Que fazer?
Com a “crise” e a sua “resolução”
pela troika, “isto” passou a ser
fundamento para revogar a Constituição em nome da “salvação” do país, como se
houvesse algum “país” para ser “salvo”.
O estado de direito não existe
porque, em nome de “hierarquias”, se revogou, há muito, a mesma Constituição e
as Leis, logo que os poderes fácticos entenderam que assim é que devia ser.
E aí vem, a revogação do feriado
do 1º de Dezembro, comemorativo da “independência nacional”.
Se eu ainda fosse novo, dedicava-me
a “partir esta m**** toda”, porque a m**** nunca deve ser defendida, mas
destruída, por evidência dos termos.
Entre os que defendem o
“centésimo macaco” e a sua “viragem” para o “bem” da Humanidade ou ser um
“Interruptor”, é muito preferível - diz-me a experiência da idade, por já não
ser novo -, ser um destes e escravizar todos os “macacos”, desde o primeiro ao
“centésimo” e por aí fora.
Este portugalito não tem futuro a
não ser para os “Interruptores”, os que vão escravizar todos os “macacos” que
(ainda) têm veleidades de que a “humanidade” pode “subir” para um patamar mais
elevado de “espiritualidade”.
Salve-se quem puder, porque não
pode haver qualquer tipo de “inclusão” quando não há regras e em tudo, desde a
“política” à “justiça”, vigora a lei da selva, isto é, não vigora qualquer lei
a não a do mais forte e do mais “poderoso”.
Não há nenhuma estratégia para
salvar o que quer que seja, a não ser a estratégia dos “Interruptores” para
escravizar todos os “macacos”.
Que fazer?
É simples!
Os “macacos” que se cuidem!
Se há alguma hierarquia – e há
certamente – só há, também uma alternativa: lutar por ser “Interruptor” e
deixar os “macacos” entregues ao seu destino de “escravos” a serem usados,
abusados e descartados.
Só isso?
Só!
E o resto?
O resto fica nas mãos de Deus!
Já agora, pense nisso!
Disse!