sábado, 27 de Janeiro de 2007 21:36
por
PORTUGALZINHO
OS ÓSCARES DOS PROFESSORES
E o Óscar para o melhor professor do M.E. vai para o profº Chibanga!!!!!!
Muito obrigado mesmo!!!! Caramba!!!
Quero agradecer à minha mãe, à minha mulher, à minha tia, à minha avó, à minha irmã, ao meu irmão, ao meu vizinho de cima, ao meu vizinho de baixo, à minha sogra, à minha amante, ao meu Cão, ao meu Grilo, ao Percevejo da varanda, ao Piolho da escola, à Pulga, ao Sapo, à Aranha, ao Pateta, ao rato Mickey, à Pantera-cor-de-rosa, ao tio Patinhas, à Rosa, à Maria, ao José, ao Manel, aos sindicatos, à Lurdinhas-das-ideias-brilhantes, ao Sócrates…
Ângelo Rodrigues - site
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About PORTUGALZINHO
Nasceu em Torres Novas em 1964. Gosta de deusas atrevidas, da Noite, do Mar, da espécie-Mulher, de boa música, de artes-plásticas e de alguma literatura. É, como alguém já escreveu, um ser intelectualmente irrequieto e insatisfeito que procura despertar as consciências adormecidas pela rotina das ideias feitas, das convenções, dos sistemas. O seu horizonte imediato é a Alma-humana. Coloca de novo a velha e primordial questão universal: O que fazemos aqui? - Para onde vamos? - O que nos espera?
É Licenciado, profissionalizado e pós-graduado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa e professor de Filosofia e de Psicologia do Ensino Secundário Regular e Recorrente. É, contudo, um ser anti-académico. Passou também pelo Conservatório de Música e pelo ensino de Educação Musical.
Tem a carteira de Equiparado a Jornalista e exerceu irregularmente a actividade na Imprensa Regional e na Rádio. Faz parte - em equipa com o escritor Urbano Tavares Rodrigues - da direcção (vice-presidente) do Prémio Litterarius instituído pelo Racal Clube de Silves - Algarve. É o Cônsul para Lisboa do Movimento Internacional Poetas del Mundo (com sede no Chile). Foi colaborador do Artjornal (jornal online). Foi fundador e vice-presidente da AJEP - Associação de Jovens Escritores de Portugal (de que muito se arrepende); foi director literário das Edições Orpheu; é director literário do DNA - Departamento de Novos Autores da Editorial Minerva de Lisboa. Sugeriu a edição de vários livros e CD?s (poesia, romance, ensaio, teatro, aforismo, etc.) e coordenou, prefaciou e apresentou várias antologias e colectâneas de poesia e de prosa. Prefaciou e comentou vários autores de língua portuguesa. Fundou e apresenta, de quando em vez, em Lisboa, a Tertúlia Orpheu. Tem quatro livros publicados e uma colecção de postais, respectivamente: Eu, o Ser e a Dúvida (1989), Compra-me Um Deus (1992), Da Ressurreição do Espanto (1998), Um bailado no centro da Alma (2002) e Fragmentos do Tempo Parado (4 postais com poemas seus e fotografias de António Vieira da Silva, 1995). É um dos autores das colectânea Bosque Flutuante - nova poesia portuguesa,1996, 12 autores e da colectânea Incomensurável, 2000, 13 autores. Fundou os Jograis Orpheu (extintos desde Junho de 2003) e produziu o CD de poesia Assim Se Diz gravado ao vivo no Padrão dos Descobrimentos, Lisboa, em Junho de 1999.
Participou e participa em várias apresentações de livros, saraus, colóquios, congressos, performances e eventos culturais e afins como apresentador, animador-cultural, autor-declamador, divulgador de poesia e de música tradicional e própria (recital de canções e poesia "da música das palavras"), conferencista e actor/figurante (convidado de quando em vez pela agência Uniquestyle entre outros).
No âmbito das artes-plásticas, (pintura, colagem, aguarela, guache e desenho) utiliza o heterónimo Miguel d?Hera.
Como radialista, realizou e apresentou (locução) entre outros, os seguintes programas de temática variada: Poetas da Noite, As Palavras do Poema e O Espelho das Palavras. Na Rádio Renascença (1988) realizou e apresentou o programa Tempo de Poesia. Na Rádio Voz de Almada (1991), realizou e apresentou o programa Espírito da Manhã (música, reflexões e entrevistas).
E num dia efémero de hábitos estúpidos e terrivelmente convergentes (como no caso do trabalho), escreveu Miguel d?Hera no seu diário-não-autorizado: Ângelo Rodrigues é um resistente, eclético, ecuménico, um-criador-de-absoluta-insatisfação; é também um humanista do desejo e da ousadia, um provocador de impossíveis, um moscardo farpizante de conservadorismos e de estabilidadezinhas; um arauto da diferença; um místico do devir...
Muita saúde, paz e Amor. Fiquem bem!