SOL

Merecidamente, o meu querido Vitória vai estar presente na final da Taça de Portugal, no Jamor. A festa em Coimbra começou muito cedo, como é apanágio dos adeptos do Vitória e prolongou-se noite dentro. Os cachecois encheram a A1 de cores pouco habituais: preto e branco! Era o nosso dia! Bem, no que ao jogo diz respeito, o sofrimento foi enorme. Mais uma vez a equipa jogou muito recuada, sôfrega e sem grandes soluções para reagir. Apesar de tudo, não foi dos jogos piores...Mas era a estratégia do nosso treinador, que nunca abdicou dos seus princípios de jogo. Aplaudo acima de tudo a capacidade de sofrimento de toda a equipa, que soube estar coesa a defender um resultado que levou de Guimarães. Saliento a postura dos adeptos da Académica, que revelaram algo raro no futebol: saber perder!

PARABÉNS VITÓRIA!!!!

Este post é mais uma dedicatória, do que qualquer outra coisa. Àqueles que vivem de forma intensa e apaixonada pelas coisas, tiro-lhes o meu chapéu. Admiro-vos e aprecio a forma como aproveitam cada momento que têm. Já sei que é à vossa maneira, mas agrada-me tudo isso. A entrega a uma simples conversa com um amigo, fascina-me. O interesse pelo que a outra pessoa diz, o acompanhamento profundo de uma conversa, como se estivessem a viver a história da outra pessoa, é algo revelador do respeito e da admiração que nutrem pelo outro. As palavras ditas, às vezes de forma inconsciente, mas porque estão a viver o momento e a tentar ajudar um amigo, são para mim, dignas de aplauso. Não se envergonhem da atenção que dão ao pormenor, só porque o todo não tem interesse para vós. Mais vos admiro quando elogiais os pormenores, para que o todo não seja desvalorizado. Por tudo isto, é bom saber que alguém partilha esta "estranha forma de vida".

Foi esta a sensação que tive na passada segunda-feira no jogo que colocou o meu VITÓRIA ao Sporting - déjà vu. No domingo, quando estava a falar com um amigo e antevendo o jogo de segunda, comentei como vibrei com a vitória na época de 95/96, em pleno Estádio José de Alvalade. Na altura, ouvi o relato com o meu pai, e se não me engano, a marcha do marcador foi muito idêntica. Lembro-me perfeitamente como delirei com o resultado... estava no esplendor dos meus 17 anos! Sempre visitamos Alvalade com grandes expectativas ao longo destes anos, e curiosamente relembro a conversa que tive no Domingo à tarde com grande emoção, satisfação e nostalgia de algumas tardes gloriosas vividas com o meu pai!

Obrigado PAI!

De vez em quando todos nós sentimos uma vontade de desabafar com alguém. E isso, normalmente, ocorre com algum amigo, pessoa de confiança, que nos poderá até dar algum conselho. Hoje isso aconteceu comigo, só que eu não conhecia a pessoa que estava a a desabafar comigo... Como estamos de férias decidimos (eu e esposa) almoçar fora. Dado o adiantado da hora, rapidamente ficamos sozinhos na sala do restaurante, pois já seriam cerca das duas quando entramos. Não demoramos muito tempo a almoçar e quando estavamos a sair fomos abordados pelo dono do estabelecimento, que nos quis mostrar a nova sala de jantar, que também serve de lanches durante a tarde. Uma excelente ideia, pois é um espaço mais pequeno o que torna o ambiente mais intimista e familiar. Até aqui tudo bem... Dirigimo-nos para o carro e é claro que acendi o cigarro da praxe depois do café e a minha esposa entrou para o carro para fugir deste sol de Inverno, quando vejo o empregado que nos serviu,a entrar para o carro que estava à minha frente. Por sinal, um bocado "maltratado", apesar de antigo. Quando ele entrou para o carro, reconheci-o de imediato, e disse "até logo", como manda a boa educação. Qual não é o meu espanto, quando verifico que ele apenas entrou no carro para abrir o capôt, e foi aí que tudo começou. "Este carro já veio com problemas, tem uma peça avariada". Fez uma pequena descrição do problema, que até agora eu não sei o que significa. Apenas sei que o carro é a gás e que o rapaz tem que mexer em qualquer coisa para ele não engasgar. No entretanto ele entra para o carro, e como tinha terminado o cigarro, digo mais uma vez até logo. "Está a ver isto?" - apontou para o para-choques traseiro. "Estou. Foi cá uma pancada!" - acrescentei. " Não sei quem me bateu até hoje. E o gajo ainda me tirou o friso. Às tantas estava a precisar de um. No outro dia emprestei o carro ao meu irmão pra ir ao Porto, pra ele comprar um medicamento para a mulher com quem está agora, e foderam-me o carro todo. Já viu?" É evidente que no meio de tudo isto, eu fui acenando com a cabeça, e lamentando o sucedido, percebendo logo que o rapaz estava a desabafar comigo. Quando pensei que tinha acabado, ele disse: "Agora vou deixar o carro no mecânico, pra ele arranjar isto do engasgar.. Vamos lá ver se o seguro me dá outro carro! Este carro não gasta nada." E então eu disse, como manda a boa educação: "Até logo!". E ele respondeu na mesma moeda. "Até logo!"

PS: Isto acontece-me muitas vezes!

 

 

 

 

 

 

Este é o título do filme da 7ª jornada da Liga Portuguesa de futebol em alusão ao que de grave se passou no estádio Afonso Henriques. Como disse esse grande senhor do futebol mundial - Villas Boas - "se calhar existe qualquer coisa errada com este estádio". Coitadinhos, tenho tanta pena deles... na verdade, o que está errado é o facto desse senhor ver muito mal ao longe, nomeadamente o lance do penaltiy. É preciso ter muita lata para falar daquela forma de um lance do qual não poderia ter a certeza... ou então foi desespero por não ter ganho  jogo. Senhor Villas Boas se pensava que ia dar um passeio a Guimarães, enganou-se redondamente. Já agora aquele penalty sobre o Edgar, esse não viu pois não? Sabe que se fosse marcado, o Fucile ia tomar banho ainda mais cedo? Vamos ver se vai ser alvo de análise por parte do Sr. Vitor Pereira na 10ª jornada, como faz tanta questão de referir.

Como fui ver o jogo ao estádio, posso dizer que esse senhor deu um espectáculo vergonhoso no banco de suplentes.

Bem vindo ao mundo real do futebol, onde também se empatam jogos!!!!!!

Esta é a palavra do dia... quando algo corre mal, há sempre alguém ou algo dentro de nós que nos diz que temos que "relativizar" a situação. Mas afinal o que é isso? Bem, eu tenho uma opinião. Quando estamos perante uma situação complexa, e a solução não está fácil de encontrar ou nos parece impossivel resolver no imediato, o melhor é mesmo relativizar. E quando isso acontece, abrem-se várias portas, várias saídas e afinal o maior problema no mundo não é o meu. Relativizar é ser altruista, e pensar nos problemas do outros, deixando o "eu" para trás. No entanto, quando tentamos relativizar atitudes de pessoas, aí o caso torna-se muito complicado...O orgulho, o egocentrismo, o individualismo, o egoismo, a vingança, tomam conta de nós e é quase impossível relativizar a situação, pois pensamos que não merecemos tal coisa! O nosso lado de "coitadinho" vem ao de cima e baralha tudo. Mas é mesmo assim, e não há outra alternativa que não seja RELATIVIZAR!

Acho que Relativizar nos torna pessoas melhores. Acho, mas não tenho a certeza...

Embora não seja um adepto do actual governo, muito pelo contrário, gostava de expressar o meu apreço pelo que está ser feito na análise e respectiva concessão de subsídios nas diversas áreas. É com pena que registo que foi preciso uma Crise desta dimensão e a falta de dinheiro nos cofres do Estado para que se lembrassem de tal coisa. Então lembraram-se disto: podiamos ver se as familias que não declaram rendimentos e que têm subsidios, se na verdade não têm património financeiro nos Bancos. É uma boa ideia não é? Gostava de saber quem foi a alma iluminada que se lembrou desta coisa espantosa?Imaginem se algum iluminado se tivesse lembrado de tal coisa há dez anos? Há gente que tem esta profissão: Subsidiodependente!!!!!!!!

Incompetentes!!!!!!!!!!!!!!!!!

Se fosse Sexta-Feira Treze até havia desculpa para o que se passou no estádio D.Afonso Henriques na optica dos seis milhões de adeptos benfiquistas. No entanto, lamento desiludi-los, mas foi numa sexta-feira 10 que o meu Vitória aplicou uma derrota, com bom futebol, ao actual campeão nacional. Eu sei que houve alguns lances penalizadores para o clube da Luz, mas com franqueza, não foi só por isso. O Vitória efectuou uma excelente partida, praticou um bom futebol, e encarou o jogo de forma mais inteligente, aliás à imagem do seu treinador. Se de todas as vezes que o Vitória fosse injustiçado pela arbitragem contra os chamados "grandes do futebol", fizesse o alarido que hoje foi feito no final do jogo pelos responsáveis do Benfica, tinhamos que criar uma associção para esse fim não lucrativo.

Força Vitória!!!!!!

Nos últimos tempos tenho-me interrogado sobre a dura realidade que culmina no fim da nossa condição humana - a morte. E não sei porque é que isto acontece, mas por vezes lá dou comigo a pensar no final de tudo isto. E só aí me apercebo da pena que me dá e como desperdiçamos o nosso tempo com coisas insignificantes. Mas os meus pensamentos vão mais longe... O que é que eu posso fazer para inverter isto, começando pelo meu dia-a-dia? E aí as coisas complicam... Em 24h, cerca de 10 são passadas a trabalhar e 7h a dormir. Ora, restam outras 7h. Se retirar 2h-3h para refeições, que incluem a preparação do jantar, sobram 4h. Se subtrair 1h para descansar e não fazer rigorosamente nada, finalmente tenho 3h para lazer. Estar com a família, amigos, ver TV. Bem, parece-me que o tempo se escoa desta forma: Vou dormir para ter condições de ir trabalhar no dia seguinte, e fruto desse trabalho vou ganhando dinheiro para comer. Lindo! É certo que esse dinheiro também é empregue no lazer e no bem-estar, mas não dá a sensação que quando isto acabar, fizemos muito pouco? Eu não quero ter esse sentimento quando morrer, mas também não quero ter medo. E aqui entra um outro factor incontornável: eu tenho medo de morrer e não quero, não me apetece. E acho que é pelo facto de ter a sensação de que fiz muito pouco até agora, que tenho tanto receio de morrer. Isto para não falar que vou fazer falta a tanta gente - Carla, pai, mãe, sogros, cunhada, amigos de Braga, Amarante, Valença, Guimarães, Montalegre, Bragança, Barcelos - tou a brincar...Smile

Enfim, era só isto!!!

Afinal a Golden Share utilizada pelo Governo foi unica e exclusivamente para a empresa portuguesa (PT) ganhar tempo e repensar a sua estratégia. Afinal o negócio foi finalmente concluido mas com uma nova realidade - a PT acena e diz "OI" à nova participação na empresa brasileira.

"OI, CHEGUEI" - Novo lema da PT

FORÇA PORTUGAL!!!!!!!!!!!!!!!!!

Admiro tudo o que me faz vibrar e que automáticamente me torna num camaleão de sentimentos. Que me transporta no tempo e no espaço. A música tem essa capacidade. Conduz-me na escuridão, abre portas, faz-me levitar... quero aqui agradecer à música que ouço e que me transforma em algo melhor, que me dá paz e harmonia.

OBRIGADO!!!!!!!!!!!

Quando falamos a quente sobre qualquer assunto, nem sempre conseguimos alcançar as palavras com o discernimento que a situação exige. Não vi o jogo em directo, mas tive a sorte de me terem gravado. Na segunda-feira de Páscoa assisti com mais calma ao derby do minho, mas não conseguia ficar indiferente ao que me haviam dito ao telefone. "Aquilo foi um roubo". E confirmei tudo isso e muito mais. Não vou falar sobre a arbitragem (não vale a pena), mas sim sobre a grande partida do futebol que o Vitória efectuou em campo adversário. Mostrou quem realmente são os "guerreiros do minho". Mandou no jogo, bom futebol e sempre por cima do adversário mesmo com menos jogadores em campo. Somos um clube diferente, e não quero com isto dizer que somos melhores. Mas ser diferente às vezes tem uma sabor muito especial. FORÇA VITÓRIA!!!!!!!

Não sou um defensor da criminalidade, do vandalismo, nada disso. Mas não consigo suportar como alguns agentes da autoridade usam da sua "autoridade" para assegurar os nossos direitos fundamentais. Quando a lei da bala é o único pensamento de um polícia, normalmente dá muito mau resultado. Não quero com isto dizer as armas dos polícias só servem para apanhar sol e chuva. Mas tenho a certeza que têm que ser usadas com moderação, sensatez e responsabilidade. A segurança não pode ser imposta à lei da bala. A desobediência à autoridade não pode ser resolvida com tiros... Afinal onde é que nós estamos? É muito dificil respeitar alguém que não valoriza a vida dos outros... e eu não respeito!!!

Acabei de assistir ao jogo que colocou frente-a-frente o meu Vitória e o Sporting. Aqueles 20-25 minutos iniciais levam qualquer adepto à loucura. Erros em demasia por parte dos jogadores do Vitória e vista grossa da equipa de arbitragem. Realço, apesar de tudo, a excelente entrada do Sporting no jogo. Pensei, por momentos, que iriamos sofrer uma goleada histórica... mas não. O vitória demonstrou uma grande atitude, e excelente futebol na 2ª parte. Se me pedissem para eleger o homem do jogo, não tenho dúvidas - Rui Patrício. Isto revela que o Vitória poderia ter empatado o jogo, tendo desperdiçado várias ocasiões de golo, não tendo também a sorte do nosso lado.

Mas continuamos vivos e somos uma das melhores equipas a jogar futebol nesta época.

Força Vitória!!!!!!!!!

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