradecendo os comentários acima apostos, embora tenha sido parte activa e interessada na sessão ocorrida em Arco de Baúlhe (Casa do Povo) o meu testemunho sobre o evento sublinha a importância do espaço de esclarecimento e de debate que foi proporcionado sobre esse demoníaco e contranatural «PNBEPH», sem constrangimentos de ordem alguma.

No entanto, mais e melhor do que pudessem ser os comentários que a propósito fizesse, segue um endereço contendo um relato da ocorrência, em http://remisso.blogspot.com/2009/12/consideracoes-sobre-o-evento-impacto.html, e outro onde se encontra a gravação áudio da sessão, em http://artigosediscussao.blogspot.com/2009/12/o-registo-sonoro-do-evento-impacto-das.html.

Reconhecidamente,

José Emanuel Queirós

# AlfredoRamosAnciaes said on Janeiro 11, 2010 1:12:

Que as obras públicas consigam satisfazer o interesse público e em caso de indeminizações sejam justas e mesmo generosas para os "espoliados".

fred

# PlenaCidadania said on Janeiro 12, 2010 0:00:

Ao que «AlfredoRamosAnciaes» said on January 11, 2010 1:12 AM:

O princípio enunciado seria justo se não houvesse perdas irreversíveis inegociáveis, sem valor mercantil hoje e sempre, em todo o Tâmega, como são as paisagens milenares elaboradas pelo rio, o curso natural das águas e os regimes hídricos que se estimam, o valor ambiental único do corredor ecológico e dos ecossistemas que animam o vale de vida em equilíbrio com a existência das esquecidas comunidades do Tâmega, onde pontificam Mondim de Basto e a cidade de Amarante.

Todavia, esta problemática é ainda mais complexa nos desequilíbrios contranaturais que virá (?) causar, decepando o rio Tâmega e colocando-o aprisionado em cascata de águas mortas em toda a extensão do seu percurso em território nacional; degradando a qualidade da água; extorquido ao Tâmega e às populações o seu valor de recreio e lazer; expondo a cidade de Amarante à mercê da insegurança que o sobredimensionamento de um volume de milhões de hm3 de água retidos 6 km a montante; e pelas tremendas violações do quadro legal português e de duas Directivas comunitárias (CE).

Esta é uma síntese brevíssima de um debate que se arrasta desde há 16 anos, do qual resulta em conclusão que não há sobre a Terra outro valor que nos possa substituir as condições de equilíbrio natural-civilizacional que o rio Tâmega oferece no seu «vale sagrado», parafraseando Teixeira de Pascoaes.

José Emanuel Queirós

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