SOL
O PNR Coimbra vai promover um almoço debate em Cantanhede, no dia 21 de Março.
Neste almoço vão estar presentes simpatizantes e militantes, para além de alguns dirigentes nacionais.
A concentração far-se-á pelas 12 horas, junto ao Monumento aos Heróis do Ultramar onde se deposta uma cora de flores. Seguindo-se depois um almoço de confraternização, finalizado com um debate.
A iniciativa é aberta a nacionalistas, militantes e simpatizantes, de todo o país.

Inscrições:
E-mail PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel 961488375
0 Comentário(s)
Arquivado em:
 

 
 

O   grupo   de   cidadãos   responsável   pelo   projecto   de   criação   do   Partido   Pelos Animais em Portugal tem o prazer de informar que já se encontra marcada a data e hora em que o PPA formalizará o seu pedido de inscrição junto do Tribunal Constitucional.

Este   momento   crucial   surge   apenas  seis meses  após  o  arranque   da   iniciativa, graças   ao   entusiasmo   e   dedicação   de   centenas   de   voluntários   e   milhares   de apoiantes,   que   nos   permitiram   recolher   mais   de   9500   assinaturas   por   todo   o Portugal continental e regiões autónomas.

A entrega das assinaturas e da restante documentação necessária à formalização do   pedido   de   inscrição   está   marcada   para   a   próxima   Sexta­-feira,   dia   4   de Dezembro, pelas 14h30.

0 Comentário(s)
Arquivado em:

O PS venceu as eleições de ontem para a Câmara Municipal de Mira infringindo ao PSD uma derrota extrondosa. Com 4.587 votos (55,9%) os socialistas obtiveram 5 mandatos (João Reigota, Manuel Martins, Sandra Pereira, Miguel Grego e Saul Rico) contra 2 do PSD (Rocha de Almeida e Lusís Filipe Barreto) que obteve 2.333 votos (28,48%). O MAR, movimento liderado por Agostinho Silva, obteve 890 votos (10,86%) não conseguindo obter qualquer mandato. O PS venceu também a Assembleia Municipal (Fernando Regateiro continua a ser o seu presidente) e as Assembleias de Freguesia de Mira e Praia de Mira, continuando António Alberto e Carlos Milheirão na liderança daquelas duas autarquias. As Assembleias de Freguesia de Carapelhos e Seixo continuam no PSD com Gabriel Pinho e Albano Lourenço ao comando.

CM MIRA os eleitos

PS(5) - JOÃO REIGOTA, MANUEL MARTINS, SANDRA PEREIRA, MIGUEL GREGO, SAÚL RICO. PSD(2) - ROCHA DE ALMEIDA, LUÍS FILIPE BARRETO.

AM MIRA os eleitos

PS(15) - FERNANDO REGATEIRO, CARLOS BRITES MONTEIRO, LEONOR BORRALHO, PAULO GREGO, NARCISO PATRÃO, VERA LÚCIA MANCO, CALISTO COQUIM, PAULO REIGOTA, ZÉLIA MORAIS, VITOR BARREIRA, JOÃO MARIA NOGUEIRA, SARA FRESCO, CARLOS NORA e ANTÓNIO ALBERTO (Presidente da JF MIRA) e CARLOS MILHEIRÃO (Presidente da JF PRAIA DE MIRA).

PSD(8) - JOSÉ FRADE, JUAN ANTÓNIO APOLINÁRIO, MARIA DA CONCEIÇÃO OLIVEIRA, PEDRO NUNES, RICARDO COSTA, ANA DIAS e GABRIEL PINHO (Presidente da JF CARAPELHOS) e ALBANO LOURENÇO (Presidente da JF SEIXO).

MAR(2) - JOSÉ CARLOS GARRUCHO, JOSÉ BALUGAS.

Nas Legislativas de 27 de Setembro, Mira faz-se representar por JOSÉ ROCHA DINIZ, SARA MONTEIRO e ANTÓNIO VERÍSSIMO.

Os dois primeiros integram as listas do PS pelo resto do Mundo e por Coimbra, respectivamente, enqunto o terceiro integra a lista da FEH (coligação entre o MPT e o PH) por Santarém.

0 Comentário(s)
Arquivado em:

 LISTA DE CANDIDATOS DA COLIGAÇÃO FEH ¬ FRENTE ECOLOGIA E HUMANISMO À ELEIÇÃO DE DEPUTADOS À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, PELO CÍRCULO ELEITORAL DE SANTARÈM (27/09/2009)

CANDIDATOS EFECTIVOS 1. Manuel Jorge Diez dos Santos, com idade de 53 anos, com a profissão de Médico Veterinário. 2. António Luís Cyrne D’Abreu Pacheco, com idade de 53 anos, com a profissão de Agricultor. 3. Lucília da Conceição da Silva Galvão, com idade de 39 anos, com a profissão de Psicóloga. 4. António Veríssimo Caneira, com idade de 52 anos, com a profissão de Editor 5. Rui António Gaspar Mendes, com idade de 34 anos, com a profissão de Motorista. 6. Maria Teresa Simões Freire, com idade de 35 anos, com a profissão de Escriturária. 7. Carlos Manuel Correia Simões, com idade de 43 anos, com a profissão de Empresário. 8. Rui Manuel Gonzalez Benito Sanchez Ventura, com idade de 36 anos, com a profissão de Funcionário Público. 9. Maria Cristina Rosa Azevedo, com idade de 41 anos, com a profissão de E. Armazém. 10. Orlando Paulo Gonçalves, com idade de 48 anos, com a profissão de Motorista.

CANDIDATOS SUPLENTES 1. José Aníbal Castro Marinho Soares Gomes, com idade de 48 anos, com a profissão de Gestor de Empresas. 2. Maria Amélia Ferreira Caetano Roxo Silva, com idade de 57 anos, com a profissão de Reformada. 3. Maria do Carmo Faria de Freitas, com idade de 33 anos, com a profissão de Auxiliar de Enfermaria 3º A.S.G.

0 Comentário(s)
Arquivado em:

Lista de Candidatos da coligação FEH – Frente Ecologia e Humanismo à eleição de deputados à Assembleia da República, a ter lugar a 27/09/09, pelo círculo eleitoral de Coimbra

 CANDIDATOS EFECTIVOS 1. Natacha Neves Ferreira Mota, nascida a 8/6/1974 com a idade de 35 anos, portadora do bilhete de identidade nº10382330, emitido pelo arquivo de identificação de Porto, em 15/12/2004, filho de Maria José Gonçalves Neves Ferreira e Victor Manuel da Conceição Mota, com a profissão de Tradutora, natural de Angola, residente Rua da Areosa, 229, R/C B, 4200-085 Porto, candidata indicada pelo Partido Humanista. 2. Ana Maria Pena Lemos Pires, nascido a 12/9/1957 com a idade de 51 anos, portador do bilhete de identidade nº7128661, emitido pelo arquivo de identificação de Porto, em 29/11/2005, filho de Eurico Lemos Pires e Maria Olinda Fernandes Pena, com a profissão de professora, natural de freguesia de Almacave, concelho de Lamego, distrito de Viseu, residente Actualmente Residente na Rua João Andersen, 73-3.6, 4250-242 Porto, candidata indicada pelo Partido da Terra. 3. Luís Nunes Lourenço, nascido a 21/4/1959 com a idade de 50 anos, portador do bilhete de identidade nº5193876, emitido pelo arquivo de identificação de Lisboa, em 11/9/2004, filho de Joaquim Martins Lourenço e Lúcia da Costa Nunes Lourenço, com a profissão de mediador de seguros, natural de freguesia de S. Sebastião da Pedreira, concelho de Lisboa, distrito de Lisboa, residente Praceta António Gonçalves Lage, Nº 82 - 1º Dto., 4425-222 Águas Santas - Maia, candidato indicado pelo Partido Humanista. 4. Carla Alexandra Loureiro Figueira Morais, nascido a 31/7/1970 com a idade de 39 anos, portador do bilhete de identidade nº9089685, emitido pelo arquivo de identificação de Lisboa, em 13/9/2004, filho de José Albertino de Figueira Morais e Augusta Loureiro Malta, com a profissão de produtora cultural, natural de Angola, actualmente residente na Rua Raúl Dória, Nº 87-89 1º Dto., 4000-408 Porto, candidato indicado pelo Partido da Terra. 5. Maria de Lourdes Reis, nascido a 15/9/1955 com a idade de 53 anos, portador do bilhete de identidade nº4787224, emitido pelo arquivo de identificação de Lisboa, em 5/7/2005, filho de Luís Filipe Neves Mendes dos Reis e Maria Helena Magalhães Menezes, com a profissão de Funcionária Pública, natural de Moçambique, residente Rua Fontes Pereira de Melo, Nº8-3º Esq., 2720-233 Damaia, candidato indicado pelo Partido Humanista. 6. Félix Luís Rodrigues Garcia, nascido a 30/8/1960 com a idade de 48 anos, portador do bilhete de identidade nº6575484, emitido pelo arquivo de identificação de Lisboa, em 8/9/2000, filho de Fernando Martins Garcia e Joana Rodrigues Crista, com a profissão de técnico de vendas, natural de freguesia de Leça da Palmeira, concelho de Matosinhos, distrito de Porto, residente Actualmente Residente na Rua da Congosta do Abade, 149, 3º Esq., 4450-591 Leça da Palmeira, candidato indicado pelo Partido Humanista. 7. Sandra Isabel da Cruz Rodrigues, nascido a 20/2/1971 com a idade de 38 anos, portador do bilhete de identidade nº9540678, emitido pelo arquivo de identificação de Lisboa, em 12/11/2007, filho de Luís Alves Rodrigues e Maria Suzete Lourenço da Cruz Rodrigues, com a profissão de professora, natural de freguesia de Arrentela, concelho de Seixal, distrito de Setúbal, residente rua Lima Basto Nº 8, Urbanização Olival, 2970-860 Charneca da Cotovia, candidato indicado pelo Partido Humanista. 8. Ana Eunice Nogueira Leite, nascido a 24/6/1979 com a idade de 30 anos, portador do bilhete de identidade nº11293385, emitido pelo arquivo de identificação de Lisboa, em 6/7/2004, filho de António José Ribeiro Nogueira Leite e Isabel Maria Lopes de Nascimento Ribeiro Nogueira Leite, com a profissão de Assistente Administrativa, natural de freguesia de São Domingos de Benfica, concelho de Lisboa, distrito de Lisboa, residente Rua Nuno Marques Pereira - Nº 10 – 1ºEsq, 1500-469 Lisboa, candidato independente indicado pelo Partido Humanista. 9. Leonel Martins da Cruz, nascido a 24/11/1979 com a idade de 29 anos, portador do bilhete de identidade nº11500108, emitido pelo arquivo de identificação de Lisboa, em 23/3/2009, filho de Fernando Teixeira da Cruz e Maria Filomena de Moura Martins da Cruz, com a profissão de Técnico Administrativo de Seguros, natural de freguesia de São Sebastião da Pedreira, concelho de Lisboa, distrito de Lisboa, residente Rua D. Carlos 1º- Nº 6 1º Esq. , 2675-316 Odivelas, candidato indicado pelo Partido Humanista. 10. Tânia Patrícia Fernandes Mendes Capêlo, nascido a 1/8/1977 com a idade de 31 anos, portador do bilhete de identidade nº11011771, emitido pelo arquivo de identificação de Funchal, em 21/5/2008, filho de Firmino Dinis Mendes e Joana Baptista Fernandes Mendes, com a profissão de Sócia Gerente, natural de freguesia de São Pedro, concelho de Funchal, distrito de Região Autónoma da Madeira, residente Caminho de Santa Quitéria - Nº 88, 9020-119 Santo António, candidato indicado pelo Partido da Terra.

CANDIDTOS SUPLENTES 1. Carla Alexandra Calvário Vinha, nascida em 29/6/1986, com a idade de 23 anos, portadora do bilhete de identidade 12969982, emitido pelo arquivo de identificação do porto, em 10/8/2009, filha de Jorge Azevedo Moreira vinha e de Maria Antónia da Cunha calvário, com a profissão de operadora de reprografia, natural da freguesia de Alfena, concelho de Valongo, distrito do Porto, residente na Rua do monte, 421, 3º Dto., 4445-141 Alfena, candidato indicado pelo Partido da Terra. 2. Luís Manuel Palma Faleiro Correia das Neves, nascido a 13/10/1960 com a idade de 48 anos, portador do bilhete de identidade nº5364832, emitido pelo arquivo de identificação de Lisboa, em 8/4/2002, filho de Francisco Correia das Neves e Maria do Carmo Mira Palma Faleiro Correia das Neves, com a profissão de técnico de higiene e segurança, natural de freguesia de São Sebastião da Pedreira, concelho de Lisboa, distrito de Lisboa, residente Casal do Telheiro lote C5, 1º Dtº, 2630-091 Arruda dos Vinhos, candidato indicado pelo Partido Humanista.

0 Comentário(s)
Arquivado em:

Começam já a ser conhecidos os primeiros nomes que vão entrar na corrida autárquica de Outubro próximo.

Assim, o PS apresenta JOÃO REIGOTA como candidato ao lugar que já ocupa de presidente do município enquanto que FERNANDO REGATEIRO repete candidatura a presidente da Assembleia Municipal.

Nas freguesias, ANTÓNIO ALBERTO tenta reconquistar o lugar de presidente da Junta de Mira, CARLOS MILHEIRÃO regressa ao PS para conquistar de novo a Praia de Mira, GABRIEL CRUZ candidata-se nos Carapelhos e EVANGELISTA JORGE avança pelo Seixo.

No PSD, ROCHA DE ALMEIDA regressa para tentar destronar Reigota, JOSÉ FRADE avança na conquista á liderança da Assembleia Municipal e, nas freguesias, há também o regresso de GABRIEL PINHO nos Carapelhos, ALBANO LOURENÇO recandidata-se ao lugar que ocupa no Seixo, CARLOS COSTA estreia-se em MIra e FERNANDO MADEIRA avança na Praia de Mira.

Pelo lado dos independentes, AGOSTINHO SILVA é o candidato do MAR (Movimento Autárquico de Renovação) enquanto que JOSÉ CARLOS GARRUCHO é o primeiro do movimento para a Assembleia Municipal.

Ainda neste campo, o Seixo vai ter uma lista independente a concorrer à Assembleia de Freguesia. O candidato do MAIS (Movimento Autárquico Independente do Seixo) é EDUARDO JORGE.

0 Comentário(s)
Arquivado em:

Susana Barbosa, 1ª Signatária do Partido da Liberdade (PL), e uma comitiva da Comissão Instaladora do partido, são recebidos hoje em Lisboa, no Tribunal Constitucional (TC), pelas 15h00, para a entrega do Requerimento de inscrição do PL naquele Tribunal, acompanhado de todo o processo legal inerente à efectivação deste pedido. 

O Partido da Liberdade apresenta-se como um partido democrata, da direita portuguesa, que tem por pilares o nacionalismo e o municipalismo. O PL pretende preencher um vazio político e ideológico existente em Portugal, e surge com a missão de devolver aos portugueses a importância dos valores da família e da vida, do trabalho, do mérito e do reconhecimento, da defesa e elevação da agricultura portuguesa, do comércio português e da indústria portuguesa, da salvaguarda das raízes nacionais, da sua cultura, do seu património, da sua história, e da protecção do ambiente e da sustentabilidade de tudo o que é natural à própria vida. 

O Partido da Liberdade, apresenta um Programa efectivamente revolucionário, onde recusa o “politicamente correcto” que está ao serviço do actual status, e propõe expurgar a Constituição do seu conteúdo ideológico e torná-la mais simples, mais concisa e mais precisa. 

A bitola da acção do PL será exclusivamente, o bem da Pátria e do Povo Português e para tal, mais do que fazer promessas ou alvitrar soluções de curta duração, propõe mudanças, que deverão ser, por natureza radicais e que levarão, mais tarde ou mais cedo, ao estabelecimento do Municipalismo na administração portuguesa. 

A revolução, obviamente pacífica, que é preconizada pelo PL, assenta essencialmente, e na sequência de uma profunda revisão constitucional, em dois grandes aspectos inovadores: um novo conceito do semi-presidencialismo e a organização municipalista da governação.  

O PL considera o actual sistema partidário decadente e desajustado à realidade dos tempos actuais, e apresenta como prova, o distanciamento cada vez maior dos cidadãos em relação à política e aos políticos, traduzindo-se este facto nos incontornáveis e crescentes níveis de abstenção e de votos em branco, nos sucessivos actos eleitorais.  
O PL reclama como fundamental a liberdade de expressão na necessária mudança, e diferencia a vulgar libertinagem da verdadeira liberdade que exige maior responsabilidade. 
 
 

 

0 Comentário(s)
Arquivado em:

O Partido da Terra registou uma subida superior a 30% relativamente às últimas eleições para o Parlamento Europeu realizadas em 2004. Subimos em todo o País, de forma clara, tendo passado de 12.000 para 23.000 votos. Não foram, é certo, os resultados que desejávamos. Mas a subida muito substancial verificada foi uma realidade que não podemos, nem devemos, desvalorizar. Esta subida registou-se em todos os distritos, sem excepção e, de forma muito substancial, no Algarve e nas Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores. Podemos de forma clara afirmar que os Portugueses continuam a confiar no MPT e nos princípios e os valores que o Partido defende!

Seguem-se novos desafios eleitorais. As legislativas primeiro e as autárquicas depois. Sobre as primeiras, é o momento de refectirmos sobre as alternativas de poder que devemos encontrar para Portugal. O MPT fará essa reflexão numa perspectiva de construir uma alternativa de governação ao PS e às políticas que este representa.

Acreditamos que PS, não só vai perder a maioria absoluta, como vai perder as eleições legislativas. Assim, é importante e necessário construir uma alternativa política que permita a eleição de deputados à Assembleia da República e a escolha de um novo Governo.

Sobre as segundas, as autárquicas de Outubro, o MPT apresentará candidaturas fortes em todo o País capazes de ganhar eleições e ser, de forma claramente afirmativa, uma nova escolha para o Poder autárquico.

O momento é de confiança. Apelamos à participação de filiados e simpatizantes nos próximos actos eleitorais. Agradecemos todo o vosso empenho nestas eleições.

Um abraço a todas e a todos!

Pedro Quartin Graça

(Presidente da Comissão Política Nacional) 

0 Comentário(s)
Arquivado em:

António Veríssimo, editor da "Raízes Místicas", anunciou no seu blogue o apoio ao candidato ao ParlamentoEuropeu Pedro Quartin Graça, do MPT, bem como a adesão ao referido partido.

O ex-director do Jornal da Gândara e da Gazeta Popular já militou, desde 25 de Abril de 1974, no PCP, na UDP, no PPM e no Partido "Os Verdes", tendo protagonizado diversas candidaturas autárquicas em Condeixa (Assembleia Municipal de Condeixa e Assembleia de Freguesia de Sebal Grande), em Seia (Assembleia Municipal de Seia) e no país (Assembleia da República, círculo eleitoral da Guarda).

Foi ainda mandatário distrital em Coimbra do candidato presidencial Carlos Marques.

0 Comentário(s)
Arquivado em:

No próximo Domingo, dia 26 de Abril, decorrerá o lançamento do livro de Rui Marques, líder do MEP,  “Esperança em Movimento”, editado pela Porto Editora.
A apresentação terá lugar no Jardim de Inverno do Teatro de São Luíz, em Lisboa, pelas 18h e estará a cargo de Nuno Morais Sarmento, autor do prefácio.

Estão decorridos quase 16 anos desde o dia em que deixei de ter qualquer actividade política em Mira. Se a memória me não falha saí exactamente no dia 2 de Janeiro de 1994, data em que assumiu as funções o candidato eleito Dr. João Reigota.
Saí pelo meu pé, com o mandato cumprido depois de ter apoiado como meu substituto o excelente candidato do PSD Dr. Carlos Rocha e de ter verificado que a sua não eleição era a maior machadada para Mira e para o seu desenvolvimento.
Razões várias não favoreceram esta candidatura, e, passados todos estes anos mais evidente se torna que foi “uma pena” que o excelente profissional e enaltecido gestor de empreendimentos turísticos a nível nacional, não tivesse sido a escolha e o eleito autarca para Mira.
Mira começou aqui a perder a dinâmica e a capacidade, até então demonstrada, de ter gestores à altura das exigências e dos desafios que se lhe colocavam no campo do empreendorismo.
Ficou-se pela apagada tristeza de ver consumir rios de dinheiro advindos da venda de um vastíssimo património municipal em largos e largosinhos, sem futuro e sem vião estratégica, condenados a vir a ser locais desertos onde a população não gasta durante o ano, se gastar, mais que alguns minutos de ócio.
Como vêem meus queridos e considerados amigos estes anos foram para mim um tempo de reflexão, um tempo de pausa e um tempo de observação.
Depois destas justas e razoáveis saudações, queria deixar aqui uma saudação muito especial a toda a população Mirense, testemunhando-lhe o meu respeito, a minha consideração e a minha leal disponibilidade.
Meus caros amigos e companheiros, a pedido e insistência da Comissão política da secção que saúdo, depois de muito ponderar, decidi responder afirmativamente ao apelo que me lançaram. Aceitei, depois de ver satisfeitas algumas exigências que tinha colocado como principio, ser o candidato à Câmara Municipal
de Mira pelo nosso Partido, o PPD/PSD. Uma dessas exigências era o de ver o meu nome e a minha pessoa sufragada por todos os membros da Concelhia por unanimidade e por voto secreto. Essa exigência foi satisfeita e complementada por igual votação em Coimbra na Comissão política alargada a todas as Secções do Distrito. Deixei pois com estes actos de ter argumentos para não me disponibilizar para o Partido e essencialmente para o concelho de Mira.
Aqui estou pois para vos agradecer a confiança que depositam em mim, e para vos dizer que è confiado no vosso apoio e na vossa indesmentível lealdade ao partido, às gentes de Mira e ao Concelho que parto para este grande desafio e para esta exultante batalha.
Sei e sei que sabem os desafios que nos esperam. Sei, e sei que sabem, que estamos num Concelho onde não é fácil enfrentar o poder constituído e que serventuários desse poder, por oportunismo o mais das vezes e puro carreirismo sempre, tudo farão para um acto tão nobre, qual seja a participação cívica dos cidadãos na vida e nos rumos que desejam para si e para a sociedade onde se inserem, não seja um acto de profundo respeito e incontestável direito constitucional. Irão começar a surgir os ataques, Irão começar a surgir as calúnias e a mal dicência, irão começar a surgir as mentiras e as pressões e a chantagem, irá aparecer a ameaça e a falsa promessa, irá aparecer lágrimas de crocodilo e promessas mil vezes feitas e mil vezes não cumpridas, irá, enfim, aparecer no seu melhor, o sacripantismo acolitado pelos seus corifeus
de sempre.
Quero deixar, desde a primeira hora, claramente expresso, que serei um representante de toda a população, não pactuando com visões maniqueístas entre bons e maus, entre ricos e pobres, não permitindo tratamento de favor e desigual por motivos de política, de partido, de religião ou qualquer outro factor discriminatório.
Quando deixei Mira o Concelho tinha iniciado um tempo de desenvolvimento e de progresso. As obras e os investimentos tinham surgido um pouco por toda a parte. A população vivia tempos de confiança e Mira era olhada com um misto de curiosidade e admiração. Mira estava a firmar-se no contexto regional como um Concelho dinâmico e progressivo.
Finanças equilibradíssimas; pagamentos a terceiros em dia; ausência de dividas ou de encargos; tesouraria com superavit; e um vasto património municipal devidamente infraestruturado e pronto para sercomercializado e injectar nos cofres da Câmara milhões de euros, como veio a acontecer.
Passados estes anos, qual é a realidade?
Descontrole nas coisas mais elementares da gestão municipal; falta de ponderação e de análise onde o espirito crítico é inexistente; gestão por impulso, inconsequente e sem amadurecimento; esbanjamento das capacidades dos técnicos ao serviço da Câmara e dos seus trabalhadores; subserviência face ao poder político, quer regional, quer nacional; despesismo descontrolado; ausência de juízo critico e falhas no cumprimento das promessas e dos compromissos assumidos.
Face a tudo isto não me resta mais que formular um pedido ao Senhor Presidente da Câmara Dr. João Reigota, que faça tudo por melhorar a vida municipal e concelhia por forma a que no final deste ano, e quando eu tomar posse, me possa entregar a Câmara e o Concelho, senão melhor, pelo menos como lho entreguei no final de 1993: obra feita, projectos essenciais para o Concelho aprovados, inexistência de dívidas e de encargos, crédito e capacidade de financiamento, cabimento orçamental para todas as obras
em execução ou em concurso e, finalmente, por ser importante, uma população unidade crente no futuro.
Mira está necessitada e não regatearei força nem empenho para que o Concelho encontre os melhores caminhos para solucionar os seus problemas.
Podem contar com a minha lealdade, com o meu trabalho, com a minha dedicação e com a minha amizade.
Todos não seremos demais e por isso convoco toda a população Mirense para a árdua, mas prestigiante tarefa de dotar a nossa terra de meios e de realizações onde será bom viver e onde o futuro começa a ter esperança.
Viva Portugal.
 

JOÃO ROCHA DE ALMEIDA

0 Comentário(s)
Arquivado em:
O programa “Prós e Contras” da RTP1 promoveu nesta segunda-feira, 16 de Fevereiro, um debate sobre o “casamento homossexual”, tema fracturante na sociedade, pelo facto de estar na ordem do dia, em virtude da sua expressa colocação na agenda do PS para a próxima legislatura.
O PNR lamenta o facto de, mais uma vez, sendo a única força do espectro partidário com uma posição única, vincada e corajosa no lado do “contra”, não ser convidado para tal debate.
O PNR lembra que nenhum outro partido político ousa apontar o dedo ao poderoso lóbi gay e à sua agenda de promoção da homossexualidade, tendo realizado, inclusive, uma manifestação em 2005 contra estas duas realidades.
O PNR denuncia a desonestidade da “criminalização”, por via do Código Penal, daqueles que se opõem à promoção da homossexualidade, configurando uma flagrante falta de liberdade de expressão, mas reafirma a sua coragem em combater frontalmente este atentado á sociedade.
Tendo recentemente emitido um comunicado de imprensa sobre este tema, o qual teve eco (apenas) em alguma comunicação social, entende o PNR que há um manifesto bloqueio por parte da RTP, serviço público, à legítima expressão de um partido que, tendo ideias claras e firmes, defende aquilo que é sentido pela maioria da população sem se deixar manietar pelas falsas tolerâncias.
Lamenta ainda, o PNR, que apenas se apresentem aos portugueses os pontos de vista dos cinco partidos com assento parlamentar, impedindo os outros partidos de se expressarem e impedindo o acesso dos portugueses às suas mensagens.
0 Comentário(s)
Arquivado em:


 

Temos ao longo destes últimos dias, mais concretamente, ouvido falar da queda abrupta das taxas euribor em todos os prazos. Facto esse, que mais cedo ou mais tarde, irá ter impacto na prestação mensal das famílias portuguesas com crédito habitação. O cálculo das prestações depende das taxas de juro utilizadas que são constituídas por um indexante, normalmente a Euribor e por um spread. Curioso é o facto, que infelizmente ainda existem muitos portugueses que por força das circunstâncias ou por desconhecimento total, ainda não têm noção do efeito temporal que pode existir até a taxa euribor ser realmente ajustada ás descidas. De tão referida, a expressão Euribor torna-se primeiramente primordial termos a noção literal do seu significado. Afinal o que é a taxa euribor ou melhor a European Interbank Offered Rate ? Euribor è uma taxa interbancária que resulta da média das taxas praticadas entre 57 bancos de países da União Europeia e de países terceiros na oferta de fundos entre si. Esta taxa apresenta diferentes valores consoante o prazo a que se reporta: 1, 2 e 3 semanas, 1 mês, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 e 12 meses. O cálculo da taxa Euribor para todos os prazos é feito diariamente às 11 horas (CET), resultando da média das cotações fornecidas por um painel de bancos de primeira linha. De todos prazos, os mais importantes no que toca á generalidade dos Portugueses com crédito habitação , saõ os prazos 3 e 6 meses, ou mais usados em qualquer empréstimo habitação. Depois de conhecida o seu valor literal e seus prazos, passemos agora á prática do seu cálculo. De acordo com o disposto nos Decreto-Lei n.º 240/2006, de 22 de Dezembro, e Decreto-Lei n.º 171/2007, de 8 de Maio, com a redacção que lhe foi dada pelo Decreto-Lei n.º 88/2008, de 29 de Maio, o valor do indexante a aplicar aos contratos de crédito, aquando da respectiva fixação ou revisão, deve resultar da média aritmética simples das cotações diárias do mês anterior ao período de contagem de juros, ou seja, falando português correcto sem manhas, a sua taxa euribor é sempre o valor médio das cotações da euribor durante o mês anterior á revisão, acrescido do seu spread, que pode variar de cliente para cliente. Chamo atenção para os cidadãos menos acostumados a estes cálculos, que pode existir casos em que alguém familiar seu com o mesmo valor de empréstimo, revisto no mesmo mês, como o mesmo prazo, possa vir a ter uma prestação diferente à sua, isto tudo, por causa de um factor chamado spread. Este é um factor que determinou muitas guerras entre bancos nos últimos anos e que faz muita diferença para empréstimos elevados e de maturidade longa. Se tem um empréstimo bancário e ainda não viu a sua prestação revista, não desanime pois ela irá acontecer no máximo até á revisão de Maio, Não convém criar muitas expectativas de grande queda na sua prestação, pois como disse anteriormente, ela é condicionada por diferentes factores.

ANTÓNIO COSTA/CLUBE DOS PENSADORES


0 Comentário(s)
Arquivado em:

O jornal espanhol El País anuncia hoje "Sócrates, debaixo de fogo", publicando um artigo em que analisa os últimos desenvolvimentos do caso Freeport, mas onde alude ainda a atrasos na Justiça e a outros casos com atenção mediática.

"Os ataques e acusações proliferam nos meios de comunicação, apesar das provas não surgirem com igual intensidade", refere o jornal, destacando o facto de Portugal estar em ano de eleições "e de haver quem acredite que a campanha já começou".

O El País cita os últimos desenvolvimentos, nomeadamente os artigos da imprensa que asseguram que a carta rogatória inglesa "compromete o primeiro-ministro num caso de suborno e corrupção", bem como as reacções de "repúdio" de José Sócrates.

"Apesar do impacto mediático, o caso Freeport não é o mais relevante dos que se acumulam no poder judicial português, que se move a passo de tartaruga", escreve o jornal.

Entre os processos, o matutino espanhol cita os casos BPP e do BPN.

Para o jornal, "o caso mais grave por resolver é o dos abusos sexuais na Casa Pia".

O assunto é ignorado pela restante imprensa escrita espanhola.

O processo relativo ao espaço comercial do Freeport de Alcochete está relacionado com suspeitas de corrupção na alteração à Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo (ZPET), decidida três dias antes das eleições legislativas de 2002 através de um decreto-lei, quando José Sócrates, actual primeiro-ministro, era ministro do Ambiente.

0 Comentário(s)
Arquivado em:
More Posts Next page »