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Dizem as más línguas que o senhor Pinto Barbosa, indigitado para presidir a uma comissão que vai fiscalizar as contas públicas, é a mesma pessoa que anos a fio certificou as contas do BPP.
Não é que espante, em Portugal já nada espanta, mas há que dizer:
-TENHAM VERGONHA.
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A questão é simples:
Carlos César dos Açores conseguiu fintar o governo da República, que é do seu próprio partido (Sócrates está calado que nem um rato) e por uma vez (será só uma vez?) também conseguiu que alguns funcionários públicos dos Açores sejam portugueses de primeira.
Só um comentário:
-César para o Continente, JÁ!
Vin
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De vez em quando as surpresas aparecem. Não me passava pela cabeça alguma vez ter de concordar com o que diz Alberto Jardim, esse mesmo, o João da Madeira. Disse ele a propósito da anunciada proibição de acumular reformas com salários, que o Estado não pode cortar pensões a alguém que toda a vida descontou para isso.
Não sei se é o caso dele, mas que o argumento tem alguma força, lá isso tem.
Mas a parte melhor de Alberto João é quando diz que se sente “ridículo” como português, porque o país chegou ao ponto em que está e a alternativa dada aos portugueses é que sejam os mesmos que puseram o país neste estado a continuarem a governar. E mais ridículo é serem os que deveriam substituir os actuais a dizerem que devem continuar no poder os que deram cabo disto. Concluiu assim:
“Isto é gozar com os portugueses”.
Só um aparte: Manuela Arcanjo, antiga ministra do governo de Guterres veio dizer publicamente que o ministro das finanças se devia demitir porque não deve avalizar políticas que levam ao desastre, e que há muito Portugal não tem política económica.
É que nem é preciso dizer mais nada.
Vin
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Daniel Bessa hoje em Lisboa:
"Vamos entrar num período profundíssimo de recessão, durante muitos anos [...] As medidas que estão tomadas vão fazer a economia entrar em recessão. Mais tarde ou mais cedo, o Estado vai perceber que as receitas não chegam e vai precisar de outro PEC"
O raio que os parta. Vão brincar com a "mãezinha" deles.
Vin
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Muito rapidamente que as novidades pouco merecem.
Segundo o Diário de Notícias o senhor ministro das finanças enganou-se (?). Apresentou uma lista de 50 organismos a extinguir dos quais pelo menos 9 já foram extintos.
Ou esta gente não sabe o que anda a fazer nem percebe nada daquilo que faz ou então, andam a brincar connosco.
Vou mais pela segunda.
A outra novidade é que os juízes querem ser informados de quanto ganham e gastam os membros do governo.
Até acho bem, mas só é pena que o façam no momento em que os querem afligir com mais impostos e reduções.
Cheira um bocado a retaliação.
Em órgãos de soberania não me parece bem.
Moralmente parece que já nada existe ou tudo é permitido.
Vin
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Deu uma lição ao mundo.
A perseverança, a alma como grito de resistência, o nunca deixar de acreditar que é possível, e que a vida humana não tem preço.
Não é possível resistir à emoção perante as imagens de salvamento dos mineiros.
Apetece-me dizer-lhes “obrigado”.
vin
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E querem que acreditemos em quê?
A vindima por aqui já deu o que tinha a dar.
Precisamos COM URGÊNCIA de outros produtores que saibam perceber aquilo que o povo português necessita.
Votar nestes INCOMPETENTES?
Nunca Mais.
Vin
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Mas como é que é?
Foi demitido porque deu uma entrevista e escreveu um livro?
Soube pela Agencia Lusa?
Ou foi substituído por rotatividade diplomática?
Na Unesco não se queixam?
E cá também não.
A verdade disto deve andar por aí escondida.
vin
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Primeiro Ministro ontem:
“Reafirmo tudo o que disse no Parlamento. O Governo nunca teve nada a ver com as intenções da PT em comprar uma televisão privada. Nem deu qualquer instrução nesse sentido. Isso já foi dito até por responsáveis da empresa”.
Constou-me que no tempo do vinil havia uma editora discográfica chamada a voz do dono.
O que é uma coisa tem a ver com a outra?
Resposta dos Gato Fedorento esmiuçando:
-Ah Ah Nada.
vin
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No semanário SOL desta sexta feira vem a seguinte notícia:
“Estudantes universitários vivem em casas de banho
O divórcio e o desemprego dos pais, bem como o aumento do preço das propinas, está a lançar muitos universitários na miséria. Os casos dramáticos sucedem-se por todo o país, com jovens passando fome e chegando a viver dentro de casas de banho”
Desenvolve-se depois com o relato de vários casos de estudantes universitários que apenas conseguem sobreviver com a ajuda de colegas (e aqui sobreviver significa “matar a fome nas cantinas”), e não apenas filhos de pais divorciados, mas também de pais que ficaram no desemprego ou que, em qualquer caso, têm precárias situações económicas.
Ao ler isto senti uma espécie de nó no estômago.
QUE PAÍS É ESTE?
Onde pára a tão propalada assistência social aos estudantes?
Que condições são dadas em habitação, alimentação, dignidade de vida para que não aconteçam casos destes?
O que se pode esperar de uma geração que (para aqueles que conseguem) obtida uma formação superior a sacrificar-se miseravelmente, agarra a primeira oportunidade para sair de Portugal, porque sabe que noutras paragens encontra condições de suporte social e mercado de trabalho mais atractivas?
Onde é que os nossos “altos crâneos” pensam que vão buscar as bases do necessário desenvolvimento, se não começam por dar aos jovens de cá o mínimo dos mínimos para que se sintam bem no seu próprio país?
Mas…será preciso algum mestrado ou pós graduação para perceber que este sistema está errado e completamente virado de pernas para o ar?
E se estes jovens abdicassem do seu projecto de futuro e se dedicassem à malandragem?
Quantos subsídios ou rendimentos de inserção não lhes seriam facultados?
Claro que isto pode ser polémico.
Mas que está completamente errado ninguém me convence do contrário.
A menos que se prove que a notícia do SOL é falsa.
Se não é o caso, estamos em presença de mais um problema que vai cair no esquecimento (silêncio estratégico) dos “altos crâneos” que nos governam.
A bem da Nação.
Vin
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ERMELO - MONDIM DE BASTO - ELEIÇÕES
FARWEST, MUITO LENTAMENTE PARA LÁ CAMINHAMOS
vin
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Será magia negra?
Parece que sempre se confirma a saída do director do jornal Público.
Oh diabo…
Começam a ser coincidências a mais para quem diz que não sabe de nada e não tem nada a ver com isso.
Qual será o truque para fazer desaparecer de cena quem nos incomoda?
Gostava de saber para despachar alguns artistas que todos os dias me chateiam.
vin
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O Famoso TGV
“O investimento no TGV paga-se a si próprio. E Portugal tem mais interesse nisso do que Espanha. Uma das nossas insuficiências é na área dos combustíveis fósseis. O TGV anda a energia eléctrica, logo…” palavra de Mário Lino, o ministro.
Esperem lá…
Mas não é de Espanha que importamos grande parte da energia eléctrica?
A Hiberdrola já não existe ou anda a dormir?
Ou o senhor ministro acha que nós somos parvos?
Se calhar não acha.
Sempre achou.
vin
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Começou o baile
Vamos ter duas semanas de verdadeira apoteose lúdica, danças e cantares à desgarrada, discursatas inflamadas de coisas inúteis, pelo menos a maior parte delas, e o Zé povinho a assistir impávido e sereno, mas sobretudo cansado.
Apareceram hoje duas sondagens de sinal mais ou menos aproximado, mas com uma ligeiríssima diferença.
Sei que num caso foi para o Expresso, no outro para a RTP.
Dizem-nos que os dois principais partidos estão praticamente empatados, sempre com o PS a ter mais uns pinguinhos de votos.
Esta dos pinguinhos tem obviamente a ver com a vindima.
Num caso a diferença é de 35% para 37%, no outro é de 33% para 32%.
Por mim sei muito bem o que vou fazer e como ninguém me consultou parto do princípio que para as sondagens não existo.
Até tem alguma piada, mas só me aborrece que vamos ter desta bailação dia sim dia sim nos próximos tempos.
A meu ver só serve para confundir as pessoas, e vá lá, do mal o menos, para garantir o salário de quem nelas (as sondagens) trabalha.
É o que as safa.
vin
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A TVI tornou-se um produto muito apetecível.
Porque será?
vin