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Afonso Dias absolvido no caso Rui Pedro
Último post: 07-03-2012, 9:51 por Quetzal. 23 respostas.
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22-02-2012, 21:26 |
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E os outros;
Jorge Sepúlveda desaparecido em 1991
Cláudia Alexandra Silva e Sousa desaparecida em 1994
João José Gomes Teles desaparecido em 1998
Rui Manuel Correia Pereira desaparecido em 1999
não existem julgamentos, investigações jornalisticas, indignação popular?
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22-02-2012, 21:44 |
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22-02-2012, 22:21 |
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22-02-2012, 22:57 |
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23-02-2012, 0:16 |
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23-02-2012, 2:48 |
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23-02-2012, 7:54 |
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Kalvin
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Membro desde 16-09-2006
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Júpiter
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Posts:11.758
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Cmind, o problema, ao que se depreende pela interpretação das atitudes da justiça portuguesa perante este caso e em comparação e observação com outros será a que de facto tudo indique que o arguido poderá ter feito o papel de "peão" relativamente a outras entidades superiores e efectivamente poderosas.
Muita coisa se falou na altura, inclusive o facto de ter sido encontrada uma fotografia do então menino, num site da internet que fora investigado pela equipa da TVI, se a memória não me falha, onde falavam numa rede de pedofilia internacional.
E efectivamente, dado o ajoelhar sistemático da justiça portuguesa perante os responsáveis e/ou intervenientes na investigação deste caso à época, o que depreendo da inércia é que infelizmente se trata de algo que possa envolver forças suficientemente poderosas para que o caso vá andando entretido nos tribunais até ao dia em prescreva.
Até aqui se nota a contradição clara na decisão. Por um lado, classifica as declarações de Alcina como insuficientes, a mesma pessoa que considera como provado que efectivamente aquele homem combinou uma ida às prostitutas com o menino.
Ou seja, a dita Alcina confirma que esteve com o menino, o tribunal dá como provado que houve conversas nesse sentido, de o levarem às prostitutas, mas o tribunal diz que não encontra provas suficientes.
De facto não encontra para rapto, é um facto, mas encontra provas mais do que suficientes para prender um indivíduo que o próprio tribunal afirma ter provado que convidou a criança a ir às prostitutas, a não ser que o tribunal ache que ir às prostitutas também pode ser para comprar algodão-doce como na feira popular ou para jogar ao berlinde ou à apanhada.
Tal como referi, quando o Homem quer, a obra nasce. Agora se o Homem não quer, ou não está interessado ou existirão forças que o impedem, pela lógica afigura-se-me mais a segunda hipótese.
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07-03-2012, 9:50 |
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07-03-2012, 9:51 |
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